Por Euler de França Belém

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Abelardo Vaz tem o apoio de 14 partidos e de líder como João Antônio, Edivaldo da Cosmed e Valim

O advogado Abelardo Vaz (PP) é apontado por sua base como “favorito absoluto” na disputa pela Prefeitura de Inhumas. Ele não queria disputar. “Mas não tive como recuar. Meus aliados e as pessoas nas ruas diziam: ‘Precisamos de você. Não há outro nome’. Eu, na verdade, queria apoiar a candidatura do médico João Antônio (PSD), um homem de bem e com experiência administrativa. Mas ele próprio me incentivou a ser candidato, e aceitou ser o meu vice. Sinto-me honrado com sua confiança.” Abelardo Vaz e João Antônio formam a “chapa dos sonhos”. Os dois contam com o apoio de 14 partidos. “Quatro vereadores que pertenciam à base política do prefeito Dioki Ikeda (PDT) — do PT, PTB, PSDC e PRP — decidiram me apoiar. O vice-prefeito Edivaldo da Cosmed rompeu com o prefeito e está na minha campanha. O ex-deputado Wellington Valim também me apoia.” Dioji Ikeda conseguiu montar uma chapa aos trancos e barrancos, com Saulo Faria na sua vice. Como está isolando, há quem tema, na base de Abelardo Vaz, que renuncie à candidatura e passe apoiar o postulante do PP.

Marconi Perillo banca candidato de Vilmar Rocha em Pirenópolis

O PSD de Vilmar Rocha e o PSDB do governador Marconi Perillo fecharam aliança em Pirenópolis. O objetivo é conquistar a prefeitura para fazer uma administração moderna, pois Nivaldo Melo fez o impossível para provincianizar uma cidade que, por receber pessoas de todos os lugares do país, notadamente de Brasília, é, por excelência, cosmopolita. O candidato a prefeito é Luiz Armando Pompêo de Pina, do PSD, com um vice do PSDB.

Vilmar Rocha e Thiago Peixoto dizem que Heuler Cruvinel vai ser eleito pra modernizar Rio Verde

O presidente do PSD, Vilmar Rocha, e o deputado federal Thiago Peixoto, do PSD, afirmam que Heuler Cruvinel será o próximo prefeito de Rio Verde. Thiago Peixoto frisa que Heuler Cruvinel é um político moderno, tem visão de mundo e adquiriu, com seus dois mandatos de deputado federal, experiência nacional. “Ele sabe os caminhos para buscar recursos e, sobretudo, quer colaborar para modernizar Rio Verde. É um político que acredita em planejamento e projetos.” Vilmar Rocha corrobora: “Heuler é um sopro de renovação na política de Rio Verde. É um político arrojado e, sobretudo, determinado. Ele, uma vez eleito, vai mudar a face econômica, cultural, social e política do município. Ele é o símbolo do novo”.

Se Waldir Soares não for para o 2º turno, Magda Mofatto tende a migrar para o palanque de Iris

A deputada federal Magda Mofatto (PR), se Waldir Soares (PR) não for para o segundo turno na eleição para prefeito de Goiânia, tende a subir no palanque de Iris Rezende (PMDB), e não no de Vanderlan Cardoso (PSB). Por quê? Porque, como quer disputar mandato de senadora, não vai fortalecer a senadora Lúcia Vânia (PSB), que deve disputar a reeleição em 2018. Claro que se trata de uma tendência, pois evidentemente o primeiro turno ainda será disputado daqui a vários dias. Mas a lógica do comentário acima é quase irretorquível, apesar de possíveis contestações da parlamentar. O que se disse sobre a líder política de Caldas Novas nada tem a ver com deslealdade; o fato é que Magda Mofatto é uma outsider, e não se liga, de maneira definitiva, a nenhum grupo político. No momento, está tentando constituir e consolidar uma corrente política, com um objetivo definido: cacifar-se para a disputa de uma vaga no Senado, em 2018.

Líderes da campanha de Vanderlan acreditam que, retirado Waldir, disputa se dará com Iris Rezende

[caption id="attachment_72064" align="alignright" width="620"]Fotos: Fernando Leite e Renan Accioly/ Jornal Opção Fotos: Fernando Leite e Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption] A luta da base aliada é para colocar o candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, no segundo turno. Uma vez lá, os luas cinzas de sua campanha apostam que, como a polarização se torna compulsória, o empresário tem chances reais tanto de derrotar Iris Rezende, do PMDB, quanto Waldir Soares, do PR. Trabalha-se com a hipótese de que o ex-prefeito de Senador Canedo vai destronar o delegado-deputado e enfrentará o peemedebista.

