Notícias

Encontramos 148077 resultados
Reforma é o primeiro passo para o governador Marconi Perillo se tornar um político nacional

[caption id="attachment_20728" align="alignleft" width="699"]Marconi Perillo, governador, planeja buscar sucesso político  nacional por intermédio da excelência de gestão em Goiás | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Marconi Perillo, governador, planeja buscar sucesso político
nacional por intermédio da excelência de gestão em Goiás | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Na semana passada, o Jornal Opção perguntou a três pessoas do círculo íntimo do governador Marconi Perillo: “O que, de fato, pretende o tucano-chefe com a reforma administrativa?” Um dos entrevistados, que exigiu “off 100%”, antes de analisar a reforma, disse: “O Marconi Perillo pós-eleição de 2014 não está preocupado com miudezas. Não quer resolver todos ‘os problemas’ de sua base política e não pretende se envolver em todas as disputas paroquiais. Está mais preocupado em fazer uma gestão eficiente, com resultados de qualidade, para se projetar em termos nacionais. Mesmo antes de concluir sua gestão, e já a partir de 2015, ele vai ter como uma de suas preocupações a inserção na política nacional, como um par do senador Aécio Neves, e não como um ator coadjuvante. Quer ser protagonista”. Outro analista, ainda mais próximo de Marconi, afirma que ao antecipar sua reforma administrativa, extinguindo secretarias — serão apenas dez, possivelmente a menor e menos dispendiosa equipe do País —, o governador, além de chamar a atenção nacional, tende a influenciar outros governadores (é um exemplo até para Dilma Rousseff). “Quem não fizer o que Marconi fez não vai suportar as possíveis turbulências da economia em 2015. Alguns Estados, se atrasarem as reformas por falta de coragem e competência, poderão começar o ano com dificuldade até para pagar a olha do funcionalismo.” O terceiro analista sustenta que Marconi, além de político racional, aprendeu que não se reorganiza a gestão de um Estado com “jogadas políticas” e “empurrando os problemas para debaixo do tapete”. “O Marconi de 2015 será gestor, até duro, como as reformas sinalizam. Mas também será político. Acredito, porém, que fará política mais no plano nacional e, em Goiás, funcionará mais o gestor. Porque o segredo de seu sucesso no País depende do sucesso administrativo no Estado.” O último analista frisa que, nacionalmente, Marconi vai vender a excelência de sua gestão. “Porque almeja, num dia não muito distante, disputar a Presidência da República.”

Princesa Diana encantou-se com vestido chique criado por uma estilista brasileira

[caption id="attachment_20723" align="alignright" width="237"]Princesa Diana disse que Rosane Malta era uma mulher bonita e confessou-se “muito cansada”  Foto: Divulgação Princesa Diana disse que Rosane Malta era uma mulher bonita e confessou-se “muito cansada” | Foto: Divulgação[/caption] Em 1990, quando Akihito se tornou imperador do Japão, Fernando Collor e Rosane Malta mantiveram contato com o príncipe Charles e com a princesa Diana, então casados. “Ela é a mulher mais bonita da festa”, disse Diana, na versão da autora do livro “Tudo o Que Vi e Vivi” (Leya, 222 páginas). Rosane Malta, então com 24 anos, e Diana, de 29 anos, se entenderam bem. Mas o que agradou mesmo a princesa inglesa foi o vestido da primeira-dama patropi. “Onde você comprou este vestido?”, perguntou a britânica. Quando a brasileira disse que era da estilista Glorinha Pires Rebelo, a mulher de Charles disse: “Um dia eu vou visitar o Brasil e vou querer uma roupa dela!” Mais tarde, Rosane Malta enviou um vestido para a princesa britânica confeccionado por Glorinha Pires Rebelo. Numa visita ao Brasil, Diana perguntou: “Você não se cansa?” Rosane Malta disse que se cansava. “Eu estou muito cansada. Muito”, acrescentou a princesa. A princesa britânica já dava mostrar que o casamento com Charles ia muito mal.

