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Meirelles se encontra com Caiado e Vanderlan neste sábado

Ex-ministro e pré-candidato ao Senado pelo PSD deve tomar café da manhã com o governador Ronaldo Caiado e almoçar com o senador Vanderlan Cardoso (PSD). No final da tarde desta sexta-feira (17), Meirelles se reuniu com o deputado Francisco Júnior

[caption id="attachment_353012" align="alignnone" width="620"] Caiado, Meirelles e Vanderlan durante agenda do ex-ministro em junho deste ano[/caption]

O pré-candidato ao Senado pelo PSD, Henrique Meirelles, se encontrará neste sábado (18) com o governador Ronaldo Caiado e o senador Vanderlan Cardoso. O ex-ministro da Fazenda desembarcou na tarde de sexta-feira (17), em Goiânia, para uma série de reuniões políticas.

Logo pela manhã, Meirelles deve tomar café com o governador Ronaldo Caiado. O ex-ministro mira na vaga ao Senado na chapa do governador.

Na agenda, também está previsto um almoço com o senador Vanderlan Cardoso, companheiro de legenda e um dos responsáveis pela filiação do ex-ministro de Temer ao PSD goiano. O anapolino já foi filiado ao partido antes de ingressar no MDB para ser candidato à presidência da República em 2018.

Nesta sexta-feira, o ex-ministro se reuniu com o deputado federal do PSD, Francisco Júnior. Após o encontro, no final da tarde, o parlamentar reforçou que  "único projeto" de Meirelles é a candidatura ao Senado por Goiás.

O deputado afirmou, inclusive, que o ex-ministro pretende voltar a morar em Goiás. Francisco também adiantou que Meirelles intensificará a agenda política no estado.

"Vamos iniciar agora uma série de reuniões com várias autoridades, com várias lideranças políticas, lideranças na sociedade civil organizada, onde nós vamos construir um projeto organizando a pré-campanha de lançamento da candidatura dele no ano que vem ao Senado", disse.

Segundo Francisco, a conversa foi muito positiva e percebeu em Meirelles "muita disposição, com muita vontade" em ser senador por Goiás.

Áudio: “Infelizmente, se a vice for do MDB, eu terei que sair do partido”, diz Luiz do Carmo

Declaração foi dada durante evento promovido pelo senador, na manhã desta quarta-feira (15), para mostrar força política na corrida a uma vaga ao Senado em 2022

[caption id="attachment_352407" align="alignnone" width="621"] Rodrigo Pacheco (presidente do Senado) Luiz do Carmo (senador) e Ronaldo Caiado (governador) durante reunião municipalista no Tatersal de Elite, em Goiânia[/caption]

O senador Luiz Carlos do Carmo (MDB) reconhece que deve deixar o partido caso o governador Ronaldo Caiado escolha um emedebista para ocupar a vaga de vice na chapa para a corrida ao governo em 2022. A declaração foi dada na manhã desta quarta-feira (15) durante evento “municipalista” promovido pelo congressista no Tatersal de Elite, em Goiânia.

Durante a entrevista coletiva, o senador aproveitou para dar uma alfinetada no presidente do MDB, Daniel Vilela, ao lembrar quem em 2018 ele preferiu se lançar candidato ao governo, diferente do que defendiam algumas lideranças do partido e que agora busca uma aliança com Caiado.

https://soundcloud.com/jornal-op-o-1/senador-luiz-do-carmo-fala-sobre-saida-do-mdb

Luiz do Carmo convidou para o evento o governador, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, lideranças municipais, entre elas prefeitos, presidentes de Câmaras, e entidades representativas  do municipalismo goiano.

O senador busca se viabilizar para a disputa de apenas uma vaga ao Senado em 2022. Caso deixe o MDB, o esperado é que Luiz do Carmo se filie no PSC, legenda na qual um de seus irmãos, o ex-prefeito de Bela Vista Eurípedes do Carmo, já é filiado.

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Quarentena para militares, policiais e juízes é excluída do novo Código Eleitoral

Câmara dos Deputados aprovou texto-base do projeto; votação prossegue na semana que vem

[caption id="attachment_324148" align="alignnone" width="609"] Plenário da Câmara Federal - Foto: Alex Ferreira/ Câmara dos Deputados[/caption]

Após muitas críticas em plenário, a determinação de que magistrados, integrantes do Ministério Público, militares e policiais só pudessem ser candidatos a cargos eletivos cinco anos após foi retirada da votação do novo Código Eleitoral, aprovado na última quinta-feira (9) na Câmara dos Deputados.

