Por Euler de França Belém

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Mais um advogado do comando da OAB-Goiás no interior apoia a candidatura de Flávio Buonaduce

Marcelo Castro, da OAB de São Simão, sublinha que projeto da OAB Forte transformou a entidade goiana numa referência nacional

Vinicius Luz diz que não aceita ser vice de Victor Priori e que vai disputar a Prefeitura de Jataí

Um frentão com PSDB, PSD, PR, PTN e PR deve bancar candidato contra o nome apoiado pelo prefeito Humberto Machado

Frutos da Terra, programa do publicitário Hamilton Carneiro, será apresentado no SBT

A TV Anhanguera retirou o programa de sua grade alegando que estava “superado”

Grupo de Aidenor Aires aposta que renovação vai ganhar comando da Academia Goiana de Letras

Leda Selma, candidata do establishment, é bancada pelo presidente da AGL Getúlio Targino Na quinta-feira, 17, os imortais da Academia Goiana de Letras vão escolher seu novo presidente. A situação banca a candidatura de Leda Selma [foto abaixo, do Facebook], com Licínio Leal Barbosa como vice. Entre seus apoiadores estão Ursulino Leão, Moema Olival, Eurico Barbosa e Maria do Rosário Cassimiro. O presidente da AGL, Getúlio Targino, é o coordenador da campanha. A oposição banca a candidatura de Aidenor Aires [foto acima, do Facebook], com Nei Teles de Paula na vice. Os mais novos integrantes da AGL — Iúri Rincón Godinho, Gabriel Nascente, Francisco Itami Campos e Antônio Caldas Pinheiro — apoiam Aidenor Aires. Luiz Aquino e Brasigóis Felício, jornalistas e escritores polêmicos, também estão com a oposição. Entre os escritores mais tradicionais que apoiam o grupo oposicionista estão Geraldo Coelho Vaz e José Mendonça Teles. São 40 os eleitores, mas pelo menos dois acadêmicos não devem votar, por motivo de doença. Como os dois candidatos são consistentes, a possibilidade de empate é grande. Aí será eleito o mais velho, Aidenor Aires.

Ciro Nogueira “finge” surpresa ao saber que José Eliton está trocando o PP pelo PSDB

Filiação do senador Wilder Morais sinaliza que o governo do PP está mudando de mãos em Goiás

Jornalista é assassinada por pistoleiro. Flor Alba estava investigando uma quadrilha. Veja vídeo

For Alba tinha 25 anos e foi morta porque fazia jornalismo com seriedade Na Colômbia, terra do escritor Gabriel García Márquez, publicar reportagens sobre o mundo criminoso é um perigoso. Os chefes de quadrilhas julgam, condenam e executam jornalistas. Só este ano foram mortos três profissionais. Na quinta-feira, 9, um pistoleiro assassinou a jornalista Flor Alba Núñez, de 25 anos. https://www.youtube.com/watch?v=V0YMC5ydYjM A agência Reuters informa que jornalistas colombianos revelaram que Flor Alba vinha recebendo ameaças de uma quadrilha, que havia sido denunciada em suas reportagens. Diretora da emissora La Preferida Stereo e colaboradora do Canal 6, TV5 e Canal Nación TV, Flor Alba era uma repórter “competente” e “íntegra”, segundo seus colegas.  

Marconi Perillo diz que pode apoiar Lúcia Vânia e Wilder Morais para senador em 2018

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), disse para o senador Wilder Morais (PP) que o empresário e a senadora Lúcia Vânia (PSB) serão candidatos ao Senado na chapa governista em 2018. E que, se for o caso, ele, Marconi, abre mão do mandato para selar a paz na base.

Marconi Perillo garante que 30% dos recursos da venda da Celg serão repassados para o Inova Goiás

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, bateu o martelo: se a Celg for mesmo vendida, 30% dos recursos apurados serão investidos no Inova Goiás. Isto quer dizer que, se a previsão de R$ 8 bilhões for confirmada, o programa, que é a cara do quatro mandato, receberá aporte de R$ 1,3 bilhão, dos R$ 4 bilhões que restarão para Goiás.

Thiago Peixoto atua como protagonista na articulação do Fórum dos Governadores do Brasil

O secretário de Gestão e Planejamento do governo de Goiás, o economista e deputado federal Thiago Peixoto (PSD), ganhou papel de protagonismo no Fórum dos Governadores do Brasil Central, ao formular a ideia junto com o ministro Mangabeira Unger, articular a criação e materialização dos encontros e conseguir, junto com outros secretários de Planejamento dos cinco Estados, dar concretude ao movimento, com a assinatura do protocolo para instalação do Consórcio do Brasil Central, com recursos de mais de R$ 1,5 bilhão, na semana passada, em Palmas. Tudo isso, com apenas dois meses de trabalho e três reuniões dos governadores.

