Por Euler de França Belém

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Cármen Lúcia deve voltar a Goiás para inspecionar sistema prisional

[caption id="attachment_114398" align="alignright" width="620"] Marconi e ministra Cármen Lúcia | Foto: Fernando Leite[/caption]

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), manteve uma longa e cordial conversa com a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Marconi Perillo relatou à presidente do STF o que o governo fez para melhorar o sistema prisional depois das rebeliões em alguns presídios do Estado.

Carmen Lúcia (irmã da mulher de Jalles Fontoura, o presidente da Saneago) deve visitar Goiás mais uma vez. Ela deve participar do início da demolição do semiaberto, em Aparecida de Goiânia, ou das inaugurações de novos presídios em Anápolis ou em Formosa.

Discreta, Cármen Lúcia nada comenta. Mas a seriedade do governador Marconi Perillo está sendo elogiada no Supremo Tribunal Federal.

Governo pretende instalar Palácio da Educação no prédio do Jóquei Clube

[caption id="attachment_104523" align="alignright" width="620"] Arquivo[/caption]

O governo do Estado planeja a criação do Palácio da Educação em Goiânia. Uma opção é utilizar o prédio do Jóquei Clube, no Centro, com a devida preservação da arquitetura original e da história da capital.

O Palácio da Educação, se confirmado, será batizado com o nome do professor Nion Albernaz, ex-prefeito de Goiânia. A iniciativa é do governador Marconi Perillo, que tem o maior respeito pela memória do gestor que praticamente reinventou, na capital, o conceito de cidade limpa e bonita. Além de ter melhorado os serviços públicos.

Deprimido, Júnior Friboi chega a chorar e reclama que está sendo perseguido

O empresário, tido como eficiente, reclama até de parceria com Ilézio Inácio Ferreira

Sem aliança com Kajuru, Alcides Rodrigues desiste de disputar mandato de deputado

[caption id="attachment_115209" align="alignright" width="620"] Arquivo[/caption] O ex-governador Alcides Cidinho Rodrigues ensaiou uma candidatura a deputado federal, chegou a montar escritório político em Goiânia e a conversar com frequência com o presidente do PRP, Jorcelino Braga. De repente, desapareceu do mapa e não deve disputar mandato este ano. Recluso em Santa Helena, onde um filho é prefeito, costuma dizer àqueles que o procuram que não sabe de nada e que está, politicamente, aposentado. Na verdade, Alcides Rodrigues, pão-duro, não quer gastar dinheiro à toa, porque não tem expectativa de vitória. Ele tentou convencer Jorcelino Braga a obrigar Jorge Kajuru a disputar mandato de deputado federal, e aí, na esteira dos votos do vereador de Goiânia, poderia ser eleito, como o típico candidato-mochila. O problema é que Kajuru mandou um recado curto, grosso e verdadeiro: não vai ser, em hipótese alguma, escada para político decadente e sem votos.

Adib Elias corta água das escolas do governo do Estado em Catalão e prejudica alunos

[caption id="attachment_59511" align="alignright" width="620"] Adib Elias, prefeito de Catalão pelo PMDB | Foto: Y. Maeda[/caption]

A maioria dos prefeitos do PMDB diz que o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, faz uma gestão republicana. Tanto que o programa Goiás na Frente beneficia todos os prefeitos — não apenas os da base aliada, governista.

Já o prefeito de Catalão, Adib Elias, não se comporta de maneira republicana (bem ao contrário do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha). O emedebista reuniu com Marconi Perillo, em Goiânia, e solicitou parcerias com o governo do Estado. Seu objetivo, justo, é beneficiar o município que administra. Porém, um dia depois da visita — na qual foi muito bem tratado — , Adib Elias cortou a água e retirou os hidrômetros das escolas da rede estadual em Catalão.

Radicalizando, sem perceber que vai prejudicar mais os alunos — que moram em Catalão — do que o governo em si, Adib Elias sequer aceitou a argumentação de que problemas burocráticos, no início do novo exercício orçamentário, atrapalharam a liquidação das contas de água feitas pela Secretaria da Educação. Ele quis mostrar força, mas prejudicando os povo do município.

Um deputado pergunta: “Trata-se da parceria que Adib Elias quer fazer com o governo do Estado?”

A impressão que se tem é que Adib Elias “incorporou” o espírito agressivo do senador Ronaldo Caiado.

Deputado que não tem medo de ter coragem, Santana Gomes deve ficar no Legislativo

[caption id="attachment_52100" align="alignright" width="620"] Deputado estadual Santana Gomes | Y. Maeda /Assembleia[/caption]

O governador Marconi Perillo e o vice-governador José Eliton não vão deixar o deputado estadual Santana Gomes na mão. Lucas Calil, do PSL (a caminho do PP), vai deixar seu cargo no governo no dia 31 e, com a retomada do mandato, Santana Gomes deve deixar a Assembleia Legislativa.

Santana Gomes, quando muitos deputados ficam em silêncio — assistindo as críticas contundentes das oposições, sobretudo dos deputados José Nelto (a caminho do DEM) e Major Araújo —, não fica calado e defende o governo de Marconi Perillo com argumentos contundentes. Intimorato, não se cala e enfrenta qualquer um. Observe-se que, em 2017, sua defesa do governo ficou ainda mais precisa e eficiente. Ele está mais articulado e cortante.

A cúpula do governo está avaliando uma alternativa política para garantir Santana Gomes, o deputado que não tem medo de ter coragem, no Legislativo.

