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Vereador diz que Goiânia merece o troféu de Cidade Mais Encardida do País

De um vereador da base marconista: “Goiânia deve ganhar brevemente o título de Cidade Mais Encardida do País”.

Os estragos do doleiro Youssef ameaçam o candidato de Lula em São Paulo

[caption id="attachment_2651" align="alignnone" width="620"]PF revela ligação do doleiro Alberto Youssef com Alexandre Padilha PF revela ligação do doleiro Alberto Youssef com Alexandre Padilha[/caption] A semana que se inicia deve exigir mais trabalho do ex-presidente Lula. Ele, que andou em silêncio nas novas crises que rondam o PT e a presidente Dilma. Para começar, o candidato que o ex escolheu a governador de São Paulo, ex-ministro Alexandre Padilha, é a nova vítima das relações com o doleiro Alberto Youssef, preso pela operação Lava Jato. Lula poderá ver um fato po­sitivo na ligação do amigo com o doleiro: Padilha ficará mais conhecido em São Paulo. Se tornar-se famigerado dessa forma é um bom negócio para quem deseja ser governador, é outra história. E quem levou Padilha ao doleiro? André Vargas. Se o PT se rachou no Con­gresso diante da pressão da chefia do partido pela expulsão de Vargas, como ficam agora os companheiros em geral de Padilha, os de baixo e os de cima? Vargas chegou a achar que ganharia mais moral para se recusar a renunciar ao mandato de deputado pelo Paraná por causa da relação com Youssef. André Vargas até que tinha conquistado uma vitória momentânea em sua resistência à renúncia. Ele destituiu a autoridade moral do presidente do partido, Rui Falcão, que se cansou de pedir ao companheiro que largasse o mandato para não ser expulso do partido. O deputado estadual paulista Rui Falcão, como presidente do partido, argumentou a Vargas que o PT pagava o pato pela teimosia dele. A renúncia imediata preservaria a imagem petista num momento de turbulências para o governo. Ora, que consideração ele deveria ter pelo partido que o ameaçava de expulsão pela voz de Falcão? Desnorteado, Falcão relatou a conversa em reunião com os deputados do PT. Alegou estar au­torizado por Lula para pressionar Vargas com a expulsão — de­ve ter dito a mesma coisa ao próprio rebelde. Com a confissão, perdeu mais um bocado de autoridade. Depois dessa, o companheiro deixaria para renunciar diante do próprio chefe do partido, sem intermediário. O pior foi que Falcão verificou na reunião que uma boa banda dos deputados estava solidária a Vargas, não queria a sua renúncia nem a expulsão do partido. O rebelde tinha suas razões quando afirmou que uns 30 companheiros da bancada estavam a seu favor. Falcão perdeu autoridade também entre os deputados. Para alívio de Falcão — e do PT — Vargas não resistiu à pressão: na sexta-feira, 25, se desfiliou do partido para evitar a expulsão. Em relatório sobre a Lava Jato, a Polícia Federal insinua a existência de indícios de que Padilha, quando ainda ministro da Saúde, em novembro último indicou a Youssef o amigo Marcus Cezar Ferreira para a direção da Laborgen, empresa à qual o doleiro se associou para lavar dinheiro. Em conversa por telefone, Vargas disse ao doleiro que Ferreira era indicação de Padilha. Mais tarde, o Labogen foi selecionado pelo Ministério da Saúde para negociar um contrato que poderia render ao laboratório o faturamento de R$ 31 milhões. A negociação foi suspensa quando se revelou a ligação entre Vargas e o doleiro. Ao captar outra conversa entre Vargas e Youssef, a polícia deduziu que o deputado paulista Cândido Vaccareza, ex-líder do PT, manteve uma reunião com os dois, em seu apartamento, em Brasília, para conversar a respeito dos negócios do doleiro. Assim, Vacca­re­za, não muito simpático ao co­mando do partido e ao planalto, torna-se mais um problema para o PT de Falcão resolver.