Derrapadas de Daniel Vilela podem tirar seu discurso de que simboliza renovação de métodos políticos

O deputado federal tinha a chance de mostrar que é/era diferente. Mostrou que é tradicional O deputado federal Daniel Vilela, do PMDB, cometeu três derrapadas numa única semana que podem macular sua carreira de postulante à uma candidatura a governador em 2018 (não poderá, por exemplo, dizer que é diferente dos demais políticos nem que simboliza renovação de métodos políticos):

  1. a) Participou da blindagem à família (de Júnior) Friboi ao votar contra a convocação dos irmãos Batista para a CPI do BNDES; um irista chegou a chamá-lo de Daniel Friboi;                                                                                     
  2. b) Participou de churrasco em Brasília em apoio ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, denunciado na Operação Lava Jato;                        
  3. c) Apesar de pregar a renovação do PMDB e da política, contraditoriamente, deu declarações de apoio à candidatura de Iris Rezende à Prefeitura de Goiânia.
É muita contradição em uma única semana.

Governador Pedro Taques aposta em Marconi Perillo para presidente da República

Neotucano, o governador do Mato Grosso, Pedro Taques (procurador de justiça licenciado), põe o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), em primeiro lugar na lista de presidenciáveis do PSDB, quando perguntado sobre os candidatos do partido ao Planalto.

Técnico de Goiás ajuda governador do Distrito Federal a articular reforma administrativa

O “Jornal de Brasília” revela que o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), estuda junção e extinção de secretarias. Abordagem menciona que "um técnico goiano, que teria ajudado a arquitetar a reforma administrativa implementada no fim do ano passado no governo do Estado de Goiás, tem ajudado Rollemberg a pensar em uma nova estrutura, enxuta e eficaz". O economista Valdivino Oliveira chegou a ser ouvido por Rodrigo Rollemberg. Mas não ajudou na reforma goiana. Simão Cirineu é sempre ouvido em Brasília. Jeovalter Corrêa teria sido consultado por Rollemberg, mas não contribuiu para a reforma goiana.

Pelo menos quatro grandes empresas de energia elétrica estão interessadas em adquirir a Celg

[caption id="attachment_2370" align="alignright" width="620"]Fachada da Celg | Foto: Reprodução/Celg Fachada da Celg | Foto: Reprodução/Celg[/caption] Para definir o preço da Celg será preciso fazer avaliações rigorosas. Mas o mercado especula que a empresa — que, com o aumento da tarifa, deve passar a faturar mensalmente cerca de 750 milhões de reais, e a concessão foi renovada por 30 anos — deve valer de 7 a 8 bilhões de reais (metade para o governo de Goiás e metade para a Eletrobrás). Das sete empresas de energia que foram federalizadas — estão sob controle da Eletrobrás —, a Celg é apontada como a que está em melhor situação. Com seus 2,5 milhões de clientes e baixa inadimplência, é mencionada, em Brasília, como “a joia da coroa”. Além disso, devido ao crescimento da economia regional, há uma demanda reprimida por energia. Executivos de grandes em­presas, frios e racionais, não costumam demonstrar interesse exacerbado na aquisição de estatais. No caso da Celg, comenta-se que, no mercado, que pelo menos seis empresas estão interessadas em adquiri-la. O nome mais citado é o da Enel (conhecida no país como Endesa), multinacional italiana (parte de seu capital é estatal), porque é proprietária da Usina de Cachoeira Dourada — vendida no governo de Maguito Vilela (PMDB), no fim da década de 1990. Com a geradora, a usina, e a distribuidora, a Celg, a Enel multiplicaria seu faturamento no país. Aquisição de Cachoeira Dourada é considerada pela empresa como um de seus grandes acertos. Rapidamente, pagou o investimento e a usina é citada como “extremamente lucrativa”. É provável que, se não tivesse sido vendida, a Celg estaria em melhores condições financeiras e, assim, não precisaria ser privatizada. A Equatorial Energia (capital nacional e internacional), com forte atuação no Pará e no Maranhão, também estaria interessada na Celg, comenta-se em Brasília. O Grupo Energisa (da família Botelho, com participação do Banco Itaú, entre outros) aparece entre os mais cotados para adquirir a Celg. Distribui energia para 6,3 milhões de clientes em 788 municípios de nove Estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e São Paulo. A CPFL Energia, maior companhia privada do setor elétrico do Brasil, também estaria interessada em adquirir a Celg. O leilão da Celg está marcado para 19 de novembro deste ano. Porém, apesar do maciço interesse do governo federal (pensando no superávit primário), é provável que seja adiado, talvez para 2016. Aqueles que quiserem comprar a companhia goiana terão de comprovar que têm capacidade financeira para garantir os investimentos necessários para melhorar os serviços. O edital mencionará que, para que a concessão seja outorgada, a empresa vencedora deverá passar por um período probatório. Se não cumprir metas estabelecidas, a concessão poderá ser retirada.

