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Marcos Abrão propõe alterar Código do Consumidor pra ampliar prazo de reclamação de garantia de produtos

Acatando reivindicação dos consumidores do país, o deputado federal Marcos Abrão (primeiro plano, na foto), do PPS-Goiás, propôs, na Câmara dos Deputados, uma alteração no Código de Defesa do Consumidor para ampliar prazo para reclamação de garantia de produtos e serviços. A proposta do parlamentar goiano sugere que “a garantia de produtos e serviços duráveis passaria de três meses para dois anos (270 dias) e de não duráveis de 30 para 240 dias”. Marcos Abrão sublinha que “a extensão desse prazo equilibra as relações de consumo, provocando a melhoria da durabilidade e qualidade dos produtos e serviços. É uma pequena mudança, mas com um impacto enorme, inclusive no meio ambiente com a diminuição do volume de descarte de produtos industrializados”.  

Vilmar Rocha mostra desenvoltura e leva empresários para articular negócios no país

Exibindo foto 1.JPG Com a experiência e o prestígio de cinco mandatos como deputado federal, Vilmar Rocha (PSD) é um dos secretários do governo Marconi Perillo que conta com a maior rede de contatos políticos em todo o país. A agenda do titular da Secretaria de Cidades, Infraestrutura e Meio Ambiente (Secima) frequentemente inclui audiências com ministros, líderes políticos nacionais e secretários e governadores de outros Estados. Nesta semana, Vilmar Rocha esteve em São Paulo para reuniões com diversos setores do governo paulista para tratar de assuntos de interesse de Goiás nas áreas de energia, transporte e logística. O secretário esteve com o secretário de Energia de SP, João Carlos Meirelles, e com seu chefe de gabinete, ex-deputado federal Marco Antônio Castello Branco, e levou um grupo de empresários e produtores rurais para outra reunião com o secretário estadual de Transportes e Logística, deputado federal Duarte Nogueira. Vilmar Rocha, que trabalha na elaboração de um Plano Estadual de Logística, levou empresários, liderados por Alberto Borges (da Caramuru Alimentos), para tratar da retomada da navegabilidade da hidrovia Tietê-Paraná. O interesse dos goianos é o de voltar a escoar a produção de grãos pela hidrovia, através de São Simão. No entanto, com a seca na região Sudeste, a hidrovia está fechada. A hidrovia transporta 8 milhões de toneladas de carga por ano, incluindo 2,5 milhões de toneladas de soja, milho e outros subprodutos de soja, principalmente do Mato Grosso e Goiás, rumo a indústrias e portos. [Foto acima: Vilmar Rocha, no centro, com o secretário de Energia de SP, João Carlos Meirelles, à direita, e seu chefe de gabinete, ex-deputado federal Marco Antônio Castello Branco]

Filiado ao PSD, o médico Luiz Alberto vai disputar a Prefeitura de Nerópolis

O médico Luiz Alberto, recém-filiado ao PSD, vai disputar a Prefeitura de Nerópolis em 2016. Luiz Alberto, que trabalha no munícipio há mais de 30 anos, é bancado pelo secretário de Gestão e Planejamento, o deputado federal Thiago Peixoto (PSD). Três dos últimos cinco prefeitos de Nerópolis são médicos. Luiz Alberto é apontado como um páreo duro para o prefeito Fabiano da Saneago (PSDB).

Shopping Flamboyant fica sem energia elétrica e lojistas têm prejuízo no domingo

Lojistas cobram que o empresário Lourival Louza coloque mais geradores de energia elétrica

Senadora Lúcia Vânia defende conselhos tutelares e critica redução da maioridade penal

“Crianças precisam de escola de tempo integral, abrigos decentes para as crianças em situação de risco e proteção”

Demóstenes Torres deve pedir exceção da verdade e apresentar provas contra Ronaldo Caiado no Supremo

O jornal “O Popular” errou ao publicar que o prazo para o ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM) responder à interpelação do senador Ronaldo Caiado (DEM) se encerrou na segunda-feira, 27. Na verdade, como foi citado nesta segunda, Demóstenes tem 10 dias de prazo para responder às indagações. Porém, considerando que interpelação não é processo judicial, deve esperar a ação, que foi prometida por Caiado. Como Caiado é senador, Demóstenes deve pedir exceção da verdade e apresentar as provas do que sugeriu num artigo publicado no “Diário da Manhã” no Supremo Tribunal Federal.

