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PP apoia PSDB em Goiânia e Anápolis e cobra contrapartida em Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_64284" align="alignright" width="620"]Foto: Pedro França/Agência Senado Foto: Pedro França/Agência Senadowil[/caption] O PP do senador Wilder Morais vai apoiar o deputado estadual Carlos Antônio, do PSDB, para prefeito de Anápolis e o deputado federal Giuseppe Vecci, do PSDB, para prefeito de Goiânia. (Em Anápolis, há um problema: o PP local quer apoiar a candidatura do prefeito João Gomes, do PT.) A cúpula do PP gostaria de uma contrapartida: o apoio do PSDB para seu candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia, o coronel Silvio Benedito. Ocorre que o PSDB planeja lançar o empresário e professor Alcides Ribeiro para prefeito. Não só. O tucano trabalha para ter Silvio Benedito como vice — ideia que a cúpula do PP não aprova.  

José Nelto diz que Eli Rosa vai ser o candidato do PMDB a prefeito de Anápolis

O deputado José Nelto, líder do PMDB, não tem papas na língua. Não suaviza e bate duro. “Vamos lançar o vereador e empresário Eli Rosa para prefeito de Anápolis e rejeitamos qualquer oferta de ocupar a vice do prefeito João Gomes, do PT. O PT está em franca decadência e, ao assumir o governo federal, o ‘presidente’ Michel Temer vai desidratá-lo ainda mais. O PT vai ser moído pelos eleitores e não queremos carregar a alça do caixão. Não é nada contra os militantes do partido em Anápolis, não. Só não queremos aliança com partidos ‘mortos’.” José Nelto sugere que, sem as estruturas do governo federal, o PT e o PC do B vão perder toda e qualquer importância nos Estados. “O novo Brasil começa sem o PT. Anote e me cobre depois.”

Impeachment nada mais é que um golpe necessário

Processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff pode até ser legal juridicamente, mas não apaga a arquitetura política que existe por trás dele

Hyundai não demite mas reduz salários e jornada de trabalho

A crise chegou ao Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), o mais importante distrito industrial de Goiás e uma referência no país. A Cecrisa, que fabricava pisos e azulejos, fechou as portas — demitindo cerca de 200 trabalhadores. Outras empresas estão em crise, reduziram a produção e até demitiram empregados. A Hyundai, com o pátio abarrotado de veículos, fez um acordo com o sindicato dos operários para não demitir, mas reduziu salários, principalmente gratificações, cortou horas extras e diminuiu a carta horária de trabalho.

“Michel Temer muda o Brasil em 90 dias e fortalece o PMDB”, aposta deputado

O deputado José Nelto avalia que a presidente Dilma Rousseff não daria jeito no Brasil nem se governasse 100 anos seguidos. “O próprio Lula, em conversas reservadas, acusa Dilma de ter acabado com o PT. Mas Michel Temer, se montar um ministério competente, muda o Brasil em 90 dias. Cria-se, de imediato, novas esperanças e as pessoas começam a investir.” A ascensão de Michel Temer vai fortalecer o PMDB em todo o país, na opinião de José Nelto. “O PMDB vai ficar forte em todos os lugares. Acredito, inclusive, que o próprio Henrique Meirelles vai se filiar ao PMDB e pode até disputar a Presidência da República em 2018.” Na semana passada, José Nelto conversou com Ronaldo Caiado durante um longo tempo. “Caiado está aguardando uma conversa com Michel Temer. Ele é bem-visto pelo PMDB e reconhece que o nosso partido foi decisivo para sua vitória para o Senado.”  

Deputado frisa que PMDB vai buscar Baldy e Magda Mofatto para projeto de 2018

Para 2018, o deputado José Nelto afirma que o PMDB vai procurar montar uma aliança ampla. “Nós queremos derrotar o PSDB para o governo do Estado e por isso vamos buscar alianças com Alexandre Baldy, do PTN, com Armando Vergílio, do Solidariedade, com o deputado federal João Campos, do PRB, e com a deputada federal Magda Mofatto, do PR. Hoje, Baldy, João Campos e Magda estão na base do governador Marconi Perillo, mas amanhã, se não tiverem espaço para seus projetos políticos, podem compor com outras bases políticas.” Daniel Vilela ou Ronaldo Caiado: quem será o candidato do PMDB a governador em 2018? “Nosso candidato, desde já, é o deputado federal Daniel Vilela.”  

