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A Prefeitura de Anápolis, via Companhia Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT), realizou na semana passada a instalação de redutor de velocidade do estilo “lombofaixa” na Rua Engenheiro Portela – Vila Nossa Senhora D’Abadia, na altura do Colégio Militar Gabriel Issa. Segundo o diretor da Companhia, a intervenção atende à demanda da região que recebe um fluxo intenso de pedestres na travessia desta importante via da cidade, por onde passam milhares de veículos, diariamente. “A lombofaixa é uma das formas de reduzir a velocidade dos veículos de forma menos agressiva, ao contrário dos chamados quebra-molas, mas com o diferencial da faixa de pedestres agregada”, pontuou o diretor da CMTT, Alex Martins, complementando que a instalação deste tipo de redutor de velocidade também é pensado na acessibilidade, visto que a lombofaixa é nivelada tendo como parâmetro a calçada. “Além dos pedestres, é segurança a mais para cadeirantes e similares, a exemplo das mães que percorrem nossas vias com carrinhos de bebê, destacou Alex. Os moradores da região, Jackson Braga, Leandro Vieira, Marilda Gomes e Antônio Carlos comemoraram a intervenção realizada na via no trecho da instituição de ensino que têm mais de mil alunos matriculados e que também comporta outros estabelecimentos. “Diminuindo a velocidade é que os acidentes são evitados. Estamos gratificados com esta ação da Prefeitura”, disse Leandro. O diretor da CMTT finalizou dizendo que outros 10 locais da cidade serão contemplados com a instalação de lombofaixas, de acordo com a programação da Companhia. “Todas as nossas ações são pensadas na segurança da população.”
O prefeito João Gomes participou da inauguração de empreendimento do ramo atacadista de comércio de alimentos, localizado na BR-060, próximo ao viaduto da Avenida JK. Na ocasião, o prefeito destacou as potencialidades de Anápolis nos diversos setores da economia, o que têm atraído a instalação de empresas importantes para o município. Além do prefeito, também acompanhou a inauguração o senador da República, Wilder Morais, o secretário municipal de Assuntos Parlamentares, Luiz Lacerda, o diretor-presidente da empresa, Roberto Müssnich, outros diretores do empreendimento e colaboradores da unidade que após as falas das autoridades, recepcionaram a população. Gerida pelo grupo Atacadão, que com a unidade de Anápolis contabiliza 117 lojas instaladas no País, o novo empreendimento possui 6.300 m² e emprega 550 pessoas, direta e indiretamente
O cantor Marcelo Ruiz dá mais um importante passo na carreira. Aos 40 anos, o artista nascido em São Paulo, mas anapolino de coração, representará a cidade no Festival Canta Cerrado 2015. O evento acontecerá em Goiânia nos dias 17, 18 e 19 de setembro. A música de Marcelo Ruiz foi classificada entre as 10 de centenas inscritas no certame. “Carece Paixão-Né” foi composta em abril deste ano. Marcelo Ruiz iniciou sua trajetória musical ainda jovem. Instigado pelo rock, começou a tocar violão e guitarra buscando formar uma banda. Em 1994, embarcou com destino a Anápolis. Ao conhecer o trabalho da Cia Bokemboka de Teatro, Bonecos e Circo, trocou a guitarra pelo violão e começa a dedicar-se ao circo. Até 2003, Marcelo passa por vários grupos teatrais. O primeiro CD, totalmente artesanal, foi gravado em um pequeno estúdio.
Nova UBS vai assistir a população de dez bairros e resgata mais um compromisso da administração municipal
Há muitos anos que o mundo percebeu: só cresce quem se inova. Porém, só inova quem investe e esse é o ponto chave não apenas para Goiás, como para o Brasil atualmente
Brilhar numa seleção que tem um rei como Pelé, um príncipe como Tostão, um conde como Carlos Alberto e um visconde como Jairzinho não é nada fácil. Mas o duque Roberto Rivellino — 70 anos em 2016 — foi uma das estrelas dos jogos da Copa de Futebol de 1970, no México, que vi numa televisão preto e branco, com chuvisco e tudo, e ouvi pelo rádio, nas vozes impagáveis de Waldir Amaral e Jorge Curi.
Dotado de forte personalidade, Rivellino cavou seu próprio espaço na seleção de 70 e jogou muito bem. Era tão bom quanto Jairzinho (um dos maiores jogadores da copa). A Patada Atômica também jogou muito bem no Corinthians — era chamado de Reizinho do Parque — e no Fluminense. Driblava, lançava e chutava com rara mestria.