Abelardo Vaz garante que não pretende disputar a Prefeitura de Inhumas

O advogado cita três políticos — Celsinho Borges, Rondinelli Carvalhais e Suair Teles — que têm condições de derrotar o prefeito Dioji Ikeda

Lúcia Vânia pode ser candidata a prefeita de Goiânia com o apoio de Marconi e de Vanderlan Cardoso

[caption id="attachment_33965" align="alignright" width="620"]Lúcia Vânia: a senadora pode ser o trunfo da base governista na disputa para a Prefeitura de Goiânia. E Vanderlan pode bancá-la | Fernando Leite/Jornal Opção Lúcia Vânia: a senadora pode ser o trunfo da base governista na disputa para a Prefeitura de Goiânia. E Vanderlan pode bancá-la | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O empresário Vanderlan Cardoso, presidente do PSB goiano, pode ser o candidato do governador Marconi Perillo a prefeito de Goiânia em 2016? A aposta seria outra: o tucano-chefe lançaria Jayme Rincón para prefeito, pelo PSDB, não faria oposição radical à candidatura de Vanderlan. A base governista teria, por assim dizer, dois candidatos — Rincón, o oficial, e Vanderlan, o quase-oficial (a ideia é que ele não seja apresentado como candidato governista, porque os eleitores da capital “apreciam” manter um político de oposição no Paço Municipal). No caso de segundo turno — aposta-se que, se candidato, Iris Rezende, do PMDB, estará na disputa final —, o governismo adotaria um jogo preciso. Se Vanderlan for o adversário de Iris, a base marconista o apoiará; porém, se Rincón for o adversário, Vanderlan o apoiará. Mas há outro jogo, ao qual se precisa prestar mais atenção. A senadora Lúcia Vânia — a caminho de se filiar ao PSB — sempre teve o sonho de administrar Goiânia. A surpresa de 2016 pode ser sua candidatura a prefeita da capital. Lúcia, política leal, não vai pressionar Vanderlan, para que se retire do páreo. Não é de seu feitio. Porém, Vanderlan, se Lúcia disser que quer disputar, tende a abrir mão. Candidata a prefeita de Goiânia, sobretudo se eleita, Lúcia facilitaria as articulações para 2018. Neste ano, serão eleitos dois senadores. O governador Marconi Perillo deve ser candidato a senador pelo PSDB e sobra uma vaga para a negociação política. Júnior Friboi — ou Vanderlan Cardoso — pode postular mandato de senador, em aliança com o tucano-chefe. Lúcia, que considera o Senado como sua casa, e é de uma dedicação exemplar, poderia sair do páreo? Sim, desde que eleita prefeita de Goiânia. Se não, disputa o Senado pela terceira vez.

Economista sugere que o governador Marconi Perillo deve investir mais e não fazer apenas cortes

