Bastidores

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Iris Rezende vai disputar a Prefeitura de Goiânia e, se eleito, pretende fazer gestão criativa

O peemedebista disse a liderados que não pode fugir da raia e que não há tempo de preparar um candidato competitivo

Aliados dizem que Tormin vai surpreender Marcelo Melo. Pesquisas contestam otimismo

Thiago Peixoto afirma que o prefeito de Luziânia tem obras e serviços para mostrar. Mas o tucano Melo é apontado como favorito

Abelardo Vaz é a esperança do PP para derrotar o prefeito Dioji Ikeda em Inhumas

O ex-prefeito é citado como o único que tem condições de derrotar o líder do PDT, que melhorou gestão

Cleiton Melo articula frente ampla contra o prefeito de Itauçu, Moacir Túlio

O postulante do DEM conta com o desgaste, tido como gigante, do prefeito do município

Jean Carlo monta rede de apoio para disputar mandato de deputado federal em 2018

O deputado estadual articula candidaturas para prefeito em vários municípios. Tanto pelo PHS quanto por outro partidos

Jean Carlo e Rita de Cássia bancam Roberto Silva contra candidato de Wellington Baiano

Apontado como favorito, o prefeito enfrenta o médico José Ronaldo, do PROS Roberto Silva é prefeito de Itaberaí A ex-prefeita Rita de Cássia, do PSDB, e o deputado estadual Jean Carlo, presidente do PHS, entraram de sola na campanha de reeleição do prefeito de Itaberaí, Roberto Silva (foto), do PSD. O médico José Ronaldo, do PROS, é o rival de Roberto Silva. Uma pedra no seu caminho é o apoio do ex-prefeito Wellington Baiano. José Ronaldo é visto como pessoa de bem, mas, por ser neófito em política, é apontado como teleguiado por Wellington Baiano, o rei dos processos judiciais (oito ações civis públicas) e ficha sujíssima.

Prefeito de Alto Horizonte retira candidatura para apoiar o Cabo Borges

O ex-prefeito é apontado como favorito e um de seus projetos é levar uma faculdade de Medicina para o município

O físico nuclear Arthur Otto vai disputar mandato de vereador em Goiânia

Trata-se de uma voz intransigente no combate à corrupção e em defesa da ética na política

Eleitor de Aparecida pode escolher uma espécie de Maguito 2 e pode não ser Gustavo Mendanha

[caption id="attachment_69806" align="aligncenter" width="620"]Alcides Ribeiro, Marlúcio Pereira, Silvio Benedito e Gustavo Mendanha: um deles deve convencer o eleitor de que é o substituto ideal de Maguito Vilela Alcides Ribeiro, Marlúcio Pereira, Silvio Benedito e Gustavo Mendanha: um deles deve convencer o eleitor de que é o substituto ideal de Maguito Vilela[/caption] O sinal estava verde — acreditava-se. Mas agora o sinal está amarelo. É assim que os luas pretas do PMDB veem a pré-candidatura de Gustavo Mendanha a prefeito de Apa­recida de Goiânia. Num primeiro momento, escorados na popularidade do prefeito Maguito Vilela, os mendanhistas acreditaram que a disputa seria mamão com açúcar. Gustavo Mendanha é jovem, representa o novo e articulou amplo político. Porém, feitas as primeiras pesquisas, sua situação não é confortável. Não está mal é fato, mas, segundo seus próprios aliados, como um vereador, não supera os pré-candidatos do PSDB, o empresário Alcides Rodrigues, e do PSB, o deputado estadual Marlúcio Pereira. Além disso, há o postulante do PP, o coronel Silvio Benedito, que, com um discurso planejado e azeitado sobre segurança pública, pode mudar a configuração eleitoral do município. Há quem aposte que, quando a campanha começar pra valer e Maguito Vilela começar a pedir voto — explicitando: “Gustavo Mendanha é o meu candidato a prefeito” —, as coisas deverão mudar. Pode ser, mas também pode não ser. O peemedebista, político articulado e sereno, precisa mostrar personalidade, apresentar-se como o candidato que realmente tem condições de substituir o ícone Maguito Vilela. O eleitor não aprecia político, sobretudo candidatos a cargos executivos, que precisa ser “carregado”. Porque fica com a impressão de que não terá condições técnicas de governar e autonomia para definir seus projetos. O que o eleitor de Aparecida quer é um Maguito Vilela 2. Se pudesse, daria um terceiro mandato ao peemedebista. Porque ele, além de uma administração eficiente e estruturada, deu status ao município. A cidade era vista como uma espécie de patinho feio, mas, sob o comando de um ex-governador e ex-senador, ganhou prestígio, inclusive junto ao governo federal. Portanto, deve ser eleito prefeito de Aparecida o político cujo perfil se aproximar do de Maguito Vilela — não importa o partido ao qual esteja filiado.

