Por Euler de França Belém
O deputado federal Sandes Júnior (PP) diz que, como a eleição deste ano está sendo bem mais barata, em termos financeiros, deve superar a marca dos 100 mil votos. “O trabalho na televisão me deu mais visibilidade e diversificou meu eleitorado”, afirma o parlamentar. Na eleição de 2014, Sandes Júnior não foi muito bem. Mas noutras disputas superou a marca de 100 mil votos. Os que menosprezam a ação do parlamentar em Brasília não acompanham com precisão seus projetos. Além de aprovar projetos, o líder do PP contribui para atrair recursos para Goiás — dada sua influência no PP nacional, o que o fortaleceu junto aos ministérios. Os governadores e os prefeitos podem atestar como o pepista tem influência na capital da República. Ele abre portas e, diplomático, jamais as fecha.
Não há dinheiro nem para fazer santinhos. A crise é generalizada Os dinossauros desapareceram. Outro bicho está em extinção na política: dinheiro, também conhecido como pila, bufunfa, grana. Cabos eleitores, marqueteiros e políticos cobram money dos candidatos a governador, senador e deputado. Para descobrir que, em todas as campanhas, o metal, tido como vil — mas ninguém vive sem —, está mais difícil que diamante. Na semana passada, dois donos de gráficas disseram ao Jornal Opção que os candidatos estão pechinchando, tentando pagar a prestação. “A choradeira é generalizada”, afirma empresário. As doações de pessoas físicas são raras e, como empresários não podem doar, as campanhas se tornaram a parte Índia da Belíndia patropi.
Com quatro candidatos fortes na disputa, o segundo voto será atomizado, quer dizer, bastante dividido. Portanto, não terá grande efeito
Meus queridos, o câncer chegou no meu cérebro. Por isso quero prepará-los. Continuem a nossa luta por nossos direitos, se unam, não oprimam os nossos irmãos oprimidos
“Medo — Trump na Casa Branca” revela que auxiliares mais preparados e autônomos criaram conspiração para segurar a Loucolândia do presidente
Ao menos um dos jornais do grupo Folha apoiou abertamente a ditadura e a Folha de S. Paulo, ao apoiar as Diretas Já, lavou o passado
Ludhmilla Hajjar é de Anápolis e, junto com mais quatro médicos, examina a possibilidade de transferência do presidenciável
Jair Bolsonaro foi esfaqueado por um homem que agiu só. Pessoas determinadas dificilmente podem ser contidas por aparatos de segurança
A prioridade total é a televisão. Mas a rejeição ao jornal pode não ser definitiva
Adesivo diz que Wilder Morais é o candidato do postulante ao governo e nas carreatas o vereador fica atrás de Caiado, de Wilder e Lincoln Tejota
O melhor dos cenários para o PT é que Bolsonaro seja eleito. Seria a aposta no caos, quatro anos de oposição fácil, o que aumentariam as chances de retornar ao poder em 2022
Leitor ironiza: “Não ficarei surpreso se o jornal inventar o cheque sutiã e o cheque cueca”
O candidato a senador pelo PRP volta na terça-feira para gravar programa eleitoral
A Rede embarcou na chapa base aliada com Fernando Safatle como segundo suplente de Lúcia Vânia. Em Catalão, porém, o partido apoia a candidatura a deputado estadual de Gustavo do Cartório (PSDC), que vem a ser quem carregou Ronaldo Caiado nas costas na convenção dos Democratas que consagrou a candidatura a governador do partido.
O ex-governador Marconi Perillo encontrou o tom certo ao apresentar sua candidatura ao Senado: fortalecer Goiás em Brasília. De fato, é o que o Estado precisa no plano federal. Com a economia goiana, andando a passos largos, um setor industrial forte e moderno, uma agricultura mecanizada, mais do que nunca o Estado precisa de parlamentares influentes, com trânsito na Esplanada e nos diferentes poderes. Postura muito diversa da adotada por Ronaldo Caiado (DEM), que rivalizou com as instituições para ganhar seguidores em redes sociais e falar com os radicais.

