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livro Livro A pobreza não tem causas econômicas, mas encontra base em um conjunto de disfunções reforçados por uma cultura de elite em busca de vítimas. Esta é a base deste livro. A Vida na Sarjeta Autor: Theodore Dalrymple Preço: R$ 39,90 E Realizações       Música Música Seguindo o caminho dos prêmios, o britânico James Bay, já premiado no Brit Awards, lança “Chaos and The Calm”. É o 1º álbum do também compositor e guitarrista. Chaos and The Calm James Bay Preço: R$ 27,90 Universal   Filme   Filme Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, João e Rapunzel entrelaçam seu destino neste musical estrelado por Meryl Streep, Anna Kendrick e Johnny Depp. Caminhos da Floresta Direção: Rob Marshall Preço: R$ 39,90 Buena Vista

O stalinismo caboclo afia o discurso para desarmar população mas não os bandidos

[caption id="attachment_34892" align="alignnone" width="620"]Rogério Peninha, deputado federal: seu projeto, contrário ao desarmamento, está sob ataque cerrado dos marxistas patropis, e com forte apoio de grupos internacionais Foto: Anderson Silveiira/Agência Câmara Rogério Peninha, deputado federal: seu projeto, contrário ao desarmamento, está sob ataque cerrado dos marxistas patropis, e com forte apoio de grupos internacionais Foto: Anderson Silveira/Agência Câmara[/caption] Volta à baila a questão do “desarmamento da burguesia”, com a tramitação do Projeto de Lei n° 3722/2012, do bravo deputado Rogério Peninha, na Câmara dos Deputados. Relembremos alguns fatos: 1) No final do ano passado, coincidindo com o final da legislatura, o PT e o governo federal, com grande esforço, conseguiram que não fosse votado o projeto do deputado Peninha, embora fosse ele o detentor do maior apoio popular entre os projetos, sobre os mais variados assuntos, em trâmite no Congresso. Contava-se com a não reeleição do deputado, o que seria a morte do projeto. Mas o parlamentar, felizmente, para quem preza a liberdade e o direito sagrado da legítima defesa, foi eleito mais uma vez, e bem eleito. Com isso, fez voltar seu projeto à pauta. 2) Longe de revogar o Estatuto do Desarmamento (o que, para o bem do País, já deveria ter sido feito), o projeto de que falamos defende apenas algumas modificações em exigências absurdas dele constantes (como a renovação, extremamente, difícil, cara e burocrática, a cada três anos, dos registros de armas) e atenuar a discricionariedade e a prepotência com que autoridades negam, hoje, o direito do cidadão brasileiro de adquirir e em alguns casos, ainda que poucos e justos, de portar sua arma. Note-se que hoje, mesmo legal, esse direito é sistematicamente negado pelo governo petista. 3) Pela condição atual do Estatuto, o cidadão, por mais honesto que seja, se por infelicidade se esquecer de renovar seu registro de arma, passa a ser um fora da lei, e é tratado, co­mo já aconteceu várias vezes, como bandido, po­dendo amargar uma absurda e revoltante prisão. 4) A despeito de apenas introduzir modificações limitadas e racionais no Estatuto, petistas e assemelhados lutam encarniçadamente para derrotar o projeto, e contam com a ajuda da imprensa de uma maneira geral, cujas redações continuam simpáticas ao governo federal, apesar da incompetência e desonestidade deste. Destaca-se, por extraordinária, a cobertura da Rede Globo, francamente contra o projeto do deputado Peninha; o que não é, porém, novidade: a Globo já havia há tempos adotado essa atitude desarmamentista. Todo o marxismo nacional já se movimenta, na tentativa de afundar o projeto do deputado Peninha. Afinal, é um tema caro para o stalinismo caboclo desarmar a população. Muito mais acalentado do que desarmar os bandidos. Afinal, uma população insatisfeita com os rumos do “bolivarianismo” nacional deve ser mantida totalmente inerme, já bastando sua manifestação via das panelas, que não há como coibir. Mas não duvidem. Possível fosse, eles já teriam proibido as panelas. Diria mesmo que o único tema equivalente ao desarmamento, nos sonhos dos “comissários” nacionais, é o da censura à imprensa, já tentado várias vezes, mas ao contrário do desarmamento, outras tantas vezes frustrado. Como o leitor, seus familiares, e quase todos os de nossas relações pertencemos à odiada classe média, ou burguesia, no dizer dos filósofos petistas tipo Marilena Chaui, somos, ipso facto, componentes das “classes opressoras”, enquanto os assaltantes e traficantes pertencem às pobres “classes oprimidas”, a quem nunca o capitalismo deu qualquer chance na vida. A esses sábios não interessa saber porquê esses marginais não buscaram ou buscam uma atividade honesta. Afinal, isso não interessa ao projeto de “hegemonia” do PT. Dilma já tentava, na semana passada, esquecida de que é ateia, socorro da Igreja Católica para barrar dois projetos: o do deputado Peninha e o que altera a maioridade penal. E não nos esqueçamos: Fernando Henrique Cardoso e a cúpula do PSDB a apoiam em ambas as coisas. Há, embora não sejam