Notícias

Encontramos 146419 resultados
PPS de Porangatu sugere que o prefeito Eronildo Valadares não consegue administrar a cidade

O PPS de Porangatu, dirigido por um militar do Exército, faz críticas contundentes ao prefeito Eronildo Valadares. O peemedebista não estaria “dando conta” de administrar o município e, depois de um ano e quatro meses de gestão, não criou uma marca. É o que diz o PPS. Já tem gente pensando no inominável — colocar adesivo no automóvel com os seguintes dizeres: “Volta, Zé Osvaldo!” Um absurdo, é claro. Mas uma coisa é certa: Eronildo não é incompetente (como gestor) e, por isso, pode dar a volta por cima.

Elia Kazan pode ter delatado comunistas, mas vai ficar como grande diretor de cinema. E foi amante de Marilyn Monroe

Stanley Kubrick ousou dizer que Kazan era “o melhor diretor que temos na América, capaz de fazer milagres com os atores que utiliza”

Magda Mofatto pressiona Joaquim Guilherme para disputar mandato de deputado estadual

Pré-candidata a deputada federal, a empresária Magda Mofatto (PR) aposta na candidatura do empresário Joaquim Guilherme (PR), de Morrinhos, a deputado estadual. Com ampla estrutura, Joaquim Guilherme é o mais forte candidato de Morrinhos a deputado estadual. Se divulgar que vai mesmo disputar, o vereador Aluzair Rosa (PP) pode retirar sua pré-candidatura e apoiá-lo. O PMDB de Thiago Mendonça pode apoiar Joaquim Guilherme, ex-presidente do Sindicato do Leite (Sindileite).

Em “lua de mel” com os vereadores

No fim da semana passada, o prefeito João Gomes (PT) convidou os vereadores para uma reunião. A maioria –– 18 dos 23 –– atendeu ao chamado e foi à prefeitura. Em pauta estavam os pedidos feitos pelos vereadores em relação a problemas pontuais na cidade, como buracos provocados pelo período chuvoso, excesso de mato, etc. Pelo que consta, a reunião foi produtiva. O vereador Amilton Filho, do Solida­riedade, partido da base do prefeito, diz que o relacionamento da Câmara com a prefeitura foi excelente nos últimos anos em muito devido à alta popularidade do ex-prefeito Antônio Gomide. Assim, até o momento, essa boa relação foi transferida para o atual prefeito. “Ainda estamos em lua de mel com o prefeito, pois ele manteve a equipe e o trabalho continua.”

Gomide: desafio para ser conhecido

Antes de se desincompatibilizar, Antônio Gomide (PT) enfrentava a questão de que era um prefeito muito bem avaliado –– provavelmente, o gestor com a melhor avaliação do país ––, mas que, num disputa para governador, precisaria ser conhecido fora de Anápolis. Essas pontuações vieram tanto daqueles que não o queriam como candidato como dos aliados, uma vez que, não sendo conhecido, Gomide tem margem para crescer. Lançado como o pré-candidato oficial do PT, Gomide então começou sua trajetória para se tornar conhecido. Além de encontros nas muitas cidades que tem visitado, o ex-prefeito tem marcado presença constante nos veículos de comunicação dessas cidades. A intenção é clara: mostrar a que veio para o povo. Além disso, Gomide tem estado ativo nas redes sociais.

Governo cria pacote emergencial para incentivar setor de montadoras

Um dos fatores que causaram a queda das vendas no início deste ano é o fato dos bancos estarem limitando a liberação de crédito para financiar carros

Prefeito de Morrinhos quer bancar candidato a deputado estadual para tentar derrotar Joaquim Guilherme

O prefeito de Morrinhos, Rogério Troncoso (PTB), confirmada a candidatura de Joaquim Guilherme, seu arqui-inimigo, vai bancar um candidato a deputado estadual consistente — que pode ser Chiquinho Oliveira (PHS) ou Afrêni Gonçalves (PSDB). Ou os dois. Conta-se que, quando ouve o nome de Joaquim Guilherme, Troncoso tem urticária. O objetivo número um de Troncoso não é eleger um deputado estadual, mas sim derrotar Joaquim Guilherme. A preocupação número dois de Troncoso é contribuir para a eleição do aliado Célio Silveira (PSDB) a deputado federal.

Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra cria Cineclube em Goiânia

O psicólogo e jornalista Gilberto Alves Marinho criou o Cineclube da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-Goiás (Adesg). As atividades do Cineclube Adesg-GO terão início na sexta-feira, 2, no Teatro Goiânia, com a projeção do documentário “Razões Para a Guerra”. O intelectual Gilberto Marinho é o delegado regional da Adesg.

