Por Euler de França Belém

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Evandro Magal e Alison Maia disputam eleições em Caldas Novas como se estivessem numa guerra

[caption id="attachment_66743" align="alignright" width="620"]evandro-magal-alison-maia Arquivo[/caption]

Na reta final, Evandro Magal, do PP, e Alison Maia, do DEM, intensificaram suas campanhas em Caldas Novas. Os dois candidatos a prefeito fazem críticas duríssimas um ao outro. Sem contemplação.

A equipe de Magal garante que o prefeito é favoritíssimo e já encomendou o terno de posse para o pepista. Mas os aliados de Alison Maia garantem que o candidato democrata não joga a toalha jamais.

Há quem diga que Alison Maia pode até não ser eleito, por falta de estrutura partidária e recursos financeiros, mas teria conquistado o coração dos eleitores de Caldas Novas, como uma espécie de fato novo da política local. Há também quem o elogie por ter coragem de enfrentar, não apenas Magal, mas também os grupos econômicos poderosos que o apoiam.

Quando perguntam sobre o terceiro candidato, Arlindo, os eleitores dizem, brincando: “Voltou para o Ceará”. É que o postulante é registrado com o nome de Arlindo Ceará.

Campanha eleitoral de 2016 exibe a Justiça Eleitoral como censora dos jornais

Há um consenso entre juristas gabaritados de que a Justiça Eleitoral não pode ser usada como instrumento de censura dos jornais durante as campanhas eleitorais.

A retirada de reportagens, sem uma leitura atenta do que foi publicado, é um caso que mancha a Justiça Eleitoral brasileira.

Políticos de má-fé exploraram a boa fé — e até a falta de informação e formação — de alguns juízes na disputa eleitoral deste ano.

Pode-se dizer que, em alguns casos, a Justiça eleitoral agiu contra os interesses do cidadão, ao “censurar” os jornais, exigindo que reportagens críticas fossem retiradas dos sites. Em definitivo, “censurar” a imprensa não é função de magistrados.

Minaçu, se eleger Nick Barbosa pra prefeito, estará patrocinando o culto ao dinheiro e à agiotagem

Em Minaçu, surgiu um político surpreendente, Nick Barbosa. Falando um português estropiado, como se fosse o Jeca Tatu da modernidade — há quem o chame de Lula piorado do DEM —, e criticando funcionários públicos concursados, o integrante do DEM é dono de uma fortuna avaliada em 51 milhões de reais.

As pesquisas de intenção e voto põem Nick Barbosa em primeiro lugar. Há quem acredite que é incontornável. Mas Neuza Lúcia Barbosa está na sua cola.

Zé Gomes era populista, mas era um gestor eficiente e criativo. E, como homem, era bem-humorado

[caption id="attachment_76400" align="alignright" width="620"]Zé Gomes em entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Zé Gomes em entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

José Gomes da Rocha podia ser populista, podia ter problemas na Justiça, mas era mesmo um político amado pela população de Itumbiara. A cidade em peso chorou sua morte.

Com todos os seus exageros, José Gomes da Rocha, assassinado aos 58 anos, era tido como um político que contribuiu para a modernização de Itumbiara. Ele não parecia, mas era um gestor eficiente. Pode-se dizer que existe uma Itumbiara antes e uma Itumbiara depois de Zé Gomes.

O que mais impressionava em Zé Gomes era sua vitalidade e o bom humor. O assassinato do ex-prefeito reduz, de alguma forma, parte da força política do município.

Roberto do Orion diz que vai para o segundo turno em Anápolis e que vai derrotar o petista João Gomes

De Roberto do Orion, candidato a prefeito de Anápolis pelo PTB: “Vou para o segundo turno e vou derrotar o candidato do PT”.

Roberto do Orion afirma que não se importa de ir para a próxima etapa em segundo lugar. “O importante é que tenho condições de virar o jogo, pois tendo a incorporar novas forças políticas, o que não ocorrerá com o PT do prefeito João Gomes.”