claros os objetivos, um grande interesse de alguns setores externos no desarmamento dos brasileiros. ONGs brasileiras, como a Viva Rio e a Sou da Paz, nunca esconderam que recebiam gordas verbas de fora para tentar nos desarmar aqui dentro. Em particular, esse véu de mistério sempre se estendeu sobre grandes entidades, que, inexplicavelmente, defendem os projetos da esquerda e muitas vezes da esquerda mais radical, dos países do Terceiro Mundo, embora aparentemente não tenham nenhuma razão para fazê-lo, como são os casos da Fundação Ford e das empresas do especulador internacional George Soros. O que não se pode negar é que sempre houve, da parte dessas entidades estranhas a nossos problemas internos, um derramamento enorme de dinheiro diretamente nessa questão do desarmamento. Aos que se esforçam para tentar convencer os “companheiros” das desvantagens do desarmamento, com argumentos sólidos e estatísticas verdadeiras, vai nosso aviso: não percam tempo. A questão não é de lógica, é de ideologia. Os esquerdistas que têm um pouco de discernimento e defendem o desarmamento como ferramenta de combate à violência, sabem muito bem que estão brandindo falsos argumentos. Estão à vista de todos os resultados da política adotada nestes últimos dez anos. Só com muito cinismo e muitas falsas ou distorcidas estatísticas para afirmar que o Estatuto do Desarmamento trouxe algum benefício, por mínimo que seja, para quem é honesto, correto, trabalhador. Os relatos dos assaltados, e todos nós conhecemos alguém próximo (quando não nós próprios) que sofreu esse abuso, mostram a confiança, a tranquilidade, o menoscabo com que agem hoje os bandidos, certos de que suas vítimas terão sido desarmadas pelo governo e será seguro depená-las. Entre os mistérios dessa campanha estão inseridos os programas da Globo defendendo o desarmamento. As razões da gigante da comunicação são tão impenetráveis quanto os das entidades estrangeiras como a Fundação Ford. Mas suas manifestações são de uma parcialidade e uma dedicação a toda prova. O programa Globo News mostrou no mês passado uma reportagem focalizando uma loja fajuta em Nova York, patrocinada por uma dessas ONGs suspeitas, cuja finalidade era fazer com que um pretenso comprador de uma arma desistisse de fazê-lo. O programa terminava com um apelo ao desarmamento, criticando o número exagerado (no entender da emissora) de armas em mãos dos cidadãos americanos, como um absurdo, potencialmente gerador de violência. Faltou a honestidade de um fecho indiscutível: embora os americanos estejam muitas vezes mais armados que os brasileiros, a violência por lá é cerca de seis vezes menor, por grupo de cem mil habitantes, do que por aqui. A revista “Época”, do mesmo grupo empresarial, em seu número 881, do final do mês passado, trouxe uma reportagem abrigando uma entrevista do secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, a favor do desarme, e do filósofo Denis Rosenfield, contra. Mas o editorial da revista quebra o pretenso equilíbrio, ao defender violentamente o desarmamento, com estatísticas sem confiabilidade e argumentos inconsistentes, e quase infantis. Quem tiver acesso à reportagem verá a pobreza dos argumentos de José Mariano Beltrame, diante dos de Denis Rosenfield. Não é de se estranhar. Beltrame é de inspirar pena. É um cidadão honesto, mas que não tem noção do que faz. Há oito anos à frente da Secretaria de Segurança carioca, só vê a violência aumentar. A bela cidade é uma das mais inseguras do mundo, onde, mesmo nos bairros mais ricos e privilegiados, assaltos, arrastões e venda de drogas subiram a níveis assustadores. É uma das poucas metrópoles do mundo onde a marginalidade domina extensas áreas urbanas. A política vitrine de Beltrame, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que a superficialidade carioca apontava no seu início como solução de todos os problemas de violência, mostrou-se, com o passar do tempo, apenas uma medida cara e inócua, que funcionou somente como jogada eleitoreira, resultando ao final em policiais acuados nas favelas, muitas vezes atacados e mortos, sem que houvesse desmantelamento de quadrilhas, prisão de bandidos, diminuição no tráfico ou queda no número de ocorrências violentas. Beltrame em sua fala, defendendo o desarmamento do cidadão, se jacta das armas apreendidas, e fala até em fuzis e metralhadoras, na sua candura esquecido que essas armas nada têm a ver com as pessoas comuns, que só têm acesso a armas de pequeno calibre. Conta como grande feito ter recolhido os fuzis da Polícia Militar, para evitar disparos perigosos. Chega a ser ridícula a não percepção de que, assim, só conseguiu deixar a sua polícia ainda mais que já era, inferiorizada em relação aos traficantes super-armados que dominam os morros cariocas e estão se lixando para as UPPs. Deveria ter recolhido, isso sim, os fuzis do tráfico, mas cadê poder? Parecem uns pândegos, esses desarmamentistas, mas não o são.  Zombam de nossos direitos. Brincam com nossas vidas.

