Por Euler de França Belém
O preço do Uber compensa e o atendimento no geral é de qualidade. Mas um motorista do Uber deixou eu e minha mulher na mão na porta do Aeroporto Santa Genoveva
O deputado federal também pode trabalhar para bancar o nome de um aliado para substituir Honor Cruvinel no TCM
O casamento monogâmico está em crise? Possivelmente, não. Mas a ideia de paixão e amor eternos perdeu energia, exceto nos discursos românticos
O candidato a prefeito do PSDB tem 41,8% das intenções de voto. O segundo colocado, Dr. Antônio, aparece com 23,3%
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Eduardo Prado, Sabrina Garcêz e Eduardo Zaratz[/caption]
A coligação PV e PMB aposta em pelo menos quatro nomes para vereador em Goiânia. A lista de seus favoritos: Eduardo do Prado — O delegado, do PV, é apontado como consistente; Álvaro da Universo, do PV, é listado como favorito. Eduardo Zaratz, do PV, é visto um dos grandes favoritos; Sabrina Garcez — A postulante do PMB é pule de dez.
O governador Marconi Perillo (PSDB) sugeriu e Vanderlan Cardoso (PSB) não hesitou em aceitar a indicação de Carlos Maranhão e Bráulio Morais, que entendem muito de marketing político-eleitoral. O candidato do PSB a prefeito de Goiânia tem afirmado que os dois são experts e encaixaram como uma luva na equipe.
Da “Lavoura ‘Escassa’” do notável escritor patropi parece que a commodity mais apreciada são copos de cólera panglossianos em defesa do petista Lula da Silva e contra José Serra e Gilmar Mendes
A obra conta com análise de Denise Bottmann e apresentação de Ésio Macedo Ribeiro
Às vezes, para preservar a reputação de um indivíduo, poderoso ou não, é preciso retardar a publicação de furo de reportagem e segurar o ímpeto justiceiro
O ditador matou cerca de 30 milhões de soviético, sua mulher se matou e a filha fugiu para os EUA
O czar vermelho Stálin era um grande estadista e, ao mesmo tempo, um assassino serial. Seu regime, por sua inspiração, matou de 20 a 30 milhões de pessoas. A muitos aliados que pretendia matar chegava a perguntar se pensavam em se suicidar. Uma de suas mulheres matou-se. Sua filha, Svetlana Alliluyeva (1926-2011), fugiu para os Estados Unidos durante a Guerra Fria, abandonando dois filhos. Depois, voltou à União Soviética, mas não se adaptou, retornando ao país de Barack Obama.
Tios e tias de Svetlana Alliluyeva foram perseguidos por Stálin, sobretudo depois do suicídio de sua mãe. Seu namorado-amante foi enviado para a Sibéria. Os nazistas prenderam um filho de Stálin e anunciaram que poderiam trocá-lo por oficiais alemães. O ditador disse “não” e os alemães o mataram.
Svetlana Alliluyeva morreu aos 85 anos, em 2011, numa casa da zona rural do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Pobre e solitária. Mudara o nome para Lana Peters. Saiu em Portugal, mas não no Brasil, “A Filha de Estaline — A Vida Extraordinária e Tumultuosa de Svetlana Alliluyeva” (Temas e Debates, 616 páginas), uma biografia detalhada escrita por Rosemary Sullivan.
A edição contém 14 livros a mais do que a Bíblia protestante e sete a mais do que a Bíblia católica
O escritor americano Philip Roth, possível prêmio Nobel de Literatura de 2016, diz que não vai publicar mais livros — ao menos não de prosa. Agora, a Companhia das Letras lança seu livro “Os Fatos” (240 páginas), com tradução de Jorio Dauster. Não li, mas, desde já, entra para minha lista penelopiana. Sinopse fornecida pela editora: “‘Os Fatos’ é a incomum autobiografia de um romancista que remodelou a maneira como encaramos a ficção. Livro de irresistível candura e inventividade, é especialmente instrutivo em sua revelação sobre as conexões entre arte e vida. Philip Roth foca em cinco episódios de sua trajetória — a infância em Nova Jersey; a formação universitária; o envolvimento com a pessoa mais ríspida que conheceu; o embate com a comunidade judaica por conta de seu livro ‘Adeus, Columbus’; e a descoberta do lado adormecido de seu talento que o levou a escrever ‘O Complexo de Portnoy’. Ao final, um ataque do próprio autor às suas habilidades como biógrafo encerra de forma surpreendente o novo livro de um dos principais escritores contemporâneos”.
Philip Roth, escritor que quase sempre coloca parte da história pessoal, imaginada, nos seus romances, abriu sua documentação para um biógrafo profissional. Não em “Os Fatos”, é claro. O biógrafo está ouvindo o escritor, relendo suas obras e entrevistando pessoas.
O dono da Gráfica Moura e do jornal O Repórter seria levado para depor de modo coercitivo, mas a polícia encontrou armas ilegais em sua residência A Operação Decantação, da Polícia Federal, prendeu o empresário José Cesário Lopes na quinta-feira, 25. Ele seria levado para depor — condução coercitiva —, mas não seria detido. Porém, a polícia acabou prendendo por porte ilegal de armas, que foram encontradas em sua residência. Cesário Lopes depôs, pagou fiança e acabou liberado pela Polícia Federal. A PF e o Ministério Público investigam a suposta conexão entre o empresário, dono da Gráfica Moura e do jornal “O Repórter”, e a cúpula do PSDB e a direção da Saneago.
A rejeição de Iris Rezende (34,5%) e Waldir Soares (34,2%) é alta. Vanderlan Cardoso é o menos rejeitado pelos eleitores
A agência Africa e a revista Vogue criaram uma publicidade que, perspicaz, induziu ao debate e desperta o interesse para os Jogos Paraolímpicos

