Por Euler de França Belém

Encontramos 16265 resultados
Deputada diz que o governador Rodrigo Rollemberg “fuma maconha demais”

A presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Celina Leão, do PPS, admite nomear analfabetos para cargos comissionados, desde que tenham votado nela

Carlos Graieb e Vera Magalhães, ex-Veja, são as novas contratações a Rádio Jovem Pan

O ex-editor da revista assume o cargo de diretor de conteúdo multiplataforma e a ex-editora da coluna Radar se torna comentarista política do “Jornal da Manhã” [caption id="attachment_72935" align="alignnone" width="620"]Vera Magalhães, ex-Folha de S. Paulo e ex-Veja, e Carlos Graieb, ex-redator-chefe da Veja: agora na Veja Vera Magalhães, ex-Folha de S. Paulo e ex-Veja, e Carlos Graieb, ex-redator-chefe da Veja: agora na Rádio Jovem Pan[/caption] Carlos Graieb era dono de um dos melhores textos da revista “Veja” e, logo depois de promovido a redator-chefe, foi demitido por André Petry. Não se sabe exatamente por quê. Remontagem do time? Não, possivelmente; porque havia sido promovido pelo novo diretor de redação. Vera Magalhães estava bem na “Folha de S. Paulo”, como editora do “Painel” — sua coluna mais lida, ao lado da coluna assinada por Mônica Bergamo —, e foi contratada pela revista quase a peso de ouro para substituir Lauro Jardim, que havia ido para “O Globo”, na edição da coluna “Radar”. Porém, acabou demitida por André Petry. Agora, a dupla foi contratada pela Rádio Jovem Pan. Carlos Graieb, que havia sido editor da “Veja Online”, é o novo diretor de conteúdo multiplataforma (significa que a rádio quer se fortalecer na internet, o que é inescapável) e Vera Magalhães assume como comentarista política do “Jornal da Manhã”. Trata-se, como Carlos Graieb, de uma profissional qualificada, com ótimas fontes no meio político.

Candidato a vereador é assassinado. A polícia ainda não tem pistas, mas investiga motivação política

Osvaldo Costa, o Ratinho, havia sido vice-prefeito de Nilópolis e presidente do PDT

Psiquiatra é morto a facadas. Polícia diz não ter pistas objetivas sobre criminoso

Acredita-se que Adilson Bechara, de 65 anos, tenha sido vítima de latrocínio

Morre João Havelange, verdadeiro deus e diabo do futebol internacional

O Brasil ganhou todas as copas do mundo de futebol no reinado de João Havelange, ex-presidente da Fifa, e de seu genro, Ricardo Teixeira. Os dois são acusados de corrupção e ficaram ricos com o futebol João Havelange e Ricardo Teixeira 1 O ex-presidente da Fifa João Havelange, que morreu na terça-feira, 16, aos 100 anos (parecia imortal), no Rio de Janeiro, era deus e diabo para o Futebol. O ex-dirigente esportivo tinha problemas pulmonares. Ele fortaleceu o futebol mundial, e muito o brasileiro, mas é acusado de, no processo, ter se locupletado, no início sozinho, depois auxiliado pelo ex-genro Ricardo Teixeira. A dupla, com mais alguns aliados, é acusada de ter havelangenizado — uma espécie de privatização – a Fifa. Pode-se dizer que o futebol deve muito a João Havelange, assim como João Havelante deve muito ao futebol. Ele projetou o futebol e o futebol o projetou internacionalmente. Era uma espécie de rei do futebol. Ficou 24 anos no comando da Fifa, mas, mesmo tendo deixado sua direção, continuou influente na federação (supostamente, ainda recebia propinas, percentagens). Ao longo do tempo, tornou-se um homem muito rico. João Havelange dirigiu a Confederação Brasileira de Desportos, antecessora da CBF, de 1958 a 1974, durante o período em que a Seleção Brasileira foi tricampeã mundial (na Suécia, em 1958, no Chile, em 1962, e no México, em 1970). Em 1974, assumiu a presidência da Fica, que só deixou em 1998. Depois, com o genro Ricardo Teixeira no comando da CBF, a Seleção Brasileira ganhou mais dois títulos mundiais. A rede BBC denunciou que um tribunal da Suíça concluiu que João Havelange recebeu 6 milhões de libras esterlinas num esquema com a ISL, empresa que vendia os direitos de transmissão dos jogos da Fifa. Há outras denúncias, envolvendo tanto o ex-presidente da federação quanto Ricardo Teixeira, que dirigiu, durante anos, a Confederação Brasileira de futebol (CBF).