Sem intervenção federal, PC de B de Goiás será conhecido como Partido Capitalista do Brasil

Se a direção nacional do PC do B não decretar intervenção em Goiás, bancando políticos sérios e éticos como Aldo Arantes, Fábio Tokarski e Luiz Carlos Orro, o partido, ao menos no Estado, certamente mudará o nome para Partido Capitalista do Brasil.

Ernesto Roller, que tende a ser eleito para deputado estadual, já é chamado de rei do Entorno de Brasília

Ernesto Roller, humilde e racionalista, não gosta de ser chamado assim, mas em Formosa até os aliados do prefeito Itamar Barreto o chamam de “rei do Entorno”. Roller (PMDB), que os eleitores de Formosa chamam de “prefeito”, já pensando em 2016, tende a ser o candidato a deputado estadual mais bem votado do Entorno de Brasília. Os eleitores de Formosa parecem ter uma dívida com Roller, porque não o elegeram prefeito em 2012.

Jornal Opção lança o mais moderno, ágil, interativo e acessível portal de mídia de Goiás

Ao ler na edição online que o Jornal Opção lançaria um moderno e avançado portal, um jornalista, pesquisador na área de história e publicitário escreveu no Facebook: “O que já era bom vai ficar me­lhor”. O profissional tem razão: trata-se de uma, apesar do desgaste da palavra, revolução. Como diz a publicidade do automóvel Sentra, trata-se de outro portal — inteiramente novo. Não se fez uma plástica, uma mera mudança de design. O Jornal Opção está mais ágil, interativo e acessível. O analista de T. I. Hugo Wan­tuil, diretor da empresa Renovatio, o jornalista Carlos Willian, que atuou como consultor, e Patrícia Moraes Machado, diretora-editora do Jornal Opção — defensora da filosofia de que a informação deve ser livre e crítica —, são os principais responsáveis pelo projeto. O objetivo é ampliar aquilo que o Jornal Opção sempre faz bem: apurar e analisar os fatos com o máximo de rigor. Mas não basta isto — é preciso comunicar de maneira mais adequada e rápida com os leitores. O novo projeto facilita a vida dos jornalistas e, sobretudo, dos leitores. Pode-se dizer que o novo projeto é um presente para os leitores. Os que usam tablets e smartphones ficarão surpresos com as novas facilidades. “É um mundo novo, tão novo quanto as tecnologias da Apple e, entre outras, da Samsung”, compara Carlos Willian. Carlos Willian diz que o acesso ao jornal já era fácil — há jornais que nem os assinantes conseguem acessar sem certo esforço —, mas agora ficou muito mais fácil e intuitivo. Os leitores, ao assinarem o jornal — gratuitamente —, terão acesso integral a todas as suas páginas. Eles poderão receber as informações no seu e-mail. Quaisquer novas reportagens — ressalte-se que o Jornal Opção tem uma versão impressa, que é semanal, e uma versão online, que é diária, sempre atualizada e “furando” os jornais diários — serão comunicadas imediatamente, em questão de segundos, aos leitores cadastrados. E, com um click, os leitores poderão encaminhar os textos para as redes sociais. O novo layout do jornal aumenta a visibilidade de todas as reportagens e artigos — o que facilita o acesso, a navegabilidade. Mais do que um site comum, trata-se, de fato, de um portal — similar, guardadas as proporções, a outros grandes portais do País. “Nós usamos a plataforma WordPress, sistema de gerenciamento de conteúdo que também é utilizado pelo maior jornal dos Estados Unidos, o ‘New York Times’, pela CNN e pela revista “Forbes’”, afirma Carlos Willian. “É o que há de mais moderno, interativo e intuitivo.” O Jornal Opção está cada vez mais “cosmopolita e universal”, anota Carlos Willian. “O portal do Jornal Opção é um dos mais modernos do País e, seguramente, é o mais moderno de Goiás, e possivelmente do Centro-Oeste.”

Prefeito de Formosa continua mal. Mas prefeitos de Cristalina estão se recuperando

Enquanto o prefeito de Formosa vai de “ih tá mar a pior”, desanimado e sempre reclamando de uma dívida faraônica deixada pelos antecessores (e é um fato), os prefeitos de Cristalina, Luiz Carlos Attié, e de Luziânia, Cristovão Tormin, estão dando a volta por cima. Eles são do PSD do deputado federal Vilmar Rocha.

