Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, morre aos 68 anos e deixa legado eterno no basquete
17 abril 2026 às 16h48

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O esporte brasileiro perdeu, nesta sexta-feira, 17, uma de suas maiores lendas. Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como o “Mão Santa”, morreu aos 68 anos em São Paulo, após sofrer um mal-estar. A causa da morte ainda não foi confirmada. O ex-jogador deixa uma legião de fãs e um longo legado na história do basquete.
Ele nasceu em Natal e construiu uma carreira de 25 temporadas como profissional, acumulando números impressionantes.
Ele é reconhecido como o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde olímpico com 1.093 pontos em cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos.
Sua atuação mais emblemática veio em Seul, em 1988, quando anotou 55 pontos contra a Espanha, estabelecendo um recorde em uma única partida olímpica.
Pela Seleção Brasileira, Oscar protagonizou momentos históricos. O mais marcante ocorreu nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando liderou a vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, impondo a primeira derrota dos norte-americanos em casa na competição.
Ao longo de sua trajetória com a camisa verde e amarela, acumulou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais entre 1977 e 1996, além de conquistar o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas.
Oscar Schmidt não foi apenas um jogador, mas um símbolo de dedicação e paixão pelo basquete. Sua habilidade de arremesso, que lhe rendeu o apelido de “Mão Santa”, inspirou gerações e consolidou sua imagem como um dos maiores atletas da história do esporte mundial.
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