Thiago Braz ganha medalha de ouro no salto com vara e derrota francês falastrão

O brasileiro saltou 6,03 e bateu o recorde olímpico Thiago Braz 2 atleta Os narradores e comentaristas esportivos costumam chamar Neymar, Messi, Marta (uma Neymar com o ego sob relativo controle) e Usain Bolt de gênios. Talvez sejam mesmo. Porque, se aceitarmos a tese deles, há uma genialidade física, e não apenas intelectual. No lugar da palavra “gênio”, quiçá forte demais, é provável que seja mais apropriada “craque” (aliança entre talento, técnica e força física). Porém, entrando na onda, o que dizer de Thiago Braz, que ganhou a medalha de ouro no salto com vara no Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro? Mais um gênio esportivo, decerto. Na segunda-feira, 15, Thiago Braz ganhou a medalha e derrotou o francês Renaud Lavillenie. Ao saltar 6,03, como se fosse um homem voador, bateu o recorde olímpico. O atleta da terra de Flaubert e Proust chegou a dizer que o brasileiro amarelava—e isto não tem a ver com uma das cores de devoção dos brasileiros—, mas quem acabou amarelando, quer dizer, perdendo, foi o francês.

Morre a atriz Elke Maravilha, ex-jurada dos programas de Chacrinha e Silvio Santos

Ela tinha 71 anos e estava internada há quase um mês, num hospital do Rio de Janeiro

Membro do PSB diz que Vanderlan pode contratar Alberto Araújo como marqueteiro de sua campanha

O socialista diz que Alberto Araújo é competente, “mas não tem sorte nas campanhas do empresário Vanderlan Cardoso”

Crise na base política de Marconi Perillo diz muito mais respeito à disputa de 2018 do que à de 2016

[caption id="attachment_72736" align="alignright" width="620"]Montagem Montagem[/caption] Na guerra, como na política (guerra sem armas, ou melhor, as armas são as palavras e as ideias), é preciso definir o adversário com o máximo de clareza para que o combate seja de fato eficaz. No momento, há ruídos, de certa intensidade na base política do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB. Frise-se, desde já, que as partes em confronto não desafiam diretamente a autoridade e a liderança do tucano-chefe. Mas é preciso ter olhos para as árvores, os integrantes individuais da base aliada, e para a floresta, a aliança heterogênea, de centro-esquerda, sem excluir membros mais próximos da direita. O jornalismo que só percebe as árvores não compreende a variegada realidade da floresta. Aquele que só percebe a floresta perde a capacidade de entendimento do que é individual. Na semana passada, as colunas de notas foram úteis para disseminar a fofoca política, priorizando as árvores e esquecendo a floresta. Quem leu os jornais e sites ficou com impressão que o problema principal da base aliada é o fato de o PSD do ex-deputado federal Vilmar Rocha e do deputado federal Thiago Peixoto — um dos mais promissores políticos goianos, porque tem conteúdo e é homem de projetos — ter se desgarrado e ter lançado candidato a prefeito de Goiânia, o deputado estadual Francisco Júnior. Uma pessoa oriunda de São Paulo ou do Nordeste, convidada a visitar Goiás e examinar o quadro político, certamente perguntaria sobre as pesquisas de intenção de voto. Ao saber que Francisco Júnior aparece com menos de 5%, em todas as pesquisas, diria: “Não tem peso político-eleitoral e, portanto, é carta fora do baralho”. Ao menos no momento, estaria certa. Se as pesquisas estiverem corretas, o postulante do pessedismo não é nenhuma ameaça, nem mesmo para Vanderlan Cardoso, o candidato do PSB e apontado como, mesmo recalcitrante, “o candidato da base governista”. Por governismo entenda-se o governo do Estado e os integrantes da base aliada. Porém, se estivesse apoiando Vanderlan Cardoso, atendendo aos rogos da base aliada, Francisco Júnior estaria acrescentando o quê? O deputado é um político que conhece Goiânia como poucos, pois, além de ter sido secretário da primeira gestão de Iris Rezende, entre 2005 e 2008, é um estudioso de seus problemas e, por isso, sabe como encaminhar algumas soluções. Mas convém lembrar que, em 2012, aceitou ser vice de Jovair Arantes, então o candidato da base governista a prefeito, e não foi decisivo. Pode-se sugerir que cada eleição é singular, portanto o quadro de agora seria diferente. Pode ser. O fato, porém, é que Francisco Júnior, Thiago Peixoto e Vilmar Rocha são árvores e cabe agora, rapidamente, verificar a floresta. Embora cada eleição tenha sua face, um jogo que é só seu, é possível dizer que as facções políticas estão armando seus jogos, a partir da preliminar — a disputa das prefeituras —, para estabelecer táticas e estratégias para o jogo principal, a disputa do governo do Estado, de duas vagas para senador e das 17 vagas para deputado federal, em 2018. Se as árvores isoladas são os rebeldes do PSD — os rebeldes do PR (como Magda Mofatto) e do PSB não são apontados —, a floresta é, de fato, a disputa de 2018. Os políticos, mesmo quando não racionalizam com apuro, costumam ter um instinto poderoso, que alguns chamam de feeling, potencializado nos dias atuais pelas pesquisas. Pois, em 2018, não se terá Marconi Perillo no páreo, como candidato a governador, e a base aliada terá completado 20 anos de poder ininterrupto. Não há dúvida: é muito tempo. Quem nasceu em 1998, quando Marconi ganhou sua primeira eleição para o governo, terá 20 anos em 2018. É uma geração. Com percepção aguçada, Marconi sabe que precisa rearticular sua base política, ampliando-a — inclusive aproximando-se de setores do PMDB —, mas há os que não têm a mesma percepção. Por isso não percebem que, na falta de um candidato natural — todos apreciam José Eliton, mas sabem que, eleitoralmente, é uma incógnita —, muitos vão se apresentar e, com certa sutileza, vão questionar o nome (ou nomes) apontado(s). Os rebeldes de 2016, e muito menos os do PSD, querem o poder em 2018. Por isso vão buscar inclusive composições heterodoxas. Aos que aconselham o tucano-chefe a promover um expurgo convém lembrar que Iris Rezende perdeu o poder quando passou a raciocinar e agir a partir de picuinhas palacianas, inclusive, talvez sobretudo, promovidas por parentes.

