Por Tiago Vechi
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A professora doutora Ana Paula de Araújo Chaves, do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal de Goiás (UFG), liderou a delegação brasileira que conquistou um dos melhores resultados da história do país na European Girls’ Mathematical Olympiad (EGMO), realizada em Bordeaux, na França.
Na 15ª edição do torneio, o Brasil garantiu uma medalha de ouro, uma de prata, uma de bronze e uma menção honrosa, somando 66 pontos e alcançando a 15ª colocação geral por equipes. Segundo a Olimpíada Brasileira de Matemática, o desempenho é o segundo melhor já registrado pelo país na competição.
A equipe contou ainda com a vice-liderança de Bilhana Plamenova Kochloukova e reuniu estudantes de diferentes estados. Júlia de Paula Pessoa Leguiza, do Ceará, conquistou o ouro; Maria Clara Fontes Silva, de Sergipe, levou a prata; Heloísa Mysczak, de São Paulo, ficou com o bronze; e Maria Cecília Ribeiro Pereira de Melo, de Pernambuco, recebeu menção honrosa.
O ouro obtido por Júlia tem caráter histórico: foi apenas a segunda vez que uma estudante brasileira alcançou o topo do pódio na EGMO.
Criada em 2012, a competição é uma das principais olimpíadas internacionais de matemática voltadas para meninas e tem como objetivo incentivar a participação feminina nas ciências exatas e dar visibilidade a jovens talentos.
Para Ana Paula, professora adjunta do IME da UFG, a liderança da equipe brasileira na competição internacional reforça sua trajetória acadêmica e o compromisso com a formação de novas gerações na matemática.
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Durante entrevista à Norah O'Donnell, da CBS, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se irritou após a leitura de um trecho do manifesto do atirador responsável por um atentado no sábado, 25. Ele classificou a atitude como “uma vergonha” e negou qualquer relação com as acusações mencionadas no texto.
O trecho lido dizia: “Não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor lave minhas mãos com seus crimes”.
O manifesto, com pouco mais de mil palavras, foi escrito por Cole Thomas Allen, autor do ataque a tiros durante um evento na Casa Branca. O documento foi enviado a familiares cerca de dez minutos antes da ação.
O confronto ocorreu no programa 60 Minutes, principal atração jornalística da emissora. Após a leitura, Trump reagiu: “Eu não sou estuprador, nunca estuprei ninguém. Eu não sou pedófilo”. Questionado se acreditava ser o alvo das acusações, não respondeu.
Na sequência, o presidente criticou a jornalista por ler o conteúdo no ar e afirmou que o autor do ataque demonstrava ódio contra cristãos. Segundo Trump, familiares do atirador já teriam alertado as autoridades sobre seu comportamento, classificando-o como “muito problemático”.
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