Governismo pode bancar terceira via na disputa por comando da Assembleia Legislativa

Os deputados José Vitti e Chiquinho Oliveira, chamados de Jon Jones e Daniel Cormier, estão se atacando com frequência e não será surpresa se se atracarem qualquer dia desse, como se estivesse num octógono. A guerra entre Vitti e Chiquinho deixou de ser fria e passou a ser quente. Por isso é provável que a base governista opte por uma terceira via. Um candidato mais moderado e agregador, no estilo de Helio Sousa, pode acabar superando os brigões.

José Eliton pode surpreender em 2018 por ser o “novo do novo” e ser apontado como eficiente

Pesquisas qualificadas registram duas coisas. Primeiro, a ação de José Eliton (PSDB) na Secretaria de Segurança Pú­blica tem o apoio da sociedade, que percebe que a polícia está mais presente e eficiente. Ao mesmo tempo, tem o apreço tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil. Segundo, o potencial do se­cretário e vice-governador, por ser jovem, ousado e atuante, é apontado como imenso por pesquisadores experimentados. Dará muito trabalho para os medalhões na disputa pelo governo do Estado, em 2018. Sobretudo, numa disputa contra a velha guarda da política de Goiás, José Eliton tende a surpreender. É o novo. Até o “novo do novo”.

PP planeja bancar o coronel Silvio Benedito para prefeito de Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_44727" align="alignright" width="620"]Coronel Silvio Benedito Coronel Silvio Benedito[/caption] Parecia favas contadas que o coronel Silvio Benedito, do PP, seria o vice de Alcides Ribeiro, do PSDB, na disputa pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia. “Parecia” é o termo apropriado. Na verdade, baseado em pesquisa qualitativa, o PP pretende bancar Silvio Benedito para prefeito, deixando a aliança para um possível segundo turno. Por que o PP parece ter mudado de ideia? Os líderes do partido, como o senador Wilder Morais, não mudaram de ideia. É que pesquisas sugerem que o tema da segurança pública — o combate à violência — é um dos mais caros, senão o mais caro, aos eleitores de Aparecida. Como comandante da Polícia Militar, o coronel Silvio Benedito teve uma atuação firme e presente em Aparecida de Goiânia, sobretudo tem um discurso azeitado a respeito do assunto. Com um marketing eficiente, se traduzir suas ideias para a linguagem comum das ruas, pode-se tornar um candidato altamente competitivo. O PP decidiu bancá-lo e, insista-se, não para vice.

“É chocante a falta de políticas públicas para mulheres desassistidas em Palmas”

Vereador tucano ressente-se de perdas importantes que seu partido sofreu no Estado, mas ressalta a força nacional do PSDB

Vecci diz que não tem preguiça e que o eleitor de Goiânia está cansado da mesmice

Pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSDB, o deputado federal Giuseppe Vecci diz que nada o entusiasma mais do que ouvir dos fofoqueiros que não vai disputar mandato e vai acabar jogando a toalha. “Trata-se de coisa de quem não tem o quer fazer. Não tenho preguiça, levanto cedo e, nos dias que estou em Goiânia, percorro bairros, converso com eleitores e, ao mesmo tempo, com os segmentos organizados da sociedade. O que ouço, nas conversas formais e informais, é que o goianiense está cansado da mesmice, das figuras carimbadas e quer um gestor competente, presente e criativo e que tenha ideias claras de como administrar a capital.”

Vilmar Rocha faz fotografia com Iris Rezende e diz que iria enviá-la para Marconi Perillo

[caption id="attachment_64768" align="alignright" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] No lançamento do livro “Vida, Lutas e Sonhos”, de Tarzan de Castro, o secretário das Cidades e Meio Ambiente do governo de Goiás, Vilmar Rocha (PSD), sempre brincalhão e diplomático, encontrou-se com Iris Rezende e disse: “Iris vem cá, por favor. Vamos fazer uma fotografia para eu enviar por whatsapp pro Marconi”. Todos riram — até o sisudo peemedebista.