Quem leva vantagem?

A base aliada estadual tem maior número de opções para as eleições de Goiânia no ano que vem, mas PMDB tem a referência Iris Rezende

Por que tirar do clube uma área que está sendo bem cuidada?

Carlos Mario Em relação à matéria “Clube Jaó e Estado travam batalha na Justiça por 400 mil m² de área pública” (Jornal Opção 2078), digo que sou associado do clube Jaó desde menino. A ação antes pertencente à minha mãe agora me pertence. Já se vão quase 40 anos. Nesse tempo todo, a área em questão nunca diminui de tamanho ou teve outro uso que não fosse a preservação. Se como está dito no artigo — que há interesse da Segplan em fazer um parque dentro da área —, que ela continue nas mãos do clube que, ao meu ver, vem fazendo bom uso do terreno em questão. Quem passa do Setor Santa Genoveva para a Rodovia BR-153, fazendo como atalho o trecho que passa na frente do TCU pode ver como a área é bem cuidada: apresenta uma matinha bem densa e, se a pessoa tiver tempo, observará também a diversidade de pássaros e outros animais residentes ali dentro. Então, pergunto: por que tirar do clube a gestão da área, se o Estado não tem condições para gerir a mesma com o mesmo cuidado com que o clube vem fazendo há 40 anos? E-mail: [email protected]

“O poder público não vislumbra meio ambiente”

Adalberto Campo A área verde não deve ficar nas mãos do Jaó, mas a verdade é que a primeira coisa que o Estado de Goiás fará é um estudo pra saber quanto vale a área e, depois, vender para uma construtora de condomínio horizontal. O Estado não vislumbra meio ambiente, mas somente lucro. Aliás, diga-se de passagem, isso é um mal dos entes públicos, senão todos municípios protegeriam pelo menos 50 metros de mata próximo de córregos e rios dentro da cidade. Mas o que vemos aqui são dois shoppings dentro de córregos e vários setores aonde as casas vão até dentro dos mesmos. Acham que no futuro terão como reverter. Ou que se danem seus descendentes. E-mail: [email protected]

Nós, os mortos

Lamento pelo tapa que não levei do PM. Pela bordoada que não tomei pela resistência que não ofertei. Antes a tivesse levado e gemido, chorado

