Por Euler de França Belém

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Antônio Almeida era o favorito. Mas Lena Castello Branco pode ser eleita na Academia Goiana de Letras

O dono da Editora Kelps é autor de apenas um livro e perdeu o apoio de alguns acadêmicos. A historiadora é apoiada por Coelho Vaz, Lêda Selma e Getúlio Targino

Fidel Castro não quer presente dos Estados Unidos mas só veste roupa da Adidas e da Puma

Os cubanos até rezam pela aproximação de seu país com a nação presidida por Barack Obama. Mas o ditador sai do sarcófago para blasfemar contra a democracia

O Popular diz que Disparada é de Zé Ramalho e não de Geraldo Vandré e Théo de Barros

Para repórter do jornal de Goiânia o cantor de uma música passa a ser seu autor? É o que parece

Adib Elias derruba concurso público e prejudica 9 mil inscritos em Catalão

O objetivo da atual gestão é garantir igualdade para todos. Mas Adib Elias patrocinou a suspensão do concurso

Deputado José Nelto, do PMDB, chama o ministro Teori Zavascki de corrupto e bandido

O parlamentar equivoca-se: o ministro do STF é legalista, mas não é populista. Vai julgar com base na lei. Dilma Rousseff e Lula sairão decepcionados se esperam conivência

Sérgio Abranches diz que as ruas e o Judiciário não têm como superar a crise política do Brasil

Os políticos criaram a crise e agora têm a obrigação de resolvê-la. Mas, para superá-la, é preciso despolarizar. Lula da Silva está polarizando e impede qualquer entendimento

Os tempos são sombrios mas a democracia pede tolerância e respeito à divergência

Ao final, Lula vai se arrepender de ter caído nas mãos de Teori Zavascki, que é um magistrado correto, duro e infenso a controle político

Veja, Época e IstoÉ dão um verdadeiro “banho” nos jornais Folha de S. Paulo, Estadão e O Globo

capasPor que as revistas “Veja”, “Época” e “IstoÉ” dão um banho nos jornais “Folha de S. Paulo”, “Estadão” e “O Globo”, que estão mais repercutindo do que publicando fatos novos sobre a Operação Lava Jato? Porque investem em repórteres investigativos de qualidade. Porque publicam reportagens mais bem elaboradas. Porque, com a internet, os jornais estão se perdendo no mundo do factual. Na luta para conquistar as mentes dos leitores, cada vez mais dispersivos — dado o volume de informações na internet —, os jornais estão priorizando a cobertura factual e, ao mesmo tempo, publicando matérias de comportamento (que dão acesso, é fato), mas esquecendo as “notícias quentes”. Pode-se acrescentar um quarto fator: porque têm mais coragem. Parte da imprensa nacional, por causa do volume de processos que são movidos por políticos e empresários, está cada vez mais cautelosa e amedrontada.

Revistas Veja e Época ignoram que Aécio Neves pode se tornar o “Lula do PSDB”

Cobertura das revistas dos grupos Abril e Globo amacia quando o assunto são denúncias contra o senador Aécio Neves, de Minas Gerais

Fernando Molica lança romance sobre o Brasil contemporâneo

46134298O jornalista e escritor Fernando Molica, prosador de alta voltagem, lança o romance “Uma Selfie Com Lênin” (Record, 112 páginas). Release da editora afirma que “ele cria personagem que reflete sobre os dilemas éticos, políticos e amorosos no Brasil contemporâneo”.

Prefeito pode bancar Tales Machado para prefeito de Jataí. Victor Priori pode disputar pelo PMDB?

