Chapa candidata a reeleição, liderada pelo advogado Manoel de Oliveira Mota, ex-deputado estadual pelo MDB nos anos 80 recebeu apenas 8 votos

Imagens das dependências do clube | Foto: Lorena Teixeira

Às vésperas do fim de 2018, que quase pôs fim ao prédio do Jóquei Clube de Goiás em um processo de venda impedido, a direção do local mudou. A eleição para presidência da entidade, que aconteceu neste domingo, 30, tirou da liderança o atual presidente o advogado Manoel de Oliveira Mota e elegeu a chapa de oposição chamada de “Operação Fênix”, liderada pela produtora Iwana Nápoli.

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Foram 170 votos. 161 para a chapa “Operação Fênix”, um voto nulo e 8 votos para a chapa “O Jóquei é dos joqueanos”, de Manoel.

A disputada pode ter colocado, por enquanto, um ponto final na possibilidade de venda do Jóquei, que era defendida pela atual direção, mas é contestada pela chapa vitoriosa. Apesar disso, o local segue com uma dívida que chega a R$ 42 milhões.

Vale lembrar que, mesmo que ambas chapas tivessem ideias bilaterais sobre a venda da área, seus representantes afirmaram que defendem a “salvação” do clube. Manoel de Oliveira Mota, por exemplo, diz que a venda do local pagaria dívidas e poderia favorecer, ainda, a construção de um novo Jóquei.

Já a vencedora, Iwana, declarou que irá identificar a situação real do local e depois se posicionar à imprensa. “Agora nós vamos aguardar a posse, que deverá ser dada pelo sr. Mauricio Roriz, presidente do conselho deliberativo e, em seguida, vamos buscar as documentações para entendermos como serão feitas as primeiras negociações.
Já existem algumas propostas interessantes e vamos nos inteirar da real situação para aí darmos os primeiros passos para a recuperação do Jóquei Clube”, frisou.