Por Redação

A cidade voltará a ser chamada de “Manchester goiana”. Alexandre Baldy teria sido atropelado pela força de Rui Costa e Lula da Silva

Há quem postule que o ex-prefeito Agenor Rezende vai enfrentar o prefeito Aleomar Rezende. Vereador garante que não é bem assim

Uma pesquisa sugere que o ex-presidente transfere mais votos em Anápolis (o que pode fortalecer Major Vitor Hugo) do que na capital do Estado

Vários deputados se apresentam como possíveis candidatos a prefeito, como Lucas Calil e Delegado Eduardo Prado, ambos em Goiânia. Mas vários de seus colegas alegam que eles estão fora do páreo. Então, os parlamentares listaram os sete deputados que realmente vão disputar prefeituras em 2024. Confira a lista, em ordem alfabética.
1
Antônio Gomide/PT — Anápolis

O deputado estadual já foi vereador e duas vezes prefeito. No momento, aparece como favorito.
2
Bruno Peixoto/União Brasil — Goiânia

O presidente da Assembleia Legislativa sabe que há uma fila e que, nela, está em segundo lugar, atrás de Ana Paula do Iris. Mas, como é muito mais articulado do que a filha do ex-prefeito, é cada vez mais cotado para a disputa.
3
Gugu Nader/Agir — Itumbiara

O deputado estadual garante que pesquisas “sérias” o colocam em primeiro lugar, à frente do prefeito Dione Araújo, do União Brasil.
4
Gustavo Sebba/PSDB — Catalão

O deputado estadual e médico sempre é candidato em Catalão. Não ganha, mas coloca seu nome para ser lembrado, na eleição seguinte, para deputado estadual.
5
Paulo Cezar Martins/PL — Quirinópolis

Pesquisas sugerem que o deputado estadual pode derrotar o prefeito, que, até pouco tempo, era apontado como superfavorito.
6
Renato de Castro/União Brasil — Goianésia
O deputado estadual é um dos superfavoritos para a disputa de 2024. Ele vai enfrentar um primo, o prefeito Leozão Menezes, do União Brasil (a caminho do PSDB, do PL ou do PSD).
7
Rosângela Rezende/Agir — Mineiros

Há quem acredite que o candidato da família será o ex-prefeito Agenor Rezende. Porém, um vereador garante: a candidata bancada por Agenor Rezende será a deputada estadual. (E.F.B.)

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse neste sábado, 8, por meio das redes sociais, que serão adotadas “providências cabíveis” em relação aos “possíveis abusos e irregularidades na conduta de agentes públicos federais”, que atuaram na Operação Ouvidos Moucos, que levou à prisão e motivou a morte do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em 2017.
A decisão foi tomada após o Tribunal de Contas da União (TCU) ter considerado improcedente e arquivado uma representação que envolvia o programa Universidade Aberta do Brasil (UBA), que também motivou a operação da Polícia Federal.
“Com base na decisão do TCU sobre as alegações contra o saudoso reitor Luiz Carlos Cancellier, da UFSC, na próxima semana irei adotar as providências cabíveis em face de possíveis abusos e irregularidades na conduta de agentes públicos federais”, afirmou Dino.
A operação Ouvidos Moucos visava investigar um suposto esquema de superfaturamento no Departamento de Física da UFSC, relacionado à locação de veículos para uso em projetos de cursos a distância no âmbito do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Suspeito de obstruir investigações, Cancellier foi algemado, despido e proibido de voltar à UFSC. Dias depois, cometeu suicídio em Florianópolis.
Em janeiro, familiares de Cancellier receberam uma declaração pública de reparação do presidente Lula (PT). Na ocasião, o petista afirmou que o reitor tirou a própria vida devido à pressão exercida por uma polícia ignorante e um promotor ignorante, por pessoas insensatas que condenaram antes de investigar e julgar.
Em abril, o ministro Gilmar Mendes abriu divergência em ação no STF que pede a declaração de suspeição da juíza Janaína Cassol para julgar o caso Cancellier, alegando que ela fez juízo antecipado de valor ao analisar os pedidos do Ministério Público.

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