Por Euler de França Belém
Pesquisadores e marqueteiros começam a notar um fenômeno curioso: o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), melhorou sua gestão — nota-se suas mãos na cidade. No entanto, permanece a sensação de que a administração não é eficiente. Especialistas sugerem que, no momento em que a gestão do petista melhorou, é preciso azeitar a comunicação para superar o recall negativo.
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O vice-prefeito de Aparecida de Goiânia, Ozair José, deve ser candidato a prefeito pela base do governador Marconi Perillo, possivelmente pelo PP. Pelo PT, ao qual é filiado, e pelo PMDB, que vai apresentar candidato próprio, o líder municipal não tem qualquer chance de ser candidato.
Com o apoio de um político goiano, dos mais poderosos, a Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada (Funjobe), de Minas Gerais, vai instalar uma big faculdade de Medicina em Goiás, possivelmente em Aparecida de Goiânia, em 2016.
Márcio Rodrigues é marconista de carteirinha. Em 2010, contra Vanderlan Cardoso, candidato apoiado por seu irmão, o então governador Alcides Rodrigues (PSB, ex-PP), ficou ao lado de Marconi Perillo (PSDB). Agora, Márcio Rodrigues não consegue ser nomeado para um cargo no governo do Estado. Ele tem reclamado que foi “abandonado” pelo secretário da Saúde, Leonardo Vilela, do PSDB.
Acredita-se que, em setembro deste ano, Sérgio Cardoso, cunhado do governador Marconi Perillo, irá para o Tribunal de Contas dos Municípios na vaga de Sebastião Caroço ou de Honor Cruvinel.
Pré-candidato a vereador, Renato Bernardes defende Sandes Júnior para prefeito de Goiânia e José Eliton para governador de Goiás. O trio é do PP.
Os vereadores William Ludovico e Eder do Eskinão não apoiam Veter Martins (Solidariedade) — conhecido como “Biruta de Aeroporto” (não para em nenhum partido e segue o vento) — para prefeito de Aparecida de Goiânia. De um vereador: “Vou até consultar o Livro dos Recordes para verificar se Veter Martins pode ser enquadrado como recordista em termos de mudança de partido. É provável que supere Vanderlan Cardoso”.
O vice-governador José Eliton (PP) articula com tanta habilidade e volúpia que surpreende políticos mais experimentados. Possível candidato a governador, em 2018, está montando uma base política ampla, com políticos de vários partidos. Trata-se um “craque”, dizem todos, inclusive o governador Marconi Perillo (PSDB).
O vice-governador José Eliton está organizando o PP em todo o Estado. Em Goiânia, o partido pode até apoiar o tucano Jayme Rincón para prefeito, mas vai procurar lançar uma chapa consistente para vereador. Na semana passada, o partido circulou uma lista preliminar, quer dizer, não definitiva, como nome de 12 pré-candidatos: Adão da Feira (ainda não está filiado); Darlan Ferreira; Frederico Michell (representando da juventude do partido); Jacira Alves (ex-vereadora); João Neguinho (região Noroeste); José Macedo (região do Setor Maísa); Leila Miranda; Mãezinha (Maria dos Anjos); Maria das Graças (líder evangélica); Renato Bernardes; Saulo Furtado (ainda não está filiado);
Pré-candidatos a vereador por Goiânia pelo PP cobram mais empenho do presidente metropolitano do partido, Ricardo Yano. Por ser empresário e pecuarista, Ricardo Yano fica muito tempo fora da capital e, por isso, não dá assistência aos correligionários. Militantes do partido sugerem que o deputado federal Sandes Júnior reassuma o comando na capital.
Líderes de partidos aliados do governador Marconi Perillo sugerem que a base deve lançar para governador, em 2018, José Eliton (PP) ou Thiago Peixoto (PSD). Este também é sugerido para vice do primeiro. Só que todos admitem que está cedo, muito cedo, para definições. E com absoluta razão. Mas as articulações começam cedo mesmo. Em política, quem chega tarde não ocupa (o) espaço.
Um lua azul do marconismo disse ao Jornal Opção que o secretário de Gestão e Planejamento do governo de Goiás, deputado federal licenciado Thiago Peixoto (PSD), pode ser o vice de Jayme Rincón na disputa pela Prefeitura de Goiânia.
O prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT, mas a caminho do PSDB), e o ex-prefeito Vanderlan Cardoso (PSB) fumaram a metade do cachimbo da paz. Eles estão na fase da “guerra morna”.
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Cachoeira e Andressa: fim da união? | Foto: Estúdio Maria Célia Siqueira[/caption]
Bocas de Matilde e bocas nem tão de Matilde asseguram que o amor entre o empresário Carlos Cachoeira e Andressa Mendonça — que protagonizaram cenas públicas fortemente românticas — teria acabado.
Cachoeira e Andressa já estariam morando em casas separadas. A bela jovem é vista como “solar” — aprecia a exposição pública — e o arrojado Cachoeira é apontado como lunar, um empresário das sombras, dos silêncios.
O presidente do PSB, Vanderlan Cardoso, ensaiou “controlar” a gestão de Misael Oliveira, mas não conseguiu. Vários de seus aliados permanecem na Prefeitura de Senador Canedo — como comissionados — e não querem perder os empregos nem que a vaca tussa em italiano do tempo de Dante Alighieri.