Curi e Amaral foram os deuses do rádio esportivo. Com morte de Luciano do Valle, Galvão Bueno é o último dos moicanos

[caption id="attachment_2584" align="alignleft" width="300"]Jorge Curi e Waldir Amaral: os dois principais narradores esportivos da era de ouro da Rádio Globo. Fotos: Agência O Globo Jorge Curi e Waldir Amaral: os dois principais narradores esportivos da era de ouro da Rádio Globo. Fotos: Agência O Globo[/caption] Entre as décadas de 1960 e 1970, embora o País já estivesse mesmerizado pela televisão, a audiência do rádio esportivo era certamente alta. Nas cidades do interior de Goiás, ao menos até 1970, o rádio, sobretudo a Rádio Globo, era dominante. As pessoas ficavam em volta do rádio, quase sempre um gigante, ouvindo tanto notícias quanto jogos de futebol. Jorge Curi, Waldir Ama­ral, Antônio Porto e José Carlos Araújo eram os craques da narração esportiva. Mario Vianna —“com dois ‘enes’”, frisava — era o comentarista de arbitragem. Sem papas na língua, dizia, se necessário: “Ladrão!” Era empolgante. Jorge Curi, Valdir Amaral, An­tô­nio Porto e José Carlos Araújo (o ú­ni­co vivo) tinham a capacidade de tornar o jogo mais emocionante e, ao mesmo tempo, crível. Eles eram dotados de grande imaginação esportiva e comunicacional. Sabiam pôr o jogo na cabeça do ouvinte. Es­cutando-os, com suas vozes perfeitas — como se fossem cantores líricos —, ficava-se com a impressão de que se estava vendo o jogo e, até, participando dele. O quarteto não gritava — está na moda gritar e ser grosseiro — e falava de maneira cadenciada, com vozes e linguagem precisas. Lembro-me que eu e meus amigos, crianças apaixonadas por futebol — cheguei a ser um atacante de relativa qualidade —, discutíamos com frequência sobre quem era melhor: Jorge Curi ou Waldir Amaral (confira a narração). Quase sempre dava empate. Porque os dois eram mesmo muito bons. Tinham domínio preciso da palavra e entendiam de futebol. Eram apaixonados e racionais. Pode-se dizer que, paralelo ao clássico disputado no campo, havia um clássico disputado no rádio. A Rádio Globo era tão excepcional, com uma cobertura de tão alta qualidade do futebol carioca, que, às vezes, ficava-se com a impressão de que nos outros Estados não havia futebol — exceto em São Paulo, com a Rádio Bandeirantes, onde brilhava Fiori Gigliotti (“Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”), espécie de Graciliano Ramos da narração esportiva. Em Goiás, é claro, havia torcedores de clubes de São Paulo e Minas Gerais, para ficar em dois exemplos, mas não eram muitos. Eu era torcedor do Pelé Futebol Clube, opa, eu quis dizer Santos. Mas a maioria de meus colegas, dada a intensa cobertura da Rádio Globo, torcia, nesta ordem, para Flamengo — alguns diziam “Framengo” e os maliciosos riam —, Fluminense, Botafogo e Vasco. Aqui e ali, encontravam-se até torcedores do América. Embora o Santos fosse o time de minha devoção, eu torcia também para Flu­minense, Atlético Mineiro e Grêmio — e nem sabia da existência do Goiás, hoje, ao lado do Santos, o time de minha devoção. Vi a Copa de 70, aquela do “Pra Frente, Brasil. Salve a Seleção”, numa televisão preto e branco, na casa de João Borges e Iodete, amigos dos meus pais, na cidade de Porangatu, no Norte de Goiás. A residência foi transformada em cinema, com gente em todos os lugares, até nas janelas. A imagem não era perfeita — os “chuviscos” misturavam-se aos jogadores e à bola. Mesmo assim, era um avanço e todos nós, adultos e crianças, estavámos muito interessados, embora, às vezes, eu me lembrasse do “radião” da nossa casa e, sobretudo, das vozes encantadoras de Jorge Curi e Waldir Amaral — cada um narrava um tempo do jogo. Li, na revista “Exame”, que Walterci de Melo, o sócio do La­boratório Teuto, começou a vida vendendo telas de vidro para colocar na frente das televisões. As telas retiravam o brilho excessivo e reduziam os “chuviscos”, deixando a imagem eventualmente mais nítida. Mas, em 1970, Melo ainda era um jovem e não mascateava pelas cidades do interior. Con­tentávamo-nos, então, com as tevês brilhantes. Mais tarde, com a televisão em cores, a imagem melhorou e o rádio, com seus fantásticos narradores esportivos, foi sendo esquecido ou pelo menos perdeu prestígio. [caption id="attachment_2586" align="alignleft" width="300"]Luciano do Valle e Galvão Bueno: na televisão, os dois substituíram as estrelas do rádio esportivo, com certa competência mas sem muito brilho. Fotos: Divulgação/ESPN e ESPORTV Luciano do Valle e Galvão Bueno: na televisão, os dois substituíram as estrelas do rádio esportivo, com certa competência mas sem muito brilho. Fotos: Divulgação/ESPN e ESPORTV[/caption] Os narradores do rádio permanecem, alguns são muito bons, como Edson Rodrigues e Oscar Ulisses Santos, mas perderam a hegemonia para os narradores de televisão, como Luciano do Valle, Silvio Luiz, Galvão Bueno, Osmar Santos (criativo, mas, por problemas de saúde, fora do mercado), Cleber Machado e Milton Leite. Durante anos, na Globo e. depois, na Bandeirantes, Luciano do Valle foi a estrela. Luciano do Valle, que morreu na semana passada aos 66 anos, era articulado, bem informado e narrava tão bem quanto comentava. Nos últimos anos, havia perdido um pouco o vigor. Tanto que “perdeu” o posto de principal narrador para Galvão Bueno. Este não é superior. Mas, como a Globo transmite os principais jogos do país, deixando as quirelas para as outras emissoras, como a Band, Galvão Bueno firmou-se como “o” narrador. Ao contrário do que sugerem alguns críticos, Galvão Bueno é um narrador competente, entende de futebol e tem noção exata do que é o meio televisão. O que lhe falta às vezes é capacidade analítica, discernimento crítico. Quanto à passionalidade, não há o que criticar, pois futebol é como o amor: exige paixão — ainda que, diferentemente do amor, exija, mais do narrador e do comentarista do que do torcedor, certo distanciamento para comparar e julgar as ações de jogadores, técnicos e árbitros com mais equilíbrio. Galvão Bueno quer ser um narrador-comentarista, o que não é. Sobretudo, é narrador, e dos bons. Foi um dos primeiros a entender que a narração da televisão não pode ser idêntica à do rádio e, portanto, precisa ser mais cadenciada e menos emocional — sem deixar de ser vibrante. Ele é mais detestado, especialmente por intelectuais, menos por si e mais por simbolizar a TV Globo. Com a morte de Luciano do Valle, e com Galvão Bueno, o último dos moicanos, prestes a se aposentar, a narração esportiva começa a ficar cada vez mais técnica e didática. Está mais próxima de Parreira e Felipão do que de Telê Santana e Muricy Ramalho. Não há mais narradores-criadores, como Osmar Santos. Galvão Bueno talvez seja o último da estirpe. Os narradores jovens são mais “assépticos” e menos assertivos — o que, a rigor, não é defeito, e sim sinal de que entenderam os novos tempos. Eles se firmam como filhos da era da técnica, com a emoção mais controlada pela razão. Sempre vai aparecer um Neto e um Milton Neves, no campo do comentário esportivo, mas o estilo deles, passional e agressivo, está em decadência e sem nenhuma elegância.

