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The Economist diz que Aécio Neves “merece vencer” disputa presidencial

Para Dilma Rousseff, reportagem da revista britânica trata-se de uma “manifestação do sistema financeiro internacional”

Quatro goianos podem assumir cargos de governador no Brasil

São eles os peemedebistas Marcelo Miranda, eleito no Tocantins, e Confúcio Mouro, que disputa o segundo turno em Rondônia, somados ao vencedor de Goiás

Lista: deputados eleitos por Goiás

Com algumas surpresas, as eleições para o Legislativo de Goiás apresentou certa renovação neste ano

Vitória de Marconi este ano zera processo estadual

Possível vitória do governador este ano abriria um leque de possibilidades políticas no Estado em 2018 [caption id="attachment_17777" align="alignright" width="620"]conexao.qxd Daniel Vilela, Vanderlan Cardoso, José Eliton, Ronaldo Caiado e Júnior Friboi: nomes que já despontam para a disputa de 2018 pelo governo estadual[/caption] No último domingo deste mês, dia 26, os goianos vão voltar às urnas para escolher entre Marconi Perillo e Iris Rezende. A se julgar por tudo o que aconteceu até aqui nas campanhas, e levando especialmente em conta a enorme diferença nas votações recebidas pelos dois candidatos no primeiro turno, Marconi é favorito absoluto para bisar seu mandato, o que o colocará imediatamente fora do processo eleitoral de 2018 diretamente. Ao contrário, caso Iris consiga a proeza muito pouco provável, de virar a eleição neste segundo turno, o próximo jogo sucessório poderá contar com todas as forças políticas atualmente envolvidas, inclusive com a participação palaciana de Iris. Esse quadro, embora óbvio, está sendo levado em conta atualmente pelos principais personagens da política estadual. Iris tem o histórico de sempre recorrer a candidatos inusitados quando não concorre à reeleição. Em 1994, por exemplo, o favorito interno do PMDB era o então deputado federal Naphtali Alves. Ele era o preferido da esmagadora maioria dos prefeitos e vereadores do partido, mas Iris fez impor o seu desejo pessoal e indicou o então vice-governador Maguito Vilela à sua própria sucessão. Mais recentemente, em 2010, quando disputou a reeleição como prefeito de Goiânia, o líder peemedebista influenciou internamente até o PT no processo de escolha de seu vice, selando a aliança entre os dois partidos com a indicação de Paulo Garcia. Essa opção de Iris em 2010 ficou ainda mais evidente na eleição municipal de 2012, quando Iris aniquilou politicamente o diretório metropolitano do PMDB, que pregava candidatura própria, e assegurou apoio à reeleição de seu aliado petista Paulo Garcia. Essa característica de Iris, de apoiar candidatos à sua sucessão ligados pessoalmente a ele, significa que seria fortíssima a possibilidade de, no caso de uma vitória neste segundo turno, a fórmula ser repetida, caso não fosse ele próprio candidato à reeleição. É assim que ele sempre agiu em suas articulações políticas. É seu modus operandi. Na outra trincheira está Marco­ni Perillo. Suas ações apontam exatamente na direção oposta à estratégia de Iris. Em 2006, quando terminou seu segundo mandato de governador e disputou a única vaga para o Senado que estava em jogo naquele ano, era clara a sua preferência pessoal por uma candidatura do PSDB, especialmente de alguns nomes ligados diretamente a ele, como Giuseppe Vecci ou o golden boy José Paulo Loureiro. Mas a manifestação de que o vice-governador Alcides Rodrigues também desejava se candidatar mudou o jogo completamente. Marconi recuou e passou a apoiar a pretensão de Alcides. Antes disso, nos processos de escolha dos candidatos a prefeito de Goiânia dentro da base aliada comandada por ele, Marconi jamais impôs o seu candidato. Em 2000, ele trabalhava de comum acordo com o então prefeito Nion Albernaz, que não quis disputar a reeleição. A então deputada federal e hoje senadora Lúcia Vânia não era o nome preferido por Nion, mas acabou sendo ungida graças ao trabalho de pacificação realizado por Marconi com a ala nionista. Em 2004, os nomes do Palácio das Esmeraldas para a Prefeitura de Goiânia eram o do ex-peemedebista Barbosa Neto e Jovair Arantes, do PTB. Não deu nem um nem outro. Marconi, para compor a chapa aliada majoritária, acabou aceitando e apoiando Sandes Júnior, do PP. Essa diferença de atuação política entre Marconi e Iris também está em jogo neste segundo turno. Das urnas deste ano já saíram nomes bastante expressivos para o mercado especulativo da sucessão de 2018, como o deputado federal Daniel Vilela, a grande estrela peemedebista e ainda em ascensão, o senador eleito Ronaldo Caiado e Júnior Friboi, que jamais esconderam seus sonhos de governar o Estado. Além desses, 2018 também poderá ver novamente na disputa Antônio Gomide, do PT, que mesmo derrotado permanece na crista da onda estadual petista, e Vanderlan Cardoso. A reeleição de Marconi neste segundo turno, que tem todos os ingredientes para se concretizar, evidencia essa clara tendência de abrir o leque de opções para 2018, incluindo também o vice-governador José Eliton. Com Iris, o jogo da sucessão não teria esses contornos evidenciados, inclusive porque não estaria previamente descartada a sua própria possibilidade de reeleição. Além, é claro, de significar maiores e imediatas dificuldades para uma candidatura inserida no grupo Vilela, leia-se Daniel. Tudo o que se coloca nesta Conexão exerce natural influência na composição de alianças neste segundo turno. Pode-se alegar que os processos sucessórios atual e futuro são composições distantes um do outro, mas não é exatamente dessa forma que o mundo político se comporta. As bases das futuras disputas são montadas com antecedência, e é isso também que está em jogo este ano. E é exatamente dessa forma que se percebe e entende melhor as negociações e acordos feitos agora. Para além das aparências e posicionamentos políticos assumidos para o grande público, uma renhida luta por situações futuras também está em curso neste segundo turno.