PMDB tende a não marchar com DEM na disputa de 2018. Crise começa em Jataí

[caption id="attachment_69799" align="aligncenter" width="620"]Maguito Vilela, Daniel Vilela e Ronaldo Caiado: a disputa de 2018 começa com crise política em Jataí Ronaldo Caiado, Maguito Vilela e Daniel Vilela: a disputa de 2018 começa com crise política em Jataí[/caption] Há um desconforto entre o DEM do senador Ronaldo Caiado e o PMDB do prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. Curiosamente, a crise parece ter começado em Jataí, embora o pano de fundo seja outro — a disputa do governo do Estado em 2018. O maguitismo aposta em dois nomes: o deputado federal Daniel Vilela e Maguito Vilela. Mas o DEM pretende bancar Ronaldo Caiado para a cabeça de chapa. Este jogo “despontou” em Jataí. No município do Sudoeste goiano, Maguito Vilela e Ronaldo Caiado disputam a paternidade da candidatura de Victor Piori a prefeito. Embora filiado ao DEM, o empresário é muito mais ligado a Maguito do que ao senador democrata, que, a rigor, não tem influência alguma na cidade. O prefeito de Aparecida embora esteja, nasceu e cresceu politicamente em Jataí, portanto, é uma referência — e por isso Victor Priori trabalha para ter seu apoio, implícito ou explícito. Daniel Vilela pressiona o pai para que apoie Geneilton Assis, do PMDB, o candidato bancado pelo prefeito Humberto Machado. Mas há quem aposte que, se Victor Priori ficar isolado, quem tende a crescer é Vinicius Luz, do PSDB, e não o postulante peemedebista.

Todos querem José Matheus para prefeito de Goianésia. Mas Jalles e Renato devem se enfrentar

[caption id="attachment_69794" align="aligncenter" width="620"]renato-jalles-fontoura-fotos-y-maeda-fernando-leite Renato de Castro e Jalles Fontoura[/caption] O prefeito Jalles Fontoura (PSDB) quer. O ex-prefeito Gilberto Naves (PMDB) quer. O secretário de Meio Ambiente e Cidades, Vilmar Rocha (PSD), quer. O chefe de gabinete do governador Marconi Perillo, Frederico Jayme (PSDB), quer. Quase todos querem a aliança entre PSDB e PMDB em torno da candidatura de José Matheus, diretor da Uni-Evangélica, a prefeito de Goianésia. Ele é hors concours. Mesmo assim, o acordão não sai. A família do deputado Renato de Castro (PMDB) barra a aliança. Não toda a família, e sim o pai de Renato. Sua mãe é favorável. Embora Ma­theus não esteja descartado, a tendência é que Jalles e Renato se enfrentem em 2 de outubro.

Até peemedebistas, nos bastidores, admitem que Paulo do Vale pode jogar a toalha em agosto

[caption id="attachment_29013" align="aligncenter" width="620"]O médico Paulo do Vale é investigado pela Polícia Federal e sua campanha perde substância O médico Paulo do Vale é investigado pela Polícia Federal e sua campanha perde substância[/caption] Até o ano passado considerada favorita nas eleições para a Prefeitura de Rio Verde, a candidatura de Paulo do Vale (PMDB) vive dias de paralisia e completo desânimo. Com a aproximação da eleição, a agenda do pré-candidato se encolhe e crescem as especulações de que pode jogar a toalha quando agosto chegar, em função da queda livre que seu nome enfrenta nas pesquisas. Peemedebistas admitem, em off, que há mesmo uma crise na pré-campanha do médico. As dificuldades de Paulo do Vale começaram depois que sofreu duas condenações na Justiça goiana por atos de improbidade administrativa e lesão ao Erário, referentes ao período em que era secretário de Saúde de Rio Verde. E se acentuaram há duas semanas diante da notícia de que passou a ser alvo de investigação da Polícia Federal por desvios de recursos do SUS na clínica de sua propriedade em Rio Verde. Os aliados iniciaram a debandada, a campanha encolheu e o próximo a jogar a toalha pode ser o próprio Paulo do Vale. Caso o peemedebista saia da disputa, o mais provável é que seu grupo político caminhe com a possível candidatura de Karlos Cabral, ex-PT e agora filiado à Rede.

PP de Anápolis vai trocar João Gomes por Carlos Antônio, candidato do PSDB

[caption id="attachment_61813" align="aligncenter" width="620"]| Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção Deputado estadual Carlos Antônio| Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption] Com apoio direto do governador Marconi Perillo (PSDB), o senador Wilder Morais, presidente do PP, e o vice-governador José Eliton (PSDB), secretário de Segurança Pública, estão operando politicamente em Anápolis. Morais e Eliton trabalham para que o PP deixe a gestão do prefeito João Gomes, do PT, com o objetivo de apoiar o candidato do PSDB a prefeito do município, o deputado Carlos Antônio. Se necessário, o senador vai trocar o comando do partido da cidade. Por enquanto, busca-se uma saída consensual, sem traumas. O PR da deputada federal Magda Mofatto também pode aderir à campanha de Carlos Antônio. Marconi Perillo quer articular um frentão para bancar a candidatura do tucano. O deputado Alexandre Baldy, que andava distante da base governista, estaria se aproximando novamente.

