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Mais um advogado do comando da OAB-Goiás no interior apoia a candidatura de Flávio Buonaduce

Marcelo Castro, da OAB de São Simão, sublinha que projeto da OAB Forte transformou a entidade goiana numa referência nacional

Governo anuncia recriação da CPMF, suspensão de concursos e reajustes

Segundo ministro, medida vai gerar redução de R$ 7 bilhões nos gastos do Orçamento

Vinicius Luz diz que não aceita ser vice de Victor Priori e que vai disputar a Prefeitura de Jataí

Um frentão com PSDB, PSD, PR, PTN e PR deve bancar candidato contra o nome apoiado pelo prefeito Humberto Machado

Goiás tem o segundo pior curso de Direito do Brasil

Faculdade Anhanguera de Anápolis (FAAA) aparece no fim do Ranking Universitário da Folha, atrás apenas do Instituto de Ensino Superior do Mato Grosso

Prefeitura apresenta projeto de requalificação da Praça do Trabalhador

Secretário de Desenvolvimento e Tecnologia revelou detalhes com exclusividade ao Jornal Opção. Se aprovada, obra será entrega ainda na gestão do prefeito Paulo Garcia

Frutos da Terra, programa do publicitário Hamilton Carneiro, será apresentado no SBT

A TV Anhanguera retirou o programa de sua grade alegando que estava “superado”

Grupo de Aidenor Aires aposta que renovação vai ganhar comando da Academia Goiana de Letras

Leda Selma, candidata do establishment, é bancada pelo presidente da AGL Getúlio Targino Na quinta-feira, 17, os imortais da Academia Goiana de Letras vão escolher seu novo presidente. A situação banca a candidatura de Leda Selma [foto abaixo, do Facebook], com Licínio Leal Barbosa como vice. Entre seus apoiadores estão Ursulino Leão, Moema Olival, Eurico Barbosa e Maria do Rosário Cassimiro. O presidente da AGL, Getúlio Targino, é o coordenador da campanha. A oposição banca a candidatura de Aidenor Aires [foto acima, do Facebook], com Nei Teles de Paula na vice. Os mais novos integrantes da AGL — Iúri Rincón Godinho, Gabriel Nascente, Francisco Itami Campos e Antônio Caldas Pinheiro — apoiam Aidenor Aires. Luiz Aquino e Brasigóis Felício, jornalistas e escritores polêmicos, também estão com a oposição. Entre os escritores mais tradicionais que apoiam o grupo oposicionista estão Geraldo Coelho Vaz e José Mendonça Teles. São 40 os eleitores, mas pelo menos dois acadêmicos não devem votar, por motivo de doença. Como os dois candidatos são consistentes, a possibilidade de empate é grande. Aí será eleito o mais velho, Aidenor Aires.

Ciro Nogueira “finge” surpresa ao saber que José Eliton está trocando o PP pelo PSDB

Filiação do senador Wilder Morais sinaliza que o governo do PP está mudando de mãos em Goiás

Curso de Medicina da UFG está entre os 15 melhores do País

Em território goiano, federal aparece isolada no primeiro lugar, seguida pela Unievangélica de Anápolis. PUC Goiás ficou com a terceira colocação

Jornalista é assassinada por pistoleiro. Flor Alba estava investigando uma quadrilha. Veja vídeo

For Alba tinha 25 anos e foi morta porque fazia jornalismo com seriedade Na Colômbia, terra do escritor Gabriel García Márquez, publicar reportagens sobre o mundo criminoso é um perigoso. Os chefes de quadrilhas julgam, condenam e executam jornalistas. Só este ano foram mortos três profissionais. Na quinta-feira, 9, um pistoleiro assassinou a jornalista Flor Alba Núñez, de 25 anos. https://www.youtube.com/watch?v=V0YMC5ydYjM A agência Reuters informa que jornalistas colombianos revelaram que Flor Alba vinha recebendo ameaças de uma quadrilha, que havia sido denunciada em suas reportagens. Diretora da emissora La Preferida Stereo e colaboradora do Canal 6, TV5 e Canal Nación TV, Flor Alba era uma repórter “competente” e “íntegra”, segundo seus colegas.  

Deputado Paulo Cezar Martins nega possibilidade de sair do PMDB

Parlamentar ainda cita a filiação da filha, Sumaia Martins, ao PMDB na próxima terça-feira (15/9) como mais um dos pontos que mostra que não pretende sair da sigla

5ª Mostra de Dança Basileu França

[caption id="attachment_45695" align="alignleft" width="300"]Divulgação Divulgação[/caption] Em sua 5ª edição, a Mostra de Dança Contemporânea do Basileu França (Itego) tem início no sábado, 19. Com oficinas e apresentações, a mostra, que continua no dia seguinte, tem como objetivo difundir as diversas expressividades da dança contemporânea e propor um diálogo, afim da descoberta do que tem sido desenvolvido e proposto nos demais espaços. Segundo o professor Eurim Pablo, a intenção é que grupos e cias de dança e artistas possam trocar suas experiências, discutirem as linguagens, além da exposição/apresentações.  Os ingressos custam R$ 10, antecipados.

