Por Gustavo Soares
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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), anunciou que está liderando um boicote ao Carrefour e ao Atacadão em resposta a declarações do CEO da rede varejista francesa, Alexandre Bompard. Mendes expressou sua insatisfação com os comentários feitos por Bompard, que sugeriu que a França poderia ser "inundada" por carne do Mercosul de qualidade inferior caso o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o bloco sul-americano fosse aprovado.
Mendes considerou as declarações infundadas e defendeu que elas tentam criar barreiras comerciais para os produtos brasileiros, principalmente os do setor agropecuário. O governador argumentou que a carne produzida no Brasil é de alta qualidade, sustentável e competitiva. "Não aceitamos esse tipo de ataque à imagem do nosso país", afirmou Mendes, ressaltando a importância da reciprocidade nas relações comerciais. "Do jeito que você me trata, eu tenho o direito de te tratar", acrescentou.
Em resposta às declarações, Mendes orientou a população brasileira, especialmente os envolvidos com o agronegócio, a boicotarem as lojas da rede Carrefour e Atacadão no Brasil. Além disso, o governador afirmou que a Secretaria da Fazenda do estado será acionada para analisar a viabilidade de medidas legais contra a empresa. "Eles não terão vida fácil aqui no meu estado, por desrespeitarem o Brasil e o agronegócio", disse.
A crítica de Mendes se estendeu ao que ele vê como um protecionismo disfarçado de preocupações ambientais. O governador desafiou a comparação entre as práticas ambientais brasileiras e francesas, lembrando que no bioma amazônico 80% das propriedades devem ser preservadas. Mendes também ressaltou que os produtores europeus, em especial os franceses, recebem subsídios e são menos eficientes que os brasileiros, o que, segundo ele, leva à criação de barreiras comerciais para evitar a competição.
Sobre o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o governador se mostrou pessimista quanto à sua aprovação, devido à forte resistência da França. Mendes sugeriu que o Brasil poderia buscar novas parcerias comerciais com países da Ásia e do Oriente Médio como alternativa.
Em nota, o Carrefour se manifestou, esclarecendo que a medida anunciada por Bompard se aplica apenas às lojas da rede na França e não reflete uma avaliação sobre a qualidade da carne do Mercosul. Segundo a empresa, as lojas nos outros países, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar normalmente e a adquirir carne do Mercosul sem alterações. A rede afirmou ainda que a decisão foi tomada em resposta a uma crise no setor agrícola francês e que não tem impacto sobre os mercados fora da França.
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