Por Euler de França Belém

Encontramos 16265 resultados
Bráulio Morais vai assumir a presidência da Celg GP

Elie Chidiac vai para a vice-presidência administrativa da Celg e Augusto Francisco permanece como diretor técnico

Fernando Navarrete será o secretário da Fazenda do governo de Goiás

O advogado e economista deixa a Celg GP. Ana Carla Abrão vai para a Secretaria de Finanças da Prefeitura de São Paulo ou para o mercado financeiro

Sarah Teófilo troca O Popular pelo Curso Estado de Jornalismo

A jornalista, que começou no Jornal Opção, vai fazer o curso de “O Estado de S. Paulo”. Depois, dependendo do rendimento, pode ficar no grupo

O PT morreu, o que seria de Marx sem Engels e da esquerda sem dinheiro?

A "debacle" do PT começou com a morte de Celso Daniel, depois as vilanias reveladas no mensalão e nas operações da Polícia Federal, sobretudo a Lava Jato. O PT acabou; se ressuscitará, o futuro dirá

Advogado de Lula da Silva publica carta aberta ao jornalista Merval Pereira, do Grupo Globo

Cristiano Zanin Martins diz que, “na realidade”, a “intenção” do jornalista “é a de esconder a defesa do Lula, pois ela é sólida, baseada em provas, e supera, à toda evidência, as ‘convicções’ dos acusadores que elegeram o ex-presidente como inimigo”

Sogro de Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções, foi secretário de Iris Rezende

Fernando Cavendish, dono da Deltra, pode fazer delação premiada para entregar cúpula do PMDB

Fernando Cavendish deve fazer delação premiada. Ex-prefeito de Goiânia pode ser citado?

Revista Época diz que investigadores querem pegar a conexão de Cavendish com os caciques do Rio de Janeiro. Mas, como delação premiada não é seletiva, pode ser que o empresário cite dois ex-prefeitos goianos

Dois homens assassinam dono de rádio comunitária. Filha de 5 anos presenciou o crime

Os criminosos vasculharam a casa do radialista e levaram seu celular. Queriam simular um assalto?

Numa lição de civilidade ao PMDB, Jardel Sebba nomeia comissão de transição

Num acatamento institucional raro em Catalão — em 2012, o peemedebismo atrapalhou a equipe que estava assumindo —, o prefeito tucano lista patrimônio do município e apresenta documentação de seus atos Jardel Sebba pegar esta 72496ba5-d8d8-4b13-a217-70cb74d9c2f2 O prefeito de Catalão, Jardel Sebba, do PSDB, mostra que é diferente dos peemedebistas. Em 2012, quando foi eleito, o PMDB não quis fazer a transição administrativa. Agora, com a vitória do PMDB, com Adib Elias, Jardel Sebba, dando uma prova de civilidade e cumprimento do que é (ou quase é) institucional, decidiu nomear uma comissão de transição. Ele informou que entregará a prefeitura em ordem. Adib Elias vai receber uma relação detalhada do patrimônio público municipal, com todos os atos da gestão tucana documentados. "Quando venci as eleições em 2012, não houve qualquer transição. Assumi no mais completo escuro. Arquivos importantes haviam desaparecido Foi um verdadeiro caos. Faço questão de fazer o oposto. Quero o melhor para Catalão”, diz Jardel Sebba.

Vilelista diz que, sem o apoio do PMDB, Caiado não consegue organizar campanha para governador

De um líder do PMDB, da linha vilelista: “Se o PMDB não apoiar o senador Ronaldo Caiado para governador, ele não atrairá ninguém para apoiá-lo. Terá de arranjar, inclusive, um vice do próprio DEM. Isolado, será inhambu na capanga tanto do candidato governista quanto na capanga do candidato do PMDB”.

O vilelista acrescenta que, “como elegeu apenas cinco prefeitos em todo o Estado, Caiado terá dificuldade de fazer política na maioria dos municípios. Quem vai recebê-lo? Ninguém, é claro”.

