Por Euler de França Belém

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Vanderlan Cardoso pode apoiar Henrique Arantes para prefeito

Praticamente rompido com o prefeito Misael Oliveira, Vanderlan Cardoso busca um candidato para prefeito do município vizinho de Goiânia

O quarteto fantástico mais ouvido pela secretária da Educação, Raquel Teixeira

Marcos Fayad, Fabrício Nobre, Iúri Rincón e Eliana França são os quatro mosqueteiros culturais de Raquel Teixeira

Raquel Teixeira fez convite para dois intelectuais goianos. Ela planeja substituir Aguinaldo Coelho

Um poeta não quis assumir a Superintendência de Cultura. Mas o segundo consultado estaria disposto a aceitar o cargo

Mané de Oliveira vai deixar o PSDB e deve ser vice de Vanderlan Cardoso em Goiânia

O deputado estadual quer se filiar num partido da base aliada. Ele é mais marconista do que tucano

Réquiem para Ana Maria, o esteio do grande pesquisador e agitador cultural José Mendonça Teles

Ana Maria dizia que tudo que era importante para a história e a cultura de Goiás, mas não dava dinheiro, tinha a mão de José Mendonça Teles

PSD de Vilmar Rocha filia João Antônio, ex-prefeito peemedebista de Inhumas

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Com o consentimento do deputado federal Roberto Balestra (PP), o PSD do secretário das Cidades, Vilmar Rocha filiou nesta semana o ex-prefeito dr. João Antônio, de Inhumas. Médico, João Antônio era um nome forte do PMDB no município, adversário histórico de Balestra, e governou a cidade entre 1993 e 1996.
Em 2012, disputou novamente a prefeitura,com apoio de José Essado, e contra Rondinelly Carvalhais, do PP de Balestra. Mas quem venceu foi o pedetista Dioji Ikeda, que, mesmo com intenso desgaste, deve ir à reeleição. Á época, João Antônio obteve 11.616 votos (36,82%).
Agora, no PSD e com o apoio de Vilmar Rocha e Roberto Balestra, João Antônio tentará de novo conquistar a Prefeitura de Inhumas. Dioji Ikeda decepcionou o eleitorado.
[Na foto acima, Vilmar Rocha, João Antônio e Roberto Balestra]

Raquel Teixeira recua e diz que não vai deixar o governo de Goiás

Em nota enviada ao Jornal Opção, a secretária da Educação contesta seu próprio desabafo, apresentado na UFG

UFG entra em greve em 1º de agosto

Uma assembleia decidiu na terça-feira, 23, que a Universidade Federal de Goiás (UFG) vai entrar em greve a partir de 1º de agosto deste ano. As regionais Goiás e Jataí já estão em greve.

O goiano Reinaldo Barreto descobre que Paris é uma festa na livraria Shakespeare and Company

O advogado goiano Reinaldo Barreto, curtindo temporada na Paris de Proust, Gide, Gertrude Stein, Joyce e Hemingway, visita, prioritariamente, museus e livrarias (além de vinícolas em outras regiões da França). O que mais o encanta é a livraria Shakespeare and Company, criada por Sylvia Beach (1887-1962) e, depois, gerida pelo americano George Whitman, que, embora não fosse, costumava dizer que era bisneto de Walt Whitman, o grande poeta americano. Lawrence Durrell, Allen Ginsberg, William Burroughs, Gregory Corso e muitos outros declamaram poemas na livraria. Jeremy Mercer, escritor canadense, chegou a morar nas suas dependências. O resultado é a obra “Um Livro Por Dia — Minha Temporada Parisiense na Shakespeare and Company”, que Reinaldo Barreto devorou num dia, depois de ler “Shakespeare and Companhy”, de Sylvia Beach, e um livro do jornalista Sérgio Augusto, “E Foram Todos Para Paris — Um Guia de Viagem nas Pegadas de Hemingway, Fitzgerald e Cia”, opúsculo devorado numa única tarde. Por lá também passaram James Joyce, Hemingway, Anäis Nin e Henry Miller. Anäis Nin era amante de Henry Miller, mas também passeou pela cama de George Whitman. Henry Miller adorava a Shakespeare and Company, “o país das maravilhas dos livros”. Em “Paris É uma Festa”, livro que permanece delicioso, o americano Hemingway escreve sobre a “livraria dos escritores”. George Whitman pedia aos clientes o que hoje parece impossível — que lessem um livro por dia. Pós-internet, funciona mais sugerir que se leia um livro por mês ou, quem sabe, por ano. A Shakespeare and Company funcionou em dois endereços, o bairro de Saint-German-des-Prés e, agora, na Rue da la Bûcherie. Sua primeira proprietária, Sylvia Beach bancou a publicação de “Ulysses”, o romance de James Joyce. Excêntrico, ou descuidado, George Whitman escondia seu dinheiro entre livros ou embaixo de colchões. Larápios sempre entravam na livraria porque sabiam que seria fácil encontrar alguma grana. O beatnik Gregory Corso roubava livros, notadamente os mais raros, para comprar heroína. Dois lemas da livraria — Seja gentil com estranhos, pois eles podem ser anjos disfarçados; — Dê o que pode, pegue o que precisar.

