Por Euler de França Belém
Juscelino Kubitschek teve o mérito de, sob intensa pressão, construir Brasília. Mas houve uma luta anterior, pouco conhecida, pela construção da nova capital
Os deputados estaduais podem disputar as prefeituras de Rio Verde e Luziânia
Os jovens deputados estaduais Diego Sorgatto [foto ao lado] e Lissauer Vieira acabam de confirmar uma troca conjunta de partido. Ambos deixam o PSD para se filiar ao Rede Sustentabilidade. O movimento tem a ver com as eleições de 2016.
Lissauer Vieira diz que seu principal projeto é continuar o mandato na Assembleia Legislativa, mas também afirma que está pronto para assumir qualquer missão que seu grupo político lhe der. Ou seja, diante do impasse entre Juraci Martins (PP) e o deputado federal Heuler Cruvinel (PSD), Lissauer Vieira pode acabar sendo ungido como prefeitável do grupo mais próximo ao prefeito.
O projeto de Diego Sorgatto em Luziânia também não está definido e guarda semelhança com o colega de Rio Verde. Na cidade do Entorno, o prefeito Cristóvão Tormin (PSD) não está bem nas pesquisas, mas a chegada de Marcelo Melo (PSDB) à base do governador Marconi Perillo ainda é vista com desconfiança. Porque ele era peemedebista e chegou a ser vice de Iris Rezende, em 2010.
[caption id="attachment_46273" align="alignleft" width="300"]
Deputado estadual Lissauer Vieira[/caption]
Diego Sorgatto pode ser o tertius nesta equação, já que dialoga bem com os dois lados: é próximo de Cristóvão Tormin e muito amigo do deputado federal Celio Silveira (PSDB), maior articulador da aproximação com Marcelo Melo.
Lissauer Vieira e Diego Sorgatto avaliaram que, dentro da Rede Sustentabilidade, terão mais liberdade para tomar a decisão que for mais adequada aos seus grupos.
A lógica da Academia Sueca às vezes é enviesada: há motivos políticos, geográficos e, quem sabe, de gênero
O “Estadão” listou “20 escritores sempre cotados para o Nobel, mas esquecidos pela Academia Sueca”
Mas é provável que, com mais tempo para refletir, o pensamento do jovem economista se torne mais pujante
Carlos Sambrana, da “Status”, substitui Clayton Netz como editor-chefe da “IstoÉ Dinheiro”
Apontado como um profissional “competente”, o repórter diz que está “aberto” a propostas de outras emissoras
A operação de aquisição foi comandada pelo padre Robson de Oliveira
O grupo do empresário Joesley Batista fatura mais de 100 bilhões de reais por ano. E ele é tão humano quanto qualquer outro homem
O ideal é que as organizações, em vez de apenas “realizarem” ações ou campanhas durante o mês de outubro, se engajem e apoiem instituições que durante todo o ano auxiliam pessoas que estão lutando contra a doença
Rodrigo Freitas
O Outubro Rosa, campanha de conscientização no combate ao câncer de mama, tem ganhado destaque nas organizações, empresas e órgãos públicos. O movimento que nasceu nos Estados Unidos, na década de 90, ganhou repercussão no Brasil e em vários países ao redor do mundo.
Todo ano, diversos locais são iluminados com a cor rosa. Empresas e instituições realizam palestras, eventos e campanhas com intuito de alertar as mulheres sobre a importância da realização de exames preventivos que detectem e previnam o câncer de mama.
Conforme dados da ONU (Organização das Nações Unidas), o câncer de mama mata mais de 500 mil mulheres por ano.
Segundo a especialista em gênero e professora da Universidade Mackenzie Campinas, Nereida Salette Paulo da Silveira [foto acima], embora a campanha seja importante, principalmente no que se refere a saúde e a sensibilização da opinião pública para a doença, a exploração mercadológica do tema constitui-se um aspecto negativo.
“Em outubro, parece que toda grande empresa, não importa se vende carros, iogurte, geladeiras ou cosméticos, realiza uma campanha de marketing rosa. Estudos nos Estados Unidos apontam que as organizações que se engajam em estratégias de marketing relacionadas às causas sociais, muitas vezes desfrutam de ganhos desproporcionais ao seu comprometimento com a causa”.
A professora ainda ressalta que o uso estereotipado da cor rosa, também é um grande erro. Para especialista, a cor remete a roupa de pequenas e adoráveis meninas, e desta forma não transmite a mensagem correta.
“O câncer pode matar se não reconhecido precocemente. Uma fita cor de rosa sobre uma mulher é um apelo que diz: Por favor, não se esqueçam: eu sou menina! Muitos tratamentos para o câncer de mama são traumáticos, invasivos e visíveis. Além do trauma físico, o câncer de mama é frequentemente associado com uma variedade de questões psicossociais em torno de relacionamentos, sexualidade e identidade feminina. Não existe nada de romântico e feminino” – afirma.
Para a professora, embora a campanha seja uma alternativa de conscientização, o ideal é que as organizações, em vez de apenas “realizarem” ações ou campanhas durante o mês de outubro, se engajem e apoiem instituições que durante todo o ano auxiliam pessoas que estão lutando contra a doença.
Rodrigo Freitas integra a área de imprensa da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Petistas dizem que “a invasão é uma afronta à liberdade de expressão e mais uma amostra da tentativa de criminalizar o PT”
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), tem dito a aliados políticos e a auxiliares que está no quarto mandato, mas que seu pique é maior do que no primeiro, o de 1999 a 2002.
O plenário da Assembleia Legislativa de Goiás não pode ser visto como um octógono de lutas de MMA
O petista nasceu no Rio de Janeiro mas militava politicamente em Sergipe
Esquenta na mesa do presidente da Assembleia de Goiás, Helio de Sousa, um pedido de nomeação para um cargo comissionado que, pelo inusitado, chamou a atenção de deputados e auxiliares do líder do DEM.
Um deputado do PMDB pede uma vaga na Assembleia para a filha de uma das mais combativas promotoras de justiça de Goiás.