Cresce a oposição entre quadros profissionais a negócios políticos do governo

[caption id="attachment_2653" align="alignnone" width="620"]Presidente da CCEE, Luiz Eduardo Barata faz o jogo do governo e diz que os técnicos que saíram não farão falta Presidente da CCEE, Luiz Eduardo Barata faz o jogo do governo e diz que os técnicos que saíram não farão falta[/caption] A silenciosa insatisfação de técnicos internos com a gestão política da Petrobrás iniciou as denúncias contra a petroleira. Em seguida estimulou a resistência aberta entre profissionais de uma fundação de pesquisa, o IBGE. Agora, surgiu o­po­sição ao Pla­nalto numa segunda em­presa, privada, mas com interesses no go­verno, a Câmara de Co­mercia­li­za­ção de Energia Elétrica (CCEE). Os dois últimos casos expõem a resistência de técnicos em sair da rotina profissional para se integrar ao esforço solicitado pelo Planalto para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Na CCEE, a renúncia de três dos cinco membros do conselho de administração ocorreu em nome do conceito profissional. Os três temiam sujar o currículo com uma acusação de gestão perigosa. O físico Ricardo Lima e os en­ge­nheiros Paulo Born e Luciano Freire se recusaram colaborar para o endividamento da Câmara, em­presa sem o lucro financeiro como me­ta, para socorrer com R$ 11,2 bi­lhões o rombo das distribuidoras de energia desde as mudanças feitas por Dilma na política de eletricidade para reduzir temporariamente a conta de luz de empresas e residências. O presidente Luiz Eduardo Barata foi um dos dois que permaneceram, o outro é Antonio Carlos Machado. “Eles não farão falta”, avaliou Barata que aqueles três eram dispensáveis na assinatura de contratos de empréstimos. Explicou que o estatuto da câmara estabelece que bastam as assinaturas de dois conselheiros. Mas Barata suspeita que não bastem os R$ 11,2 bilhões previstos para empréstimos financiados por um grupo de dez bancos, sendo três públicos. “Não consigo dizer se o valor é suficiente”, confessou e informou que a avaliação foi da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em nome do Planalto, o Ministério da Fazenda e a Agência negociaram com a CCEE o socorro às distribuidoras. A esperança da CCEE em recuperar o dinheiro agora emprestado só existe a partir do próximo ano, quando vier o aumento da conta de luz para compensar a queda de preço que ocorreu antes para agradar aos consumidores. Por causa do voto deles, os fregueses, não passa pela cabeça do Planalto a ideia de reajustar os preços antes das eleições de outubro. A CCEE vive para fazer a contabilidade e a liquidação financeira das compras e vendas de energia entre empresas do sistema de eletricidade. Ela é formada por outras empresas que possuem cotas no negócio. Elas aprovaram, por razão política, em assembleia conjunta o empréstimo da Câmara. Mas correm o risco de manchar o balanço de cada uma. O episódio de rebelião anterior, no IBGE, também começou quando duas dirigentes preferiram devolver os cargos a interromper a rotina profissional para socorrer o governo nas eleições. A diretora de Pesquisas, Márcia Quintslr, e a coordenadora-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, Denise Britz discordaram do adiamento político de uma pesquisa rotineira. A aplicação periódica da Pes­quisa Nacional de Amostras de Domicílios Continua deveria começar logo para a divulgação do resultado em três de junho, a quatro meses das eleições. Veio a ordem para fazer o levantamento apenas em janeiro. A Pnad pode revelar que o índice nacional de desemprego é maior do que aquele feito em apenas seis regiões metropolitanas. Ao final de uma longa discussão na quinta-feira, os funcionários de­cidiram não entrar em greve contra o governo. Concluíram que a paralisação justificaria o adiamento da pesquisa. Em Goiás, o Minis­té­rio Público Federal entrou com a­ção na Justiça Federal contra a decisão do IBGE em suspender a pesquisa.

Vereador afirma que, doravante, Goiânia será conhecida como a cidade dos buracos

De um vereador da base de Vanderlan Cardoso, pré-candidato a governador pelo PSB: “Goiânia doravante será conhecida como a cidade dos buracos”.