Ao receber apoio do PSC, Marconi Perillo diz que os adversários utilizam “os piores expedientes durante o período eleitoral”

Na sede do partido, o tucano foi ovacionado pelos presentes, ainda que nem todos os integrantes da sigla se sintam confortáveis com a declaração de apoio

Wladmir Garcêz desmente acusações da campanha de Iris e diz que conversa gravada era com Jaime Ferreira

Nota de esclarecimento 1 - Em resposta às solicitações de esclarecimento e pedidos de entrevistas que me foram endereçados; após a veiculação no programa eleitoral de televisão do candidato Iris Rezende do PMDB, a cerca de possível diálogo a respeito de pesquisas, é necessário e oportuno, em consideração à minha família, meus amigos e como resgate da verdade dos fatos que os seguintes esclarecimentos sejam feitos: 2 – Jamais, em tempo algum houve aquele diálogo com o Sr. Jayme Rincón, tampouco é verdade, como tenta induzir a falsa matéria do programa do candidato Iris Rezende, que de forma torpe, leviana e mentirosa confunde o cidadão goiano, pois, este diálogo jamais ocorreu a respeito de pesquisas eleitorais; 3 – De forma maldosa o Sr. Iris Rezende tenta iludir pessoas de boa fé, mesmo em posse de gravações cuja legalidade não fora reconhecida, fato que ele conhece muito bem, pois, a data daquele diálogo, que envolve na realidade o Sr. Jaime Ferreira, ocorrera no mês de dezembro de 2011. 4 – Na verdade trata-se de um diálogo, com o dito Sr. Jaime Ferreira, que na ocasião disse-me que queria contratar uma pesquisa de mercado, para avaliar um projeto de seu interesse. Projeto este que anteriormente havia sido autorizado pelo Sr. Iris Rezende, sem inclusive a observância do que prevê a lei de licitações, ou seja: se mal feito havia, este estava seno tramado pelo candidato Iris Rezende ou por seus prepostos. 5 – Feitos estes esclarecimentos, coloco-me a disposição das autoridades competentes, para em acareação e perícia de voz confrontar a realidade dos fatos com o Sr. Jaime Ferreira, que bem sabe o candidato Iris Rezende, vez que o mesmo é seu amigo, é o meu interlocutor naquela gravação. 6 – Concluo finalmente, com a intenção de não mais voltar a este assunto, que procurei judicialmente os meios legais para fazer com que a agressão gratuita e leviana que me foi direcionada por este Senhor seja reparada. Seguirei meu caminho em paz de espírito e mente, tendo ao meu lado a verdade dos fatos, que buscarei sempre com todas as minhas forças, em respeito e consideração à minha família e aos meus verdadeiros amigos. Wladmir Garcêz

