Por Euler de França Belém
[Paulo Franco, superintendente artístico e de programação da Record, e César Filho, jornalista e apresentador. Foto de Edu Moraes/Divulgação Record]
“Em 2015, César Filho estará envolvido em projetos nas áreas de jornalismo e também de entretenimento, dentre eles o comando de um novo reality show de confinamento, inspirado no formato ‘Power Couple’, da Dori Media Group”, informa a Record.
“Na atração, já exibida em Israel e Portugal, dez casais, durante três meses, vão testar o seu amor em diversas provas na disputa por um grande prêmio.”
O princípio fundamental da conduta da força de elite da Marinha dos Estados Unidos, Seals, é: “Eu não divulgo a natureza do meu trabalho, nem busco reconhecimento por minhas ações”. Na prática, não é bem assim. Integrantes da força especial escrevem livros e pelo menos um deles revelou, num livro, como foi a morte de Osama bin Laden, líder máximo da A-Qaeda, no Paquistão, em 2011. Agora, o jornal inglês “Daily Mail” e um blog especializado em operações militares dos EUA divulgaram o nome e a fotografia do militar que matou o terrorista saudita.
Depois de 16 anos nas Forças Armadas americanas, Robert O’Neill (foto) decidiu assumir, publicamente, que foi o militar que matou Bin Laden. O jornal e o blog furaram o canal de televisão Fox, que vai exibir uma entrevista com o militar dividida em duas partes. A cúpula do canal sugere que, apesar da antecipação do nome do militar, vai revelar “detalhes nunca divulgados antes”. Quer dizer, seu “furo” será mais amplo e sedimentado.
Robert O’Neil é um militar condecorado, com duas estrelas de prata e quatro de bronze. Como outros membros dos Seals, é uma especialista em ações especiais, que envolvem, se necessário, “assassinatos”, como o de Bin Laden. O pai de Rob (como é conhecido), Tom O’Neil , disse que a família não teme os supostos longos tentáculos da Al-Qaeda. “As pessoas estão perguntando se nós estamos preocupados que o Isis [Estado Islâmico, em atuação na Síria e no Iraque] virá a nós porque Rob está” tornando público que matou Bin Laden. “Eu digo que vou pintar um grande alvo na porta da frente [de sua casa] e dizer ‘venham e nos peguem’”, sublinhou Tom O’Neil.
Quanto Robert O’Neil recebeu para falar ao canal Fox? Não se sabe. Não se sabe nem mesmo se recebeu alguma coisa. Mas nos Estados Unidos, e em vários outros países, entrevistas deste porte custam pequenas fortunas às redes de televisão. Posteriormente, as histórias são transformadas em livros, documentários (vendidos no formato de DVS) e filmes. É um negócio lucrativo, tanto do ponto de vista da audiência quanto financeiro.
Desde já, Robert O’Neil é apontado como um “herói nacional”.
[Eduardo Ohata, jornalista especializado em boxe, está na lista dos demitidos da "Folha"./Foto de seu Facebook]
O Portal Imprensa informa que a “Folha de S. Paulo” demitiu 15 jornalistas na terça-feira, 5, e deve fazer novas demissões nesta semana. O grupo Folha da Manhã, que edita a “Folha”, disse que aos profissionais que “problemas financeiros” são o motivo do passaralho. Acreditava-se, até poucos dias, que a situação da “Folha” era sólida.
Entre outros, foram demitidos: Flávia Marreiro, ex-correspondente do jornal em Caracas, Eduardo Ohata (jornalista brasileiro que mais entende de boxe, ao lado de Wilson Baldini Jr., do “Estadão”), de “Esportes”; Ana Krepp, de "Cotidiano"; Lívia Scatena, de "Gastronomia"; Euclides Santos Mendes, editor do "Painel do Leitor"; Samy Charanek, pauteiro de "Cotidiano"; Gislaine Gutierre, "Ilustrada"; e Thiago Guimarães, coordenador adjunto da Agência Folha.
O chefe de reportagem do caderno “Poder”, Cláudio Augusto, foi transferido para “Cotidiano”.