País precisa atacar pautas emergenciais, como rever o pacto federativo. Acieg se preocupa com lobby

[caption id="attachment_69787" align="aligncenter" width="620"]Foto postada no perfil oficial da Acieg Foto postada no perfil oficial da Acieg[/caption] A Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg) é, não há dúvida, uma instituição séria, equilibrada e de história irretocável. Por isso recomenda-se que adote pautas consequentes — de interesse tanto do empresariado quanto da sociedade — e não mude sua conduta para, possivelmente, atender interesses pessoais não se sabe de quem. Há pautas importantes para o país e, especificamente, para Goiás. Por exemplo: uma rediscussão ampla do pacto federativo (hoje, a União concentra a maioria dos recursos, deixando os Estados e municípios à míngua), uma reforma tributária realista, uma reforma da previdência, uma reforma trabalhista. Porém, de repente, a Acieg está propondo que o Congresso legalize o lobby. É uma ideia fora do lugar. A inspiração para legalizar o lobby vem dos Estados Unidos. Mas os líderes da Acieg precisam entender que a sociedade americana é hiper organizada, com instituições historicamente sólidas. No Brasil, no momento em que as instituições se consolidam, depois de o país ter saído de uma ditadura e, agora, de um governo imensamente corrupto, não é hora de se pensar em legalizar lobbies. Há pautas mais emergenciais. A Acieg deve se pôr, como sempre fez, sobretudo nas gestões ativas e criativas de Cyro Miranda e Helenir Queiroz, a serviço dos empresários e da sociedade. Não, insistamos, de interesses pessoais, por vezes inconfessáveis.

As 15 apostas do PSD para vereador em Goiânia incluem Valério Luiz e Priscilla Tejota

[caption id="attachment_70012" align="alignright" width="620"]valerio luiz priscila fabio caixeta ricardo roberto paulo m luiz c Na montagem, Valério Luiz, Priscila Tejota, Fábio Caixeta, Roberto Ricardo, Paulo Magalhães, e Luiz Cruvinel[/caption] O PSD banca para prefeito de Goiânia o deputado estadual Francisco Júnior, que, para melhorar seus índices nas pesquisas de intenção de voto, conta com uma chapa para vereador apresentada pela cúpula como consistente. O partido irá para a disputa de vereador com chapa pura. Os dirigentes avaliam que, numa perspectiva otimista, o partido terá condições de eleger de quatro a cinco vereadores. Os favoritíssimos são Priscila Tejota, Roberto Ricardo, Paulo Magalhães, Fábio Caixeta e Valério Luiz. A lista a seguir contém as principais apostas do Partido Social Democrático e está em ordem alfabética — não de favoritismo. 1 — Anderson da 44 — O feirante é apontado como um líder popular 2 — Carlos Moreira — O ator de teatro é uma aposta do (e no) setor cultural. 3 — Fábio Caixeta — Por ser vereador, é apontado como forte candidato. 4 — Joaquim Lemos — Da área esportiva, é professor de caratê. 5 — Ludmilla da Mata — Representa o empreendedorismo. É mencionada como líder do setor. 6 — Luiz Cruvinel — O administrador de empresas é primo do deputado Heuler Cruvinel. 7 — Miro Camargo — Representa os taxistas, categoria que, devido ao Uber, está cada vez mais articulada. 8 — Pablo Pabola — Líder político do bairro Recanto das Minas Gerais. 9 — Paulo Magalhães — Por ser vereador, o jornalista é visto como favorito, até favoritíssimo. 10 — Plínio de Lisita — O jornalista atua como representante comercial. 11 — Priscilla Tejota — Por ter o apoio do marido, o deputado Lincoln Tejota, e do conselheiro do TCE Sebastião Tejota, é uma das grandes apostas. 12 — Roberto Ricardo — Ligado à Igreja Católica (ao movimento carismático) e integrado ao grupo político de Francisco Júnior, é apontado como um dos favoritos. 13 — Thiago Gontijo — O jovem comerciante é visto como um político articulado e hábil. 14 — Valério Luiz — O advogado, neto do deputado estadual Manoel Oliveira e filho do radialista Valério Luiz (assassinado supostamente por um policial militar), integra a lista dos favoritíssimos. 15 — Victor Lustosa — O médico é visto como um jovem articulado e atuante. Seu pai é presidente do Sindicato do Transporte de Cargas.