“Estou entre os indecisos”, diz Vanderlan Cardoso sobre o segundo turno ao governo estadual

Terceiro colocado na disputa ao governo, o pessebista afirmou em entrevista coletiva que não vai votar branco ou nulo, concedento seu voto a um dos candidatos restantes: Marconi Perillo (PSDB) ou Iris Rezende (PMDB). “Vamos ver como vai ser a campanha”

Primeira pesquisa do segundo turno: Aécio com 54% e Dilma com 46%

Os levantamento foi feito pelo instituto Paraná e divulgado na última quarta-feira (8/10)

PSB de Marina Silva decide por apoio a Aécio Neves no segundo turno

Em deliberação da executiva, foram 15 votos em favor do apoio ao PSDB, seis pela neutralidade, e um em prol do apoio a Dilma Rousseff (PT)

Marina diz, em nota, que eleições refletiram insatisfação dos brasileiros

Ainda sem definir qual será o posicionamento no segundo turno das eleições presidenciais, a ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva, disse, em nota hoje (7) que os resultados das eleições refletiram a insatisfação dos brasileiros com as atuais condições do país. Marina lembrou que os partidos da coligação Unidos pelo Brasil vão se reunir amanhã, em Brasília, para discutir os critérios que irão balizar a escolha do grupo. De acordo com a ambientalista, o anúncio sobre possíveis apoios será feito apenas na quinta-feira (9), depois que as lideranças dos partidos aliados conseguirem costurar um entendimento sobre o que fazer em relação à disputa pelo Executivo. Marina Silva ainda disse ainda que respeita as opiniões isoladas de cada partido, dirigentes e líderes, mas ressaltou que essas posições “não refletem em nenhuma hipótese” a sua opinião. Antes do encontro com os partidos da coligação, a ex-candidata explicou que ainda terá de definir com integrantes da Rede Sustentabilidade qual deve ser a orientação nessa nova fase do processo eleitoral.

Marconi Perillo e Iris Rezende no segundo turno novamente

Com 94% dos votos apurados, o resultado já está sacramentado

José Antônio Reguffe é o senador eleito pelo Distrito Federal

Com larga vantagem, José Antônio Reguffe (PDT) é o senador eleito pelo Distrito Federal. Com 91% das urnas apuradas, ele tem 58% dos votos. Em seguida, aparecem Geraldo Magela (PT), com 18.72%; Gim Argello, quase empatado, com 18,62%; Sandra Quezado (PSDB), com 2,68%; Aldemario (Psol), com 1,47%. Os demais candidatos não somaram 1%.

Com 39,10% das urnas apuradas, Delegado Waldir em primeiro para federal e Paulo Cezar para estadual

Com cerca de 39,10% das urnas apuradas no Estado de Goiás, alguns nomes já despontam como possíveis novos deputados federais e estaduais. Nas primeira colocação para a vaga de deputado federal está o Delegado Waldir (PSDB) com 82.306 votos. Em segundo lugar está Flavia Morais (PDT), Daniel Vilela (PMDB), Giuseppe Vecci (PSDB) e Heuler Cruvinel (PSD). Para deputado estadual em primeiro lugar está Paulo Cezar Martins (PMDB). Logo em seguida, estão os candidatos Henrique Arantes (PTB), Iso Moreira (PSDB), José Vitti (PSDB) e Mané de Oliveira (PSDB)