Se Rincón sair do páreo, base marconista pode bancar Thiago Peixoto ou Vecci para prefeito de Goiânia

[caption id="attachment_45559" align="alignright" width="620"]Giuseppe Vecci, Thiago Peixoto e Jayme Rincón: três apostas da modernidade na capital do Estado contra o arcaísmo do irismo Apostas da modernidade na capital do Estado contra o arcaísmo do irismo[/caption] O nome do governador Marconi Perillo (PSDB) para prefeito de Goiânia é o de Jayme Rincón (PSDB), presidente da Agetop. Por dois motivos. Primeiro, tem o perfil que o goianiense quer: é gestor e é arrojado. Segundo, tem vontade de disputar. Porém, como nenhum político trabalha com um única hipótese, há dois outros nomes que estão sendo discutidos pela base governista. O tucanato, se Jayme Rincón optar por ficar no governo com o objetivo de disputar mandato de deputado federal em 2018, pode apostar todas as suas fichas na candidatura do deputado federal Giuseppe Vecci. Porque, assim como o presidente da Agetop, tem larga experiência como gestor, pois, do governo de Henrique Santillo aos governos de Marconi Perillo, foi o economista que formulou, com precisão técnica e largueza de visão política, o planejamento das gestões tucanas (Santillo era do PMDB) e que foi decisivo para a modernização de Goiás. Pode-se dizer que o parlamentar e o tucano-chefe se entendem por música. No momento, Vecci está nas sombras, esperando a decisão de Jayme Rincón, a quem apoia. O segundo nome, além de contar com a simpatia de Marconi, é bancado por Vilmar Rocha, presidente do PSD. Na verdade, o PSD tem dois outros nomes consistentes, os deputados Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel, com forte presença em Goiânia. Mas, em termos de gestão, têm menos preparo do que Thiago Peixoto. No início, Thiago Peixoto estava reticente, alegando que seu apoio era — e, de fato, é — para Jayme Rincón. Entretanto, se porventura o presidente da Agetop sair do processo, é provável que o jovem deputado federal e secretário de Gestão e Planejamento do governo de Goiás dispute a Prefeitura de Goiânia. Thiago Peixoto saiu do PMDB porque Iris Rezende não abre espaço — tanto que agora, com quase 82 anos, não cede um milímetro de espaço político para os políticos mais jovens, como Agenor Mariano, Daniel Vilela, Bruno Peixoto e Samuel Belchior. Se disputar a Prefeitura de Goiânia com Iris, em 2016, será a vez do novo contra o velho. Mas não se trata de idade, e sim de modernidade versus arcaísmo. Iris fala ao passado, Thiago, como Jayme e Vecci, diz respeito ao presente e ao futuro.

Lista dos 11 deputados estaduais que estão montando estrutura pra disputar mandato de deputado federal