Delegado Waldir Soares pode disputar Prefeitura de Aparecida

[caption id="attachment_13827" align="alignleft" width="620"]Waldir Soares: O principal desafio do governador Marconi Perillo é a segurança Pública | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Waldir Soares: "O principal desafio do governador Marconi Perillo é a segurança pública Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O deputado federal eleito Waldir Soares (PSDB) diz que se sente confortável para disputar pelo menos cinco prefeituras goianas: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Senador Canedo e Goianira. “Fui muito bem votado nas cinco cidades.” Como o PSDB deve bancar Jayme Rincón para prefeito de Goiânia, em 2016, a tendência é que o delegado Waldir Soares seja candidato a prefeito de Aparecida. “Na verdade, quero exercer o meu mandato de deputado federal. Mas admito que, como tenho cacife eleitoral, posso disputar alguma prefeitura. Eu tenho votos nas urnas e credibilidade pessoal e política.” No momento, Waldir Soares está mais preocupado com a renovação dos diretórios do PSDB. “Não preciso ser presidente do partido, mas defendo que, além de contemplar os vitoriosos nas urnas, é preciso renová-los. Como parlamentar mais bem votado, quero participar deste processo.” Sobre a permanência de Joaquim Mesquita na Secretaria de Segurança Pública, Waldir afirma que se trata de uma incógnita. “O fato é que o setor precisa avançar e a violência é crescente. Segurança pública é o maior desafio do governador Marconi Perillo.” O deputado João Campos pode substitur Mesquita? “Parece que não. Eu não quero o cargo, pois fui eleito para legislar.”

Fidel Castro mandava charutos para Fernando Collor de Mello

Uma das revelações do livro “Tudo o Que Vi e Vivi”, de Rosane Malta, é o carinho do ditador cubano Fidel Castro por Fernando Collor. “Fomos a Cuba a convite de Fidel Castro. Ele nos proporcionou tudo: carro, casa, empregados à disposição por quinze dias. Passeei muito pela ilha. Que lugar maravilhoso! Que praias! Não consigo esquecer de Varadero”, afirma Rosane Malta. Nenhuma linha sobre a ditadura e dissidentes políticos. Noutra ocasião, Fidel Castro, eterno galanteador, disse para a então primeira-dama: “Esse presidente do Brasil é muito esperto. Arrumou uma esposa novinha e linda”. “Fidel gostava muito de nós. Aliás, durante todo o tempo em que eu fiquei casada, mesmo após o impeachment, ele nunca deixou de enviar os melhores charutos cubanos para Fernando”, conta a ex-primeira-dama.

Biografia conta história de Chacrinha, o palhaço que balançou e avacalhou a televisão brasileira

Layout 1Chacrinha é como Carmen Miranda, Roberto Carlos, Didi (Renato Aragão), Pelé, Ayrton Sena e Renato Aragão. Um dos mais divertidos mitos da televisão brasileira. No vídeo, ele avacalhava geral. Era um palhaço, e se assumia como tal. Sua história é contada no livro “Chacrinha — A Biografia” (Leya Brasil, 368 páginas), de Denilson Monteiro e Eduardo Nassife.

Manoel de Barros é um belo poeta, mas não tão grande quanto Carlos Drummond de Andrade e João Cabral

O sucesso de Manoel de Barros (morto na semana passada), nos últimos anos, se deve muito mais à ausência física de Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. A poesia de Drummond de Andrade e João Cabral está aí, sólida, para ser lida e comparada. Porém, como não estão vivos, não podem ser exibidos em telejornais e demais programas de televisão. Mas a bela poesia de Manoel de Barros — talvez filha tardia de Walt Whitman — merece um lugar ao lado de Mario Quintana e Jorge de Lima, e um pouco abaixo da finura de Manuel Bandeira e Ferreira Gullar (este, o maior poeta brasileiro vivo).

“Desunidos, PT e PMDB vão perder a Prefeitura de Goiânia para o PSDB”, diz ex-prefeito

Um ex-prefeito de Goiânia disse para o Jornal Opção que, se PT e PMDB disputarem a eleição para a prefeitura da capital em campos opostos, “vão se tornar inhambu na capanga do PSDB de Jayme Rincón”. O político afirma que o PMDB e o PT têm nomes consistentes para a disputa. “O PMDB tem Daniel Vilela e Agenor Mariano e o PT tem Adriana Accorsi e Humberto Aidar. São quatro jovens de valor. O ideal é que a montagem da chapa tenha um titular do PT e um vice do PMDB ou vice-versa. Adriana Accorsi poderia ser vice de Agenor Mariano ou este poderia ser vice dela.” Com a reeleição do governador Marconi Perillo, sugere o ex-prefeito, o PSDB vai jogar pesado em Goiânia. “É melhor para o PT e para o PMDB que o prefeito seja de um dos partidos, mas não do PSDB.”