Teatro Goiânia recebe musical Liberdade, liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel

Espetáculo estreado no conturbado ano de 1965 traz à capital goiana peça que resultou da reunião de diversos textos da época

Revista Cult cria seção de tradução de poesia inédita e começa com Emily Dickinson recriada por Augusto de Campos

[caption id="attachment_2582" align="alignleft" width="300"]Emily Dickinson: a Walt Whitman de saia dos Estados Unidos. Foto: Wikipedia Emily Dickinson: a Walt Whitman de saia dos Estados Unidos. Foto: Wikipedia[/caption] A “Cult” criou uma seção, “Torre de Babel”, para publicar traduções de poesias inéditas. Augusto de Campos inaugura a página com tradução de uma poesia de Emily Dickinson. O poeta pós-concretista captura bem o trabalho da poeta americana. Apesar de se apresentar como tradutor transcriativo, é bastante fiel ao conteúdo e à forma do poema da Walt Whitman de saia da América — inclusive no uso de sua pontuação estranha, com travessões que, digamos, “falam”, “cortam” e “acrescentam”. Mais: o travessão, se pontua, se cria uma pausa, não fecha necessariamente a questão, sugerindo mais continuidade, aberturas. Augusto de Campos, excelente no campo da tradução, é fiel também ao uso às vezes idiossincrático de maiúsculas, típico de la Dickinson, poeta do século 19 que parece ter escrito ontem, de tão vivaz e atual. As maiúsculas sugerem palavras que se tornam “sujeitos”? Talvez. A iniciativa da revista é excelente e espera-se que faça como a “Folha de S. Paulo”, que, depois de publicar poesias de vários autores no extinto suplemento “Folhetim”, reuniu-as e publicou um livro. A minha Vida era uma — Arma — À Espreita — até que um Dia Passou o Dono — e Me levou Em sua companhia — E agora em Selvas Soberanas — Caçamos em Terras estranhas — E sempre que por Ele eu falo Ressoam as Montanhas — Sorrio, e a luz cordial que mana Todo o Vale irradia — Tal uma face Vesuviana Fluindo de alegria E quando à Noite — Ido o Dia — Eu velo o Sono do meu Mestre — É mais suave do que Pluma A Cama que nos resta Seu inimigo — é o meu — Não ousa uma outra vez — Quem meu Olho-luz viu Ou meu Dedo desfez — Embora eu possa — viver mais Maior ainda é o Seu poder — Pois tenho só o de matar, Sem ter o de — morrer —