Por Euler de França Belém

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Deputados querem derrubar emendas impositivas para não favorecer oposições

Um grupo de deputados da base do governador Marconi Perillo está se organizando com o objetivo de criar o G-20 — símbolo de maioria na Assembleia Legislativa — para segurar o projeto de emendas impositivas que está tramitando no Parlamento.

Os deputados avaliam como “um absurdo” a oposição “ganhar emendas na bacia das almas”, mesmo “passando o tempo inteiro xingando o governo”, no dizer de um tucano.

Marconi Perillo dará bilhete azul, em 60 dias, para auxiliares quem reclamam muito e produzem pouco

O governo mexeu na área cultural, provocando uma dança das cadeiras, e o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, tem sugerido que outras mudanças devem acontecer.

O rendimento de alguns auxiliares é considerado baixo e burocrático. Em 60 dias, no máximo, terão de mostrar serviço. Se não o fizerem, vão ganhar um bilhete azul e sem direito de conquistar outro cargo, como consolação. Há auxiliares que falam e reclamam muito, mas trabalham muito pouco.

A ‘antipolítica’ não é o caminho para consertar o Brasil

Fortalecer a política séria e construtiva contribui para o crescimento e para o desenvolvimento do país Giuseppe Vecci Especial para o Jornal Opção Os últimos acontecimentos políticos foram sem dúvidas fulcrais para fragilizar ainda mais os combalidos alicerces do sistema político brasileiro. E nas condições de deputado federal, presidente do PSDB em Goiás e vice-presidente nacional do partido, fui abordado em diversas ocasiões pela imprensa nos últimos dias para expressar minhas opiniões e qual era meu prognóstico sobre o futuro do Brasil em curto prazo. Obviamente tais questionamentos se devem aos lamentáveis desdobramentos da delação dos donos da JBS e após áudios com conversas comprometedoras entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista virem a público e ganharem o noticiário no País. Compartilho com toda a sociedade de total pesar e tristeza, principalmente porque o País finalmente esboçava sinais de uma possível recuperação econômica. Indiferente à nossa simpatia, o presidente Michel Temer estava colocando o País nos eixos. Ele teve a coragem de fazer reformas nada populares e mudar um pouco os rumos de nossa economia. A inflação e juros estavam diminuindo, o País voltou a gerar empregos e alguns indicadores econômicos voltaram a ficar positivos, ensaiando uma ainda que leve recuperação. Mas eis que no meio desse momento positivo que se acenava, somos surpreendidos por essa 'bomba'. A cada dia, a situação do presidente Temer vai ficando insustentável. Mas é preciso cuidado em momentos em que os ânimos encontram-se exaltados. É preciso agir com cautela, sem arroubos e, principalmente, respeitando a Constituição. A História do Brasil já nos ensinou que, em todas as vezes que o País tentou mudar a Constituição, como aconteceu em 1964 com João Goulart e em outros momentos, não foi salutar. Claro que as eleições diretas são a melhor opção dentro do estado Democrático de Direito, mas não dá para ‘rasgar’ a Carta Magna apenas para o bel prazer de algumas pessoas. O Brasil está raivoso. Fracionado. Os sucessivos escândalos estão fazendo com que a população nutra verdadeira aversão à classe política e polarizou o Brasil em dicotomias extremadas. Neste momento extremamente delicado, a classe política precisa ter uma atitude positiva e trabalhar em prol de uma agenda que una a nação. Políticos precisam dar bons exemplos e recuperar a confiança da população. É mais do que urgente também a necessidade de reformular as práticas e de oxigenar os partidos, agregando às siglas principalmente as pessoas jovens - não necessariamente jovens no RG, mas ‘jovens de espírito’. A postura antipolítica não é o caminho para se revolver os problemas do Brasil. Não nos podemos nos dar o luxo de apenas reclamar e esperar por mudanças de braços cruzados. É essencial permitir, especialmente aos cidadãos que criticam, que eles possam participar do processo eleitoral como agentes transformadores e proativos. Precisamos repensar nossas práticas, resgatar nossos valores e, principalmente, restabelecer a fé na política, pois não há outro caminho que não seja a Democracia. Giuseppe Vecci é empresário, economista e deputado federal pelo PSDB.

Caso de Andreas Richthofen sugere que usuário de drogas é um problema mais social do que policial

“Salvar” os que querem se salvar e deixar “livres” os que não querem ser tratados, porque preferem o prazer “imediato” à saúde “permanente”, são nortes prováveis

Repórter “da” Piauí ouve colegas, amigos e tradutores e traça perfil de Thomas Pynchon

Reportagem rastreia o mais recluso dos escritores e tenta explicá-lo e à sua obra

O homem substituiu Deus e, figura central da Terra, avalia que pode cortar as patas de um cachorro

A ideia de que o homem pode destruir tudo, porque seria o ser mais importante, leva alguns indivíduos a determinadas crueldades

Globo e Estadão deixam Folha de S. Paulo para trás na cobertura da Lava Jato

Jornais de São Paulo e do Rio já superam até a cobertura arrojada das revistas Veja, Época e IstoÉ

Livro homenageia centenário de Roberto Campos com ensaios de qualidade

Um dos mais importantes economistas liberais do Brasil, Robarchev é examinado por Ives Gandra, Paulo Rabello de Castro, Gustavo Franco, Irapuan Costa Junior, Roberto Macedo e Armínio Fraga

Livro conta a história do massacre de cientistas e da ciência na União Soviética

Cientistas soviéticos que não aceitaram subordinar seus estudos aos ditames da política foram implacavelmente perseguidos pelo regime comunista

Livro sugere que o nazista Hitler “nasce” na prisão em 1924

Depois de um golpe fracassado, o cabo austríaco foi preso e, na cadeia, estudou e formatou suas ideias sobre espaço vital e contra os judeus e os bolcheviques

Governo de Donald Trump estaria espionando jornalistas críticos

Todos os governos, quando não são limitados com rigor pelas leis, grampeiam repórteres que não se subordinam

Jornal Opção publicou primeiro a lista dos goianos que receberam dinheiro da JBS

Num tempo em que o jornalismo fraqueja ante qualquer poder, há quem aposte num estilo mais arrojado e não burocrático

Ao deixar o acordo do clima, Donald Trump joga para a torcida americana

O presidente republicano susgere que está “fechando” os Estados Unidos para o povo do país de Faulkner

O Popular muda o nome do ex-governador Irapuan Costa Junior

[caption id="attachment_53885" align="alignright" width="620"] Irapuan Costa Jr. | Foto: Leoiran[/caption] “O Popular” é responsável por um feito: mudou inteiramente o nome do ex-governador de Goiás Irapuan Costa Junior. Primeiro, tascou “Irapuã”. Segundo, acentuou Junior. Terceiro, informa que ele foi “nomeado”. De fato, foi escolhido pelo governo federal, durante o regime civil-militar, mas foi eleito pela Assembleia Legislativa. O “Pop” esquece que, além de ter sido político, Irapuan é um intelectual brilhante, autor de livros e de traduções. Traduziu, de maneira precisa, dois livros do filósofo britânico Herbert Spencer. Ele é colunista do Jornal Opção. Seus artigos, sempre polêmicos e posicionados, estão entre os mais lidos. Não à toa ligam com frequência para a redação e dizem: “Queremos falar com o ‘jornalista’ Irapuan Costa Junior”.

Maestro José Eduardo é o novo superintendente de Cultura do governo de Goiás. Substitui Nasr Chaul

O historiador Nasr Chaul assume a Superintendência da Ação Cultural da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do governo de Goiás