Resultados do marcador: Governo

Encontramos 373 resultados
Excluídos do pagamento dentro do mês, inativos representam 40% da folha do Estado

Aposentados, pensionistas e reformados recebem, juntos, R$ 413 milhões. Secretária afirma que vencimentos serão depositados até o dia 10

Cristiane Schmidt: "Neste mês, alcançamos todos os ativos do Executivo no último dia útil. Até o dia 10, todos serão devidamente pagos". Foto: Secretaria da Economia

A decisão do Governo de Goiás de pagar a folha de fevereiro dos servidores da ativa dentro do mês trabalhado, excluindo os inativos, é resultado, além das decisões políticas, de uma conta matemática. A folha de aposentados, pensionistas e reformados corresponde a 40,28% do total pago ao funcionalismo. Os dados estão no Portal da Transparência. Em janeiro, o governo havia pago 83% dos funcionários dentro do mês trabalhado.

Em fevereiro, a folha total do funcionalismo chegou a R$ 1.052.075.451,46 – um valor 2,5% maior que o de janeiro, que foi de R$ 1.025.556.978,67. Somente com inativos, a folha do mês é de R$ 413.081.475,07 – 0,5% a menos que a de janeiro, que foi de R$ 415.170.929,48.

Mesmo com a queda nominal, proporcionalmente a participação dos inativos no total da folha subiu de 39,46% para 40,28% (os valores não incluem os pensionistas especiais). Isso porque a folha total diminuiu de R$ 1.052.075.451,46, em janeiro, para R$ 1.025.556.978,67. Atualmente, o Poder Executivo tem 66.079 servidores inativos, o que representa 39,55% do total.

Em janeiro, o governador Ronaldo Caiado havia prometido pagar o funcionalismo no mês trabalhado – exceto a folha de dezembro, que foi escalonada, segundo o governador pelo fato de o governo anterior, de José Eliton, não ter deixado recursos para o cumprimento do pagamento.

Eliton também não vinha pagando o servidor dentro do mês trabalhado.  Apenas servidores com salário até R$ 3,5 mil recebiam até o último dia útil de cada mês. O restante, recebia no dia 10 subsequente. Isso representava, segundo a Secretaria da Fazenda na época, 70% de todo o funcionalismo. A partir de novembro, porém, nem essa data foi cumprida e, em dezembro, a folha não foi paga.

A decisão de excluir os inativos dos pagamentos realizados esta semana causou revolta de entidades que representam os servidores. O presidente do Sindpúblico, Nylo Sérgio Nogueira, se disse indignado. “Os inativos foram esqueidos, não bastasse o atraso do salário de dezembro”, afirmou ao Jornal Opção. Na sexta-feira, 2, representantes dos militares estiveram com Caiado. “Os inativos são os que mais sofrem, pois usam os vencimentos para comprar remédios por enfermidades adquiridas no exercício da profissão”, disse o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assego), Luís Cláudio Coelho. Já as entidades representativas da Polícia Civil emitiram nota de repúdio em que exigem tratamento equânime para todos os profissionais, ativos ou inativos. “Esse e qualquer tipo de diferenciação salarial afrontam, gravemente, os princípios de isonomia e dignidade da pessoa humana”, diz a nota, assinada conjuntamente por cinco entidades.

Em contato com o Jornal Opção na manhã desse sábado, 2, a secretária da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, afirmou que a folha será quitada integralmente até o próximo dia 10. “Conforte reiteramos diversas vezes, pagaremos os salários dos devidos meses até o dia 10 de cada mês subsequente. Neste mês, alcançamos todos os ativos do Executivo no último dia útil. Até o dia 10, todos serão devidamente pagos, dando preferência aos inativos”, disse.

Exoneração será definitiva para ao menos 900 dos 3,1 mil comissionados que perderam o vínculo com o Estado

Corte linear de 30% será aplicado em todas as secretarias. Algumas pastas já começaram a elaborar listas para novas nomeações

Projeto que cria Compliance Público nos órgãos do Executivo é enviado à Assembleia

Proposta do Governo Estadual determina que entidades deverão identificar e reportar desvios de conduta, irregularidades e a prática de ilícitos 

José Eliton destaca boa relação com órgãos de fiscalização

Governador José Eliton recebeu conselheiros dos Tribunais de Contas do Município e Estado e destacou relação produtiva com os órgãos

Bolsonaro anuncia deputado do DEM para Ministério da Saúde

Luiz Henrique Mandetta será o segundo representante do DEM de Mato Grosso do Sul no ministério do presidente eleito 

Projeto de convalidação de incentivos fiscais é enviado para apreciação da Alego

O governador José Eliton propôs a manutenção dos benefícios já concedidos por meio do ICMS

Zé Eliton apresenta propostas para micro e pequenos empresários em Goiás

Em reunião com Fórum Empresarial, governadoriável anunciou propostas que interessam ao setor

Pesquisa mostra vitória de Mauro Carlesse no primeiro turno no Tocantins

Na pesquisa estimulada, atual governador aparece com 44% da preferência do eleitorado, o que representa 54% dos votos válidos

Saúde: Daniel Vilela diz que pretende manter Organizações Sociais em Goiás

Candidato do MDB defendeu modelo implementado pelo ex-governador Maconi Perillo (PSDB)

Gyovana Carneiro é convidada para superintendência de Cultura

Convite foi feito pelo secretário Flávio Peixoto para o cargo técnico diante do trabalho já realizado por ela no Estado; ela é professora da Escola de Músicas e Artes Cênicas (Emac) da UFG desde 1996

Em Cristalina, José Eliton entrega benefícios e inaugura obras

Na ocasião, governador disse que solidariedade o emociona e lamentou "insensibilidade" daqueles que criticam os programas sociais

Francisco Jr. diz que possível aliança entre José Eliton e Daniel Vilela é positiva para Goiás

Em entrevista à rádio Sagres 730, Maguito Vilela declarou nesta sexta-feira (27/4) que MDB tem de dialogar sobre composição com o PSDB em Goiás

TRE do Tocantins define regras para eleição suplementar

Corte ainda não definiu quem pode ou não participar do pleito

Frejat defende união da oposição contra Rollemberg

A primeira medida a ser adotada pelo ex-deputado Jofran Frejat (PR), em caso de vitória nas urnas em outubro, será extinguir a Agefis e transferir o poder de fiscalização para as administrações regionais. O ex-secretário de Saúde disse que tem o apoio de seu partido e disposição para concorrer ao Palácio do Buriti em outubro. Ele disse ainda que cumpre um acordo, firmado com políticos de diferentes partidos, de que o nome com maior aprovação em pesquisas de opinião, será o cabeça de chapa. Mas essa posição não tem sido respeitada por outros pré-candidatos. O compromisso foi fechado com os deputados Izalci Lucas (PSDB) e Alberto Fraga (DEM), com os ex-distritais Alírio Neto (PTB) e Eliana Pedrosa (Podemos), com os ex-vices-governadores Paulo Octávio (PP) e Tadeu Filippelli (MDB).

Em busca do voto do servidor público

Partidos fazem movimentos de aproximação com as categorias locais e nacionais. A União emprega 350 mil servidores, enquanto o governo do Distrito Federal trabalha com 250 mil. Devido ao alto grau de instrução destes trabalhadores, a conquista do voto é penosa. A rejeição de sindicatos e associações é extremamente nociva para campanhas majoritárias. Para ter chance de vitória, as chapas precisam, ao menos, da neutralidade do funcionalismo.