[caption id="attachment_33961" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite Foto: Fernando Leite[/caption] O economista tucano Valdivino Oliveira, professor da PUC-Goiás, consultor em vários Estados e empresário (tem uma empresa que produz água mineral, a Itiquira), diz que está abandonando a política. “A política é muito cara para quem tem mais ideias do que dinheiro. Assim, estou optando pela economia, meu verdadeiro campo.” Ao avaliar o quadro econômico de Goiás, o especialista apresenta uma análise que qualifica de mais ortodoxa do que heterodoxa: “O governador Marconi Perillo buscou para a Secretaria da Fazenda uma economista, Ana Carla Abrão Costa, conceituada nacionalmente. Mas falta-lhe conhecimento da atividade pública. De fato, o governo tem de ser austero, mas é preciso ter um programa de investimento, porque senão ‘seca’ a economia. Se não há queda da receita do governo, se a arrecadação não caiu (cresceu mais de 10%), o governo não pode apenas cortar — tem de investir e ‘animar’ o mercado. É preciso cortar gastos? Sim, é. Mas não se pode prejudicar a produção, a realização de obras. Agora, se o governo não incentiva a produção, se contribui para parar a economia, é óbvio que, a curto ou a médio prazo, a arrecadação tende a cair. “ Valdivino sublinha que, se a arrecadação subiu 13,8% e os gastos encolheram, o governo tem superávit. “Portanto, o governo tem de investir mais. Se não o faz, como vai incentivar o mercado privado a investir? No plano nacional, não é muito diferente. O país não cresce, os empresários não investem e o governo da presidente Dilma Rousseff não consegue reverter o pessimismo do mercado. Cria-se, assim, um círculo vicioso.” O déficit público do governo federal permanece elevado, apesar da “maquiagem”. “Déficit provoca inflação. O que se deve fazer? Não é parar de gastar, e sim qualificar o gasto, aplicando os recursos naquilo que gera mais renda. Por exemplo: é vital investir na construção de obras de infraestrutura, porque gera renda, movimenta o mercado de maneira global e, ao mesmo tempo, cria empregos.” O clima de pessimismo geral alimenta a crise econômica, avalia Valdivino. “O setor empresarial não acredita no governo petista e reduz os investimentos. Em­presários precisam ter tranquilidade e segurança jurídica para investir. Se não têm, ‘recolhem-se’, esperando a crise passar. Porém, se não investem, a crise não passa; pelo contrário, potencializa-se.” Perguntado sobre a crise do governo do Distrito Federal, Valdivino afirma que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) é “bem intencionado”. “Porém, deveria ter feito as mudanças mais drásticas logo no início da gestão. O fato é que recebeu um governo não-administrável. O ex-governador Agnelo Queiroz montou uma estrutura, com subsídios excessivos — tinha até auxílio-aluguel para cerca de 10 mil famílias e complemento para a Bolsa Família —, que travou o governo. Destravá-lo não é impossível, mas é muito difícil.” Aos 63 anos, Valdivino se considera um "jovem com experiência em gestão pública” e, ao mesmo tempo, um conhecedor dos meandros da economia privada. “Agnelo Queiroz mantinha um governo com 42 secretarias, com vários gestores nas cidades satélites, funcionários estudando no exterior a um custo de 6 milhões de reais. Os aumentos salariais, examinando de um posto do realismo econômico, das regras mínimas de mercado, eram e são impraticáveis. Fazer política com dinheiro público, para agradar ‘A’ ou ‘B’, se beneficia grupos específicos, é quase sempre nocivo para a sociedade. A saída de Rollemberg é enxugar o Estado ao máximo e, aos poucos, avançar no campo das obras públicas de utilidade comprovada.” Embora esteja deixando a política — “que é ingrata com aqueles que não aplicam fortunas nas campanhas eleitorais” —, Valdivino diz que está acompanhando as articulações para a Prefeitura de Goiânia. “Como conheço o PMDB bastante bem, pois acompanhei vários de seus governos e fui vice do prefeito Iris Rezende, posso sugerir o que deve acontecer em 2016. Iris é candidatíssimo, pois seu elemento é a política. Ele não dá conta de não disputar. Vanderlan Cardoso (PSB), como disputou duas campanhas para governador, está com o nome ‘fresquinho’ na memória do eleitorado. Mas, sem uma aliança política consistente, sem um grupo confiável e dinâmico, não tem chances eleitorais reais. Entretanto, se aderir ao grupo do governador Marconi Perillo, a população vai ficar desconfiada. Os eleitores não aprovam, para disputas majoritárias, aquele oposicionista que fez discurso radical e depois se alia àquele que foi criticado.”

PSDB pode bancar Osvaldo Zilli ou Eduardo Dantas para prefeito de Aparecida de Goiânia. São empresários

entrevistadoO PSDB de Aparecida de Goiânia é quase uma ficção. Seus principais líderes — os deputados João Campos, Waldir Soares, Fábio Sousa e Mané de Oliveira — são de Goiânia. Aos poucos, o quadro pode mudar. Para disputar com o candidato a prefeito apoiado pelo prefeito Maguito Vilela (PMDB) — que só não elege uma pedra porque esta não sabe assinar o próprio nome —, o tucanato precisa lançar um candidato que seja, por assim dizer, parecido com o peemedebista. Quer dizer, precisa ter estatura e ter a imagem de gestor. O presidente da As­sociação Comercial de In­dustrial de Aparecida, Osvaldo Zilli, está sendo disputado quase a tapa pelo PMDB e pelo PSDB. É o objeto de desejo dos dois partidos. O PMDB o quer como vice de Euler Morais. Já o PSDB planeja bancá-lo para prefeito. Porém, como em política quem fica parado é poste, o PSDB articula também noutros fronts e pode lançar, no caso de recusa de Zilli, o empresário Eduardo Dantas, o Eduardo Boa Morada, para prefeito. Se Zilli e Boa Morada não emplacarem, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Sílvio Benedito, pode ser a aposta do tucanato. Mas o que se quer mesmo, apesar de sua resistência, é o delegado-deputado Waldir como candidato. Ele lidera as pesquisas feitas na cidade, com relativa folga, mas frisa que não planeja disputar. Se for candidato, tem dito, será a prefeito de Goiânia — município em que o meio de campo, no tucanato e na base aliada, está por demais congestionado.