Novela da Record bate folhetim da Globo pela primeira vez na história

"A Regra do Jogo" perdeu para a novela bíblica da emissora rival na sexta-feira em pleno horário nobre

Má avaliação da UEG tem ligação direta com a falta de investimento em pesquisa

[caption id="attachment_45673" align="alignright" width="620"]Foto: reprodução/ site UEG Foto: reprodução/ site UEG[/caption] Saiu nesta segunda-feira (14/9) o Ranking Universitário Folha, que tem servido de base para muitas análises interessantes sobre o ensino superior brasileiro nos últimos anos. E o ranking deste ano mostrou uma má [não pedirei perdão pelo adjetivo] posição da Universidade Estadual de Goiás (UEG): 141º, muito atrás de todas as principais instituições de ensino superior de Goiás — UFG (17) e PUC Goiás (114ª) e atrás dela própria: é importante ressaltar que a nota da universidade caiu muito desde o ranking do ano passado, quando a UEG ocupava o 113º lugar. Em 2013, a posição era a de número 153º. Acontece o seguinte: o ranking da Folha possui cinco critérios para avaliar a qualidade das universidades. São eles: Qualidade de Pesquisa (42 pontos); Qualidade de Ensino (32 pontos); Avaliação do Mercado (18 pontos); Inovação (4 pontos); e Internacionalização (4 pontos). No quesito “Ensino”, a UEG levou a nota 3,29. A título de comparação: a UFG ganhou 27,52 e a PUC, 7,16. Essa nota é dada com base em quatro indicadores: proporção de docentes com mestrado e doutorado; professores com dedicação integral e parcial; a nota no Enade; e a opinião, coletada pelo Datafolha, de 726 professores escolhidos pelo MEC. Na avaliação de mercado, a UEG recebeu a nota 9,82. UFG (16,06) e PUC (15,34). Internacionalização: UEG (0,57), UFG (2,79) e PUC (0,92). Em “Inovação”, a Estadual sequer foi pontuada e isso nos leva ao ponto principal de análise: pesquisa. A UEG não é mais uma universidade desconhecida, mesmo que seja relativamente jovem: foi fundada em 1999 e tem mais de 40 campi. A universidade tem desempenhado, nos últimos anos, uma função importante no Estado, que é a de dar formação superior às pessoas, sobretudo no interior. Porém, há muito que se ouve dizer que a UEG precisa diminuir seu tamanho, isto é, investir menos em quantidade e apoiar mais a qualidade. E isso é dito, por uma razão simples: educação demanda investimento. E dinheiro investido em pesquisa é primordial na educação. A Estadual não tem feito isso de maneira suficiente. Vejamos dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação do MEC, que tem um papel fundamental tanto na expansão quanto na consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) no Brasil — é importante ressaltar, primeiro, que a nota mínima da Capes aos cursos de mestrado e doutorado, por excelência, os cursos que formam pesquisadores, é 3: Nota 3 na Capes: A UEG tem oito cursos com nota 3 na Capes: sete de mestrado e um de mestrado profissional. A UFG tem 28: 20 de mestrado, 1 de doutorado e cinco de mestrado profissional — o curso de Letras compartilha a nota 3 nos cursos de mestrado e doutorado. Nota 4 na Capes: Apenas o mestrado em Ciências Ambientais da UEG tem nota 4 na Capes. A UFG tem 29 cursos com esta nota: todos de mestrado e doutorado. A PUC tem dois cursos de mestrado e doutorado: Educação e Psicologia. Nota 5 na Capes: A UFG tem 5 cursos de mestrado e doutorado com esta nota. A PUC tem um e a UEG, nenhum. Nota 6 na Capes: Em Goiás, apenas a UFG tem cursos com esta pontuação. São dois: Ecologia e Evolução e Geografia. Nota 7 na Capes: Apenas a Universidade de Brasília é avaliada com a nota máxima da Capes e em somente dois cursos: Antropologia e Matemática. É simples ver porque a UEG perde posições a cada ano: a universidade não pode ter apenas oito cursos com avaliação mínima na Capes. Ora, se não há pesquisa, não há inovação. A universidade precisa, urgentemente, mudar seu foco. O argumento de que a instituição é nova pode ser usado e de forma válida. Entretanto, a universidade não pode esperar mais para fazer o necessário, principalmente porque a Estadual tem muitos cursos de licenciatura. Se a UEG quer ter influência direta na formação de professores, na melhoria da educação básica do Estado e na própria sociedade, não pode esperar mais. Investimentos têm sido feitos? Sim. Novos cursos de pós-graduação e pesquisa foram abertos nos últimos dois anos, em que o número de programas de mestrado subiu de dois para nove. A instituição também tem incentivado seus docentes a fazer doutorado e pós-doutorado, o que é excelente. Mas ainda é pouco. E as posições da universidade nos rankings que avaliam a qualidade da educação no País provam isso. A UEG é importante para o Estado, que precisa dela. E as críticas são justamente para que ela melhore e alcance os lugares que lhe são devidos.

Virmondes Cruvinel: “Defendemos pelo menos duas candidaturas competitivas pela base”

Segundo deputado, PSD colocará nomes para disputar pelo grupo de sustentação em 2016. Secretário Vilmar Rocha e Francisco Júnior são cotados