Caso IMAS: Mabel mantém boas expectativas mesmo diante de pedido de vista de conselheiro do TCM
17 julho 2026 às 13h14

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O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, se pronunciou nesta sexta-feira, 17, sobre a expectativa da Prefeitura em relação ao pedido de vista apresentado pelo conselheiro Valcenor Braz no processo que trata da liberação de uma licitação de R$ 12 milhões para a contratação de uma empresa responsável pela gestão do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Municipais de Goiânia (IMAS).
O gestor afirmou estar otimista com o desfecho da análise. “É positiva (a expectativa). Se os conselheiros entenderam bem, eu acho que o próprio conselheiro também entendeu bem. Se ficou com alguma dúvida, é legítimo pedir vista”, declarou.
O pedido de vista suspendeu a análise do processo que prevê um aporte de R$ 12 milhões para profissionalizar a gestão do IMAS, incluindo a contratação de uma empresa de consultoria. Segundo o prefeito, sem a aprovação da medida, o instituto poderá ser encerrado.
“O IMAS não tem solução se não profissionalizar aquilo de uma forma que a operação possa ter essa visão de expertise profissional. Se não aprovarem, o que eu vou fazer? O IMAS fecha”, afirmou.
A declaração é mais um capítulo da discussão iniciada no começo do mês. Mabel compareceu ao Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) pela segunda vez desde o início da gestão para fazer sustentação oral em defesa da contratação da empresa que dará apoio técnico e operacional ao IMAS.
Na ocasião, o prefeito apresentou um diagnóstico da situação financeira e administrativa do instituto e argumentou que a medida faz parte de um plano de reestruturação para modernizar a gestão, reforçar os mecanismos de auditoria e ampliar a eficiência no atendimento aos servidores municipais e seus dependentes.
Durante a sustentação, Mabel afirmou que o IMAS enfrenta problemas históricos, como desequilíbrio financeiro, sistemas defasados, dificuldades de fiscalização e ausência de integração tecnológica. O prefeito também declarou que, caso o projeto de reestruturação não seja implementado ou não produza os resultados esperados, a extinção do instituto poderá se tornar uma realidade.
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