Notícias

Encontramos 147980 resultados
Prisão de policiais mostra que tráfico é uma das maiores causas de violência

[caption id="attachment_19600" align="alignleft" width="189"]Sidney Pontes: “Atitudes negativas à segurança pública devem ser punidas” / Paulo Giovanni Sidney Pontes: “Atitudes negativas à segurança pública devem ser punidas” / Paulo Giovanni[/caption] Na semana passada, a Polícia Civil prendeu 19 policiais, entre civis e militares, em Anápolis. Os policiais são suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e com o crime organizado. O grupo, segundo o desenrolar da Operação Malavita, realizada pela Delegacia de Repressão ao Crime Orga­nizado (Draco) de Goiânia, fez pelo menos 60 vítimas nos últimos três anos, das quais pelo menos 34 foram assassinadas — algumas teriam apenas testemunhado as ações dos criminosos. De acordo com Alexandre Lourenço, delegado titular da Draco, a primeira fase da operação foi encerrada com a prisão dos suspeitos. Ele explica, contudo, que o caminho até o encerramento dos inquéritos é longo: “O trabalho de investigação vai continuar de forma ainda mais complexa. Agora, com a sociedade tomando conhecimento, esperemos que os anapolinos denunciem as ações delituosas dos policiais”. Além de homicídios, os policiais executavam atividades como cobrança de dívidas, sequestros e extorsões. O comandante-geral da Polícia Militar, tenente-coronel Sílvio Benedito Alves, informou que processos administrativos contra os militares estavam sendo instaurados. “Vamos cortar na própria carne. Não aceitamos desvio de conduta”, asseverou. Para o assessor especial de Segurança Pública do município, coronel Sidney Pontes, o envolvimento dos 14 policiais militares e dos cinco agentes da Polícia Civil com a disputa territorial por pontos de tráfico, deve ser apurado minuciosamente. “Atitudes da própria polícia que se configuram como uma contribuição negativa à segurança, gerando e movendo a criminalidade, precisam ser irremediavelmente combatidas e punidas”, disse. Segundo dados da Gerência de Análise da Informação da Se­cretaria de Segurança Pública e Justiça de Goiás (SSP-GO), em Anápolis o pico de ocorrência de crimes violentos no ano passado eram registrados aos domingos. Além disso, em 72% dos crimes, o envolvimento com drogas liderava o ranking da motivação, seguido por outras razões como rixa ou passionalidade (2,96%) e vias de fato (4,44%). Outro dado chama atenção, apenas seis bairros anapolinos responderam por 50% dos casos de violência registrados na cidade em 2013: Vila Jaiara, Vila Santa Isabel, Parque Residencial das Flores, Residencial América, Residencial Bouganville e Recanto do Sol.

Tráfico versus violência

Sidney Pontes diz que o consumo e o tráfico de drogas são os maiores responsáveis pela criminalidade no Estado e no País e cita algumas ações que podem surtir efeito na diminuição dos índices de violência. “As estatísticas denunciam a ligação do tráfico com a violência. Em Anápolis, foi criado o Gabinete de Gestão Integrado [GGIM] para discutir, com vários órgãos, a segurança pública na cidade. Com a institucionalização do GGIM, nos reunimos constantemente e, integrados, buscamos a solução dos problemas e promovemos ações. Apenas neste ano já realizamos mais de 300 palestras em escolas sobre o abuso de drogas e violência, blitze conjuntas e fiscalização”, conta. Além disso, de acordo com Pontes, Anápolis, diferentemente de Goiânia e Aparecida de Goiânia, tem contribuído significativamente ao atrair esforços para diminuir a violência “que ascende no Estado”. Em 2010, o município implantou o sistema de videomonitoramento, composto por 72 câmeras. A intenção da prefeitura era prevenir e auxiliar no combate à criminalidade. “Trabalhando 24 horas por dia, a vigilância foi redobrada em áreas de grande movimentação e pudemos constatar que o cidadão se sente seguro, sendo que realmente está”, acredita Pontes.