Caiado e Marconi vão disputar aliança com o PMDB tendo em vista a eleição para o governo em 2018

[caption id="attachment_72732" align="alignright" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] Em 2018, daqui a dois anos, quatro meses e alguns dias, o PMDB vai completar 20 anos fora do poder. O partido continua forte, mas com perspectivas de poder cada vez mais reduzidas, sobretudo por falta de renovação na cúpula. Hoje, há o nome de seu presidente, Daniel Vilela, mas ainda relativamente inexperiente. Tanto que há a dúvida: afinal, Daniel Vilela vai mesmo disputar o governo de Goiás em 2018 ou está criando uma cortina de fumaça para preparar, no final, a área para seu pai, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, disputar a eleição? Por que, se Daniel Vilela é o novo, bancar Maguito Vilela, mesmo depois de este ter perdido duas eleições para governador, uma para Marconi Perillo, do PSDB, e outra para Alcides Rodrigues, então (2006) no PP? A tese é que, por ser experiente, o prefeito agrega mais e seria uma resposta à altura ao senador Ronaldo Caiado, do DEM. O fato é que, com certa sutileza e ainda de maneira titubeante, os jogos estão sendo montados. Na prática, sem que se diga claramente, o PMDB começa a ser disputado tanto pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, quanto por Ronaldo Caiado. O líder do partido Democratas sabe que, embora possa até sair na frente nas pesquisas, precisa da estrutura política do PMDB, espraiada por todo o Estado e influente nas grandes cidades, como Goiânia, Aparecida de Goiânia e Jataí, para citar apenas três, para consolidar-se e tornar sua candidatura consistente e palatável. Sozinho, esbarrará no seu tradicional teto, pouco mais de 30% dos votos, talvez, e não se elegerá. Em busca do governo, Ronaldo Caiado pode oferecer a vice e duas vagas no Senado para o PMDB. Parece muito, mas num país em que o Executivo é hipertrofiado, é visto como pouco. Todos querem o governo, o poder de mando. Isto significa que o PMDB, apesar de ter apreço pelo senador, vai buscar lançar seu próprio candidato e, mesmo, vai trabalhar para obter o apoio do democrata. Está é uma face da questão. Há outro polo, articulado por um político que é uma verdadeira águia, Marconi Perillo. O tucano-chefe percebe, pelos dados e pela luta de suas várias disputas, que está cada vez mais difícil eleger o governador pela base aliada. Mesmo bons governantes, depois de certo tempo, podem perder eleições. Dotado de rara perspicácia, e sempre munido de pesquisas qualitativas e quantitativas, que examina com percuciência, entendeu que é preciso interferir no jogo, e agora. Não vai esperar 2018. Por isso tende a disputar o PMDB com Ronaldo Caiado, para reformatar não apenas sua base, mas a política do Estado. Aproximou-se de Maguito Vilela, com quem mantém um diálogo respeitoso, e tentou se aproximar de Iris Rezende. É uma operação política para o presente, mas jogando o futuro — 2018. Observe-se que o prefeito de Jataí, Humberto Machado, pode ser atraído tanto para o governo quanto para o PSDB. É parte da remontagem da base. Vanderlan Cardoso, na base, é um fato novo. Mas o objeto do desejo é mesmo o PMDB... Sem o PMDB, Ro­naldo Caiado praticamente fica fora do jogo. Já, com o PMDB, Marconi amplia a possibilidade de seu grupo ficar mais tempo no poder. É uma tentativa, inteligente, de garantir a continuidade no poder. O político longevo, em termos de poder, pensa para além da circunstância.

