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Qual é a receita? O Brasil em crise e Trindade segue inaugurando muitas obras

Novo equipamento público entregue pela gestão é o Cmei Abadia José dos Santos, no Setor Ponta Kayana

Dizer que processo contra Dilma tem algo a ver com o fato de a presidente ser mulher é ignorar o mundo em que vive

Se Dilma enfrenta um impeachment não é por ser do sexo feminino, mas por outros motivos. No mundo, existem vários exemplos de mulheres que mostram sua competência administrativa

Anarquia na OAB

Depois de uma bagunça generalizada, tapa na mesa e diversas agressões verbais, a audiência pública sobre o aumento de combustíveis realizada pela Comissão de Direitos do Consumidor na sede da OAB foi encerrada com a vexatória discussão entre o vereador Djalma Araújo (Rede) e o promotor de Justiça Goiamilton Antônio Machado. O primeiro acusou o segundo de prevaricação, por, segundo o legislador, não ter investigado “como deveria” uma denúncia de aumentos abusivos de preços. Sem controle, a audiência pública quase acabou em vias de fato entre o vereador e o promotor.

O direito de as partes mudarem a ritualística processual

[caption id="attachment_64848" align="alignright" width="620"]Advogada Carolina Ávila Advogada Carolina Ávila[/caption] A advogada Caroline Ávila Marques Sandre ressalta a essa coluna “a nova dinâmica dos negócios jurídicos em razão da possibilidade de ajustes dos procedimentos processuais, pelas partes”. “O atual Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), em seu Artigo 190, apresenta uma novidade que pode refletir nos contratos firmados entre as partes. Isso porque ele prevê a possibilidade das partes, plenamente capazes, estipularem mudanças no procedimento processual para ajustá-lo às especificidade da causa e convencionar sobre os seus ônus, poderes, faculdades e deveres processuais, antes ou durante o processo, desde que o processo verse sobre direitos que admitam autocomposição. Antes de 2015 alguns pacto permitidos pelo ordenamento jurídico já era verificado na elaboração dos contratos, como por exemplo a eleição do foro e a convenção de arbitragem. No entanto, com o advento do novo Código, esses ajustes poderão tornar-se ainda mais comum. Para alguns juristas essa nova sistemática estaria privatizando o procedimento, embora, para outros, ela pode dar uma maior objetividade e celeridade ao processo. E ao permitir que os ajustes do procedimento sejam feito até mesmo antes do processo, visualiza-se, aqui, uma oportunidade das partes, ao realizarem um negócio jurídico, já acordarem acerca do procedimento de um eventual processo sobre o negócio firmado. É interessante que, ao contratarem entre si as partes firmem, desde já, a regras procedimentais de eventuais litígios que porventura pretenderem fixar, pois é aí que se teria um cenário mais tranquilo e propício ao acordo, ao contrário do que seria após a instauração do processo. Com essa nova previsão trazida pelo ordenamento jurídico, acreditamos que os novos contratos, celebrados após a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil, trarão cláusulas inovadoras relacionadas a procedimentos processuais, que poderão passar a compor as diversas espécies de contratos”.

Presa aos 12 anos

Prisão de adolescentes se torna cada vez mais comum na eterna briga entre israelenses e palestinos

História de Gay Talese sobre espionagem sexual num motel tem caso similar em Goiânia

Um dos maiores repórteres americanos, adepto do novo jornalismo, conta, em reportagem e livro, a história de um empresário que espionava clientes mantendo relações sexuais

Novo livro de Ramon Nunes Mello é um mergulho na vida interior

Em “Há um mar no fundo de cada sonho”, o autor carioca mostra que já pode ser considerado um dos nomes mais interessantes da poesia brasileira contemporânea

Livro revela conteúdo de documentos para Fidel Castro e diz que Cuba financiou guerrilha em Goiás

Em suas memórias, Tarzan de Castro esclarece mistério revelado parcialmente pela obra “A Ditadura Envergonhada”, de Elio Gaspari. Carlos Lacerda disse que o goiano era “primo” do ditador cubano

“Precisamos de apoio para que as manifestações artísticas sobrevivam”

Diretora da Quasar Cia de Dança, Vera comenta o atual cenário que, por sorte, ainda tem no calendário cultural a mostra de dança contemporânea Paralelo 16

Carta Capital apresenta como exclusivo o que já havia sido publicado em livro de Romeu Tuma Jr.

Não se trata de plágio, e sim de falta de respeito com quem expôs os fatos em primeira mão

Editora Amarilys lança a autobiografia de Mikhail Gorbachev

Screenshot_1Há dois livros muito bons sobre Mikhail Gorbachev, o político que, sem querer querendo, destruiu o comunismo na União Soviética: “O Fenômeno Gorbachev — Uma Interpretação Histórica” (Paz e Terra, 210 páginas, tradução de Maria Inês Rolim) e “Os Sete Grandes do Império Soviético” (Nova Fronteira, 552 páginas, tradução de Joubert de Oliveira Brízida), de Dmitri Volkogonov. Mas faltava em português um relato mais íntimo da vida deste russo extraordinário. Não falta mais. A Editora Amarilys lança “Minha Vida” (544 páginas, tradução de Júlio Sato e Rodrigo Botelho), de Mikhail Gorbachev. Além de relatar como ajudou a liquidar a Guerra Fria, numa parceria com o presidente Ronald Reagan, dos Estados Unidos — e, por incrível que pareça, com o papa João Paulo 2º —, Gorbachev conta sua história pessoal. Ele fala de seu amor por Raíssa, com quem viveu mais de 50 anos. Ela morreu em 1999, de câncer, o que o deixou inconsolável. O político que “abriu” a União Soviética mora em Moscou. Ele tem 85 anos.

