Por Giovanna Campos
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para flexibilizar regras de impedimento de juízes e liberar magistrados para julgar casos em que as partes sejam clientes de escritórios de cônjuges, parceiros e parentes. Até a noite do último domingo, 20, o placar estava em 6 a 4 no plenário virtual, faltando apenas o voto do ministro André Mendonça para a conclusão.
A ação em julgamento no STF é movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O julgamento foi retomado no dia 11 de agosto após um pedido de vista do ministro Luiz Fux. A análise foi realizada em plenário virtual, modalidade em que os ministros depositam os seus votos e não há debate.
A decisão beneficia os próprios ministros do STF. Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes são casados com advogadas. Já os ministros Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Edson Fachin, por exemplo, são pais de advogados. Antes da votação, se o cliente tivesse alguma causa no escritório do parente do juiz, o magistrado estaria impedido de julgar qualquer ação dele.
A justificativa da AMB é que os juízes precisariam exigir dos parentes uma lista diária da relação de seus clientes e poderiam ser penalizados por “informações que estão com terceiros”.
O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, apresentou o voto predominante. Ele defendeu que a restrição à atuação dos magistrados viola os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Confira os demais votos dos outros ministros.
Confira votos
Alexandre de Moraes – votou a favor
André Mendonça - ainda não havia votado
Cármen Lúcia – votou contra
Cristiano Zanin – votou a favor
Dias Toffoli – votou a favor
Edson Fachin – votou contra
Gilmar Mendes – votou a favor
Luís Roberto Barroso – votou contra
Luiz Fux – votou a favor
Kassio Nunes Marques – votou a favor
Rosa Weber – votou contra
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O Brasil é o segundo país no mundo que mais gasta tempo exposto a uma tela de celular, apontou um levantamento da Eletronics Hub. A pesquisa revelou que, em média, as pessoas passam 6 horas e 37 minutos usando aparelhos celulares. No Brasil, elas passam cerca de 9 horas e 32 minutos, ficando atrás somente da África do Sul, com 9 horas e 38 minutos.
Além disso, o Brasil é o 2º país que mais gasta tempo nas redes sociais. Das 9 horas em que os brasileiros estão conectados, 4 delas são destinadas a navegar em plataformas como Instagram e Facebook.
O smartphone virou um companheiro quase inseparável do ser humano, acompanhando-o desde à cabeceira da cama até o banheiro. As consequências do uso excessivo do celular, no entanto, são várias. Ortopedistas, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde têm chamado atenção para os riscos que o celular pode trazer à saúde. Confira abaixo sete riscos do uso do celular em excesso.
1 - Problemas na visão
O uso excessivo do celular pode deixar os olhos ressecados, abrindo as portas para uma série de problemas da saúde ocular, como: surgimento de infecção, inflamação, fadiga visual, dor de cabeça e nos olhos, além da visão embaçada.
2 - Sedentarismo
O hábito de passar horas deitado no sofá mexendo no celular e não aproveitar o tempo para praticar atividades físicas pode levar ao sedentarismo. E a falta de atividades físicas pode levar à obesidade e, consequentemente, vários problemas de saúde.
3 - Problemas nas articulações
A posição das mãos para mexer no celular e o movimento repetitivo dos dedos na tela podem favorecer o surgimento de problemas nos tendões e nas articulações, causando desconforto nas mãos, nos dedos e, em alguns casos, até nos cotovelos. A má postura ao usar o celular também causa tensão muscular que pode se reverter em dor crônica, inclusive em alteração da coluna cervical.
4 - Dores no ombro
Ao forçar muito uma articulação, a outra acaba tendo que assumir uma postura compensatória, como é o caso dos ombros. O usuário do celular pode não sentir o desconforto na hora, mas no futuro, isso pode gerar uma série de problemas de postura e de saúde.
5 - Disformia corporal
Pessoas que passam muito tempo nas redes sociais tendem a se comparar com os padrões de imagem estabelecidos, muitos deles regidos por filtros e um estilo de vida inalcançável.Isso acaba gerando insatisfação com a própria imagem, podendo causar um transtorno mental conhecido como “disformia corporal”. Diante da comparação, a pessoa tende a maximizar, em si mesma, o que considera defeitos.
6 - Insônia
De acordo com um estudo da faculdade de Medicina de Harvard, publicado na revista Nature, a luz azul emitida por aparelhos celulares e tablets ativa os neurônios e perturba o sono.
7 - Danos à saúde mental
Notificações a todo momento e a necessidade constante de interação nas redes podem contribuir para gerar ou intensificar a ansiedade. Além disso, questões como isolamento e distanciamento de parentes ou pessoas queridas, bem como a preferência por contatos virtuais, pode desencadear efeitos negativos no comportamento a longo prazo e, consequentemente, no humor das pessoas.
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