Seleção brasileira de futebol e a patriotada dos telejornais e do jornalismo esportivo

A seleção brasileira ganhou da Turquia por 4 a 0. Jogou bem. O adversário é fraco, não é nenhuma Alemanha ou Holanda. Mas telejornais e programas esportivos, principalmente os da TV Globo, incensaram os “craques” e, a partir de certo momento, fiquei com a impressão de que o time de Neymar havia derrotado por 4 a 0 a seleção de Kroos. A mídia esportiva transforma jogadores medianos, como Willian, em craques, devido apenas uma jogada — fascinante, de fato —, e depois, quando precisa criticá-los, eles ficam irritados, e com certa razão. Quando Ganso e Neymar surgiram, comentaristas esportivos dos vários programas de televisão louvaram o segundo, porém o primeiro era mais incensado. A torcida percebia que Neymar era, dos dois, o verdadeiro craque e o acompanhava com interesse. A torcida estava certa e os comentaristas, sábios da palavra, estavam equivocados. O futebol de Ganso é ciclotímico. Um dia, o jogador brilha, com uma jogada de mestre, mas, na maioria das vezes, mostra-se um atleta apagado, como se estivesse “participando” do jogo da arquibancada.

Presidente da Acieg diz que Igor Montenegro foi uma grande escolha para dirigir o Sebrae

A presidente da Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg), Helenir Queiroz, diz que a escolha de Igor Montenegro para a Superintendência do Sebrae-Goiás “não podia ser me­lhor. Ele é empreendedor, inovador e tem cabeça ‘aberta’”. Helenir sustenta que “todo mundo que se relaciona com o Sebrae — e, aliás, toda a sociedade — tem a ganhar com a escolha de Igor. Ele é agregador, tem uma visão macro dos negócios e é ligado à iniciativa privada. Portanto, sabe como funcionam as empresas”. O presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, será o presidente do Conselho do Sebrae. “É outra boa escolha, porque, como Igor, sabe agregar.” O presidente do Conselho Nacional do Sebrae é o presidente da Confederação Nacional da Indústria (NCI), Robson Andrade. “Ele mantém uma sintonia fina com Pedro Alves de Oliveira”, diz Helenir. Helenir acrescenta que Manuel Xavier, que deixa a Superintendência, em janeiro, fez uma verdadeira revolução no Sebrae-Goiás — modernizando-o e tornando-o mais ágil.

Frederico Jayme diz que Iris Rezende teve coragem de trocar mito Ulysses Guimarães por Fernando Collor

[caption id="attachment_10855" align="alignleft" width="620"]Frederico Jayme lamentou arquivamento do pedido | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção  Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O irismo continua plantando notas em “O Popular” sugerindo que Frederico Jayme será expulso do PMDB. “O que os iristas não querem perceber é que, se Iris Rezende ‘acabou’, não há mais motivo para o irismo subsistir”, frisa o ex-presidente da Assem­bleia Legislativa. “Os iristas não sabem que, em 1989, no lugar de apoiar Ulysses Guimarães, do PMDB, para presidente da República — mesmo que sabendo que era um baluarte da luta contra a ditadura, quando alguns estavam ‘escondidos’ em casa —, Iris declarou apoio a Fernando Collor, do PRN. Será que os iristas também não sabem que Iris apoiava o 45, quer dizer, o PSDB do ex-presidente FHC, do qual foi ministro?” “Quer dizer que Iris pode apoiar o PSDB, mas os outros, não? Eu não apoiei Iris para governador porque o considero como o supremo porta-voz do arcaico na política de Goiás e, sobretudo, porque não ter coragem de se apresentar publicamente e explicar como acumulou sua imensa fortuna. Não apoiá-lo, portanto, foi um ato de consciência.”

