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O eleitor goianiense e de outras 56 cidades voltará às urnas no próximo dia 29
Nas eleições municipais deste ano, Goiânia e outras 56 cidades com mais de 200 mil habitantes terão disputa para prefeito no segundo turno, marcado para 29 de novembro. A campanha nessas localidades já recomeça nesta segunda-feira (16).
Conforme o calendário eleitoral, os candidatos que disputam o segundo turno já podem realizar comícios, distribuir material gráfico e utilizar alto-falantes para fazer campanha a partir das 17h de hoje, 24 horas após o fechamento das urnas do primeiro turno (sempre no horário local).
Vale lembrar que a Constituição prevê segundo turno, apenas para as cidades que possuem acima de 200 mil habitantes.
Nenhum dos candidatos que disputam o segundo turno pode ser detido ou preso a partir desta segunda-feira até a votação, salvo no caso de flagrante delito, conforme previsto pelo Código Eleitoral.
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Deputado vê como certa candidatura de Francisco Jr em Goiânia, mas evita falar em nomes no interior
O deputado estadual Wilde Cambão (PSD) diz que no Entorno de Brasília há um movimento para montagem de diretórios visando as eleições municipais de 2020. Ele diz que está pensando em seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no entanto, deve conversar com o presidente estadual do partido, Vilmar Rocha.
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Wilde Cambão, deputado estadual pelo PSD | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Ele vê como praticamente certa a candidatura de Francisco Jr para a Prefeitura de Goiânia. E Vilmar já articula nomes do PSD principalmente na região do Entorno. O partido ainda avalia internamente onde irá lançar candidato próprio e onde irá apoiar um nome considerado mais forte.
“No Entorno há um trabalho de montar diretórios, para buscar entendimento para pensar as eleições. Em primeiro momento estou pensando no meu mandato, que é o primeiro. Ainda é muito cedo, vamos tratar mesmo deste assunto no ano que vem”, tergiversa.
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Deputada Luana Ribeiro, atual presidente da Assembleia Legislativa | Foto: Reprodução[/caption]
Os deputados estaduais têm dito, constantemente, que ainda não é hora de falar em disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, mas o fato é que, nos corredores do parlamento, o corre-corre pelos votos e pelo apoio é constante.
A deputada Luana Ribeiro (PSDB) é naturalmente candidatíssima à reeleição. Contudo, seu mandato sofreu algumas intempéries, como falta de recursos financeiros para implementar ações pontuais e estratégicas. Também pecou pelo fato de ser uma gestão “quebrada”, uma vez que assumiu de forma “tampão”, em razão da ascensão de Mauro Carlesse ao governo do Estado do Tocantins.
O MDB, maior bancada com cinco deputados, já marcou território: quer Nilton Franco como presidente. Neste caso, o quinteto — Valdemar Junior, Jair Farias, Elenil da Penha, Jorge Frederico e o próprio Franco — votaria em peso, faltando apenas mais oito votos. Ocorre que Nilton Franco tem uma imagem pra lá de desgastada junto ao parlamento, face às ocorrências judiciais — houve até mesmo condenação criminal em segunda instância.
É muito complicado angariar os votos restantes. Além disso, em que pese Franco possuir boa formação e exercer o cargo de auditor fiscal, não é falante ou eloquente como deveria. É do tipo “entra mudo e sai calado”. Sem o perfil, portanto, para a presidência. Entretanto, isso não o impede de assumir o cargo. Que o diga Mauro Carlesse, muito mais “boca de siri” que o próprio Franco, mas que assumiu a presidência da Assembleia e, posteriormente, o Palácio Araguaia.
Por falar em Carlesse, o seu pupilo e natural candidato, Olyntho Neto (PSDB), ao que parece, entrou em uma “moita de arranha gato”. Quanto mais ele tenta sair, mais entra. O escândalo do lixo hospitalar de Araguaína, que resultou na prisão do seu pai e do seu irmão, além da apreensão de uma bolada na ordem de meio milhão de reais em plena campanha eleitoral, manchou seu currículo e sua carreira política. O deputado entregou, inclusive, a liderança do governo na Assembleia em razão do irremediável desgaste.
O governador não teve outra alternativa. Aceitou a renúncia, mas perdeu seu referencial no parlamento. O Palácio indica que fechará com o portuense Toinho Andrade (PHS), mas não se vislumbra que esse candidato tenha forças ou fôlego para disputa, uma vez que é personalidade que figura no rol do baixo clero da Assembleia Legislativa.
Além disso, aliado por aliado, Carlesse já tem a atual presidente, Luana, que era sua vice e participa — ativamente — do governo, com indicações, inclusive, de cargos do primeiro escalão.
O último pretendente é Vilmar Oliveira (SD). Há muito tempo o deputado estadual externa seu desejo de comandar a casa legislativa e garante ter votos suficientes para se eleger. Ele se adiantou em lançar a pretensão porque há uma espécie de “fogo amigo” dentro do seu próprio partido: Léo Barbosa, deputado estadual eleito.
Ambos são muito alinhados com o Palácio Araguaia e, num inesperado “zás-trás”, essas compatibilidades políticas poderiam frustrar seus planos. Paradoxalmente, o reverso também pode ocorrer. Exatamente por ser o presidente do Solidariedade, ex-partido do vice-governador, Wanderlei Barbosa, Vilmar pode obter o apoio do governador e seus aliados, com a consequente renúncia de outros pré-candidatos.
A não ser que surja uma quinta via, a disputa se concentrará entre estes postulantes e, caso não haja nenhuma surpresa, a chance de Vilmar Oliveira presidir o parlamento no próximo biênio é alta.

