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Ferramenta intitulada “Comunidades” vai permitir o envio de mensagem em uma só caixa para diversos grupos; empresa representante do aplicativo afirmou que data de lançamento não está relacionado com acordo com TSE

Presidente Jair Bolsonaro l Foto: Reprodução
Em reunião entre o grupo Meta, responsável pelo WhatsApp, com o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quarta-feira, 27, no Palácio do Planalto, a empresa afirmou que um novo recurso do aplicativo, intitulado de Comunidades, será lançado depois das eleições. Porém, a empresa também negou que o lançamento da ferramenta esteja relacionado a um acordo entre o aplicativo de mensagens e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O novo recurso permite reunir grupos em uma só caixa de mensagens, que pode acabar tendo consequências na circulação de notícias falsas. Segundo o grupo, a função de megagrupos ainda está em fase de testes. Assim que finalizada, a atualização permitirá que administradores reúnam diferentes grupos sob um só guarda-chuva, ampliando o alcance de mensagem. Atualmente, os grupos de WhatsApp podem ter no máximo 256 membros.
Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, que também esteve presente no encontro, os representantes do WhatsApp teriam esclarecido dúvidas do presidente Jair Bolsonaro quanto ao planejamento para a implementação da ferramenta. De acordo com a Meta, as decisões da empresa são globais, ou seja, válidas para todos os países onde o WhatsApp está presente. Com isso, a data do lançamento não tem relação com as eleições, mas sim com a situação comercial do aplicativo.
“A data de lançamento deste recurso no Brasil foi tomada exclusivamente pela empresa, tendo em vista a confiabilidade do funcionamento do recurso e sua estratégia de negócios de longo prazo. Essa decisão não foi tomada a pedido nem por acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”, disse a empresa em nota divulgada após o encontro.


