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Ex-governador esteve na Polícia Federal na tarde desta sexta-feira, 29, para esclarece pontos que envolvem seu nome na Operação Decantação
Segundo delegacia, dois atiradores e um motorista, participaram da morte de Paulo Eurípedes Caetano e Diego Lopes de Sousa

A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) apresentou, na tarde desta quinta-feira, 29, os suspeitos dos homicídios contra Paulo Eurípedes Caetano e Diego Lopes de Sousa, no setor Parque Oeste Industrial, em Goiânia, na concessionária Marelo Motores, no dia 18 de fevereiro. A ação, segundo a Polícia Civil, foi realizada por dois atiradores, Bruno Thiago L. Souza e Jack Nicholson, e um motorista, o adolescente G.C.A.
Uma das vítimas, Paulo Eurípedes, conhecido como "Marelo" e proprietário da concessionária, também era investigado por lavagem de dinheiro, oriundo de tráfico de drogas e crimes ligados à facção criminosa PCC. Diego Lopes era um amigo.
Motivação
Segundo informações da corporação, os acusados agiram mediante promessa de pagamento de R$ 1.500 e outros valores ainda a serem combinados. O veículo utilizado no crime, um Hyundai/HB20, cor branca, era roubado e foi queimado após o crime.
O automóvel foi abandonado em uma mata no setor Rosa dos Ventos, em Aparecida, conforme informações da PC. Lá, foi encontrado o cartão bancário do proprietário do carro.
Investigação
Após a prisão, Bruno confirmou participação no roubo do veículo e indicou o comparsa Jack Nicholson como o outro atirador. Nicholson, que teve o 3º mandato de prisão expedido, por sua vez, só disse ter participado da subtração do carro.
A investigação, que ainda prossegue, tenta individualizar os mandantes do homicídio.
"Queremos que quando mexer com uma cidade, mexa com todas", afirmou Romário Policarpo

Os presidentes de diversas Câmaras municipais da Região Metropolitana de Goiânia se reuniram, na tarde desta sexta-feira, 29, a fim de discutir melhorias do transporte coletivo e também o reajuste da tarifa. O líder do Legislativo da Capital, Romário Policarpo (Pros), foi quem organizou o encontro que, segundo ele, surgiu da ideia do presidente da Casa de Leis de Bonfinópolis, Éder Fernandes (PTB).
Éder reforçou que o encontro objetivou traçar uma pauta conjunta para que não haja o aumento sem melhorias na passagem do transporte coletivo, e que o governo do Estado não saia do consórcio. “O serviço é muito aquém do valor da passagem”, pontuou. O vereador também defendeu que cada município tenha uma vaga e poder de decisão na Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC) para discussão de aumento de passagem.
O parlamentar Lucas Kitão (PSL), que representa a Câmara de Goiânia na CDTC, concorda que a CDTC tenha que passar por uma reformulação, como foi idealizado pelo presidente e prefeito de Trindade, Jânio Darrot. “A melhor saída é um redimensionamento para aumentar a participação de representantes populares”, pontuou e complementou: “Deveria ser composta integralmente por prefeitos, representantes das câmaras municipais e de técnicos colaborando e auxiliando”.
Ele defendeu, ainda, que o governo colabore com o transporte e que pelo menos desonere os impostos relacionados, seja na compra de nova frota, isenção maior de ICMS no combustível, e outros pontos. “A demanda principal é que o governo pague as gratuidades e que as empresas cumpram com o que já foi acordado, que são as contrapartidas oriundas dos aumentos anteriores. Pela primeira vez, conseguimos barrar o aumento para primeiro discutir melhorias”, celebrou.
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Lucas Kitão também falou sobre a falta de transparência das empresas de transporte. Segundo ele, são elas que sugerem os cálculos e apresentam os valores para justificar o aumento. “O maior problema é que o aumento é contratual. Mas, como membros da CDTC, podemos exigir que sejam feitas melhorias, com o poder público auxiliando na construção de corredores exclusivos para ônibus, manutenção dos abrigos. Assim, exigiremos das empresas, prefeituras e governo do Estado”.
Questionado sobre quais são essas melhorias urgentes, o representante diz que seria a troca integral da frota e reforma dos terminais e abrigos. A primeira demanda é responsabilidade do Estado e das prefeituras, atualmente, e a segunda, exclusivamente dos municípios.
Assembleia
Sobre a exclusão da CDTC, por meio de projeto de Thiago Albernaz apresentado na Alego, Kitão disse que essa proposta beneficiaria as empresas. “Se não existir a CDTC e CMTC nós não teremos órgãos para fiscalizar as empresas”, explicou.
Romário Policarpo também falou sobre esse assunto. Segundo ele, esse encontro também pretende mostrar o posicionamento das Câmaras de Goiás à Assembleia Legislativa. “Não adianta eles votarem projetos de lei que vão contra o anseio da sociedade. O que o povo cobra, atualmente, é que poder público se posicione a favor da melhoria do transporte”, declarou.
Policarpo também afirmou que, além de pressionar e mostrar a indignação dos poderes legislativos municipais, esse encontro pode resultar no estudo de criação de leis em todas as cidades que compõe a região metropolitana. “Já que não vem da Assembleia, que as Câmaras façam de forma conjunta”, diz sobre leis iguais a serem apresentadas nas diversas Casas.