Raquel Teixeira admite que pode deixar a Secretaria da Educação. Diz que está apanhando de todo mundo

A secretária afirma ter 68 anos e garante que tem compromisso com os professores e com a educação

Klester Cavalcanti assume direção de redação de jornal da família do senador Jader Barbalho

O jornalista trabalhou nas revistas Veja e IstoÉ e no Jornal da Tarde. É autor de livros-reportagem de qualidade

Sai no Brasil o notável livro de Robert Service sobre a história do comunismo

Em 648 páginas, o historiador britânico e professor de Oxford explica e interpreta o que o comunismo fez nos países que dirigiu e sua influência em todo o mundo

Deputado José Vitti é o novo vice-presidente do PSDB de Goiás

O líder do governo ganha pontos para ser o próximo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás

Abaixo-assinado que circula na internet pede a volta da Secretaria de Cultura do Estado de Goiás

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR82676 Abaixo-assinado pela recriação da SeCult Goiás Para: Exmo. Sr. Governador do Estado de Goiás - Marconi Perillo Ao concluirmos os seis meses de seu novo mandato, percebemos que a prometida eficiência na gestão dos assuntos culturais a ser conquistada com a reforma administrativa não se concretizou. No fim do ano passado, quando houve tal reforma, alertamos para o fato de que a fusão das pastas da educação, da cultura e do esporte não seria benéfica, afetando diretamente o andamento dos projetos, programas e ações culturais mantidos pelo governo, bem como o importante sistema de fomento à cultura que é integrado pela Lei Goyazes e pelo Fundo Cultural. Passados seis meses, os prejuízos dessa fusão administrativa podem ser medidos e sentidos por todos os atrasos (nos festivais governamentais e nos editais de fomento) – que nunca, nem em suas gestões passadas, nem na gestão de Alcides Rodrigues, chegaram a tal dimensão. Na ocasião dos protestos movidos pelos artistas e produtores culturais contra a extinção de uma Secretaria exclusiva de Cultura, ao final de 2014, o governo declarou que o que estava sendo feito na reforma administrativa era positivo e que, caso não o fosse, poderia reavaliar sua posição, recriando um órgão de gestão cultural que cuidasse exclusivamente dos assuntos da área. Acreditamos ser impossível a uma área como a Cultura, que movimenta atualmente recursos consideráveis (tanto para a realização dos festivais governamentais como para o fomento às centenas de projetos da sociedade civil aprovados na Goyazes e no Fundo) e que, portanto, lida com inumeráveis processos e procedimentos burocráticos, continuar atrelada a outra pasta como a Educação, repleta de demandas e agigantada em sua dimensão e relevância social e política. À época da reforma administrativa nos asseguraram que a economia para os cofres públicos advinda com a fusão das áreas meio (jurídico, financeiro, entre outros) não afetaria de forma negativa o funcionamento das áreas fins (como difusão, patrimônio e fomento cultural) – ou melhor, nos explicaram que tudo ficaria mais eficiente na gestão da Cultura, no âmbito do governo estadual. Sentimos que as premissas reformistas de economia e eficiência caíram por terra, pois as áreas fins não caminham sem pessoal lotado para se dedicar exclusivamente aos seus assuntos nas áreas meio. Desta forma, solicitamos que o Governo de Goiás tome providências para que seja recriada uma Secretaria de Cultura no âmbito do Governo do Estado de Goiás - órgão que cuide exclusivamente dos assuntos culturais, seja gerido por um nome do setor cultural e que tenha, em seu organograma, pessoal qualificado e lotado em quantidade satisfatória para lidar com o volume de trabalho que é gerado atualmente pelos programas, projetos e ações culturais mantidos pelo governo estadual.

Seleção brasileira vai perder de 7 a 1, na Copa do Mundo de 2018, mas não para a Alemanha, e sim para o Japão

Robinho, o ex-craque, arrastou-se em campo, meio parrudo, e só Willian parecia não ter medo da bola