A petista garante que Paulo Garcia nunca comentou sobre a possibilidade de ser vice de vice de Iris Rezende, na eleição de 2016
A deputada estadual eleita Adriana Accorsi não é uma política autoritária, mas se define como “leal” e "seguidora das ideias de seu partido", o PT. Delegada da Polícia Civil de Goiás, a petista diz que não sai por aí defendendo caça às bruxas, porém, perguntada sobre a permanência dos vereadores Tayrone di Martino e Felisberto Tavares no PT, não hesitou. Eles devem sair. “Felisberto e Tayrone devem procurar um lugar — um partido — onde se sintam mais confortáveis. Falta clima para eles no PT. Devem procurar ser felizes com seus possíveis novos companheiros”, disse Adriana Accorsi ao Jornal Opção.
A ex-primeira-dama confirma o esquema corrupto de PC Farias, fala de sua morte e discute para foi o dinheiro arrecadado pelo tesoureiro
O deputado estadual Marcos Martins Machado (PSDB) é cotado para o cargo de delegado geral da Polícia Civil de Goiás. É muito difícil o governador Marconi Perillo “puxá-lo” para a Assembleia Legislativa, porque é o quinto suplente. O delegado geral João Carlos Gorski, da área de Inteligência, não gosta de aparecer, mas é competente e íntegro. Mas seu cargo, apesar do caráter técnico, é, acima de tudo, político.
O deputado Major Araújo é um político eficiente, posicionado e crítico. Porém, precisa ter mais cuidado com a defesa radical e cega que faz de policiais militares envolvidos com criminalidade e corrupção. Uma coisa é a defesa corporativa. Outra bem diferente é a defesa, intempestiva, sem examinar os fatos com exatidão. O Major Araújo, político limpo, não pode se sujar com a sujeira dos outros. Todo cuidado, em certos casos, é pouco.
O trabalho do delegado Alexandre Lourenço, na investigação e prisão de policiais envolvidos com traficantes e suspeitos de assassinatos, é sério e equilibrado. O titular da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), ao menos até agora, tem uma conduta irrepreensível. Vale a pena não desqualificá-lo por interesses políticos, pessoais e corporativos. Cobra-se que a polícia aja. Porém, quando age, sempre aparecem pessoas defendendo os criminosos.
Depois da prisão do serial killer e da desmontagem de um esquema corrupto e assassino na Polícia Militar, o secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita, voltou a ficar forte para continuar no cargo.
Há quem, no tucanato, já fale em lançar Joaquim Mesquita para prefeito de Goiânia, em 2016. Ou então para vereador. O secretário de Segurança Pública aprecia política, mas não planeja disputar mandato eletivo em 2016 ou 2018. Se deixar a SSP, volta para a Polícia Federal.
Se não for para o Tribunal de Contas do Estado ou para o Tribunal de Contas dos Municípios, o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB), hoje na Secretaria de Gestão e Planejamento, deverá assumir a Secretaria de Saúde do Estado. Quando tinha interesse em seguir carreira política, Leonardo Vilela não quis assumir a Secretaria de Saúde. Temia sobretudo processos judiciais (o secretário em geral é processado com e, sobretudo, sem motivos consistentes). Agora que desistiu da política, pode assumir seu comando.
O prefeito Misael Oliveira (PDT) e o presidente do PSC, Joaquim Liminha, foram fundamentais para o governador Marconi Perillo (PSDB) ser o mais bem votado em Senador Canedo. No segundo turno, Misael Oliveira e Joaquim Liminha foram dois gigantes na campanha de Marconi Perillo. Eles disseram ao tucano-chefe: “O sr. vai ser o mais bem votado no município”. Misael Oliveira e Joaquim Liminha cumpriram a promessa, com folga: 55,39% a 44,61%.Uma diferença de 10,78% pró-Marconi Perillo. Não é pouca coisa. “Ficamos com o moderno”, resume Joaquim Liminha, secretário de Governo da Prefeitura de Senador Canedo.
O governador Marconi Perillo ganhou em Bela Vista de Goiás. “O prefeito Eurípedes José do Carmo é do PSC e apoiou Marconi”, exulta Joaquim Liminha. Presidente do PSC, Liminha é amigo do governador há mais de duas décadas. No segundo turno, foi um dos primeiros políticos a apoiá-lo. “Nunca ficaria nunca com Iris Rezende. No primeiro turno, trabalhei para Vanderlan Cardoso, meu aliado político imediato. Porém, no segundo turno, não poderia deixar de apoiar Marconi”, frisa Liminha.
Consta que até Vanderlan Cardoso (PSB) arrependeu-se de não ter participado da campanha de Marconi Perillo no segundo turno. Vanderlan Cardoso tem suas “diferenças” política com o tucano-chefe, mas avalia que é um político muito mais moderno do que Iris Rezende.