Major Araújo é apontado pela base aliada como a caixa de Pandora do ódio contra Marconi e Waldir Soares

[caption id="attachment_72356" align="alignright" width="620"]Foto: Alexandre Parrode/Jornal Opção Foto: Alexandre Parrode/Jornal Opção[/caption] A base aliada avalia que a escolha do deputado Major Araújo para a vice do candidato a prefeito de Goiânia pelo PMDB, Iris Rezende, significa que prevaleceu a corrente que propaga o ódio sistêmico. O militar é bancado por um trio, o senador Ronaldo Caiado (DEM), a especialista em culinária Iris Araújo (PMDB) e o marqueteiro Jorcelino Braga (PRP), com dois objetivos: fustigar o candidato do PR a prefeito, Waldir Soares, e atacar o governador Marconi Perillo (PSDB).

Acordão não sai em Goianésia e Jalles Fontoura vai para o embate contra Renato de Castro

A política de Goianésia é qualitativa. Oposição e situação se criticam, por vezes até se atacam com certa aspereza verbal, mas há um grau de civilidade raro noutros municípios. Tanto que PSDB e PMDB negociaram, durante alguns meses, a possibilidade de lançar um candidato a prefeito do PSDB, Robson Tavares, e um vice do PMDB, Mara Naves. Dadas as contradições típicas da política, o acordão, que seria um embrião para uma aliança maior, no Estado, não vigorou. O PSDB decidiu manter a candidatura do prefeito Jalles Fontoura, com Robson Tavares, do PSDB, na vice. O PMDB banca o deputado Renato de Castro — parente dos fundadores da cidade —, com o empresário Carlos Veículos, do DEM, na vice. São quatro políticos qualitativos e com condições técnicas de governar bem a cidade. Jalles enfrenta o desgaste de ser prefeito num tempo de crise estrutural. Os problemas nacionais “explodem” nos municípios, que são tanto o pulmão quanto o coração do país. Mas é um político experimentado e respeitado na cidade. Renato de Castro tem a virtude de ser o novo e o problema de não ter experiência em gestão. Comenta-se que, apesar de respeitado, seu vice teria atuado como agiota, o que, dizem, representa desgaste.

Todos querem ser Jason Bourne contra o candidato Waldir Soares

[caption id="attachment_50916" align="alignright" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] Há um consenso de que todos os candidatos a prefeito de Goiânia, inclusive Iris Re­zende, vão detonar o deputado Waldir Delegado Soares, candidato do PR a prefeito. A tese predominante é: uma vaga para o segundo turno está praticamente garantida — é de Iris Rezende, do PMDB. O que está em jogo é, portanto, a segunda vaga. Por isso as equipes de Vanderlan Cardoso, do PSB, de Francisco Júnior, do PSD, e de Adriana Accorsi, do PT, por mais que falem em fazer campanhas propositivas, vão trabalhar para arrancar o “escalpo” — eleitoral, claro — de Waldir Soares, o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto. Acredita-se que, tornando-se alvo, Waldir Soares, perdendo as estribeiras, vai atacar de maneira desordenada, o que pode levá-lo a se tornar o Ciro Gomes de Goiânia.

Iris Rezende estaria arrependido por não ter aceitado o apoio de Marconi Perillo

[caption id="attachment_72660" align="alignright" width="620"]Iris Rezende e Marconi Perillo: sob a batuta de Michel Temer, quase passaram a andar juntos Iris Rezende e Marconi Perillo: sob a batuta de Michel Temer, quase passaram a andar juntos[/caption] Iris Rezende confidenciou a dois aliados graúdos, um jovem e um histórico, que arrependeu-se de ter dado ouvidos a Iris Araújo — conhecida em Brasília como Maquiavel da culinária — e a Ronaldo Caiado, hoje seus guias políticos, e não ter aceitado o apoio do governador de Goiás, Marconi Perillo. Até o presidente Michel Temer queria a aliança. Na conversa, entabulada no seu escritório, Iris Rezende admitiu que seus aliados subestimaram a capacidade de o governador Marconi Perillo rearticular-se e, rapidamente, montar outro jogo político. Ao colocar o PSDB e outros partidos de sua base política para apoiar Vanderlan Cardoso, candidato do PSB a prefeito de Goiânia, o tucano-chefe surpreendeu o irismo. O irismo considerava Vanderlan Cardoso, que não tinha estrutura política adequada para um embate duro na capital, uma espécie de “frango de granja quase morto”. Com o apoio da base governista, o postulante do PSB se tornou um dos galos mais robustos da rinha política. Sem querer, por articular mal, o irismo fortaleceu o líder socialista.

