Se Rincón sair do páreo, base marconista pode bancar Thiago Peixoto ou Vecci para prefeito de Goiânia

Giuseppe Vecci, Thiago Peixoto e Jayme Rincón: três apostas da modernidade na capital do Estado contra o arcaísmo do irismo

Apostas da modernidade na capital do Estado contra o arcaísmo do irismo

O nome do governador Marconi Perillo (PSDB) para prefeito de Goiânia é o de Jayme Rincón (PSDB), presidente da Agetop. Por dois motivos. Primeiro, tem o perfil que o goianiense quer: é gestor e é arrojado. Segundo, tem vontade de disputar. Porém, como nenhum político trabalha com um única hipótese, há dois outros nomes que estão sendo discutidos pela base governista.

O tucanato, se Jayme Rincón optar por ficar no governo com o objetivo de disputar mandato de deputado federal em 2018, pode apostar todas as suas fichas na candidatura do deputado federal Giuseppe Vecci. Porque, assim como o presidente da Agetop, tem larga experiência como gestor, pois, do governo de Henrique Santillo aos governos de Marconi Perillo, foi o economista que formulou, com precisão técnica e largueza de visão política, o planejamento das gestões tucanas (Santillo era do PMDB) e que foi decisivo para a modernização de Goiás. Pode-se dizer que o parlamentar e o tucano-chefe se entendem por música.

No momento, Vecci está nas sombras, esperando a decisão de Jayme Rincón, a quem apoia.
O segundo nome, além de contar com a simpatia de Marconi, é bancado por Vilmar Rocha, presidente do PSD. Na verdade, o PSD tem dois outros nomes consistentes, os deputados Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel, com forte presença em Goiânia. Mas, em termos de gestão, têm menos preparo do que Thiago Peixoto.

No início, Thiago Peixoto estava reticente, alegando que seu apoio era — e, de fato, é — para Jayme Rincón. Entretanto, se porventura o presidente da Agetop sair do processo, é provável que o jovem deputado federal e secretário de Gestão e Planejamento do governo de Goiás dispute a Prefeitura de Goiânia.

Thiago Peixoto saiu do PMDB porque Iris Rezende não abre espaço — tanto que agora, com quase 82 anos, não cede um milímetro de espaço político para os políticos mais jovens, como Agenor Mariano, Daniel Vilela, Bruno Peixoto e Samuel Belchior. Se disputar a Prefeitura de Goiânia com Iris, em 2016, será a vez do novo contra o velho. Mas não se trata de idade, e sim de modernidade versus arcaísmo. Iris fala ao passado, Thiago, como Jayme e Vecci, diz respeito ao presente e ao futuro.

Uma resposta para “Se Rincón sair do páreo, base marconista pode bancar Thiago Peixoto ou Vecci para prefeito de Goiânia”

  1. Avatar Caio Maior disse:

    Goiânia merece gestão qualificada. Iris Rezende significa retrocesso: práticas autoritárias e discricionárias. Não tem compromisso com o eleitor. Faz da prefeitura trampolim para a eleição estadual – e perde, merecidamente. Pior: já deixou como “herdeiro” péssima “cria” (o inepto Garcia) e um legado de “promessas” não cumpridas, irregularidades e má-gestão nunca visto antes na prefeitura em todas as áreas: Cultura, Planejamento, Meio Ambiente, Comurg, Comdata, Educação,etc!

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