Editora Autêntica vai publicar a obra completa de Katherine Mansfield

Katherine Mansfield não é mal editada no Brasil; pelo contrário, é bem editada, com tradutores do primeiro time, como Julieta Cupertino, Erico Verissimo, Clarice Lispector, Ana Cristina César, Edla Van Steen e Eduardo Brandão. Mas novas traduções são sempre bem-vindas. A Editora Autêntica promete traduzir sua obra completa. Rogério Bettoni vai traduzir os livros da escritora da Nova Zelândia, começando por “Numa Pensão Alemã” (contos), de 1911, que sai este ano.

José Nelto diz que vai convidar Cileide Alves para a assessoria de imprensa do PMDB

O deputado José Nelto disse que vai tentar convencer a jornalista Cileide Alves, de 55 anos, que foi demitida de “O Popular” na semana passada, a participar da assessoria de imprensa do PMDB ou de sua equipe. “Cileide Alves foi minha assessora de imprensa quando fui presidente da Câmara Municipal de Goiânia entre 1991 e 1992. Trata-se de um jornalista competente e mantemos contato há muitos anos. Seu primeiro marido, o Milton, foi meu colega no Colégio Carlos Chagas”, afirma José Nelto. O deputado sublinha que a jornalista “só fica desempregada se quiser”.  

Qualis sugerem que eleitor goianiense pensa em Vanderlan, Vecci, Francisco, Bittencourt e Adriana

[caption id="attachment_64815" align="alignright" width="620"]Pré-candidatos Adriana Accorsi, Vecci, Bittencourt, Vanderlar Cardoso, e Francisco Jr. Pré-candidatos Adriana Accorsi, Vecci, Bittencourt, Vanderlar Cardoso, e Francisco Jr.[/caption] Pesquisas estão circulando nos gabinetes políticos, em reuniões de bairros e nas redações dos jornais. Não são divulgadas porque não têm registro na Justiça Eleitoral. No momento, há uma pré-campanha pela qual os postulantes estão se apresentando à sociedade, com o objetivo mais de se tornarem conhecidos do que, de fato, de conquistarem seus votos. Os eleitores acompanham as exposições, captam algumas de suas ideias, mas ainda não estão objetivamente interessados em candidaturas. É como se os eleitores tivessem um tempo específico — um tempo que é diferente, até muito diferente, do tempo dos políticos e, até, dos jornalistas. Se os eleitores ainda não estão se movimentando, sem observar os candidatos com a devida atenção, já é possível garantir que determinados candidatos vão para o segundo turno e que alguns candidatos estão fora do páreo? De maneira alguma. Nenhum analista sério, que entenda a necessidade de equilíbrio e isenção no exame dos fatos e pesquisas, dirá que o quadro atual será necessariamente o quadro de agosto, setembro e outubro. Os políticos que aparecem em primeiro lugar neste momento, como se o quadro eleitoral estivesse fixo e, portanto, imutável, podem sair do páreo amanhã. A frente deles pode ser chamada, e é chamada assim por marqueteiros e pesquisadores qualificados, de inercial. Quer dizer: os líderes nas pesquisas quantitativas, as da circunstância, são mais conhecidos. Even­tualmente, por serem políticos populistas, desses que chamam a atenção e se tornam até folclóricos, são mais lembrados do que políticos mais propositivos. Pode-se sugerir, sem incorrer em erro, que as pesquisas atuais revelam muito mais “conhecimento” — os que lideram são mais conhecidos — do que preferências definidas por parte dos eleitores. Porém, quando se afirma que há uma liderança inercial, motivada mais por conhecimento do que preferência, não se está dizendo, também, que o quadro pode mudar inteiramente. É possível, em certos casos, sugerir que alguns políticos começam e continuam na frente durante toda a campanha. Há analistas que avaliam que dificilmente Iris Rezende não irá para o segundo turno, enquanto outros postulam que, como aparentemente “assusta” a classe média, o deputado federal Waldir Delegado Soares tende a se desidratar durante a campanha. Pode ser que isto ocorra, mas também pode ser que não ocorra. Até porque o capital eleitoral do delegado não é nada desprezível. Resta saber se, para prefeito, este capital será ampliado. As pesquisas qualitativas, que são mais caras, revelam muito mais, porém políticos, assim como jornalistas, apreciam mesmo são as quantitativas, de consumo mais rápido, permitindo manchetes sensacionalistas e o clima do “já ganhou” ou do “já perdeu”. As qualis sugerem que os eleitores goianienses querem eleger um prefeito que seja gestor, que entenda a modernidade de Goiânia, e não seja populista. Noutras palavras, contrariam as pesquisas quantitativas. As qualis indicam que o perfil cobrado pelos goianienses é, aproximadamente, o de Vanderlan Cardoso (PSB), o de Giuseppe Vecci (PSDB), o de Francisco Júnior (PSD), o de Luiz Bittencourt (PTB) e o de Adriana Accorsi (PT). Curiosamente, Iris é visto como populista e, ao mesmo tempo, gestor eficiente.

Dificuldades de ser escritor no Brasil incentivam projetos de publicação coletiva

Antologias e coletâneas têm sido a saída para várias pessoas que pretendem fazer arte escrita no País, mas não têm acesso ao grande mercado editorial