O grupo Globo cede no jornal e na televisão, Lula retira de cena a cruzada contra a rede

[caption id="attachment_2655" align="alignnone" width="620"]Aécio Neves e Eduardo Campos: candidatos de oposição sem estímulos nos veículos da Rede Globo Aécio Neves e Eduardo Campos: candidatos de oposição sem estímulos nos veículos da Rede Globo[/caption] O sistema de comunicação dos Marinho adotou nos últimos dias o peso e contrapeso para aliviar suas relações com o governo. A televisão se tornou menos agressiva nas denúncias que pipocam contra o governo, como ocorre em relação à Petrobrás-Pasadena. O jornal, de certa forma, passou a desestimular a oposição a criar problemas para a presidente Dilma Rousseff. Em “O Globo”, o contrapeso veio de forma mais sutil e esporádica do que na televisão. Movimenta-se de forma mais clara em espaços localizados do jornal, como as colunas políticas. As notas podem, por exemplo, insinuar que a CPI da Petrobrás não vai dar certo. Enquanto isso, ela avança. As colunas são mal informadas? Não é por aí. As notas podem desestimular o PT a pressionar pela candidatura de Lula. Afirmam que ex-presidente não aceitaria os conselhos para ocupar o lugar de Dilma. Vindas de certos petistas, as sugestões não seriam levadas a sério por Lula. O problema estaria no partido, não na candidata à reeleição num governo que vai bem – passa-se o recado a políticos e leitores. Os presidenciáveis da oposição são desestimulados. Mesmo que o prestígio de Dilma continue a cair nas pesquisas, o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador Eduardo Campos (PSB) não seriam ameaças. Nin­guém os conhece e Lula não aban­donaria a presidente na campanha. E o que mais há nas notas sobre os candidatos da oposição? Aécio daria a impressão de que vai repetir na campanha o discurso catastrofista feito pelos tucanos em 2002 contra Lula. Discurso que não funcionou, pois o petista foi eleito. Campos é severo nas críticas ao governo, mas prestigia o ex-presidente, e gostaria de ser seu herdeiro. Em contrapartida, Lula não fez novas insinuações contra a TV Globo. Nem voltou a defender o controle da mídia. Tudo isso esteve na conversa com o vice-presidente do grupo, João Roberto Marinho, no último dia 4, em São Paulo. Lula fez um desabafo negativo sobre a TV Globo e encaminhou Marinho a um encontro Dilma. A presidente o recebeu quatro dias depois, em Brasília. Em pauta a preocupação das televisões porque o governo ensaia oferecer à nova geração de telefonia celular uma frequência de operação que seria capaz de interferir nos sinais das emissoras. O governo ainda não disse como ficará a frequência, mas a decisão terá de sair semanas antes da Copa do Mundo.

Gestão de Paulo Garcia “fortalece” o governador Marconi Perillo em Goiânia

Pesquisas sugerem que a gestão do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), está colaborando com a ascensão do governador Marconi Perillo na capital. Se ganhar em Goiânia, ninguém segura o tucano. Paulo Garcia não está conseguindo transferir votos para Antônio Gomide em Goiânia. É preocupante... para o PT.

Principais nomes dos candidatos a deputado federal que apoiam Vanderlan Cardoso

A coligação PSC, PSB e PRP deve lançar, para deputado federal, Martiniano Cavalcante, Jorge Kajuru, Professor Alcides, Fernando Netto e, se suas contas forem aprovadas pela Assembleia Legislativa, Alcides Rodrigues.

Simeyzon Silveira e Elias Vaz são estrelas de Vanderlan Cardoso para deputado estadual

Para deputado estadual, as estrelas da coligação de Vanderlan Cardoso são Simeyzon Silveira, do PSC, e Elias Vaz, do PSB.

Eleitor tem até o dia 7 de maio para tirar título

O prazo também vale para pessoas com deficiência solicitarem transferência para seções adaptadas. O primeiro turno das eleições será no dia 5 de outubro

PT aposta que elege Rubens Otoni, Olavo Noleto e Tayrone di Martino para deputado federal

Petistas apostam que, se Antônio Gomide deslanchar, o PT pode obter cerca de 486 mil votos e eleger três deputados federais: Rubens Otoni, Olavo Noleto e Tayrone di Martino (o apoio da Igreja Católica e do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, são seus trunfos). Rubens, Olavo e Tayrone são apontados, no próprio PT, como favoritos. Mas o deputado estadual Mauro Rubem e o ex-reitor da Universidade Federal de Goiás Edward Madureira podem surpreender.