Iris Rezende estaria irritado com a aproximação entre Marconi Perillo e Paulo Garcia

[caption id="attachment_33092" align="alignleft" width="620"]Foto: Wagnas Cabral Foto: Wagnas Cabral[/caption] O peemedebista-chefe Iris Rezende estaria profundamente irritado com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Tem reclamado que está sentindo que o petista está cada vez mais próximo do governador Marconi Perillo — a quem Iris trata, não como adversário, e sim como inimigo. Na verdade, Paulo Garcia, mostrando maturidade, aproximou-se de Marconi do ponto de vista administrativo, para viabilizar sua gestão. Ele entendeu, depois de muito “penar”, que gestor não faz oposição a gestor e que a disputa política se dá é em períodos eleitorais. Marconi, por seu turno, quer ampliar a aliança administrativa com Paulo Garcia e também com a presidente Dilma Rousseff. A petista-chefe tem apreço pelo administrador goiano, pois o considera eficiente e criativo. O que Dilma Rousseff faz por Marconi Perillo, este quer fazer por Paulo Garcia.

Ronaldo Caiado pode ir para o PTB. Mas, se seu projeto for em Goiás, pode migrar para o PMDB de Iris

[caption id="attachment_33561" align="alignleft" width="620"]Foto: Marcos Oliveira Foto: Marcos Oliveira[/caption] Se depender da deputada Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson e comandante-em-chefe do PTB, a fusão do PTB com o DEM está sacramentada. O partido continuaria com o nome PTB, mas com o número 25 do DEM, e iria para a oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff. Neste caso, o senador Ronaldo Caiado ficaria no partido, ao lado de Agripino Maia e ACM Neto. Mas pode ir para o PMDB? Só se for por motivo de capilaridade eleitoral, tendo em vista a disputa do governo, em 2018. O ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende torce pela filiação de Ronaldo Caiado ao PMDB. Tudo para evitar que o partido caia sob o controle de Júnior Friboi ou Daniel Vilela. O peemedebista-chefe não perdoa o pai do jovem deputado, Maguito Vilela, a quem atribui a invenção política de Friboi.

Surrealismo: Evandro Magal procura um adversário para enfrentá-lo em Caldas Novas

[caption id="attachment_33947" align="alignleft" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] A situação do prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP), é tão confortável, em termos eleitorais, que alguns de seus aliados, em tom de pilhéria, contam que estão procurando um candidato para lançá-lo como adversário na disputa de 2016. É que ninguém está querendo enfrentar Evandro Magal, que tende a ser reeleito com facilidade.

Sandes Júnior aposta que Jayme Rincón está definido como candidato do governador Marconi Perillo

[caption id="attachment_33945" align="alignleft" width="620"]Foto: Fernando Leite Foto: Fernando Leite[/caption] O deputado federal Sandes Júnior, do PP, afirma que está mais do que definido: “O candidato a prefeito de Goiânia pela base marconista será o presidente da Agetop, Jayme Rincón. Não há nenhuma outra alternativa”. Sandes Júnior sublinha que Jayme Rincón “repaginou” o visual para chegar enxuto à disputa de 2016. “Gestor afiado, dono de um discurso firme e consistente, tão ousado quanto o governador Marconi Perillo, Jayme Rincón só não será candidato se não quiser.” A chapa, na opinião do deputado, terá Jayme Rincón para prefeito e um político do PP — talvez ele próprio — para vice-prefeito. “Um tucano terá um vice do PP — assim como José Eliton (PP), candidato a governador em 2018, terá um vice do PSDB, possivelmente Giuseppe Vecci. E para o Senado? Possivelmente, um nome do PSDB, Marconi Perillo, e um do PSD, quem sabe Vilmar Rocha.”

Oposição planeja convocar secretária da Fazenda para explicar aumento da arrecadação e suposto caos

[caption id="attachment_31538" align="alignleft" width="620"]Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Online Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Online[/caption] Deputados do PT e do PMDB pretendem convocar a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, para que explique “por qual motivo a receita cresceu mais de 10% e o governo continua falando em apocalipse”. Parlamentares do PMDB sugerem que é preciso explicar o significado do aumento da arrecadação e a questão da antecipação da receita. Além disso, frisam, deve-se mencionar o pagamento do IPVA. Eles apostam que a crise vai explodir mesmo é no mês de agosto. Se a crise não for contida, se o país não crescer entre 3% e 4% — e dificilmente vai crescer —, governos estaduais e federal terão de “cortar” salários de funcionários públicos, avaliam deputados.