“Crea, além de fiscalizar e arrecadar, precisa valorizar os profissionais”, sugere Francisco Almeida

Para o engenheiro agrônomo, que neste ano disputa as eleições para a presidência da autarquia federal, o conselho necessita de “upgrade” e deve ser mais atuante socialmente

O prefeito de Jataí, Humberto Machado, votou em Marconi Perillo para governador. Sem remorso

O prefeito de Jataí, Humberto Machado, do PMDB, não escondeu de seus aliados: votou mesmo no governador Marconi Perillo (PSDB). Em Iris Rezende (PMDB), teria dito, não votaria nem sob tortura chinesa. Humberto Machado não ficou com nenhum remorso, pois acredita que contribuiu para aposentar Iris Rezende em definitivo.

Maguito Vilela e Marconi Perillo podem caminhar juntos nas eleições de 2018

Há quem aposte que o governador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), vão disputar as duas vagas de senador, em 2018, mas como aliados. Não há um plano traçado. Mas a relacionamento entre o governador e o prefeito é republicano e pode descambar, de administrativo, para político.

Maguito Vilela sugere que o PMDB precisa caminhar sem Iris Rezende, responsável por várias derrotas

Em conversas públicas, e não mais reservadas, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, tem dito com frequência que o PMDB precisa se renovar com urgência, sob pena de sucumbir. Maguito Vilela não é arrogante e é discreto, mas tem sublinhado para os aliados que o PMDB precisa, a partir de agora, caminhar sem Iris Rezende. Este estaria “puxando” o partido para trás e é o principal responsável por suas derrotas.

ONU: mudança climática ameaça segurança sanitária mundial

A propagação, nos últimos anos, de doenças infeciosas como a malária, a chikungunya e mesmo o ebola são exemplos de como a mudança climática ameaça a segurança sanitária mundial, diz a Organização das Nações Unidas (ONU). "A mudança climática afeta as temperaturas e as condições climáticas das regiões. Na África, por exemplo, os mosquitos podem se propagar de uma região para outra com mais facilidade que antes, tal como na América Latina”, disse o diretor executivo do Conselho de Administração do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Achim Steiner. Ele acrescentou que em muitas partes do mundo se verá a volta ou a chegada de doenças que simplesmente não tinham sido notificadas antes, devido às altas temperaturas. Steiner destacou que esse fato afetará a infraestrutura sanitária e o sistema de saúde e, em última instância, a saúde e o bem-estar de cada uma das populações do planeta. Segundo o diretor, outro efeito da mudança climática na saúde é a contaminação, uma vez que a emissão de dióxido de carbono e outros produtos causa agora a morte prematura de aproximadamente 7 milhões de pessoas no mundo a cada ano. "Esse registro é maior do que o número de mortes prematuras por HIV/aids e a malária", comentou Steiner, que defende a implementação de políticas ambientais. Para ele, grandes economias como o Brasil tomaram medidas significativas para resolver as principais fontes de emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono. "O Brasil tem ajudado muito a reduzir o desmatamento, que é, talvez, um dos passos mais importantes", disse, citando também a Nicarágua pela "incorporação de tecnologias de energias renováveis para gerar eletricidade."

Marcos Martins Machado é cotado para assumir a Delegacia Geral de Polícia Civil

O deputado estadual Marcos Martins Machado (PSDB) é cotado para o cargo de delegado geral da Polícia Civil de Goiás. É muito difícil o governador Marconi Perillo “puxá-lo” para a Assembleia Legislativa, porque é o quinto suplente. O delegado geral João Carlos Gorski, da área de Inteligência, não gosta de aparecer, mas é competente e íntegro. Mas seu cargo, apesar do caráter técnico, é, acima de tudo, político.