[caption id="attachment_62068" align="alignright" width="620"]Victor Priori, Tales Machado e Reni Franco: um deles pode ser candidato a prefeito de Jataí pelo PMDB? É o mais provável Victor Priori, Tales Machado e Reni Franco: um deles pode ser candidato a prefeito de Jataí pelo PMDB? É o mais provável[/caption] A política de Jataí, próspera cidade do Sudoeste de Goiás, apresenta um quadro inusitado. O prefeito Humberto Machado faz uma gestão competente e, por isso, é avaliado positivamente pelo eleitorado. Mas, a seis meses das eleições, não conseguiu definir o nome do candidato do PMDB. Leandro Vilela era o candidato natural e tido como imbatível até por alguns opositores. Mas o ex-deputado parece ter trocado a vida de político pela de executivo nas empresas de Júnior Friboi. Sua “desistência” — há quem acredite que possa voltar atrás da “renúncia” — zerou o quadro tanto no PMDB quanto na oposição. Era o único hors concours. Humberto Machado, mais eficiente como gestor do que como articulador político, ficou meio perdidão — sentindo-se, apesar do poder, na chapada. Mas não está parado e, em reuniões e conversas reservadas, tenta formatar um nome para a disputa. Aliados afirmam que vai bancar o secretário de Obras e Planejamento Urbano, o engenheiro Tales Augusto Machado (não é parente do prefeito). O jovem é visto como competente, mas sem experiência política. É carne, unha e cutícula com o prefeito. Há quem avalie que o PMDB deveria lançar o vice-prefeito, o engenheiro agrônomo Reni Franco Garcia. “É um grande nome, um político equilibrado, sem arestas. Pode-se falar que, como agrônomo, consolidou a soja na região Sudoeste”, revela o ex-deputado estadual e ex-secretário da Fazenda Romilton Moraes. A ressalva é que Reni Franco costuma dizer que não tem interesse em disputar a prefeitura. Apontado como possível candidato, Romilton Moraes disse ao Jornal Opção que não tem interesse em disputar. “Meu tempo de disputar eleições passou, não me preparei para a disputa e é hora de renovar.” Há quem diga que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, ainda influente na política do município, tem simpatia pelo nome de Romilton Moraes. Mas há um “drummond” no meio do caminho: Humberto Machado não banca o ex-deputado. Do ponto de vista técnico, seria um nome irrepreensível, admitem políticos do município. “Mas no PMDB de Jataí é assim: só é candidato aquele político que cair nas graças de Humberto Machado”, afirma um ex-vereador. Outro nome que agrada peemedebistas e, sobretudo, os produtores rurais da região é Toninho Cazarini. Mas amigos do presidente da Associação dos Produtores de Grãos do município garantem que não tem intenção de disputar. Na semana passada, circulou em Jataí a informação — quiçá especulação — de que Maguito Vilela estaria incentivando a candidatura de Victor Priori a prefeito pelo PMDB. Se a articulação é verdadeira — Maguito Vilela e Victor Priori de fato são amigos e sempre mantiveram uma interlocução positiva —, não combinaram com o “russo” (sim, no singular), quer dizer, com Humberto Machado. Produtores rurais ligados ao prefeito não apoiariam Victor Priori nem que a vaca tossisse em aramaico ou iídiche.

Aparecida de Goiânia deverá ter um duelo entre Gustavo Mendanha e Alcides Ribeiro

[caption id="attachment_62066" align="alignright" width="374"]Alcides Ribeiro, Gustavo Mendanha e Marlúcio Pereira: um deles será, possivelmente, eleito prefeito de Aparecida de Goiânia em outubro Alcides Ribeiro, Gustavo Mendanha e Marlúcio Pereira: um deles será, possivelmente, eleito prefeito de Aparecida de Goiânia em outubro[/caption] O dilema do prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), é entre o coração e a razão. O coração clama que lance o amigo Euler Morais para sua sucessão. A razão, o pragmatismo, sugere que banque o presidente da Câmara Municipal, Gustavo Mendanha. Os dois são do PMDB. Euler Morais é amigo íntimo de Maguito Vilela. São como irmãos. O economista, com doutorado pela Uni­versidade de Lancaster, na Inglaterra, é um dos principais planejadores e executores das ações do gestão municipal — onde atua como secretário de Governo, mas, na prática, é um faz-tudo. O peemedebista-chefe entende que, se bancá-lo, seus programas e projetos terão continuidade. Se Euler Morais precisa da articulação de Maguito Vilela para viabilizar-se, Gustavo Mendanha, embora também precise do apoio do prefeito, é um articulador nato. Hoje, mais do que o secretário de Governo, é o candidato dos sonhos do PMDB de Aparecida. Vereadores, líderes políticos e religiosos, notadamente os evangélicos, apostam na sua candidatura. O vereador tem a simpatia do presidente estadual do partido, deputado federal Daniel Vilela, e não é rejeitado por Maguito Vilela. É fato que, se ouvir as bases, como tem anunciado, Maguito Vilela lançará a candidatura de Gustavo Mendanha. Porém, se a escolha for pessoal e não partidária, ficará com Euler Morais. A oposição vai bancar a chapa Alcides Ribeiro, do PSDB, e Silvio Benedito, do PP (filia-se entre o fim de março e o início de abril), para prefeito e vice-prefeito. O primeiro é empresário no município — responsável por centenas de empregos — e o segundo é coronel da Polícia Militar. Segurança pública será um dos temas dominantes da campanha — daí sua inserção no processo político. A terceira via deve ser o deputado estadual Marlúcio Pereira, bancado pelo PSB da senadora Lúcia Vânia. Ele é popular e pode surpreender os “contentes” Gustavo Men­danha e Alcides Ribeiro.

