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O líder do Partido Verde afirma que, na região Leste, é o único postulante do grupo de Alcides Rodrigues, pré-candidato a prefeito pelo PSDB

[caption id="attachment_67678" align="alignright" width="620"] Secretário Nésio Fernandes aponta avanços, mas vereadores contestam[/caption]
A Câmara Municipal de Palmas realizou na terça-feira, 31 de maio, audiência pública para apresentação de relatório quadrimestral das ações executadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital. O relatório foi apresentado pelo secretário municipal de Saúde, Nésio Fernandes.
Apesar de o secretário apontar avanços na redução com os gastos de diárias, com o programa Saúde Bucal e dos atendimentos em atenção básica, entre outras ações positivas, prevaleceram na audiência questionamentos especialmente quanto à aplicação dos recursos do setor que, para este ano, conforme o Orçamento/2016, está previsto em R$ 188 milhões.
O vereador Milton Neris (PP) ressaltou que o caixa da Saúde aumentou neste ano em cerca de R$ 32 milhões e mesmo assim não há dinheiro para ações básicas, a exemplo da compra de lençóis para atender a Unidade de Pronto Atendimento de Taquaralto. O motivo, de acordo com o parlamentar, estaria no uso de recursos para outras finalidades não essenciais, como o patrocínio de filme, o Carnaval da Fé e para o Instituto Áquila que consumiram, juntos, mais de R$ 10 milhões dos cofres municipais.
“Prioridade não faz parte do vocabulário do gestor Carlos Amastha”, concordou Lúcio Campelo (PR), observando que “tem tanto dinheiro indo pelo ralo”. Para o vereador, as contas do setor não fecham porque não houve um planejamento adequado para a saúde do município. O vereador Júnior Geo (Pros) também criticou a utilização dos recursos públicos. Citou como exemplo o contrato para fornecimento de serviço de internet no valor de R$ 66 mil por mês para atender apenas a uma secretaria e questionou o gasto total anual com o serviço.
O vereador Folha Filho (PSD) defendeu a administração, ao enfatizar que mesmo com frustação de R$ 36 milhões de receita, a gestão não atrasa o pagamento dos servidores e dos prestadores de serviço. Pelo contrário, disse, a prefeitura trabalha para equacionar as contas e atender as demandas em saúde. “Não mandou fechar portas de unidades de saúde ou deixou de atender a população.”
A promotora de justiça área da saúde, Maria Roseli Pery, solicitou o compromisso dos vereadores em dar prosseguimento à análise do projeto de lei que devolve ao Fundo Municipal de Saúde o dinheiro que deveria atender à Vigilância Sanitária, mas que foi remanejado em 2015 para atender a outros setores da administração municipal. O projeto já tramita na Câmara. No entanto, por conta do conflito político envolvendo vereadores da base e da oposição e que tem travado a pauta da Casa de Leis, aguarda apreciação e votação em plenário.

Hélio de Sousa afirma que apenas 20% da obra está finalizada

Ao Jornal Opção, Djalma Araújo adianta que proposta que suspende alvará do empreendimento não deve ser aprovada pela Casa

[caption id="attachment_43449" align="aligncenter" width="620"] Deputado Ricardo Ayres: “Condição para o Estado restabelecer equilíbrio”[/caption]
O estudo da Comissão de Reestruturação das Carreiras Públicas, proposição do deputado Ricardo Ayres (PSB), deve ser concluído nos próximos 30 dias. “A reestruturação é condição essencial para que o Estado restabeleça seu equilíbrio e recupere seu poder de investimento”, argumenta o parlamentar.
Ayres observa que os ganhos incorporados ao patrimônio do servidor não podem ser alterados, como estabelece a legislação. “Mas prevemos que novos provimentos, mediante concurso público, deverão ter tabelas de ganhos alteradas, a fim de que se deixe a máquina administrativa mais enxuta”.
A comissão foi criada no mês de maio, quando a primeira reunião deu início aos trabalhos. É formada por técnicos dos três poderes, que com base em levantamentos nos seus respectivos órgãos, realiza um cruzamento de dados e análise dos gastos com pessoal e folha de pagamento, bem como o que isso representa para a atual condição de despesas do Estado.
De acordo com o socialista, após a conclusão do estudo, os sindicatos também serão chamados para uma discussão conjunta do tema com as respectivas categorias.

Assim como ocorreu na Câmara, com o PME, proposta deve reacender debate sobre ideologia de gênero
“Há três players na disputa pela presidência da Assembleia — José Vitti (PSDB), Lincoln Tejota (PSD) e Chiquinho Oliveira (PHS), afirma um deputado. “E há um ‘zangão’, o Helio de Sousa.” O que, exatamente, o parlamentar quer dizer com isto não se sabe. O deputado sublinha que o candidato dos sonhos do governador Marconi Perillo é Chiquinho de Oliveira. “Mas Marconi não vai pôr a faca no pescoço de ninguém para elegê-lo. Por isso sugeriu que costure uma aliança sozinho.” O parlamentar governista frisa que, depois de uma conversa com dois conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Kennedy Trindade e Helder Valim, que “são tremendamente articulados”, Chiquinho Oliveira teria conquistado o apoio de oito deputados. José Vitti tem dois trunfos. É do PSDB e o partido, a maioria, quer fazer o presidente. “E é rico”, frisa um deputado. O que isto sugere o deputado não explica. Lincoln Tejota tem amplo poder de articulação, sobretudo porque seu pai, Sebastião Tejota, é um poderoso conselheiro do TCE.

O texto, encaminhado pelo Executivo, deverá ser analisado e votado pelos vereadores antes do dia 20 de dezembro para que os valores de ITU, IPTU e ISTI da capital possam ser aplicados já no próximo ano
O PSD de Rio Verde fez cabelo, barba e bigode ao reeleger o deputado federal Heuler Cruvinel (foto) e eleger Lissuaer Vieira para deputado estadual. Os dois foram apoiados pelo prefeito Juraci Martins, do mesmo partido. Um dos deles devem ser candidato a prefeito do município, em 2016.
Para piorar a situação da oposição, Paulo do Valle e José Henrique, candidatos a deputado federal e estadual, foram derrotados. O petista Karlos Cabral, com pouco mais de 15 mil, não foi reeleito. Ele também ser candidato a prefeito em 2016.
Eles são os nomes mais cotados para a Câmara Federal. Para chegar lá terão que liderar a votação em suas coligações e ainda derrubar os atuais ocupantes das vagas, que normalmente saem à frente na disputa

Proposta popular visa controlar o Legislativo em todas as suas três instâncias: federal, estadual e municipal. Parlamentar que desagradar ao representado poderá perder mandato