Marconi Perillo tem falado do legado e ouve seus interlocutores com atenção

[caption id="attachment_115104" align="alignright" width="620"] Marconi Perillo em Adelêndia | Foto: Wagnas Cabral[/caption]

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), tem chamado a atenção dos auxiliares mais próximos pelos pronunciamentos contundentes e sólidos que vem fazendo.

O tucano-chefe tem um domínio total dos dados sobre o governo e a economia de Goiás. Ele fala com a maturidade e a autoridade de quem já foi eleito deputado estadual, deputado federal, quatro vezes governador e uma vez senador. Tem visão regional e visão nacional dos problemas. Ele tem falado de seu legado, como o presidente Juscelino Kubitschek apreciava fazer. “O Tempo Novo surgiu para transformar o Estado e criar o novo Goiás que temos hoje”, afirmou na sexta-feira, 19. Seu projeto vai além da política pura e simples, da manutenção do poder. A ideia é ampliar a modernização do Estado e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Um detalhe que tem chamado a atenção, sobretudo no interior: Marconi Perillo tem visitado a casa de pessoas com as quais conviveu (e convive) há mais de 20 anos. Ele lembra o nome das pessoas com facilidade (e sem populismo). O governador não perdeu o gosto de conversar com elas e gosta de ouvi-las com atenção, cuidado e prazer. O poder não lhe tirou nem a humildade nem a capacidade de ouvir. A historiadora Barbara Tuchman escreveu um ensaio no qual sublinha que, a partir de determinado tempo no poder, os políticos deixam de ouvir e perdem a atenção para os detalhes (já disseram que Deus está nos detalhes). Não é o que ocorre com o tucano goiano. Ele permanece atento, vivo, presente.

Há quem, no poder, perde a dimensão de perceber o indivíduo — ao mirar nas chamadas grandes questões. Marconi Perillo não perdeu a capacidade de perceber as dores individuais e talvez isto seja um dos motivos de sua longevidade política.

Governo intensifica rush de inauguração de obras e assusta oposições

Líderes das oposições acenderam todas as luzes amarelas de seus gabinetes. O motivo é que o governo de Marconi Perillo e José Eliton ampliou a agenda de inaugurações do programa Goiás na Frente.

O governo vai entregar obras até 30 de junho. Muito depois de 6 de abril, data em que Marconi Perillo repassa o governo para o seu vice, José Eliton.

Se meditar nu, Cauã Reymond fará a festa dos que avaliam que a vida privada é pública

A única maneira de preservar a intimidade é não ficar nu nas proximidades de janelas

Mutirão de tradutores promete publicar livro sobre o governo de Donald Trump entre março e abril

[caption id="attachment_115130" align="alignright" width="620"] Reprodução[/caption] A Objetiva convocou um exército de cinco tradutores para verter para o português o livro “Fogo e Fúria — Por Dentro da Casa Branca de Trump”, de Michael Wolff. Cassio de Arantes Leite, Debora Landsberg, Donaldson M. Garschagen, Leonardo Alves e Renata Guerra estão com as mãos na massa e a editora promete colocá-lo nas livrarias em março (ou abril). A obra já está à venda nos sites das principais livrarias. Há um livro equivalente, com tom crítico, sobre algum governante brasileiro? É provável que não. O que mais se aproxima é “Notícias do Planalto”, de Mario Sergio Conti. A obra mostra as relações pouco católicas do jornalismo — empresários e jornalistas, notadamente editores — com os donos do poder. O foco é o governo de Fernando Collor. O Caçador de Marajás não é produto tão-somente da imprensa, mas jornalistas contribuíram, com suas reportagens e artigos, para cristalizar sua aceitação como moralizador-mor da República. Deu no que deu. Fernando Collor agora diz que será candidato a presidente da República pela segunda vez. O Brasil parece mesmo, não um paraíso perdido, e sim uma nação que está sempre se perdendo...

Gabriela Lima é a nova editora de Vida Urbana de O Popular

A jornalista Gabriela Lima assumiu o comando da editoria Vida Urbana (Cidades). Indicada pela editora-executiva Silvana Bittencourt, é apontada como uma repórter competente. O objetivo do jornal é tornar a cobertura mais dinâmica e ampla.

Ela substitui Márcio Leijoto, que assumiu a chefia do Núcleo Especial de Jornalismo Investigativo (Neji).

Polícia prende um dos suspeitos de matar jornalista. Segundo criminoso está foragido

Criminoso que deu as facadas mantinha relacionamento com Carol Majewski. O outro já havia sido preso por roubo, furto e tráfico de drogas

Descoberto novo quadro do pintor Van Gogh. Está exposto na Holanda

Georgina Vermeer adquiriu o quadro em 1917 e um neto o redescobriu em 2013. Museu Van Gogh confirma autenticidade

Jornalista é assassinado a facadas. Ele trabalhou no Zero Hora e prestava serviço para a OAB

Carol Majewski chegou ao seu apartamento acompanhando de dois homens, que roubaram dinheiro, notebook e outros pertences do repórter A polícia sabe que dois homens podem ter assassinado, a facadas, o jornalista Carol Majewski, de 52 anos, no domingo, 14, no centro de Porto Alegre. Os criminosos levam notebooks, dinheiro e duas mochilas do profissional, que prestava serviço para a OAB-RS e trabalhou como repórter do “Zero Hora”. A câmara do edifício onde morava o repórter mostra que ele chegou acompanhado de dois homens e, mais tarde, os homens desceram. O corpo foi encontrado pelo filho do jornalista na segunda-feira, 15. A polícia sugere que se trata de latrocínio e que os criminosos conheciam Carol Majewski. A família e amigos dizem que Carol Majewski era uma pessoa reservada. Era muito dedicado ao pai, de 87 anos.