Para o deputado Capitão Wagner (Pros-CE), a determinação inviabilizaria direitos iguais na candidatura de policiais, juízes, militares e promotores. A quarentena, segundo ele, só seria justa se atingisse todos os servidores públicos. “Acredito que, para se matar o carrapato, estão querendo matar a vaca. Eu acho que isto é muito ruim para a nossa democracia: tolher o direito de todos esses cidadãos de se candidatar em condição de igualdade em relação aos demais servidores públicos”, declarou.

Líder do PSL, o deputado Vitor Hugo (GO) também criticou a medida. “Na nossa visão, traz para dentro da legislação eleitoral a previsão de criar cidadãos de classes diferentes: aqueles que podem se candidatar e aqueles que têm graves restrições para se candidatar – justamente aqueles que arriscam as suas vidas, que estão à frente para nos proteger: os policiais, os militares, os juízes, os promotores”, disse.

Para a deputada Renata Abreu (Pode-SP), impor a quarentena deixaria os futuros candidatos sem empregos. “Como dar um tratamento diferenciado para determinada categoria? Exigir que a pessoa saia do seu cargo por cinco anos, fique sem emprego, sem renda, para poder se candidatar”, criticou. Ela ressaltou que há profissões com mais visibilidade que não tiveram quarentena imposta, como radialista e apresentadores de televisão.

Carreiras de Estado
Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) defendeu a quarentena estendida a todas as carreiras de Estado. “O PT tem a visão de que as carreiras de Estado devam ter quarentena: carreira do Ministério Público, de membros do Judiciário, a carreira da Receita Federal, todas aquelas que exerçam poder de polícia. É o que acontece no mundo”, explicou.

No entanto, diante da queda da quarentena para juízes e promotores, o partido mudou de posição em nome da isonomia para derrubar a regra imposta também para militares e policiais.

Para o líder da Minoria, deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ), a discussão sobre a quarentena ainda precisa ser ampliada no Parlamento. “Esse debate da quarentena precisa ser feito com muito mais calma, com muito mais fôlego”, disse. Ele lembrou que há uma preocupação sobre o uso político de policias.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) defendeu a inclusão do tema em outro projeto de lei, a ser discutido por comissão especial e outras esferas de debate, especialmente por determinar um afastamento por cinco anos. “Mesmo com a correção que a relatora [deputada Margarete Coelho (PP-PI)] fez para que essa regra valesse apenas a partir de 2026, nós entendemos que ela deve ser retirada do texto e que essa discussão seja feita de outra maneira, em outro projeto de lei”, afirmou.

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Entre os favoritos estão Lissauer Vieira, Flávia Morais, Zacharias Calil, Jefferson Rodrigues e Célio Silveira

Caiado e Waldir dividem palanque no aniversário de Ceres

O governador Ronaldo Caiado e o presidente do PSL goiano e deputado federal, delegado Waldir, dividiram o mesmo palanque no final da manhã deste sábado (4), em Ceres, no Vale do São Patrício. O município completa hoje 68 anos e reuniu outras lideranças políticas. Waldir foi um dos principais aliados de Caiado, como o próprio parlamentar gosta de destacar, na eleição 2018. De lá para cá, chegou a se afastar do governador e ensaiar uma aproximação com o emedebista Gustavo Mendanha, prefeito de Aparecida e possível adversário do demista em 2022. Waldir vai brigar para que o PSL ocupe a vaga ao Senado em uma chapa majoritária na corrida eleitoral do próximo.

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Luana Ribeiro lidera, seguida de Professora Dorinha Rezende e Kátia Abreu. Mauro Carlesse não foi listado pelo instituto Paraná Pesquisas

Gustavo Mendanha pode se filiar ao PL da deputada Magda Mofatto

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Em Goiânia, Caiado cumpre agenda ao lado de Daniel Vilela

O governador do estado participou nesta quarta-feira, 1º, da cerimônia de entrega 45 pás-carregadeiras a 42 municípios goianos ao lado de lideranças políticas

Aliança com o DEM: diretórios do MDB do norte goiano divulgam nota em apoio a Daniel Vilela

O cabo de guerra dentro do MDB entre Daniel Vilela, presidente estadual, e Gustavo Mendanha, prefeito de Aparecida, continua. Na tarde desta quarta-feira (25), os diretórios e as comissões provisórias do partido na região norte de Goiás divulgaram nota na qual hipotecam apoio a qualquer decisão que Daniel venha a tomar sobre as alianças partidárias para 2022.