Irista garante que Jovair e Henrique Arantes vão apoiar Iris Rezende no segundo turno

De um irista (mais do que peemedebista): “Os deputados Jovair Arantes e Henrique Arantes, se a disputa de Goiânia for para o segundo turno, tendem a apoiar Iris Rezende”.

No início da definição das candidaturas, o deputado federal Henrique Arantes procurou uma aliança com Iris Rezende e tentou puxar Francisco Júnior, do PSD, para vice. Mas esbarrou na vontade férrea do presidente do PSD, Vilmar Rocha, e do deputado Thiago Peixoto.

Vitória de Iris Rezende fortalece Ronaldo Caiado. Mas uma derrota fragiliza o senador

De um peemedebista não-irista: “Se Iris Rezende for eleito prefeito de Goiânia, Ronaldo Caiado sairá como um dos grandes vencedores do pleito. Porém, se for derrotado, o senador sairá como um dos principais derrotados, pois perderá o apoio do PMDB para a disputa de 2018”.

O que o peemedebista está sugerindo é que, em 2018, o PMDB vai bancar Daniel Vilela para governador e vai ignorar Ronaldo Caiado, que, se ficar isolado, terá dificuldade para disputar o governo.

Se perder eleição em Goiânia, Iris Rezende deve se filiar ao DEM para ser vice de Caiado em 2018

[caption id="attachment_50530" align="alignright" width="620"]Iris Rezende com Ronaldo Caiadoiris-rezende-e-caiado Arquivo[/caption]

Comenta-se que, se for derrotado em Goiânia, Iris Rezende irá se filiar ao DEM para disputar a vice de Ronaldo Caiado em 2018. A vice ou o governo.

Iris Rezende e Ronaldo Caiado esqueceram o passado contencioso e agora são carne, unha e, até, cutílica.

Eleitores de Porangatu já chamam Pedro Fernandes de Pedro Prefeito. Eronildo diz que está no páreo

O prefeito peemedebista permanece poucos pontos atrás do tucano, mas sua rejeição parece intransponível

Darlan Braz, líder do PPS, diz que eleitores de Goiânia encamparam a “causa” de Vanderlan Cardoso

“A região Leste da capital ‘adotou’ Vanderlan Cardoso como seu candidato praticamente oficial. Há uma sintonia fina dele com os eleitores"

Crimes de Itumbiara têm a ver mais com “acaso” do que com “descontrole” da violência em Goiás

Assassinatos do ex-deputado federal José Gomes da Rocha e do cabo Vanilson Pereira, da Polícia Militar, além do fato de o vice-governador José Eliton ter sido baleado, sugerem tragédias não diferentes das mortes de John Kennedy e Olof Palme

Biografia de Roberto Civita discute se Iris Rezende “comprou” reportagens na revista “Veja”

Um jornalista disse que ofereceram 250 mil dólares para a revista da Editora Abril publicar reportagem garantindo que o peemedebista era o “ministro das boas notícias”. Duas matérias de fato sugeriram que o goiano era um gestor de qualidade

Biografia diz que Mino Carta foi demitido e que Veja não contraiu empréstimo de 50 milhões de dólares

Livro sobre Roberto Civita, o criador das revistas “Quatro Rodas”, “Veja” e “Exame” e dono da Editora Abril, garante que o dono da revista “CartaCapital” não se demitiu e que a CEF não emprestou dinheiro ao grupo

Roberto Civita pode ter sido vítima de erro médico no Hospital Sírio-Libanês?

