As greves das universidades públicas já atingem 915 mil alunos do ensino superior, dentre as instituições com paralisações estão a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade estadual do Rio de Janeiro ( UERJ), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

A greve declarada mais recentemente é a dos técnicos-administrativos da USP que pedem um aumento salarial, principalmente, após o bônus de R$ 4,5 mil aprovado para os professsores. Dentre as exigências da categoria, está uma recomposição de R$1,6 mil no salário e o fim da compensação de horas por períodos de recesso. Alunos do campus Butantã aderiram ao movimento, pedem melhoras no Restaurante Universitário e reajuste nas bolsas.

Estudantes de outras unidades realizam reuniões em separado para decidir se irão aderir à paralisação. Hoje, se encontram no Instituto de Relações Internacionais, Farmácia, Biologia, ⁠Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e eEscola de Comunicações e Artes.

Já na universidade estadual carioca, a UERJ, a paralisação é dos professores e técnicos-administrativos, eles exigem readequação do salário, retorno dos triênios e outras quetões ligadas ao orçamento da instituição.

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