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Deputado vice-campeão de voto, em São Paulo, o humorista publica o livro “Pior Que Tá Não Fica”, título que é uma síntese do Brasil de Dilma Rousseff
Evento nacional contou com a participação de autoridades e especialistas na área. Programação segue até o dia 25 de setembro
Acordo previa, segundo Lêda Selma, que a vice seria a próxima presidente da Academia Goiana de Letras
A eleição para presidente da Academia Goiana de Letras (AGL) está sendo realizada nesta quinta-feira, 17. Estão disputando Lêda Selma [a primeira, à esquerda, na foto] e Aidenor Aires. “A disputa é democrática, mas havia um acordo que, como vice-presidente, eu seria a próxima presidente”, afirma Lêda Selma. “Romperam o acordo. A vice, eu, era apontada como a candidata natural.”
A escritora sublinha que coordenou sua “campanha” — uma referência aos que a apresentam pura e simplesmente como “a” candidata do presidente da AGL, Getúlio Targino. “Entre meus apoiadores estão, entre outros, Gilberto Mendonça Teles, Bariani Ortencio, Edival Lourenço e Emílio Vieira. Tenho orgulho de ter o apoio de pessoas mais velhas, pois são respeitáveis, com obras de qualidade, mas também tenho apoio de escritores mais jovens, como o Edival Lourenço.”
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Terremoto que atingiu o Chile neste ano assustou população, já traumatizada pelo de 2010 | Foto: Victor Rojas[/caption]
O Chile suspendeu, na manhã desta quinta (17/9), o alerta sobre um provável tsunami que seria gerado pelo forte terremoto que atingiu o país na noite de ontem. O alerta foi mantido durante toda a madrugada nas regiões das cidades de Atacama e Comquibo, que foram as mais atingidas por estarem mais próximas do epicentro.
O terremoto, que alcançou magnitude de 8,3, deixou oito mortos e mais de 1 milhão de desabrigados. Foi registrada uma série de alagamentos pelo país, sobretudo em Comquibo, que fica no litoral. O tremor aconteceu às 19h54, horário de Brasília, e foi seguido por outros dois menores, de magnitudes 6,2 e 6,4. A capital chilena, Santiago, também sentiu o terremoto.
Relatos dão conta de que a população ficou muita assustada, tanto que, dos oito mortos, quatro foram vítimas de ataques cardíacos após os tremores. Em 2010, um terremoto de magnitude 8,8 deixou mais de mil mortos no Chile.
Luiz Fernando Rocha Lima, Cileide Alves e André Rodrigues estão fora do quadro de comando. O primeiro já havia perdido o cargo de diretor de Jornalismo há algum tempo
As quedas de Cileide Alves, ex-editora-chefe, e André Rodrigues, ex-editor adjunto — foram “promovidos para baixo”; a primeira para o cargo de editora de “Opinião” e o segundo para o cargo de editor de “Arte” —, sinaliza o fim da era de Luiz Fernando Rocha Lima [foto acima] em “O Popular”. Na quarta-feira, 16, o nome de Rocha Lima, o Nando, assim como o de Cileide Alves e André Rodrigues, saiu do expediente do jornal.
Rocha Lima já não era o diretor de Jornalismo há algum tempo. O presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara, o havia afastado.
O triunvirato que de fato manda no jornalismo de “O Popular” é composto do vice-presidente Maurício Duarte, do consultor Eduardo Tessler e do editor-executivo Fabrício Cardoso. Eles são chamados na redação de “os estrangeiros”, porque nenhum é de Goiás.
André Rodrigues também não é mais editor adjunto e o comando passa pelas mãos de Fabrício Cardoso
O consultor Eduardo Tessler [foto acima] reuniu-se com a redação de “O Popular” na quarta-feira, 16, e anunciou as mudanças no comando editorial.
“Promovida para baixo”, Cileide Alves é a nova editora de “Opinião”. Se quiser, foi alertada, pode trabalhar em sua própria casa. A jornalista dificilmente continuará no jornal.
Luciano Martins, Silva Bittencourt e Fabrício Cardoso [foto acima] são os editores-executivos. Na prática, Fabrício Cardoso funcionará como editor-chefe e, como tal, deverá se reportar Eduardo Tessler, ao menos num primeiro momento, e, sobretudo, ao vice-presidente Maurício Duarte. Este reportar-se ao presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara. É a cadeia de comando. André Rodrigues foi rebaixado de editor adjunto para editor de arte. A redação aprovou a mudança e, aliviada, admitiu que Cileide Alves tinha menos prestígio do que a rainha da Inglaterra.
Todas as editorias foram extintas. Repórteres que não apresentarem texto final — ou que cometerem plágio — serão demitidos sumariamente.
Na reunião não foi comentado o assunto, mas a redação ficou sabendo que o salário de Cileide Alves cairá de 25 mil para 15 mil reais.
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