As eleições municipais são decisivas para os políticos articularem estruturas para as disputas estaduais. Deputados estaduais — sem contar outros políticos — estão montando estruturas, bancando candidatos a prefeito e a vereador, para a disputa de 2016, com o objetivo de reforçar suas estruturas políticas no interior tanto para disputar a reeleição quanto para voos mais altos, como a disputa de mandato de deputado federal. A seguir, uma lista mínima de deputados estaduais que têm pretensões federais e já estão trabalhando para formatar estruturas mais amplas.   Adriana Accorsi — PT. [caption id="attachment_44225" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite Foto: Fernando Leite[/caption] Sua base é Goiânia. Teve uma votação surpreendente para deputada estadual. Porém, o perfil de sua atuação política combina muito mais com a Câmara dos Deputados. Mesmo se for eleita vice de Iris Rezende, é provável que a “Menina Accorsi” dispute mandato de deputada federal em 2018. Bruno Peixoto — PMDB. [caption id="attachment_24410" align="alignright" width="600"]Foto: Marcos Kennedy/Assembleia Legislativa Foto: Marcos Kennedy/Assembleia Legislativa[/caption]   O peemedebista é articulado, trabalha full time e está tentando criar uma estrutura para disputar mandato de deputado federal. Seu projeto é o seguinte: disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2018 e a Prefeitura de Goiânia em 2020. Em política quem não sonha tem voo de pato. Portanto, o deputado estadual está certo em sonhar. Chiquinho Oliveira — PHS. [caption id="attachment_45540" align="alignright" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] O deputado estadual está louco para se tornar deputado federal. Sabe que é difícil, até muito difícil, mas quer se tornar presidente da Assembleia Legislativa, em 2017, com o objetivo de criar uma estrutura ampla o suficiente que garanta-lhe a possibilidade de disputar mandato federal. É uma raposa política — o único problema é que às vezes excede na raposice e costuma pensar que seus colegas políticos são meio bobos.     Humberto Aidar — PT. [caption id="attachment_28572" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite | Jornal Opção Foto: Fernando Leite | Jornal Opção[/caption] O petista é um dos mais longevos e eficientes deputados estaduais de Goiás. Ele sempre pensa na sociedade e não prejudica o Estado devido a questões políticas e ideológicas. Com sua capacidade de articulação e de apresentar projetos consistentes e produtivos se daria muito melhor na Câmara dos Deputados. O problema é o limite de votos. Ressalve-se que sua votação para deputado estadual nunca é pequena. Jean Carlo — PHS. [caption id="attachment_45527" align="alignright" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] O jovem advogado e deputado estadual tem o apoio do empresário José Garrote. Mas quem conversa com ele percebe que não é apenas o apadrinhado de um empresário rico. Pelo contrário, trata-se de um político articulado, dinâmico e apontado como leal e firme pelos colegas. Ele trabalha, em tempo integral, atraindo prefeitos e vereadores, para substanciar seu projeto para 2018. É um craque político. José Nelto — PMDB. [caption id="attachment_26584" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] O deputado estadual tornou-se milionário com o negócio de vender lotes em várias cidades de Goiás, como Goianira. Associou-se com um ex-sócio do empresário e senador Wilder Morais e pensa até mesmo em construir casas no Chile e em Angola. Apesar de bem-sucedido no mercado privado, tem um sonho: ser deputado federal. Ele está organizando o PMDB, em quase todo o Estado, com o objetivo de se tornar seu presidente, mas também pensando na disputa de 2018. José Vitti — PSDB. [caption id="attachment_39429" align="alignright" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] O deputado estadual é um empresário riquíssimo e pode montar uma estrutura ampla. É articulado e, como líder do governo na Assembleia Legislativa, tem agradado o governador Marconi Perillo. Lincoln Tejota — PSD. [caption id="attachment_45501" align="alignright" width="620"]Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Com o apoio do pai, Sebastião Tejota, seu verdadeiro mentor político, o jovem deputado estadual pensa dia e noite na Câmara dos Deputados. Vai lançar sua mulher para vereadora em Goiânia com o objetivo de fortalecer seu projeto para 2018 — que é disputar mandato de deputado federal. Luis Cesar Bueno — PT. [caption id="attachment_39947" align="alignright" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] O petista cansou-se de ser deputado estadual e tem perfil de deputado federal. É articuladíssimo e se daria bem em Brasília. Seu problema é a excessiva cautela. Ele sabe que não perde para deputado estadual e, como não quer ficar sem mandato, teme disputar para deputado federal. O exemplo de Mauro Rubem, que obteve uma votação pífia para deputado federal, o desanimou um pouco. Mas ele está andando pelo interior com o objetivo de montar uma estrutura mais ampla. Sabe, porém, que o PT está muito desgastado, embora ele próprio não esteja, pois é um deputado qualitativo. Tales Barreto — PTB. [caption id="attachment_37475" align="alignright" width="620"] Foto: Y. Maeda Foto: Y. Maeda[/caption]   O deputado estadual é um fenômeno. Poucos políticos acreditavam que teria uma votação excepcional na eleição de 2014. Mas ele surpreendeu e superou figurinhas carimbadas da política. Seu objetivo, ao ampliar o número de prefeitos, é alcançar mandato de deputado federal em 2018. Mas pode esperar um pouco mais. Virmondes Cruvinel — PSD. [caption id="attachment_30992" align="alignright" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] É apontado como uma revelação política. Tem o sonho de disputar a Prefeitura de Goiânia. Mas, político hábil e competente na elaboração de projetos, tem o perfil adequado para a Câmara dos Deputados. Sua votação para a Assembleia Legislativa foi surpreendente e qualitativa. Seus eleitores e aliados certamente não ficarão surpresos se for eleito para o Parlamento brasileiro.