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Associação de Bares e Restaurantes pediu mudança na data para que não coincidisse com Encontro de Motociclistas na cidade de Goiás
Quinto encontro da série de oficinas de escrita criativa da UBE-GO acontece no próximo sábado, 28, e irá debater sobre quais são as contradições da literatura contemporânea A União Brasileira dos Escritores (UBE) — Seção Goiás está promovendo uma série de oficinas de escrita criativa. No último sábado, 21, a UBE recebeu de casa cheia o escritor e jornalista Edson Aran, que falou sobre a relação da literatura com o momento atual e, sobretudo, a respeito das novas plataformas e formas de se fazer literatura atualmente. E, no próximo sábado, 28, acontece a quinta oficina desta segunda edição da série. A convidada é a escritora, tradutora e professora Fal Azevedo, cuja oficina tem o instigante título “As contradições da literatura contemporânea”, tema que promete render boas discussões. Ela diz que a literatura atual é contraditória em dois sentidos principais: em relação a outras épocas e também entre si. “E tanto o escritor quanto o leitor têm que lidar com essas contradições”, afirma. Um exemplo claro dessas contradições da literatura contemporânea, segundo ela, é que “nunca foi tão fácil produzir literatura. Temos mais tecnologia, mas também temos mais pessoas lendo. Por outro lado, nunca foi tão difícil conseguir leitores. Como temos muita gente escrevendo, para convencer alguém a ler os seus textos, é necessário muito apelo.” Para ela, ser contemporâneo é se deslocar de sua época para, assim, entendê-la melhor. “O deslocamento do tempo no qual vivemos nos torna não apenas contemporâneos, mas também conscientes. Verificar as fontes de nossa época torna o trabalho do escritor mais interessante e consciente. Pensar nossa relação com a história é essencial para a literatura atual”, relata. A oficina de Fal Azevedo acontece no sábado, 28 de maio, das 9h às 12h e das 14h às 17h. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site www.ubeoficinas.com.br. O local: a sede da UBE-GO, localizada na Rua 21 nº 262, no Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia. Serviço: Oficina de Escrita Criativa Data: 28 de maio de 2016 Local: União Brasileira dos Escritores – Seção Goiás | Rua 21 nº 262, no Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia Horário: 9h às 12h e 14h às 17h
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Capa da última edição do caderno Opção Cultural | Divulgação[/caption]
Em comemoração aos 30 anos da entidade, a Prefeitura realiza uma solenidade em valorização às pessoas ligadas à Cultura
Por meio da secretaria municipal de Cultura e Conselho Municipal de Cultura, a Prefeitura de Goiânia realiza, na segunda-feira, 30 de maio, a solenidade de comemoração dos 30 Anos do Conselho Municipal de Cultura. Na ocasião, será entregue a Medalha e Diploma de Honra ao Mérito Cultural a importantes pessoas, que fizeram e fazem parte da história do Conselho. O Jornal Opção é um dos homenageados por sua ação e, assim, será agraciado com o Certificado de Honra ao Mérito Cultural. O evento acontece no Centro Cultural Martim Cererê, às 19h.
Período de inscrições para a 2ª edição do Festival de Documentário Brasileiro encerra no dia 1º de abril [gallery size="full" type="slideshow" ids="61929,61930,61931,61932,61933,61934,61935"] [relacionadas artigos = "58094"] A fim de discutir, conhecer, dialogar e impulsionar o documentário desenvolvido em todas as regiões do Brasil, o Festival de Documentário Brasileiro PirenópolisDoc promove de 3 a 07 de agosto a sua segunda edição. Realizado em Pirenópolis, cidade histórica de Goiás, a mostra reúne produções documentais de todo o país. O festival tem produção da Violeta Filmes e Maricota Produções. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 1º de abril, através do site www.pirenopolisdoc.com.br. Podem ser inscritos filmes e vídeos documentários realizados no Brasil ou em coprodução entre Brasil e outros países, finalizados a partir de janeiro de 2015. O PirenópolisDoc abarca duas categorias em seu processo de seleção: competição de documentários de longa ou média-metragem (a partir de 31min) e competição de documentários de curta-metragem (até 30min). São permitidas temáticas e formatos variados. A proposta é estimular o pensamento crítico e gerar discussões sobre o gênero cinematográfico. Além da exibição dos filmes, o evento promove debates, bate-papos e cursos. “A ideia é que o festival faça um mapeamento desta produção. Descobrir onde estão os filmes sobre diversos temas que tratam da realidade brasileira através do recurso audiovisual”, diz a coordenadora do Festival, Fabiana Assis. Em sua primeira edição, em 2015, o PirenópolisDoc exibiu mais de 30 filmes e realizou homenagens a grandes nomes do cinema, a exemplo do Vladimir Carvalho. Art Déco Considerado por muitos como um dos prédios mais bonitos de Pirenópolis, o Cine Pireneus se encontra na Rua Direita, próxima à Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário. O cinema foi construído em 1929, pelo padre Santiago Uchôa, em estilo neoclássico. Em 1936, ele sofreu uma reforma e sua fachada foi alterada ao estilo Art Decó. Hoje funciona para diferentes manifestações culturais. Serviço Pirenópolis.Doc Data: 03 a 07 de agosto Local: Cine Pireneus (Pirenópolis) Inscrições abertas até o dia 01 de abril www.pirenopolisdoc.com.br
11ª edição terá agenda de shows, competições esportivas e cardápio insipirado na culinária regional e internacional
Evento acontece em diferentes locais da cidade nos dias 14, 15 e 16 de março, com seis espetáculos gratuitos
Exposição de 17 artistas ocupa a partir do próximo sábado (13/2), o salão principal da Vila Cultural Cora Coralina
Professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e doutora em história, Janaína Oliveira aponta que Kbela rompeu essa lógica em 2015
O sábado do Canto 2015 mostrou que existe jazz, música popular, reggae e samba de qualidade em Goiás
Pirenópolis recebe seis atrações nesta quinta-feira. Marcus Biancardini, Diabo a Quatro, Fabiano Chagas Sexteto, Calango Nego, Môni-k e Cartola do Muçum sobem ao palco
José J. Veiga, Bernardo Élis, Eli Brasiliense e Carmo Bernardes serão lembrados em roda de conversa aberta ao público no Centro Cultural Oscar Niemeyer
Na tarde da sexta-feira, 20, a designer reitera a relação entre moda, cultura e economia criativa no ateliê Fê Palazzo [gallery type="slideshow" size="full" ids="51983,51984,51985"] “Meu jardim sobe pelas paredes de um apartamento. Muda com o tempo, tem vontade própria, algumas espécies secam, outras se multiplicam tanto que se arrastam pelo chão. Tentei controlá-lo, mas em vão... Ele realmente tem vontade própria”, escreve a designer Rosana Zarzur. Ela usa da imagem de um jardim em sua nova coleção. Juntos, moda, imaginário e poesia floreiam a primeira série de bolsas, inspiradas nos “jardins submersos” de diferentes mulheres. Em uma tarde aberta, o público pode ver o resultado do trabalho da designer, a coleção “Meu Jardim”, no ateliê Fê Palazzo. “Eu proponho às pessoas olharem e cuidarem do jardim que existe dentro delas. Plantar, colher, retirar as folhas secas e os sentimentos que as fazem mal”, conta. Segundo Rosana, as cores escolhidas representam o “Meu Jardim”; são elas o preto, vermelho, rosa-nude, azul-marinho, caramelo e dourado. Já os materiais para a criação da bolsa são couro píton, pelo bovino, camurça e metais inoxidáveis. “A coleção é um projeto que há tempos, desde quando me formei, tinha vontade de prosseguir. Agora ele já está palpável e pode ser conferido no lançamento”, expressa. A coleção convida diferentes pessoas para conhecerem um pouco mais do que é produzido em Goiás, num ambiente de aproximação. “As pessoas precisam saber que há uma opção a mais do que shoppings centers. Existe uma efervescente e criativa produção no Estado.” Serviço Coleção Rosana Zarzur: Meu Jardim Data: 20 de novembro Horário: 15h às 19h Local: Fê Palazzo Entrada franca
Espaço oferece apresentações na Série Música e Todas as Artes entre terça e sexta-feira, na Praça Universitária. Ingressos são gratuitos ou custam até R$ 20 a inteira
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Em exposição até 22 de outubro na Fnac do shopping Flamboyant, “Imersa” fala de mulheres delicadas, singelas, doces e destemidas
Através de diferentes olhares sobre os sentimentos e o universo feminino, a artista plástica Fabiana Queiroga promove a exposição “Imersa”, com obras inéditas produzidas nos últimos meses. Trata-se de uma nova série exclusiva e limitada com doze peças que refletem uma nova fase no trabalho de Fabiana. A abertura da mostra acontece no dia 22 de setembro às 19h, na Fnac Goiânia, e fica até o dia 22 de outubro.