Major Araújo precisa ter cuidado pra não contaminar seu nome ao defender criminosos que vestem farda

O deputado Major Araújo é um político eficiente, posicionado e crítico. Porém, precisa ter mais cuidado com a defesa radical e cega que faz de policiais militares envolvidos com criminalidade e corrupção. Uma coisa é a defesa corporativa. Outra bem diferente é a defesa, intempestiva, sem examinar os fatos com exatidão. O Major Araújo, político limpo, não pode se sujar com a sujeira dos outros. Todo cuidado, em certos casos, é pouco.

Delegado Alexandre Lourenço fez trabalho impecável de investigação sobre criminosos fardados

O trabalho do delegado Alexandre Lourenço, na investigação e prisão de policiais envolvidos com traficantes e suspeitos de assassinatos, é sério e equilibrado. O titular da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), ao menos até agora, tem uma conduta irrepreensível. Vale a pena não desqualificá-lo por interesses políticos, pessoais e corporativos. Cobra-se que a polícia aja. Porém, quando age, sempre aparecem pessoas defendendo os criminosos.

Prisão de serial killer fortalece Joaquim Mesquita na Secretaria de Segurança Pública

Depois da prisão do serial killer e da desmontagem de um esquema corrupto e assassino na Polícia Militar, o secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita, voltou a ficar forte para continuar no cargo.

Tucanos falam em lançar Joaquim Mesquita para vereador ou prefeito de Goiânia

Há quem, no tucanato, já fale em lançar Joaquim Mesquita para prefeito de Goiânia, em 2016. Ou então para vereador. O secretário de Segurança Pública aprecia política, mas não planeja disputar mandato eletivo em 2016 ou 2018. Se deixar a SSP, volta para a Polícia Federal.

Leonardo Vilela é cotado para assumir a Secretaria de Saúde no quarto governo de Marconi Perillo

Se não for para o Tribunal de Contas do Estado ou para o Tribunal de Contas dos Municípios, o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB), hoje na Secretaria de Gestão e Planejamento, deverá assumir a Secretaria de Saúde do Estado. Quando tinha interesse em seguir carreira política, Leonardo Vilela não quis assumir a Secretaria de Saúde. Temia sobretudo processos judiciais (o secretário em geral é processado com e, sobretudo, sem motivos consistentes). Agora que desistiu da política, pode assumir seu comando.

Misael Oliveira e Joaquim Liminha deram vitória substancial a Marconi Perillo em Senador Canedo

O prefeito Misael Oliveira (PDT) e o presidente do PSC, Joaquim Liminha, foram fundamentais para o governador Marconi Perillo (PSDB) ser o mais bem votado em Senador Canedo. No segundo turno, Misael Oliveira e Joaquim Liminha foram dois gigantes na campanha de Marconi Perillo. Eles disseram ao tucano-chefe: “O sr. vai ser o mais bem votado no município”. Misael Oliveira e Joaquim Liminha cumpriram a promessa, com folga: 55,39% a 44,61%.Uma diferença de 10,78% pró-Marconi Perillo. Não é pouca coisa. “Ficamos com o moderno”, resume Joaquim Liminha, secretário de Governo da Prefeitura de Senador Canedo.

Irmão de deputado do PMDB garantiu vitória de Marconi Perillo em Bela Vista

O governador Marconi Perillo ganhou em Bela Vista de Goiás. “O prefeito Eurípedes José do Carmo é do PSC e apoiou Marconi”, exulta Joaquim Liminha. Presidente do PSC, Liminha é amigo do governador há mais de duas décadas. No segundo turno, foi um dos primeiros políticos a apoiá-lo. “Nunca ficaria nunca com Iris Rezende. No primeiro turno, trabalhei para Vanderlan Cardoso, meu aliado político imediato. Porém, no segundo turno, não poderia deixar de apoiar Marconi”, frisa Liminha.

Vanderlan teria se arrependido de não ter participado da campanha de Marconi Perillo no segundo turno

Consta que até Vanderlan Cardoso (PSB) arrependeu-se de não ter participado da campanha de Marconi Perillo no segundo turno. Vanderlan Cardoso tem suas “diferenças” política com o tucano-chefe, mas avalia que é um político muito mais moderno do que Iris Rezende.