PRB deve bancar o deputado federal João Campos para senador em 2018

[caption id="attachment_62064" align="alignright" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] O deputado e líder evangélico João Campos, que trocou o PSDB pelo PRB, pretende disputar mandato de senador em 2018. Assim como Lúcia Vânia, do PSB, Wilder Morais, do PP, Magda Mofatto, do PR, e Marconi Perillo, do PSDB. Todos pela chamada “base aliada” — que, com tantos candidatos, doravante será conhecida como quase-aliada.

Daniel Vilela diz que Iris vai disputar em Goiânia e que quadro é positivo para o PMDB no Estado

[caption id="attachment_62062" align="alignright" width="620"]Foto: Alexandre Parrode Foto: Alexandre Parrode[/caption] O presidente do PMDB em Goiás, deputado federal Daniel Vilela, diz que o partido encomendou pesquisas qualitativas e quantitativas sobre a disputa eleitoral em Goiânia. “O quadro é extremamente favorável a Iris Rezende, que deve ser o candidato do partido a prefeito. Ele é bem avaliado como gestor e é visto como o político capaz de reorganizar a prefeitura.” O jovem político frisa que, em quaisquer cruzamentos que se faça, o decano peemedebista é o líder absoluto. “O PMDB deve eleger os prefeitos de Goiânia e de Aparecida de Goiânia — as duas cidades com maior eleitorado do Estado. Trata-se de uma força considerável, o que fortalece o partido para embates futuros, como 2018, quando deveremos retomar o governo.” Em Anápolis, “vamos bancar o empresário Eli Rosa. Ele pode acabar surpreendendo, como candidato da terceira via, e ser eleito. Em Rio Verde, maior cidade do Sudoeste goiano, e em Jataí, onde temos o prefeito, devemos eleger os próximos administradores”.

Vilmar diz que Kassab liberou bancada pra votar o impeachment. 90% vão votar pela saída de Dilma

O presidente do PSD em Goiás, Vilmar Rocha, esteve com o presidente do PSD nacional, Gilberto Kassab, e com o peemedebista Moreira Franco, em São Paulo. “Moreira, que é muito ligado ao vice-presidente Michel Temer, nos disse que o PMDB vai sair do governo da presidente Dilma Rousseff. Kassab informou que vai liberar a bancada do PSD para decidir como quiser. Pelo menos 90% de nossos parlamentares vão votar pelo impeachment. Ninguém segura mais o impedimento da gestora petista. O país quer. Todos querem. A economia não suporta mais a inação do governo. Recentemente, conversei com Luziano Martins, das lojas Novo Mundo, e ele me disse que nunca passou por uma crise tão grande.” “Eu disse: ‘Luziano, o Brasil já teve outras crises fortes’. Ele me respondeu: ‘De fato, mas agora as pessoas, não apenas o mercado, não tem nenhuma expectativa, não luz no fim do túnel”, afirma o secretário das Cidades e Meio Ambiente. Ainda sobre Kassab: “Por lealdade à presidente Dilma, com quem mantém bom relacionamento, ele vai continuar no governo”.