Com um traço fino e lúdico em diferentes formas visuais, a artista apresenta os mais variados retratos de um sensível universo feminino: meninas e mulheres delicadas, singelas, doces e destemidas. O que permeiam essas personagens são as formas que elas podem ser revistas, todas imersas em famosos frascos de perfumes personalizados pela própria Fabiana.
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Artista Plástica Fabiana Queiroga: "A memória nos remete a fatos e narrativas que se passaram. Ela consegue resgatar fragmentos cotidianos escondidos de nós mesmos” | Foto: Divulgação[/caption]
Numa delicada capacidade de transmitir diferentes sensações e sentidos, é possível sentir e trabalhar o aroma e o olfato, personalizados pelas figuras. “O feminino é algo que toca. Acho que o público pode perceber na exposição um universo imenso de mulheres distintas”, explica a artista, que reitera o diálogo com a nostalgia, a memória e a saudade. “A memória afetiva é algo forte em nossas vidas. A memória nos remete a fatos e narrativas que se passaram. Ela consegue resgatar fragmentos cotidianos escondidos de nós mesmos”, pontua.
Para a construção das obras, Fabiana, que transita entre as artes visuais, design e escultura, precisou experimentar as mais variadas formas artísticas. De acordo com ela, o processo criativo da série é um desdobramento da escultura imersa, onde a figura feminina emerge do mobiliário. “A criação aconteceu naturalmente, com as experimentações em aquarela, que inevitavelmente transmite essa leveza e este aspecto sensorial e translúcido”, pontua.
Serviço
Abertura da exposição “Imersa” de Fabiana Queiroga
Data: terça-feira, 22 de setembro
Horário: 19h
Local: Fnac Goiânia (Shopping Flamboyant)
Entrada Franca
[gallery type="slideshow" size="large" ids="46060,46061"] Após uma longa turnê na Europa, Herz mistura ritmos brasileiros e africanos com a improvisação de jazz “Aqui é o meu Lá”, com Ricardo Herz Trio, lembra o resfolego da sanfona, parece o ronco da rabeca, mas é violino. E da mais alta qualidade. Com a influência de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Egberto Gismonti, Jacob do Bandolim, entre outros, eles misturam ritmos brasileiros, africanos e o sentido de improvisação do jazz. O trio, formado por Herz, Pedro Ito (bateria e percussão) e MichiRuzitschka (violão 7 cordas), se apresenta no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG), na sexta-feira, 18. As composições são próprias e se dividem entre o repertório do disco “Aqui é o Meu Lá” com músicas ainda inéditas, que estarão no próximo disco do trio, “Torcendo a Terra”. Destacando-se por seu suingue, originalidade e energia, o trio acaba de chegar de uma turnê de 18 shows na França. Desde que lançou seu mais recente trabalho solo, o “Aqui é o meu Lá”, o grupo tem se apresentado nos principais teatros e festivais do Brasil e exterior, com uma contagiante presença de palco. Músico Graduado em violino erudito pela USP, sua sólida formação vem da renomada Berklee College of Music, nos Estados Unidos, e da Centre des Musiques Didier Lockwood, escola do violinista francês Didier Lockwood, uma lenda do violino jazz. Com Lockwood, Herz tocou nas principais capitais brasileiras durante as celebrações do Ano da França no Brasil. Após viver nove anos na França, o violinista levou sua música para os quatro cantos do mundo: tocou em Festivais na Malásia, no México, na Holanda, em clubes de Jazz na Rússia, em Israel, na Dinamarca e gravou com músicos de diversos países. De volta ao Brasil em 2010, Herz tem participado de muitos projetos e colaborado com músicos de todo o país. Em 2011, se apresentou como solista ao lado de Dominguinhos, abrindo a temporada anual da Orquestra Jazz Sinfônica no Auditório Ibirapuera. Formou um duo com o vibrafonista, multinstrumentista e compositor mineiro Antonio Loureiro (com quem acaba de lançar um CD) e foi selecionado no Rumos Música 2010-2012, do Itaú Cultural, onde nasceu mais um duo, dessa vez com o gaúcho Samuca do Acordeon. Com a camerata Cantilena Ensemble, tem tocado o repertório do seu disco infantil. Herz também tem dedicado parte de seu tempo no ensino e difusão do violino popular. Serviço “Aqui é o meu Lá” com Ricardo Herz Trio Data: sexta-feira, 18 de setembro Horário: 20h Local: Centro Cultural UFG Entrada Franca