O jornalista Maurício Noriega publica “Rivellino” (Contexto, 208 páginas) para explicar um jogador que, embora excelente, é esquecido pelos biógrafos, que preferem pesquisar a vida de Pelé e até a de jogadores menoríssimos.
O Facebook passa a imagem que está acima da lei, pelo menos na maioria dos países. No Brasil não é mais assim. Como sua base fica nos Estados Unidos, é muito difícil processá-lo noutras nações. Mas, na semana passada, uma decisão do desembargador Alexandre Lazzarini, da 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, mudou tudo. O portal Consultor Jurídico relata que o magistrado “confirmou sentença que condenou o Facebook Brasil a pagar indenização no valor de R$ 20 mil a uma empresa e seu executivo (R$ 10 mil para cada um) em razão da existência de perfis falsos na rede social. A empresa foi condenada, ainda, a remover as páginas e fornecer dados que permitam a identificação dos responsáveis pela criação das referidas contas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil”. Justiça não aceitou o argumento de que o gerenciamento do conteúdo e a infraestrutura não são de responsabilidade do Facebook Brasil, e sim da matriz. O desembargador disse que o argumento é “cômodo” — “haja vista que a ré se apresenta como a fornecedora dos serviços no Brasil (teoria da aparência), participa do grupo econômico e figura como representante nacional do conglomerado de empresas”. O magistrado sublinha que o Facebook é responsável por aquilo que é publicado. “Todavia, a inexistência” do “dever prévio de controle não isenta o provedor de agir pautado pela boa-fé objetiva, princípio que impõe o cuidado de, tão logo ciente da existência de conteúdo ilícito, providenciar a sua remoção e disponibilizar os dados dos usuários responsáveis”, afirmou o desembargador.
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José Hamilton Ribeiro: perdeu parte de uma perna no Vietnã, mas continuou descobrindo e contando o Brasil[/caption]
Jornalista é assim: adora ser repórter; mas, para ganhar um pouco mais, aceita cargo de editor (como se sabe, só há uma profissão em jornalismo: a de repórter; editor é cargo). O problema é que, quando se torna editor, deixa de ser repórter, quer dizer, jornalista; vira uma espécie de “gestor” e, burocrata, vai perdendo contato com a profissão, por isso irrita tanto os repórteres. José Hamilton Ribeiro é um dos poucos jornalistas brasileiros que, com 80 anos e 60 de profissão, prefere continuar como repórter — dos melhores, por sinal.
José Hamilton Ribeiro ficou mais conhecido porque perdeu parte da perna esquerda ao fazer a cobertura da Guerra do Vietnã. Ele pisou numa mina. Aí acabou se tornando capa da revista na qual trabalhava, a “Realidade”, da Editora Abril. Na biografia (que ainda não li) “José Hamilton Ribeiro — O Jornalista Mais Premiado do Brasil” (Eko Gráfica, 260 páginas), do jornalista Arnon Gomes vai além da história do Vietnã, até porque sua vida profissional continua; é repórter do “Globo Rural”.
Ao compor a biografia, Arnon Gomes perguntou a José Hamilton Ribeiro — a história está no Portal Imprensa — qual é sua reportagem mais marcante. Embora ganhador de sete prêmios Esso, o experimentado repórter não citou nenhum de seus textos mais celebrados, e sim “Coronel não morre”, a história do fazendeiro Chico Heráclio, de Limoeiro, em Pernambuco.
Na quarta-feira, 2, na Série Repórter, organizada por Eliane Brum, Ricardo Kotscho, outro repórter notável, sugeriu que a reportagem está morrendo. José Hamilton Ribeiro admitiu que os jornais não abrem mais espaço para as grandes reportagens. Ele mencionou como exceções as revistas “Piauí” e “Brasileiros”.
José Hamilton apresentou sua “fórmula da reportagem”: GR=[(BC + BF)] x [(T x T)n]. Ou seja, uma grande reportagem (GR) depende de um bom começo (BC) unido a um bom final (BF), combinado com trabalho (T) e talento (T), potencializados com a energia necessária (N).
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Cora Rónai e Marceu Vieira: vítimas da recessão do Globo | Fotos: reprodução / internet[/caption]
O Grupo Globo vai demitir cerca de 300 funcionários (em janeiro mais de 100 já haviam perdido o emprego). Na lista estão 40 jornalistas, já afastados.
Entre os jornalistas demitidos estão quadros competentes (são repórteres, editores, fotógrafos, designers, correspondentes no exterior e colunistas; alguns se tornarão pessoas jurídicas): Pedro Dória, Marceu Vieira (da coluna de Ancelmo Gois), George Vidor, Cora Rónai, Arnaldo Bloch, Helena Celestino, Mario Sergio Conti, Flávia Oliveira, Sérgio Ramalho, Ana Cláudia Costa, Bruno Amorim, Renata Malkes, Luísa Xavier, Débora Ghivelder, Luciana Froes, Aydano André Motta, Manya Millen, Maurício Fonseca, Pedro Motta Gueros, Allan Caldas, Hudson Pontes, Guilherme Leporace e Marcelo Piu, Márcio Coutinho, Maraca, Valquíria Daher, Adriana Oliveira, Bolívar Torres, Germano Oliveira, Tatiana Farah, Lino Rodrigues, Isabel De Luca, Fernando Eichenberg. O “Extra”, também do grupo, demitiu o editor de Economia, Clóvis Saint-Clair.
Os suplementos “Revista da TV” e “Prosa” foram extintos. “O Globo” e o “Extra” também ficarão menores na área digital.
Os motivos das demissões são, dada a crise, com a redução de publicidade, contenção de despesas e reestruturação dos jornais.
Como notou o Portal dos Jornalistas, no domingo, 30, “O Globo” deu um destaque imenso à recessão, com título garrafal na primeira página, mas não mencionou, em nenhum espaço, que é uma de suas vítimas.
Movimento reflete na universidade a cisão entre duas federações, uma ligada à CUT e a outra de viés esquerdista. Presidente da Adufg Sindicato critica “assembleísmo”
A Cosac Naify é responsável por um dos grandes lançamentos do ano. Em três volumes, com tradução (direta do russo) de Rubens Figueiredo, a editora publica, este mês, os “Contos Completos” (2080 páginas) de Liev Tolstói. Há autores que são grandes romancistas e contistas do segundo time. Há escritores que são ótimos contistas e romancistas de segunda linha. Não é o caso de Tolstói, que, no romance ou no conto, mantinha a qualidade num patamar de um “deus pagão”. A Cosac publicou também os romances “Anna Kariênina” e “Guerra e Paz”, as duas obras mais importantes do maior escritor russo, ao lado de Púchkin. As traduções são de Rubens Figueiredo.
“Quem tem Net não tem programação de televisão em casa.”
Esta poderia ser a propaganda da Net em Goiânia. As pessoas estão assistindo um filme e, de repente, perde-se o sinal. Quem tem paciência liga para a sede da empresa e uma gravação “informa” que o problema será resolvido apenas depois das 22 horas.
O problema às vezes é resolvido após as 22 horas. Funcionários da empresa, em off, sugerem que os cabos da Net são muito velhos e precisam ser trocados, mas que falta dinheiro no caixa para a reformulação de suas linhas.
No Setor Bueno, onde a Net vem sendo sistematicamente trocada pelo SKY — que sai do ar quando chove —, os clientes da empresa, embora não conformados, estão cansados de reclamar. O governo federal, com suas agências inoperantes, nada faz. O fato é que a Net não teme ninguém — muito menos seus clientes.
A morte do menino de 3 anos, que chocou o mundo, indica que a Europa deve criar uma política humanitária para receber aqueles que escapam de países africanos e asiátic
PAULA SALDANHA Tive o privilégio de acompanhar o professor Altair Sales Barbosa por décadas, em suas expedições arqueológicas, com importantes achados sobre o homem primitivo brasileiro. Suas pesquisas e realizações foram tema de diversos documentários que fiz para a TV, para o programa “Fantástico” e para nossa série “Expedições”. Na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), onde se destacou como profissional, fundou o Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), o Instituto do Trópico Subúmido (ITS) e o Memorial do Cerrado. Criou, ainda, o Memorial Serra da Mesa. Não contente com essa valiosa contribuição para a universidade onde trabalhou por quatro décadas, plantou sementes em vários pontos do Brasil e influenciou educadores e jornalistas preocupados com nosso País, como eu. Doutor em Arqueologia Pré-Histórica pela Smithsonian Institution, Altair é também um atuante ambientalista, sempre alimentando a imprensa de nosso País com preciosas e fundamentadas informações sobre as ações do homem e as consequências para as áreas naturais — com destaque para o Cerrado. A saída de Altair Sales Barbosa da PUC Goiás deixará uma grande lacuna nessa instituição, que dificilmente conseguirá dar continuidade aos recentes e eficientes projetos por ele criados. Mas esta foi, apenas, uma bela etapa de sua longa e produtiva vida acadêmica. Alguma importante instituição em nosso País poderá contar com seu conhecimento e contribuição. Altair, com seu trabalho incansável em defesa da pesquisa científica, da proteção dos recursos naturais e da cultura do Cerrado, continuará espalhando frutos e ideias por todo o Brasil, tenho certeza. Paula Saldanha é jornalista, apresentadora de TV e escritora.
“Goiás avança, apesar da gravidade da crise econômica”
ANA CARLA ABRÃO COSTA Parabenizo o jornalista Euler de França Belém pelo texto “Ao não fazer uma crítica qualitativa à secretária da Fazenda, Henrique Arantes travou o debate” (Jornal Opção, coluna “Imprensa”, edição 2095). Estou à disposição para fazer com Euler e sua competente equipe de jornalistas um debate no campo das ideias — inclusive é esse o único tipo de debate que faço. Gostaria de apresentar ao Jornal Opção todo o conjunto de ações que hoje visam à modernização da gestão fiscal de Goiás — e, consequentemente, ao estabelecimento de bases para a retomada do crescimento. São ações estruturantes e arrojadas, que caberá à sociedade legitimar ou não. Acrescento ainda que, muito além da Sefaz [Secretaria do Estado da Fazenda], o governo hoje lidera um conjunto de ações que têm permitido que Goiás esteja muito longe da paralisia. O Inova [programa Inova Goiás, que vai investir R$ 1,5 bilhão no Estado] é um deles, mas há mais do que isso. Ao contrário do País e de vários outros Estados, Goiás hoje avança — apesar da profundidade e gravidade da crise econômica atual. Ana Carla Abrão Costa é secretária estadual da Fazenda.“Caso Piquiras: despesa maior que receita”
LUIZ CHEIN Lamentável. Uma marca como a do Piquiras, tida como sólida, enfrentar uma situação desconfortável como essa, é preocupante. E quando isso acontece não há outra explicação que não passe pela ideia de gestão equivocada. Daí, me reporto às palavras de um economista: “Quem tem e põe, faz um monte; quem não tem e tira, faz um buraco.” Simples assim: despesa maior que receita. (“Maior dívida do Piquiras é com duas instituições financeiras, Jornal Opção Online) E-mail: [email protected]“Professor alertou os brasileiros sobre a ameaça ao Cerrado”
ROBERTO WERNECK Altair Sales Barbosa desenvolveu um trabalho fantástico de dedicação às terras e ao povo brasileiro — um trabalho de uma vida inteira! Estudando a fundo, divulgando e protegendo o Cerrado, Altair foi grande defensor desse bioma — talvez o mais ameaçado do Brasil. O País não conhecia a importância do Cerrado e, ao longo de décadas de batalha na área acadêmica, Altair alertou os brasileiros para a grande ameaça que é destruir o bioma que concentra a “caixa d’água” do Brasil. Fico agradecido por tudo que Altair me ensinou sobre o bioma Cerrado e a vida das populações tradicionais, que estão sendo afetadas pelo avanço do agronegócio, sobre áreas naturais e de preservação. Roberto Werneck é documentarista e biólogo.“Recuperação judicial do Piquiras, um belo negócio”
LUIS HECTOR SAN JUAN Assim é fácil. O entrevistado jogou a culpa na crise do mercado. Grande problema! “O movimento vem caindo em 30% desde o ano passado, e não é só com a gente, mas com o mercado em geral”, ele disse. Ou seja: esse grupo não foi o único afetado pela situação econômica, mas, no entanto, os demais não pediram recuperação. Por que será? Tem mais: “As coisas estavam ficando inadimplentes e tudo estava apertando”, ele disse, e nem falou por que a administração do grupo não tomou medidas para ajustar-se aos menores resultados. Faça o favor, uma entrevista assim chega a ser uma ofensa a outros empresários que amargaram prejuízos e “cortaram na carne”. Em casos semelhantes, a dívida é parcelada em prazos bastante longos e sem juros ou com juros “micro”. Assim, dá para tentar pagar a dívida só com os lucros futuros. Que belo negócio, não acham? E-mail: [email protected]“Novos cantores sertanejos estão sujando a imagem do gênero”
FÁBIO LUIZ Parabéns a Ademir Luiz pela lista das 13 maiores duplas sertanejas da história (Jornal Opção 2089), muito bem definida. São duplas que cantam e cantavam o verdadeiro sertanejo. Hoje, infelizmente, novos cantores estão sujando a imagem de um dos gêneros musicais que marcou época de uma tal maneira, que só quem realmente sabe o que é o verdadeiro sertanejo sente que, a cada dia, ele vai ficando extinto. E-mail: [email protected]
Chegou a hora de saber se solidariedade é apenas mais uma palavra usada para florear os discursos de líderes europeus

