Por Euler de França Belém
nenhum deputado federal da base do governador de Goiás, Marconi Perillo, admite trocar as emendas parlamentares, no valor de 15 milhões de reais, por um cargo de secretário.
Nem mesmo a poderosa Secretaria de Desenvolvimento Econômico seduz os parlamentares. Eles sustentam que a estrutura da SED é gigante, porém, como não tem dinheiro, se tornou um dinossauro grande mas sem dentes. Ou uma elegante e potente Ferrari, mas sem gasolina.
De um jornalista de uma revista de circulação nacional: “Na lista da Odebrecht, o político chamado de ‘Pastor’ é mesmo o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia”.
A lista da Odebrecht contém 300 nomes (fala-se que vão aparecer outros) e menciona alguns políticos de Goiás. Ressalte-se que a lista da Odebrecht está na internet, em vários sites, há muito tempo. A questão é que, tudo indica, a lista é muito maior. Além dos mencionados de Goiás, vão aparecer outros — alguns até considerados politicamente corretos.
Frise-se que parte dos citados não tem a ver com propina. A Odebrecht guardava registros de propinas e doações legais e ilegais. Portanto, é possível que, às vezes, se cometa injustiça ao listar o nome de determinados políticos.
O deputado estadual pode até assumir a vice, aceitando o canto das sereias políticas, mas sempre será uma peça decorativa num governo que certamente será centralizador e personalista
Preso pelos nazistas quando ainda era adolescente, Andor Stern passou pelo mais letal dos campos de extermínio e campos de trabalhos forçados. Com quase 90 anos, mora em São Paulo
O advogado, que morreu na semana passada, atuou de graça para dezenas de presos políticos, e conseguiu libertar (e salvar a vida de) vários deles
Herbert de Moraes criou um jornal para ser, mais do que moderno, eterno. Sobretudo, ele queria que o Jornal Opção fosse lido, pela qualidade do texto, com prazer
A delação “premiada” do poderoso chefão devastou a Cosa Nostra, uma das mais poderosas organizações mafiosas da Itália
O jornalista brasileiro Leandro Demori, de 35 anos, decidiu enfrentar um tema espinhoso: a vida do mafioso italiano Tommaso Buscetta, que provocou uma devastação na Cosa Nostra ao se tornar informante da polícia e da Justiça. Ao constatar que não havia nenhuma biografia de Buscetta (pronuncia-se “Bucheta”; quando foi preso no Brasil, apresentadores das redes de televisão faziam uma espécie de contorcionismo verbal ao mencionarem seu nome), nem mesmo na Itália, decidiu escrevê-la. O resultado sai agora: “Cosa Nostra no Brasil — A História do Mafioso Que Derrubou um Império” (Companhia das Letras, 224 páginas).

Curiosa ou sintomaticamente, a editora não escreve o nome do mafioso na capa do livro, quem sabe para não escandalizar os leitores patropis, que seriam pudicos.
A Companhia das Letras divulga uma sinopse no seu site: “Se nos dias de hoje a máfia italiana não parece contar com o mesmo tipo de poder que a tornou lendária em filmes e livros, durante praticamente todo o século XX essa entidade misteriosa comandou um império do crime.

“Um dos principais nomes da ascensão da máfia moderna foi também um dos homens que a derrubou. Tommaso Buscetta foi o delator mais infame da Cosa Nostra, condenando centenas de mafiosos à prisão. Preso duas [três?] vezes no Brasil e torturado pela ditadura militar, ele foi também um dos responsáveis por incluir o Brasil na rota internacional do crime.
“Nesta reportagem explosiva de Leandro Demori, narrada em ritmo de thriller, documentos até agora inéditos revelam um dos capítulos mais tenebrosos da máfia e da história recente do Brasil.”
O historiador britânico pretende lançar um segundo volume para examinar a ruína do socialismo e o fim da guerra fria
Só de créditos trabalhistas, o jornal deve mais 17,1 milhões de reais
Em 1959, Fidel liderou um grupo relativamente pequeno que tomou o poder em Cuba e arrancou Fulgencio Batista do poder
Gilberto do Amaral teria agido sozinho. Polícia Civil não teria conseguido comprovar participação de terceiros como mandantes ou incentivadores do crime
Marcos Bagno tornou-se uma Marilena Chauí de calças – faz, em letras, o mesmo sucesso que ela faz em filosofia. Os dois têm em comum a eloquência, o confusionismo e uma indisfarçável vocação para a charlatanice intelectual
O magistrado é apontado como um dos desembargadores mais articulados do TJ
O ex-ministro da Fazenda recebeu 2 milhões de reais e a campanha de Dilma Rousseff recebeu 10 milhões de reais. Advogado do petista garante que não há ilegalidade
Ronie Von, de 20 anos, estava morando em Goiânia, onde roubava automóveis e assaltava bancos