Pop demite e cria uma espécie de Programa de Demissão Voluntária (PDV)

O “Pop” criou uma espécie de Programa de Demissão Voluntá­ria e está promovendo um enxugamento sutil da redação. O jornal incentiva as demissões, mas entra em acordo com os jornalistas e paga seus direitos. Segundo uma fonte, a cúpula do Grupo Jaime Câmara quer enxugar a redação, tida, proporcionalmente, como uma das maiores do País. Não é a mais cara, porque os salários do “Pop” são menores do que os dos grandes jornais brasileiros. Ainda assim, a folha de pagamento é tida, conforme a fonte, como “onerosa”. A mesma fonte avalia que o GJC está preparando a redação para a ascensão de um novo editor-chefe, que deve ser contratado em Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro. Este editor-chefe trabalharia como uma redação mais compacta, porém mais dedicada ao jornal. Alega-se que grande parte dos repórteres presta assessoria e, por isso, não tem compromisso integral com o jornal. Há uma tendência a priorizar, sobretudo em termos salariais, os repórteres que dedicarem mais tempo à redação. Na semana passada, o jornal demitiu dois funcionários, Cláudia, auxiliar administrativa, e o digitador Antônio Lourenço (Baianinho). Quatro jornalistas deixarem a redação. O repórter Galtiery Rodrigues, que vai fazer intercâmbio na Irlanda, vai pedir demissão.

Sandro Mabel pode correr da raia se tiver de enfrentar o Delegado Waldir em Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_19666" align="alignleft" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Nomes que estão se credenciando para disputar a Prefeitura de Aparecida de Goiânia: o coronel Sílvio Benedito Alves (sem partido), Sandro Mabel (PMDB, foto)), Euler Morais (PMDB), Marlúcio Pereira (PTB), Olavo Noleto (PT), Ozair José (PT), Delegado Waldir Soares (PSDB) e Osvaldo Zilli (sem partido). Políticos locais frisam que Sandro Mabel perdeu identidade com Aparecida de Goiânia e, por isso, é visto como paraquedista. “Euler Morais mora em Goiânia, no condomínio Aldeia do Vale, mas pelo menos está trabalhando na prefeitura como secretário de Governo.” Um peemedebista diz que o Delegado Waldir, embora bem votado no município, não é de lá. “É mais um paraquedista”, critica. E acrescenta: “Olavo Noleto afirma que tem ligação com Aparecida, mas só aparece no município eventualmente”. Um tucano afirma que, se o Delegado Waldir for candidato, Sandro Mabel provavelmente vai tirar o time de campo. “Todos acreditam que, se disputar, o político do PSDB será eleito prefeito.”

Sai um dos livros mais qualificados sobre a Primeira Guerra Mundial

Demorou mais chegou um dos melhores livros sobre o tema que movimentou as editoras e livrarias em 2014: “A Primeira Guerra Mundial” (Globo Livros, 724 páginas, tradução de Gleuber Vieira), de Margaret MacMillan, uma das mais qualificadas historiadoras da Inglaterra. Merece figurar nas lista dos cinco melhores livros sobre o assunto.

Três players na Assembleia: Chiquinho Oliveira, José Vitti e Lincoln Tejota

“Há três players na disputa pela presidência da Assembleia — José Vitti (PSDB), Lincoln Tejota (PSD) e Chiquinho Oliveira (PHS), afirma um deputado. “E há um ‘zangão’, o Helio de Sousa.” O que, exatamente, o parlamentar quer dizer com isto não se sabe. O deputado sublinha que o candidato dos sonhos do governador Marconi Perillo é Chiquinho de Oliveira. “Mas Mar­coni não vai pôr a faca no pescoço de ninguém para elegê-lo. Por isso sugeriu que costure uma aliança sozinho.” O parlamentar governista frisa que, depois de uma conversa com dois conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Kennedy Trindade e Helder Valim, que “são tremendamente articulados”, Chiquinho Oliveira teria conquistado o apoio de oito deputados. José Vitti tem dois trunfos. É do PSDB e o partido, a maioria, quer fazer o presidente. “E é rico”, frisa um deputado. O que isto sugere o deputado não explica. Lincoln Tejota tem amplo poder de articulação, sobretudo porque seu pai, Sebastião Tejota, é um poderoso conselheiro do TCE.

Petista garante que “o candidato do PT a prefeito de Goiânia será do PMDB”

Um petista é peremptório: “O candidato do PT a prefeito de Goiânia será do PMDB”. E acrescenta: “O vice será do PT”. Ele frisa que o prefeito Paulo Garcia, desgastado, dificilmente terá condições de bancar um candidato em 2016. Por isso tenderá a apostar em Adriana Accorsi para vice do candidato do PMDB. Há quem espera d. Se­bastião, quer dizer o sebastianista Iris Rezende, voltar da fazenda e anunciar que será candidato”. Missão tida como impossível.