Vecci mira em Francisco Júnior quando alvo de Vanderlan deve ser Iris Rezende e Waldir Soares

[caption id="attachment_66014" align="alignright" width="620"]Giuseppe Vecci | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção Giuseppe Vecci | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption] Quem ouviu o deputado federal e economista Giuseppe Vecci (PSDB) criticar o PSD na semana passada ficou com a impressão — errada, por certo — de que o adversário a ser enfrentado, no dia 2 de outubro deste ano, é Francisco Júnior, deste partido, e não Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Soares, do PR. Como outros políticos, escolheu o alvo errado. O Doutor Óbvio manda dizer que, para ganhar a eleição para prefeito de Goiânia, o candidato bancado por Giuseppe Vecci, Vanderlan Cardoso, precisa “remover” Iris Rezende e Waldir Soares — e não Francisco Júnior. Este, ao menos até agora, parece que já foi “removido” pelos eleitores.

CPI vai investigar Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Rio Verde

Um pedido de abertura de CPI para investigar a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Rio Verde está em fase de coleta de assinaturas na Câmara Municipal. É necessário um mínimo de sete assinaturas para se abrir a Comissão Parlamentar de In­quérito. Na sexta-feira, 12, a notícia que corria nos corredores do Legislativo da cidade é que oito vereadores já tinham se manifestado a favor do requerimento. A CPI, se for aberta, deverá investigar as gestões do ex-secretários Danilo Moraes e Lissauer Vieira (PSD), com base em denúncias de favorecimento no encaminhamento de verbas. Vereadores sugerem que o Ministério Público contribua com uma investigação a respeito dos recursos da comunicação.

Lista dos livros que o presidente Barack Obama vai ler nas férias. F de Falcão é um dos indicados

[caption id="attachment_72612" align="alignleft" width="221"]Reprodução Reprodução[/caption] Consta que o presidente dos Estados Unidos é um leitor infatigável (não perde livros de Jonathan Franzen). Na sexta-feira, 12, a Casa Branca liberou para a imprensa a lista de leituras de Barack Obama para as férias de verão. São cinco livros: “Barbarian Days: A Surfing Life”, de William Finnegan, "The Underground Railroad", de Colson Whitehead, "F de Falcão", de Helen Macdonald, "A Garota no Trem", de Paula Hawkins, e "Seveneves", de Neal Stephenson. “Barbarian Days”, autobiografia de um surfista, rendeu um Pulitzer, em 2016, a William Finnegan. O “New York Times” avaliza a obra: “Não há uma linha sequer que o temido crítico pudesse destacar como ridícula”. Barack Obama, principal cabo eleitoral de Hillary Clinton, na disputa contra o Pato Donald Trump, da direita não iluminista, passa férias na ilha de Martha’s Vineyard. “The Underground Railroad” é a história de uma escrava, Cora, que trabalha numa plantação de algodão na Geórgia e luta pela liberdade (vale ler, quem sabe, com o notável romance “Amada”, de Toni Morrison, ao lado). O influente (produz best sellers) clube de leitura de Oprah Winfrey selecionou o livro de Colson Whitehead. “F de Falcão”, de Helen Macdonald, saiu no Brasil, este ano, e é um belo livro sobre o luto (tem a ver com a morte do pai da escritora britânica), talvez de sua escapada e, claro, sobre falcões, como Mabel, uma açor. Sua prosa é de alto nível. A ficção científica “Seveneves” relata a história da luta para preservar os humanos num mundo cada vez mais apocalíptico A Casa Branca divulgou na quinta-feira, 11, a playlist do líder Barack Obama. A AP informa que há “uma canção conhecida na voz de Caetano Veloso”.

Narrador de novo romance de Ian McEwan, “Numa Casca de Noz”, é um feto

Um dos mais importantes escritores ingleses fala de terrorismo, afirma que o Brexit pode perder força, sugere que o Reino Unido não deve sair da União Europeia e garante que não é leitor das críticas sobre seus livros

IVC revela queda da circulação dos cinco principais jornais brasileiros

[caption id="attachment_72604" align="alignleft" width="231"]Reprodução Reprodução[/caption] O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) revela que a circulação da “Folha de S. Paulo”, “O Globo”, “Super Notícia”, “Estadão” e “Zero Hora”, principais jornais do país, caiu no primeiro semestre de 2016 (comparando com o 1º semestre de 2015). A queda média variou de 8 a 15%. O Portal dos Jornalistas registra que, “na ‘Folha’, a média diária caiu de 352.925 exemplares para 304.594; em ‘O Globo’, de 317.954 para 291.909; no ‘Super Notícia’, de 310.422 para 267.234; no ‘Estadão’, de 247.605 para 210.314; e no ‘Zero Hora’, de 234.911 para 214.950

10 livros mais vendidos no Brasil no primeiro semestre de 2016

Pesquisa da Nielsen, divulgada no sábado, 13, pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, na coluna Babel, “mostra que foram 6 meses difíceis para o mercado editorial, que perdeu 15% de seu faturamento”. Qualidade, literária e em temos de pesquisa rigorosa, não é o forte da lista