Sai livro de Ian Kershaw sobre os dois últimos anos do nazismo. Pela Companhia das Letras

O britânico Ian Kershaw é um dos maiores historiadores da Segunda Guerra Mundial. Sua biografia de Hitler, publicada no Brasil pela Companhia das Letras (trata-se de uma versão condensada pelo próprio autor), é um clássico, pela pesquisa exaustiva e, sobretudo, pela interpretação perspicaz, e não meramente condenatória, do líder friamente racional, apesar da aparente loucura. Agora, a mesma editora publica “O Fim do Terceiro Reich — A Destruição da Alemanha de Hitler, 1944-1945” (tradução de Jairo Arco e Flexa, 616 páginas), de sua autoria. Ainda não li este livro, mas, a julgar pelas avaliações de dois historiadores gabaritados, Antony Beevor — autor do excelente “A Segunda Guerra Mundial”, que merece, urgente, edição brasileira (a portuguesa é muito boa); Beevor sugere que a batalha começou antes de 1939, e na Ásia — e Mark Mazower, vale figurar na pole position da lista dos leitores que se interessam pelo assunto. Ian Kershaw [foto acima] ainda tem a vantagem típica dos intelectuais ingleses: escreve muito bem, com o máximo de clareza. Não há esse negócio de “no bojo de” e “em última instância”. Alguns comentários sobre o livro “O Fim do Terceiro Reich se tornará certamente a grande referência sobre a derrocada terrível do nazismo.” — “The Financial Times” “A melhor tentativa de entender por que a Alemanha nazista continuou a lutar até a destruição total.” — Antony Beevor, “The Telegraph” “O Fim do Terceiro Reich tem por assunto um dos maiores enigmas históricos do século XX. Como se pode explicar a extraordinária coesão da sociedade alemã até o último minuto? Como entender a ausência de revolta, a pusilanimidade, as relativamente baixas taxas de deserção entre as Forças Armadas e o controle tenaz e renitente do Estado pelo Partido Nazista à custa da vida de pessoas comuns?” — Mark Mazower, “The Guardian”

Halim Girade é o responsável pela saída de Alexandre Bittencourt da chefia de comunicação setorial

Dada a omissão do secretário de Saúde de Goiás, Leonardo Vilela — um diplomata —, o superintendente-executivo da pasta, a eminência parda Halim Antonio Girade, seria o responsável pelo afastamento do chefe setorial de Comunicação, Alexandre Bittencourt [foto, do Facebook]. Halim Girade, segundo um deputado estadual tucano, vai substitui-lo por Iara Lourenço. Alexandre Bittencourt, que fazia um trabalho competente, deve trabalhar na assessoria de imprensa direta do governador Marconi Perillo.

Playlist Opção

Mais uma sexta-feira chegar e com ela a playlist do Opção. São as músicas que embalaram os foninhos dos nossos redatores. Vale aumentar o volume, acha não? Belle and Sebastian – If She Wants Me Britney Spears feat. Iggy Azalea – Pretty Girls CITIZENS! – True Romance Curumin – Vestido de prata Destiny’s Child – Say My Name Hozier – Someone New Jorge Ben Jor – Por causa de você, menina/Chove Chuva Seether – Same Damn Life Scorpions – Rock You Like A Hurricane (Live at Wacken Open Air) The Neighbourhood – Sweater Weather The Truth Is A Cave – The Oh Hello's

Caiado vai convidar Mujica para prestar mais informações sobre suposta confissão de Lula