Problemas em comum
De acordo com Romário, os vereadores sofrem muito, pois pouco podem fazer nesse assunto do transporte público, mas são os mais cobrados. "Temos brigado de forma isolada, a ideia é fazer uma luta conjunta com todas as cidades da região metropolitana", convocou. "Queremos que, quando mexer com um município, mexa com todos".
Além disso, o vereador destacou que outros problemas também devem entrar na pauta conjunta. “Como segurança, coleta de lixo e outros assuntos”, exemplificou.
No encontro, estiveram presentes, além de Romário, Lucas Kitão e Éder, os presidentes de Câmara, Welington Leandro (Hidrolândia), Narita Borges (Nerópolis), Leandro Fião (Caturaí), Rafael Teixeira (Caldazinha), Sérgio Teixeira (PSDB), Lucimar Rodrigues (representando o presidente do parlamento de Santo Antônio de Goiás), Dirceu Roquini (Nova Veneza), Vinícius de Sousa (Aragoiânia), Reinaldo Alves (Senador Canedo) e outras autoridades.
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Existia a expectativa de que a folha vigente fosse quitada nesta sexta-feira, 29, dentro do mês

O governador Ronaldo Caiado (DEM) usou as redes sociais para informar que ao contrário da previsão inicial divulgada pelo Governo de Goiás, o pagamento do salário de março não será realizado nesta sexta-feira, 29.
“Hoje fechamos o pagamento de dezembro para 55% dos servidores. O plano inicial era pagar março hoje também. A Sec. de Economia refez a programação de pagamento. Próxima semana haverá mais fluxo de caixa e pagaremos toda a folha de março até o prazo estabelecido na lei: 10/04”, tuitou o governador.
O governo de Goiás não divulgou o cronograma dos próximos pagamentos do parcelamento de dezembro, escalonado por faixas salariais. A primeira parcela foi quitada nesta sexta-feira, 29, alcançando 55% dos servidores.
Existem rumores de que parte da folha de março do funcionalismo possa ser paga no dia 5 de abril. A informação não foi confirmada pela Secretaria da Economia.
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Relator do projeto aprovado pela Câmara, deputado diz que maior parte dos recursos deve ser aplicada nos municípios

A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos de votação, por 453 a 6, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, de autoria do deputado Hélio Leite (DEM-PA). O objetivo é obrigar o governo federal a liberar a verba de emendas parlamentares para ações previstas no Orçamento para a execução das emendas coletivas de bancada. A proposta, que tem como relator o deputado tocantinense Carlos Gaguim (DEM), segue para o Senado.
As emendas de bancada são apresentadas por deputados e senadores de cada Estado, com o objeto de ações específicas naquela unidade da Federação. Atualmente, já é impositivo o total das emendas individuais dos parlamentares, sendo que metade do valor deve ser aplicado em saúde. O valor está sujeito ao teto dos gastos aprovado em 2016.
Parada
Carlos Gaguim é o relator da matéria desde 2015, quando foi apresentada, mas que estava parada. Nas páginas de suas redes sociais, o parlamentar comemorou a aprovação: “R$ 340 milhões ano ao Tocantins. Quem ganha são os Estados, especialmente o Tocantins, e a população”.
Na visão do deputado, a obrigatoriedade de execução das emendas coletivas tem como objetivo último “reestabelecer o equilíbrio entre os Poderes na definição das políticas públicas, além de assegurar mais 340 milhões/ano para o Tocantins”. Gaguim defendeu ainda que tem como objetivo destinar 50% do valor total aos 139 municípios tocantinenses, podendo chegar a R$ 2 milhões para cada um. “Vamos trabalhar para que esses recursos cheguem aos municípios”, enfatizou.