[caption id="attachment_76604" align="aligncenter" width="620"]Roberto Kalil e Julio César Saucedo: médicos garantem que houve fatalidade, e não erro médico, na morte de Roberto Civita Roberto Kalil e Julio César Saucedo: médicos garantem que houve fatalidade, e não erro médico, na morte de Roberto Civita[/caption] Em 2013, levando uma vida agitada e sedentária, Roberto Civita, seu corpo, começa a “falhar”. Havia fumado cachimbo por mais de 50 anos, sem tragar. Na biografia “Roberto Civita: O Dono da Banca — A Vida e as Ideias do Editor da Veja e da Abril” (Companhia das Letras, 534 páginas), o jornalista Carlos Maranhão relata que, “em 1994, com diagnóstico de obstrução na artéria coronária, ele se submeteu a uma angioplastia na Cleveland Clinic”. Em 2010, a mulher de Roberto Civita, Maria Antonia Magalhães Civita, conversou com o cardiologista Roberto Kalil Filho, do Hospital Sírio-Libanês, e expôs a situação física do marido. Em seguida, no seu sítio, a perna esquerda do empresário começou a inchar. “Ele tivera um embolia pulmonar”, constatou Kalil, possivelmente em decorrência de voos longos entre China, Europa e Brasil. Passou a tomar anticoagulantes. Depois, em 2011, “sofreu uma nova trombose venosa na perna”. Em 2012, depois de uma pneumonia, Kalil descobriu “uma obstrução de 90% na principal artéria do coração, a artéria descendente inferior, como consequência de uma alta taxa de LDL, o chamado mau colesterol”. O médico Pedro Leme fez um bem-sucedido cateterismo. O urologista Miguel Srougi descobriu um problema na próstata e Roberto Civita foi operado nos Estados Unidos. Ainda em 2012, Kalil descobriu um aneurisma da aorta abdominal. Quando Roberto Civita estava internado, o ex-presidente Lula da Silva o visitou. O publisher da “Veja” admitiu para o petista-chefe que a capa na qual um de seus filhos é apresentado como “O Ronaldinho de Lula” foi excessiva e, por isso, a reportagem não deveria ter sido publicada. “Deixei sair porque não veto matérias.” Com o aumento da dilatação da aorta abdominal, Roberto Civita volta a Nova York em busca de apoio médico. Ao voltar ao Brasil, procura Kalil, que sugeriu a colocação de um stent e o nome do médico paraguaio Julio César Saucedo Mariño. O especialista “foi escolhido para colocar a prótese via endovascular, a endoprótese. Ou seja, através da virilha”. Maria Antonia, sempre atenta à saúde do marido, perguntou a Julio Saucedo: “Doutor, qual é o risco de fatalidade?” O médico respondeu: “Dois por cento”. Para a mulher, mostrando tranquilidade, Roberto Civita disse: “Vivi bem, comi bem, viajei bem e para mim o trabalho sempre foi uma diversão. Acha que quero ficar velho sem poder fazer o que gosto?” Feita a cirurgia, de repente, Kalil gritou: “Segurem o elevador!” Roberto Civita foi levado novamente para o centro cirúrgico, às pressas. “A distância era um andar, mas achei que ele não chegaria vivo”, afirma o médico. “A hemoglobina estava caindo, em um sinal de sangramento. Ocorrera a pior hipótese: o rompimento da aorta”, assinala Carlos Maranhão. “Era uma aorta muito doente”, diz Kalil. “No movimento de pressão para colocar a prótese, a aorta não resistiu.” Carlos Maranhão conta que “a hemorragia foi muito grande. Roberto” tomou “vinte livros de sangue”. “Sua imunidade caiu a níveis críticos. Haveria na sequência perda de irrigação sanguínea nos rins, no estômago, no intestino e nas pernas. Nas semanas posteriores, os dedos das mãos e dos pés começariam a gangrenar. Ele seria submetido a mais duas cirurgias para a retirada das partes dos órgãos que haviam morrido. Antibióticos poderosos, em altas doses, lesariam seu nervo auditivo. O fato de ser alérgico a antibióticos contribuiu para o agravamento do quadro clínico. Àquela altura, caso se recuperasse, ficaria em cadeira de rodas.” Em 26 de maio de 2013, Roberto Civita morreu. Giancarlo Civita e Victor Civita Neto, filhos do empresário, “afirmam que não tiveram como saber se houve erro médico. Maria Antonia não atribuiu a morte do marido a qualquer falha no diagnóstico ou nas cirurgias”. “Não houve erro, houve a fatalidade, dentro do risco do procedimento, conhecido pela família e pelo paciente, devidamente explicado e reexplicado”, sustenta Kalil. “A palavra é essa, fatalidade”, corrobora Julio Saucedo.