[caption id="attachment_33561" align="alignright" width="620"]Foto: Marcos Oliveira Foto: Marcos Oliveira[/caption] O senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) divulgou nesta sexta-feira (8/5), que vai ingressar com um requerimento de convite ao ex-presidente uruguaio, José Mujica, para colher mais informações sobre suposta confissão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no seu envolvimento no Mensalão. Pedido virá após reportagem do jornal "O Globo", que falou dos relatos de Mujica que estão no livro "Una oveja negra al poder” (Uma ovelha negra no poder), escrito pelos jornalistas Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz. Conforme reportagem, no livro o ex-presidente relembra encontros que teve com o petista brasileiro. Em um deles, os políticos falaram sobre o escândalo do mensalão, e de acordo com Mujica, Lula teria dito que aquela era "a única forma de governar o Brasil" [caption id="attachment_34875" align="alignright" width="300"]Foto: divulgação Foto: divulgação[/caption] "O Globo" afirma ainda que, segundo o livro dos relatos de Mujica, em 2010, durante reunião em Brasília, Lula teria dito ao uruguaio: "Neste mundo tive que lidar com muitas coisas imorais, chantagens." Pelo Facebook, Caiado divulgou que a acusação é muito grave, questionando o PT pelo fato do relato estar vindo de um "festejado" político da esquerda, cuja índole, por parte da esquerda, é colocada acima de qualquer suspeita. "Se o grande homem público que sempre disseram que Mujica é está dizendo que Lula confessou que o Mensalão ‘era a única forma de governar o Brasil', como os defensores do ex-presidente vão agir?", questionou o senador. O requerimento será apresentado à Comissão de Relações Exteriores da Casa. Segundo o senador, o convite também se estende ao ex-vice presidente do Uruguai, Danilo Astori, que, segundo Mujica, também estava na sala no momento da confissão -- como apontou a reportagem do "O Globo". Veja a publicação de Ronaldo Caiado na íntegra: O outrora festejado pela esquerda brasileira José Mujica está colocando a confissão de Lula sobre o mensalão em livro. E agora, PT? Mujica era uma espécie de mártir socialista na América Latina. Muito amigo de Lula e Dilma, era sempre figura de destaque em encontros internacionais. Sua acusação é grave, até porque é a própria esquerda que coloca sua índole acima de qualquer suspeita. Se o grande homem público que sempre disseram que Mujica é está dizendo que Lula confessou que o Mensalão "‘era a única forma de governar o Brasil", como os defensores do ex-presidente vão agir? Vão transformar o herói em párea? Vão dizer que Mujica traiu o movimento? Que é invenção da mídia? E mais importante: até que ponto uma declaração como essa, de um ex-chefe de Estado íntimo do Palácio do Planalto, não pode reacender a chama das investigações do Mensalão que pararam justamente quando estava a centímetros de chegar em Lula?

Nomeada relatora da reforma administrativa, Cristina Lopes defende extinção de secretarias extraordinárias

Ao pontuar diversas questões polêmicas envolvendo o projeto da prefeitura, vereadora sinalizou que haverá muita discussão na Câmara nas próximas semanas

Governador anuncia que assinou autorização que dá autonomia à UEG

Em bate-papo com internautas, governador falou também sobre bolsa universitária, HUGO 2 e segurança pública

Marconi defende que governo federal ajude nos investimentos em Segurança Pública

Governador afirma que legislação deveria ser mudada e gestão nacional deveria ter responsabilidades na área junto com os Estados

Serial killer é mandado a júri pelo quarto homicídio

Julgamento será pelo homicídio duplamente qualificado de Juliana Neubia. Crime aconteceu em julho de 2014

Menino de oito anos é encontrado em mala na fronteira da Espanha

Dona da mala e pai do garoto foram presos. Suspeita é que o pai tenha contratado a mulher para fazer o transporte do filho

Dilma encaminha ao Senado nome de Ney Maranhão para diretoria da ANA

[caption id="attachment_34854" align="alignright" width="620"]Foto: Pedro Araújo/MMA Foto: Pedro Araújo/MMA[/caption] A presidenta Dilma Rousseff encaminhou, para apreciação do Senado, o nome de Ney Maranhão para ocupar o cargo de diretor da Agência Nacional de Águas (ANA). A mensagem de encaminhamento foi publicada na edição de hoje (8) do Diário Oficial da União. Para assumir o cargo, Maranhão precisa passar por sabatina em comissão do Senado e ter o nome aprovado no plenário da Casa. Se receber o aval do Parlamento, ele vai comandar a Diretoria da Área de Hidrologia. O mandato de diretor na ANA é quatro anos, renovável uma vez por igual período. Atualmente, Ney Maranhão é secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente.