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Prefeitos pedem que Estado e União assumam despesas dos municípios

Sem acreditar na possibilidade de aumentar receita ou ter maior repasse, prefeitos pedem que governos tomem algumas responsabilidades que acabaram sendo repassadas para as gestões municipais

Em Goiânia, Andressa Urach desabafa sobre polêmica do Real Privê

Apresentadora veio à capital para divulgar biografia e falou com exclusividade ao Jornal Opção

Economista diz que FHC e Lula fizeram a coisa certa. Já Dilma…

A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, esteve em Goiânia nesta terça-feira, 15, para falar a um seleto grupo de empresários, economistas e jornalistas. O tema não poderia ser outro: o cenário macroeconômico brasileiro, a crise e a relação disso com o resto do mundo. Entre as (muitas) coisas importantes que pontuou — entre elas a da necessidade de um ajuste fiscal o mais duro possível, em sua opinião —, uma questão ficou clara: a presidente Dilma Rousseff não soube entender a demanda de seu tempo de governo. Doutora em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), Zeina disse que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso soube ver que seu governo deveria primar pela busca da estabilidade do País (e conseguiu); que seu sucessor, Lula, deveria fazer o País crescer e diminuir as desigualdades (e fez); mas que Dilma não entendeu qual deveria ser seu alvo de atuação, talvez por ser uma técnica e não uma política. Dilma tem três anos, três meses e 15 dias para mostrar que se encontrou. Mas precisa fazer isso "para ontem". Ou seja: ela tem esse tempo todo em teoria; na prática, talvez não tenha mais.

Andressa Urach defende público gay. “Evangélicos são preconceituosos, mas a Universal não”

Apresentadora está na capital para divulgar biografia. Em entrevista exclusiva, ela contou detalhes sobre a obra e falou de polêmicas que marcaram sua trajetória

Triunvirato de editores assume comando do jornal O Popular. Cileide Alves está fora do grupo

Fabrício Cardoso, Luciano Martins e Silvana Bittencourt são os novos comandantes da redação do jornal do Grupo Jaime Câmara

Cileide Alves é a nova editora de Opinião de O Popular. O cargo de editor-chefe foi extinto

Cileide Alves foi “promovida” a editora de “Opinião” do jornal “O Popular”. O cargo de editor-chefe, que era ocupado pela jornalista, foi extinto pelo Grupo Jaime Câmara.

Como Zélio Cândido se tornou “Zero Cândido” nas pesquisas, Vanderlan pode bancar Alsueres Mariano

Sérgio Bravo não aceita ser sombra de Vanderlan Cardoso, “Zero” Cândido não emplaca. Busca-se um plano C

Consultores assinam contrato de 1 milhão de reais para modernizar o jornal O Popular

Um grupo de consultores, com Eduardo Tessler [foto acima] no comando, assinou um contrato de 1 milhão de reais para fazer o trabalho de modernização da redação e do jornal “O Popular”. Foco total na internet. O novo projeto gráfico em gestação vai reduzir as dimensões do jornal para economizar papel e facilitar o manuseio.

Fabiana Pulcineli é a nova repórter especial geral de “O Popular”. Sai da linha de frente da política

Fabiana Pulcineli estreou na segunda-feira, 14, como “repórter especial geral”. Vai atuar como repórter linha de frente das edições. Suas matérias serão assinadas na capa quando forem quentes. Suas reportagens serão aproveitadas em todas as editorias. Comenta-se que, além de prestigiar o talento, a cúpula da redação manobrou para retirá-la do centro da editoria de “Política”.

Ex-ministro Mangabeira Unger vai ser consultor do Consórcio Brasil Central

O ex-ministro Mangabeira Unger foi convidado e aceitou ser consultor do Consórcio Brasil Central. Mangabeira Unger e o secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, mantém um intenso relacionamento intelectual. O primeiro é professor nos Estados Unidos, em Harvard; o segundo, estudou nos Estados Unidos.