Marconi Perillo vota em Palmeiras de Goiás

[caption id="attachment_17140" align="alignleft" width="620"]Palmeiras-GO - Eleições 2014 - Foto. Lailson Damasio (4) Foto: Lailson Damásio[/caption] O governador de Goiás e candidato à reeleição, Marconi Perillo (PSDB), já registrou seu voto na manhã deste domingo (5/10). O tucano votou em Palmeiras de Goiás, no Colégio da Polícia Militar, por volta das 8h. Ao final da manhã Marconi deve ir à cidade de Pirenópolis, onde sua esposa, Valéria Perillo, vota. Otimista, o governador falou sobre críticas contra ele, dizendo que respondeu a todas com argumentos concretos. "Os ataques vieram de todos os lados, mas temos um trabalho de qualidade para mostrar”, afirmou. Marconi ressaltou a importância do processo eleitoral. “Hoje, a população brasileira é soberana. É ela quem decide os rumos do nosso país de forma democrática e sinto-me honrado por fazer parte da história política do Brasil”, sustentou. Fazendo uma avaliação positiva de sua campanha eleitoral, o tucano afirma percebeu uma aprovação por parte dos eleitores. “Por onde passamos, temos recebido manifestações de apoio do povo goiano, que está cansado daquela velha política, onde candidatos só estão preocupados em atacar e caluniar seus adversários”, disse. Marconi afirmou que, apesar de liderar todas as pesquisas de intenção de voto, não está preocupado em vencer as eleições no primeiro turno. “Se for a vontade da população, fico muito feliz. Mas reitero que estou pronto para começar a campanha rumo ao segundo turno amanhã mesmo”, concluiu. Na noite do último sábado (4), duas pesquisas foram divulgadas: a Serpes e Ipobe. A primeira, encomendada pelo jornal O Popular, mostrou o tucano com 45,1%, Iris Rezende, seu maior adversário, com 23%; o ex-prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso (PSB), com 12,4%; Antônio Gomide apareceu com 6,6%; enquanto os candidatos nanicos, Marta Jane, Weslei Garcia e Alexandre Magalhães somavam 0,6%. Já a pesquisa do Ipobe apontou a possibilidade do segundo turno, sendo que Marconi apareceu na liderança com 41%, seguido por Iris com 26%. Em seguida, Vanderlan aparece com 13% e Antônio Gomide, 6%. Os demais candidatos não pontuaram. Considerando apenas os votos válidos, Marconi teria 47% das intenções, Iris com 30%, Vanderlan com 15% e Gomide, 7%. Nesse cenário, o Ibope aponta para a decisão em segundo turno, já que para encerrar ainda na primeira etapa é necessário que um dos candidatos tenha 50% dos votos, mais um. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Marconi estava acompanhado pela primeira-dama, Valéria Perillo; pelo pai, Marconi Ferreira Perillo; pelo prefeito Alberane Marques (PSDB); além de dezenas de lideranças políticas da cidade. *Matéria atualizada às 13h53

Datafolha: Dilma fica com 44% dos votos válidos, Aécio, 26% e Marina, 24%

Pesquisa Datafolha divulgada hoje (4) mostra a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), com 44% das intenções de voto, seguida por Aécio Neves (PSDB), com 26% e Marina Silva (PSB), com 24%. A distribuição das porcentagens exclui os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declararam indecisos, seguindo o padrão usado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para divulgação do resultado oficial das eleições. O candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto para vencer em primeiro turno. Pelo último levantamento, divulgado ontem (2), a candidata do PT tinha 40% das intenções de votos, Marina Silva, 24% e Aécio Neves, 21%. Marina e Aécio estariam tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Incluindo os votos brancos, nulos e de brasileiros que ainda estão indecisos, Dilma ficaria com 40%, Aécio, 24% e Marina 22%. Os votos brancos e nulos somam 4% dos entrevistados e 5% não souberam ou não responderam. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e ainda indica 1% das intenções de voto para Pastor Everaldo (PSC), 1% para Luciana Genro (PSOL) e também 1% para Eduardo Jorge (PV). Zé Maria (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não atingiram, individualmente, 1% das intenções de voto. Somados, eles têm 1%. Em uma simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a petista teria 49% das intenções de voto contra 39% dos votos totais para Marina. No segundo turno entre Dilma e Aécio, a candidata à reeleição aparece com 48% e Aécio com 42%. O Datafolha ouviu 18.116 eleitores nos dias 3 e 4 de outubro. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01037/2014.