Livro revela como políticos, empresários e diretores transformaram a Petrobrás numa Corruptobrás

A maior empresa brasileira, depois de extrair petróleo, se tornou um grande centro de negociatas. Diretores, políticos e empresários, com a participação decisiva do PT, solaparam as finanças da Petrobrás

Recuperação do Diário do Manhã é positiva para o mercado. Saída pode ser migração total pra internet

[caption id="attachment_77768" align="alignright" width="620"]batistao Jornalista Batista Custódio[/caption] Leio, nas redes sociais, jornalistas criticando duramente o jornal “Diário da Manhã” e seus proprietários. Entendo suas “dores”, pois reclamam — com razão — que não receberam direitos trabalhistas. Mas não torço, em hipótese alguma, para que o jornal feche as portas. Pelo contrário, torço para que se recupere. O “Diário da Manhã”, dirigido pelo jornalista (mais do que empresário) Batista Custódio — já foi editado por Washington Novaes, por João Bosco Bittencourt e por mim —, tem uma bela história, que não pode ser esquecida sob os escombros dos problemas do presente. No futuro, quando se fizer o balanço dos prós e contra — o problema trabalhista é grave, admito —, a história do “Diário da Manhã” será positiva, talvez até altamente positiva. Fazer jornal é uma atividade heroica, especialmente num Estado em que a iniciativa privada avalia que não precisa anunciar. Daí a dependência do poder público. A versão impressa de um jornal diário é caríssima e, por isso, alguns jornais estão migrando para a internet, no exterior e no Brasil. Há duas saídas para o “Diário da Manhã”. A migração total para a internet, que extinguiria o custo com impressão e distribuição, ou a publicação de edições impressas mais compactas. Para um jornal que está em crise, tendo recorrido à recuperação judicial, na 3ª Vara Cível, a versão impressa do “DM”, é muito grande.

Livro relata a história de uma luta vitoriosa contra o câncer de mama

Minha irmã se matou. A pedagoga Maria Eunice Rodrigues de Assis tratou-se e conta sua história num livro

Livro conta a história do presidente americano que ajudou a liquidar o comunismo na União Soviética

reagan“Ronald Reagan” (Record, 377 páginas, tradução de Lucas Jim), de Bill O’Reilly e Martin Dugard, revela o político que por vezes é visto como um Donald Trump menos indiscreto. É uma visão enganosa. O presidente americano não tinha a cultura de Winston Churchill, mas era (quase) tão astuto quando Franklin D. Roosevelt. Ao lado de alguns aliados, como Helmut Khol, Margaret Thatcher, João Paulo 2º e, sim, Mikhail Gorbachev, comandou uma operação que tornou o comunismo uma terra devastada. Ronald Reagan não era um teórico, mas, além de cercado por um corpo de auxiliares de primeira linha, era dotado de uma intuição poderosa. Pode-se dizer que era tão esperto e hábil na articulação quanto Roosevelt e Churchill.

Livro relata a história da geração perdida e outras histórias no Ritz de Paris

90890“O Hotel na Place Vendôme — Vida, Morte e Traição no Ritz de Paris” (Intrínseca, 288 páginas, tradução de André Gordirro), de Tilar J. Mazzeo, relata a história de um local que, inaugurado em 1898, faz parte da mitologia francesa. Os autores da Geração Perdida, como Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, se encontravam no bar do hotel. Quando ocuparam Paris, e parte dos franceses se tornaram colaboradores — suspeita-se até da “boa vontade” de Jean-Paul Sartre (o britânico Paul Johnson não o perdoa) —, os nazistas fizeram uma concessão e não fecharam o Ritz. Por certo, queriam aproveitar do glamour de seus espaços. O livro entra para minha leitura (Iúri Rincón diz que não leu, mas já o considera maravilhoso; o crítico literário Marcelo Franco leu até os livros que não foram escritos sobre o Ritz), cada vez mais penelopiana. Portanto, menciona trecho do release da Editora Intrínseca: “Em ‘O Hotel na Place Vendôme’, Tilar Mazzeo investiga a história desse marco cultural desde a sua inauguração na Paris de fin de siècle até a era moderna. E, acima de tudo, faz uma crônica extraordinária da vida no Ritz durante a Segunda Guerra Mundial, quando o hotel serviu, ao mesmo tempo, de quartel-general dos mais graduados oficiais alemães e de lar dos milionários que permaneceram na cidade, entre eles Coco Chanel. Mazzeo nos conduz pelos salões de jantar, suítes, bares e adegas do imponente edifício, revelando um território propício para negócios ilícitos e intrigas mortais, além de extraordinários atos de rebeldia e traição”. A editora acrescenta: “Rico em detalhes e repleto de histórias fascinantes, O hotel na Place Vendôme é uma narrativa impressionante sobre glamour, opulência e extravagância, e também sobre conexões perigosas, espionagem e resistência. Uma viagem inesquecível a um período único e intrigante da história, quando a França — e toda a Europa — sofreu transformações que definiriam o mundo como o conhecemos hoje”. O release, lógico, é uma publicidade. Mas o assunto é mesmo instigante. Pode ser lido tendo ao lado o livro “Eram Todos Tão Jovens: Gerald e Sara Murphy — Uma História de Amor da Geração Perdida” (Best Seller), de Amanda Vaill.