Iris Rezende pode barrar Caiado e disputar o governo em 2018

[caption id="attachment_50530" align="alignright" width="620"]Iris Rezende com Ronaldo Caiadoiris-rezende-e-caiado Arquivo[/caption] O senador Ronaldo Caiado (DEM) só não disputa eleição para governador de Goiás, em 2018, se Iris Rezende, se eleito prefeito de Goiânia, disser que não será candidato. O peemedebista acredita que, com Marconi Perillo fora do páreo, porque já foi reeleito, tem condições de ser eleito governador. Iris não pertence à Academia Goiana de Letras, mas se julga imortal.

Operação Hígia assombra administração do prefeito Juraci Martins em Rio Verde

[caption id="attachment_72725" align="alignleft" width="312"]2134 Juraci Martins: prefeito de Rio Verde | Arquivo[/caption] As notícias sobre um suposto desdobramento da Operação Hígia, do Ministério Público de Goiás, tira o sono de vereadores, secretários, ex-secretários e servidores da Prefeitura de Rio Verde, além do próprio prefeito Juraci Martins (PPS). Durante a semana, discussões acaloradas tomaram conta da Câmara Municipal de Rio Verde, com troca de acusações entre aliados e adversários do prefeito Juraci Martins. Uma reunião de emergência com o alto comando político da prefeitura, incluindo o deputado Lissauer Vieira (PSB), teria sido convocada para o final de semana para discutir o assunto. Deflagrada em janeiro deste ano, a Operação Hígia investiga suposta fraude na Secretaria de Saúde de Rio Verde: uma empresa farmacêutica foi contratada para fornecer materiais hospitalares ao município, mas, no entanto, não fez a entrega integral dos produtos. O fato novo, que deve vir a tona em nova fase da operação, tem a ver com a suspeita de que o dinheiro desviado teria sido usado na compra de apoios políticos, envolvendo gente graúda ligada à Prefeitura. Este é apenas mais um capítulo do triste fim da gestão Juraci Martins em Rio Verde. (Hígia, na mitologia, é a deusa da saúde.)

Anápolis comenta que Pedro Canedo deve desistir da disputa para prefeito

Pedro Canedo 3 26_MFP_135_180101fpO que mais se comenta em Anápolis é que o candidato do DEM, Pedro Canedo, estaria prestes a jogar a toalha. O postulante democrata, segundo um aliado, teme que sua honra seja enxovalhada durante a campanha. Sua passagem pela Iquego é vista “como nebulosa”. Há pelo menos dois dossiês sobre a atuação do ex-deputado. Detalhe: em termos políticos, Pedro Canedo ficou isolado, sem nenhum apoio político substancial. Se fizer um comício, terá de contratar pessoas para subir em seu palanque, para fingir que são aliados. Nem mesmo o PMDB de Eli Rosa quis ficar com o candidato do DEM, alegando que não pode navegar em canoa fura. Eli Rosa está na chapa do prefeito João Gomes, do PT, como vice.  

Marconi Perillo pode reformar secretariado e promover remanejamentos

Por que mexer em time que está ganhando? Para ganhar mais ainda. O governador Marconi Perillo pensa em promover uma reforma no seu secretariado, com o objetivo de tornar algumas áreas mais produtivas. Pode ser também que faça remanejamentos. O PTB tem pressionado menos, mas espera ser contemplado no primeiro escalão do governo. A secretaria mais cobiçada, no momento, é a de Desenvolvimento Econômico, que, desde a saída de Thiago Peixoto, está sem titular. Há quem, no PSDB, queira indicar Giuseppe Vecci. O PTB também cobiça a pasta.

Prefeito Humberto Machado deve ocupar cargo no governo do Estado em 2017 e pode ir para o PSDB

É praticamente certo que o prefeito de Jataí, Humberto Machado, vai ocupar um cargo importante no governo de Marconi Perillo. A partir de janeiro de 2017. O que ainda não está certo é se vai trocar o PMDB pelo PSDB. Humberto Machado está chateado com a cúpula do PMDB, notadamente com Maguito Vilela, que impôs a aliança do partido com o candidato a prefeito pelo DEM, Victor Priori. Os dois não se dão bem. O prefeito está insatisfeitíssimo com o partido e, por isso, tende a se aproximar, cada vez mais, do tucano Marconi Perillo.