Do mesmo diretor de Homem de Ferro, Mogli ganha seu primeiro trailer

[caption id="attachment_45812" align="alignnone" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] Yago Rodrigues Alvim "Necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais", cantava o menino-lobo, acompanhado de Baloo e Bagheera. A canção marcou a infância de muito marmanjo, fosse pela alegria-ingênua de Mogli, por quão estabanado era o urso Baloo ou, ainda, pela proteção carinhosa-rabugenta e mais que demais da pantera Bagheera. Muitos VHSs e sessões da tarde com os primos todos eram embalados pela história do menino-lobo, que acaba de ganhar uma nova produção, dirigida por ninguém menos que Jon Favreau, de Homem de Aço. A versão traz apenas Neel Sethi (Mogli) para os sets. Com os efeitos especiais assinado por Rob Legato, de Avatar, o longa traz Bill Murray (Baloo), Christopher Walken (Rei Louie, o chefe da trupe de macacos e orangotangos da selva), Giancarlo Esposito (Akela, líder da matilha de lobos), Ben Kinglsey (Bagheera), Scarlett Johansson (a cobra píton Kaa), Lupita Nyong'o (loba Rakcha) e Idris Elba (tigre Shere Khan) no elenco. Com o título "The Jungle Book" (ou Mogli - O Menino Lobo) estreia em abril de 2016. Assista abaixo o trailer.

“Charlie Hebdo” nada mais é que um Danilo Gentili na versão charge

Olha, eu não falei na época, mas falo agora: nada justifica um atentado a qualquer lugar, mas o humor dos franceses chargistas do "Charlie Hebdo" não me pega. Já fizeram muita porcaria, mas a última foi agora com as zombarias com que transformaram a tragédia do menino sírio em Aylan Kurdi em humor negro na internet. Dizem que é censura se tirar do ar, e realmente é. Prefiro dizer que ter o desprazer de ver uma charge dessas ou um stand-up televisivo do Danilo Gentili é o preço oneroso que temos todos de pagar pela liberdade de expressão. Resumindo: é melhor ter essas aberrações chamadas "Charlie Hebdo" e Danilo Gentili do que ser tolhido no direito de se expressar.

“Charlie Hebdo” causa indignação ao publicar caricatura de menino sírio morto

CharlieHebdo O polêmico semanário francês Charlie Hebdo é o centro das discussões mais uma vez. A manchete do jornal traz uma charge em que faz menção a Aylan Kurdi, o menino sírio encontrado morto em uma praia na Turquia. A charge de capa mostra um menino morto ao lado de uma placa com símbolos similares aos do Mc Donald's e com os dizeres: "Bem-vindos imigrantes! Tão perto do objetivo... Promoção! 2 menus infantis pelo preço de 1". Há também outra charge em que aparece a figura de Jesus e a de um menino se afogando. O texto diz: "Prova de que a Europa é Cristã: cristãos andam sobre a água, crianças muçulmanas afundam". As charges têm gerado polêmica. Uns acusam a revista de utilizar a foto do menino Kurdi para fazer suas críticas. Alguns usuário do Twitter já começaram a usar a hashtag #jenesuispasCharlie [Eu não sou Charlie, em francês], frase que faz oposição a #eusouCharlie, lançada quando a revista sofreu ataques terroristas em fevereiro deste ano. Algo é certo: as críticas da revista vão ao encontro daquilo que muitos já disseram: uma grande parte dos problemas da imigração do Oriente Médio para a Europa pode, sim, ser atribuída às ações históricas tanto de europeus quanto dos Estados Unidos na região. Logo, a crítica, embora pesada, pode ser considerada acertada. E a charge? Exagerou? Sim, mas nada diferente daquilo que a revista vem fazendo já há muito tempo. Se é bom ou ruim, aí já é outra história.

Obra do mega-empreendimento da Consciente foi contestada pela Prefeitura

Conforme denúncia, a Semdus emitiu em 2014 parecer contrário ao Estudo de Impacto de Vizinhança. Prédio em construção fica na esquina das avenidas D e 85, no Setor Oeste

Testemunhas afirmam que ônibus estava acima da velocidade

Polícia ainda apura circunstâncias do acidente que deixou duas vítimas fatais, dentre elas uma mulher grávida. A princípio, autoridades acreditam que ônibus está irregular