“Seguiremos em harmonia e sintonia com o partido seja qual decisão for a ser tomada acerca das alianças partidárias para o pleito de 2022, não havendo da nossa parte qualquer restrição, vez que acima de interesses pessoais estão o conteúdo programático do partido e a execução das nossas propostas de gestão em busca de uma vida melhor para a nossa população”, subscrevem a nota 15 membros de diretórios da região. (Leia a nota ao final da matéria)

Ontem, em reunião com a bancada de vereadores de Goiânia, Daniel recebeu sinalização favorável de todos os membros para a aliança com o governador Ronaldo Caiado. O demista se reuniu na sexta-feira (20) com cúpula estadual do MDB para convidar a legenda embarcar numa aliança com o DEM.  

Na outra ponta, Mendanha tem se movimentado para evitar que o MDB se alie a Caiado. O prefeito de Aparecida, que tem defendido que todos os membros do partido sejam consultados sobre a aliança, participou de almoço com o ex-presidente da República, Michel Temer, e o presidente nacional do partido, Baleia Rossi. O encontro foi patrocinado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, desafeto de Ronaldo Caiado.

 

 

 

 

Nelto nega rompimento de Adib com Caiado e afirma: “o tempo é o senhor da razão”

[caption id="attachment_175873" align="alignnone" width="608"] José Nelto sobre relação entre Adib a Caiado: "o tempo é o senhor da razão" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

O deputado federal José Nelto nega qualquer rompimento do prefeito Adib Elias – ambos do Podemos – com o governador Ronaldo Caiado (DEM). Adib não teria ficado satisfeito com a possibilidade do presidente do MDB, Daniel Vilela, assumir a vice na chapa do demista nas eleições de 2022.

"Não há motivo [para o rompimento]. Até o processo eleitoral e escolha da chapa majoritária, o homem vai a lua, Marte e Plutão", afirma. Nelto vai aos ensinamentos bíblicos para entender o momento, ou melhor, os últimos passos do governador com o MDB de Daniel Vilela.

“Nesse momento é preciso ter a paciência de Jó, a sabedoria do Rei Salomão e a força do Rei Davi. O tempo é o senhor da razão. É hora de dar tempo ao tempo. Você não pode no processo político-eleitoral tomar decisões solitárias. É preciso sempre ouvir o grupo”, diz o representante de Catalão na Câmara dos Deputados.

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Especula-se inclusive que o governador Ibaneis Rocha, dado o desgaste gerado pelas denúncias de corrupção, pode não ser candidato à reeleição

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Estão no páreo: Alexandre Baldy, Delegado Waldir, Henrique Meirelles, João Campos, Luiz Carlos do Carmo, Wilder Morais e Zacharias Calil

Aécio, que questionou urna eletrônica em 2014, critica Bolsonaro por desvirtuar debate sobre voto impresso

Responsável por questionar sistema eleitoral em 2014,, quando perdeu a eleição para Dilma Roussef, deputado tucano defende que sistema busque “algum tipo de comprovação”

[caption id="attachment_107664" align="alignnone" width="624"] Aécio Neves | Foto: Marcos Oliveira[/caption]

Único deputado federal a se abster da votação, na terça-feira (10), que arquivou a PEC que pedia o retorno do voto impresso, Aécio Neves (PSDB/MG) criticou o presidente Jair Bolsonaro  desvirtuar o debate sobre o sistema eleitoral brasileiro.

"Essa discussão foi interditada e desvirtuada. Porque o presidente da República transformou isso num ativo político. Impediu que tantas pessoas de bem do Brasil pudessem discutir efetivamente”, criticou Aécio em entrevista à CNN Brasil, no final da noite de quinta-feira (12).

O candidato a presidente derrotado em 2014 não deixou de fazer críticas as atuais urnas eletrônicas. “Vamos ficar para sempre com essa urna de primeira geração ou vamos aprimorá-la? Como fez o mundo inteiro? O mundo democrático que utilizar a urna eletrônica busca um tipo de comprovação. Para que a população acredite que ela é mais confiável", disse.

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