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Concurso Nacional
Inscrição para o Concurso dos Correios termina nesta segunda; veja detalhes

As inscrições devem ser feitas no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)

eleições 2024
Após fim do 2º turno, Goiás figura entre os 10 estados com o maior número de irregularidades eleitorais

Estado tem 93 violações em apuração pela Polícia Federal (PF). Os casos ocorreram entre 1º de janeiro de 2024 e 27 de agosto de 2024

política
Caiado rebate acusações de Gayer sobre operação da PF: “comunistazinho”

Governador questionou a credibilidade do deputado e pediu para que ele assumisse os próprios erros

educação
Redação do Enem revela a discrepância entre alunos da Rede Pública e da Rede Privada

O exame é uma das principais vias de acesso ao ensino superior público no país e, neste ano, será realizado nos dias 3 e 10 de novembro, com 4,3 milhões de inscritos confirmados

Faltou Dizer
As incoerências de discurso durante a cúpula do Brics

Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência da Cúpula do Brics com discurso em tom mais “moderado”, ao criticar a resposta militar de Israel contra o Hamas e o Hezbollah, destacando a importância de iniciar as negociações de paz, o chanceler Mauro Vieira, que está representando o Brasil na cúpula in loco, foi enfático, ao classificar a guerra como “punição coletiva” aos palestinos

Gustavo Gayer
Investigação
PF mira Gustavo Gayer por suspeita de desvio de verbas públicas 

Ação policial resulta em apreensão de R$ 72 mil na residência de assessor de Gayer

Política
Propaganda eleitoral e transporte de armamento e munição: saiba o que muda com a chegada do 2°turno

Legislação Eleitoral determina uma série de mudanças próximo da votação

Imprensa
Maria José Braga: secretária da Fenaj debate aumento da violência contra jornalistas

Jornalista classifica o atual momento como um retrocesso civilizatório, porque o debate público se tornou espaço de violência

SPVAT
Ronaldo Caiado garante que Goiás não cobrará novo DPVAT

Governador publicou um vídeo nas redes sociais criticando a volta do tributo: "medida absurda para engordar bolsos de apaniguados do poder"

Brasil
Atirador de Novo Hamburgo teve histórico de esquizofrenia e era CAC

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Chineses oferecem R$ 9 bilhões para transformar cidade brasileira em metrópole futurista, mas plano é cancelado

Proposta bilionária levantou suspeitas e irregularidades das autoridades brasileiras

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Aprenda como utilizar e impor limites na Inteligência Artificial das plataformas digitais

Lula e Dilma criticam fluxo financeiro desigual entre países ricos e emergentes | Foto: Ricardo Stuckert
Inclusão Econômica
Lula e Dilma defendem moeda comum para transações entre países do Brics

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso por videoconferência na cúpula dos Brics em Kazan, Rússia, nesta quarta-feira, 23, voltou a defender a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre os países do bloco. Lula destacou que o objetivo não é substituir as moedas nacionais, mas criar meios de pagamento alternativos que reflitam uma nova ordem financeira multipolar. O presidente participaria presencialmente do evento, mas cancelou a viagem após sofrer um sofrer uma queda e bater a nuca, onde precisou levar cinco pontos.

Durante seu discurso, Lula sublinhou a necessidade de mudanças estruturais no sistema financeiro global, argumentando que é preciso avançar na construção de mecanismos que garantam maior independência econômica para os países emergentes. “Agora é chegada a hora de avançar na criação de meios de pagamento alternativos para transações entre nossos países”, afirmou. Para ele, essa mudança seria fundamental para fortalecer a multipolaridade que o Brics defende no cenário mundial.

O papel de Dilma Rousseff no Novo Banco de Desenvolvimento (NDB)

Lula aproveitou seu discurso para elogiar a atuação de Dilma Rousseff à frente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como o Banco dos Brics. Ele destacou o papel da ex-presidente na expansão das linhas de crédito da instituição, que já financia quase 100 projetos, totalizando US$ 33 bilhões. Segundo Lula, o NDB é essencial para a infraestrutura necessária ao desenvolvimento das economias emergentes do grupo.

Dilma Rousseff também participou da cúpula e criticou o uso do dólar como moeda dominante no comércio internacional. Em seu discurso, ela acusou os Estados Unidos de utilizarem a moeda como uma ferramenta política, aplicando sanções que isolam empresas do Sul Global e favorecem a competitividade das companhias americanas. De acordo com Dilma, é urgente que o Brics desenvolva instrumentos financeiros que não dependam da moeda americana.

Segundo Dilma, a ordem mundial deve ser refletida também no sistema financeiro e não se pode deixar que a economia continue financiando o mundo desenvolvido de forma desequilibrada. Seu posicionamento reforçou o discurso de Lula, que apontou o fluxo financeiro desigual entre países ricos e emergentes, comparando-o a um "Plano Marshall às avessas".

O desafio da moeda comum

A proposta de uma moeda comum entre os países do Brics não é nova. Desde agosto do ano passado, os líderes do bloco discutem a possibilidade de criar um meio de pagamento unificado para facilitar o comércio entre seus membros e reduzir a dependência do dólar. Entretanto, até o momento, o debate não resultou em uma definição concreta. Lula, no entanto, reforçou que a discussão precisa avançar, especialmente diante das dificuldades econômicas que muitos dos países membros enfrentam no cenário global.

Expansão do Brics: novos membros reforçam o bloco

Outro ponto central da cúpula foi a aprovação do convite de 13 novos países ao Brics. Entre os possíveis novos integrantes estão Turquia, Indonésia, Argélia, Belarus, Cuba, Bolívia, Malásia, Uzbequistão, Cazaquistão, Tailândia, Vietnã, Nigéria e Uganda.

A presidência russa, que este ano tem a responsabilidade de coordenar o bloco, ficará responsável por convidar esses novos membros. Para Dilma Rousseff, essa expansão é uma das principais prioridades do NDB, que se posiciona como uma plataforma de cooperação entre os países do Sul Global. Ela afirma que a ampliação do grupo trará ainda mais relevância ao Brics no cenário internacional, fortalecendo sua capacidade de enfrentar desafios comuns, como a desigualdade financeira e o desenvolvimento sustentável.

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A informação que vem sendo amplamente divulgada nas redes sociais não procede