Edward Madureira permanece cotado para ser vice de Antônio Gomide

Edward Madureira, que prefere disputar mandato de deputado federal, pode, no caso de chapa pura do PT, ser o vice de Antônio Gomide. Madureira, por ser de Goiânia e por ser bem avaliado, pode compensar o desgaste de Paulo Garcia.

O prefeito de Anápolis e o governadoriável petista Antônio Gomide estão afinados

Os adversários não devem se iludir: o prefeito de Anápolis, João Gomes (PT), e o ex-prefeitos Antônio Gomide estão afinadíssimos. Claro que, na gestão, João Gomes e Antônio Gomide têm estilos diferentes. Mas não significa que os dois vão romper. Se quiser disputar a reeleição, com chances reais de vitória, o prefeito precisa ficar próximo de Gomide.

Base de Vanderlan Cardoso praticamente exige candidatura de Jorcelino Braga e de Joaquim Liminha

Há um movimento na base de Vanderlan Cardoso para que dois presidentes de partido, Joaquim Liminha (PSC) e Jorcelino Braga (PRP), disputem mandato de deputado estadual ou deputado federal. “Liminha e Braga, dois articuladores do primeiro time, incentivam todo mundo a disputar, mas vão ficar de fora? Não pode”, diz um vanderlanista.

Crítica literária estuda dois intelectuais que serviram ao governo de Juscelino Kubitschek

janela indiscreta0001A professora e crítica literária Eneida Maria de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, escreveu um livro de excelente qualidade, “Janelas Indiscretas — Ensaios de Crítica Biográfica” (UFMG, 261 páginas). Recomendo sobretudo o capítulo “O Avesso da escrita — Intelectuais a serviço de JK”, no qual estuda mais Autran Dourado e Murilo Rubião. Trata-se de um ensaio crítico da participação do escritor-intelectual no governo de Juscelino Kubitschek, que foi prefeito de Belo Horizonte, governador de Minas Gerais e presidente da República — sempre cercado de intelectuais.

Embaixada da Indonésia promove almoço para Goiás nesta quarta-feira

[caption id="attachment_2620" align="alignright" width="310"]A embaixada da Indonésia, em Brasília, será o palco da primeira reunião entre o novo secretário de Indústria e Comércio, Bill O’Dwyer, com países asiáticos A embaixada da Indonésia, em Brasília, será o palco da primeira reunião entre o novo secretário de Indústria e Comércio, Bill O’Dwyer, com países asiáticos[/caption] A posse do empresário anapolino William O’Dwyer como secretário de Indústria e Comércio de Goiás acontecerá na terça-feira, 29, às 11 horas, no auditório Mauro Borges, do Palácio Pedro Ludovico. Deverão estar presentes alguns embaixadores. Dois deles já confirmaram presença: Wilfried Grolig, da Alemanha, e Sudaryomo Hartosudarmo, da Indonésia, que, na quarta-feira, 30, oferece na embaixada em Brasília, um almoço para Goiás. Na ocasião, William e um gru­po da SIC se encontrarão com vários representantes de paí­ses asiáticos –– o grupo, que é liderado pela Indonésia, conta com países como Malá­s­ia, Fi­li­pinas, Cingapura, Tailândia e Viet­nã –– para apresentar-lhes as capacidades do Estado de Goiás. O secretário diz que será um almoço em homenagem a Goiás, do qual poderão sair bons frutos para o Estado, principalmente na questão comercial. Essa facilidade com que William –– mais conhecido como Bill –– tem para costurar conversas com o exterior, visto que é o cônsul honorário da Alemanha em Goiás, foi um dos fatores que levaram o governador Marconi Perillo a escolhê-lo para substituir Rafael Lousa, que assumiu a pasta após a saída de Alexandre Baldy, no início deste ano.