Deputado petista Paulo Mourão defende eleições gerais

[caption id="attachment_64764" align="alignright" width="300"]Deputado Paulo Mourão: “O presidencialismo de coalizão acabou” Deputado Paulo Mourão: “O presidencialismo de coalizão acabou” | Foto: Divulgação[/caption] O deputado Paulo Mourão (PT) retomou suas atividades parlamentares na terça-feira, 26, após licença médica. Na sessão ordinária de quarta-feira, 27, o parlamentar utilizou a tribuna para falar do momento político do País com o iminente impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele discorreu sobre a trajetória política brasileira desde a revolução de 30, até a fase da redemocratização do País, que elegeu indiretamente Tancredo Neves, que veio a falecer, e após isso, a eleição e impeachment de Fernando Collor. Ele completou lembrando dos mandatos de Fernando Henrique, Lula e a presidente Dilma, que agora está sendo novamente impedida. Após relatar esses acontecimentos, Paulo Mourão observou que a democracia tem prazo de validade no Brasil. “Temos um arremedo de democracia, temos um teatro de democracia”, enfatizou. “Não se pode cassar uma presidente, se não tem crime de responsabilidade”, defendeu. “O impeachment é sim constitucional, sem sombra de dúvida, mas ele para ser considerado legal, um presidente precisa cometer um ato de improbidade administrativa”, avaliou. “Falta a prova”, destacou. “Como se cassa uma presidente que nem as contas foram julgadas pelo Tribunal de Contas”, interrogou. “É momento de profundo pesar porque estamos enterrando a democracia”, ponderou. “Quando se desrespeita o voto popular é golpe”, afirmou. “Aqui no Brasil não se tem um regime democrático fortalecido”, considerou. “A cada 16, 18, 20 anos há intervenções, isso não é democracia”, avaliou. Segundo o parlamentar, essa situação de insegurança jurídica e falta de democracia transmite uma imagem ao mundo que o Brasil não é um País sério, onde não se respeita decisões judiciais. Para Mourão, o fator que tem pesado para a cassação da presidente Dilma é o político. “Há que se ter humildade e reconhecer que a presidente Dilma não teve a habilidade de fazer a relação congressual com o executivo, deixou essa situação na gravidade em que se encontra o Brasil, mas o mais lamentável de tudo é vermos um país da capacidade produtiva que é o Brasil, das riquezas naturais, das riquezas ambientais, de um povo determinado ao trabalho não ter ainda uma democracia estruturada em bases jurídicas institucionais e tudo isso depõe contra o Brasil lá fora porque o capital que deveria investir no país não investe porque o país não tem segurança jurídica”, lamentou. O parlamentar reiterou que “a verdade que também precisa ser reconhecida é que este modelo político partidário do presidencialismo de coalizão chegou ao fim, faliu, não há como continuar mais porque os partidos dão apoio para a governabilidade através de apoio recíproco, a história do é dando que se recebe, isso está claro para a sociedade”, considerou. Paulo Mourão defendeu a convocação de eleições gerais que coincidissem com as próximas eleições municipais. Ele entende que neste momento, tanto a presidente Dilma como o vice-presidente Michel Temer precisavam fazer um gesto de grandeza social com a sociedade que está extremamente aborrecida com a classe política. “Ninguém mais acredita na política e isso é grave porque nós não podemos dar passos a seguir se não for através da democracia fortalecida”, opinou.

Michel Temer prefere Daniel Vilela a Iris Rezende disputando a Prefeitura de Goiânia

[caption id="attachment_57053" align="alignright" width="620"]Daniel Vilela e Iris Rezende: a batalha entre os dois é a luta de substituição do velho pelo novo; e um terá de sair de cena Arquivo[/caption] O “presidente” Michel Temer teria confidenciado a dois políticos que Daniel Vilela pode ser melhor candidato a prefeito de Goiânia do que Iris Rezende, que, em termos políticos e administrativos, estaria “superado”. A tese é que Iris tende a sair em 1º lugar e, aos poucos, perder musculatura eleitoral. Daniel pode sair atrás e, durante a campanha, ganhar musculatura.

Irajá viabiliza parque em Palmeirópolis

[caption id="attachment_64761" align="alignleft" width="300"]Deputado Irajá Abreu: “Esse parque será referência na região” Deputado Irajá Abreu: “Esse parque será referência na região”[/caption] A construção do Parque de Exposição de Palmeirópolis foi possível graças aos recursos que vieram de Brasília, através de emendas parlamentares do deputado federal Irajá Abreu (PSD), que já destinou ao município mais de R$ 2,5 milhões. Para a construção do parque o parlamentar destinou o recurso no valor de R$ 300 mil proveniente do Ministério da Agricultura. O prefeito Fábio Pereira Vaz (PSD) comemora a conclusão do parque, lembrando o esforço do pessedista para a efetivação da obra e o quanto a comunidade almejava esse espaço. “O deputado Irajá Abreu é o padrinho de Pal­meirópolis. A construção desse parque concretiza o sonho da comunidade. Graças aos esforços do deputado juntamente com a boa vontade e incentivo da ministra Kátia Abreu (PMDB), vamos inaugurar o Parque de Exposição Agropecuário de Palmeirópolis dia 11 de junho. Gostaria em nome de toda a população de Palmeirópolis, agradecer e dizer o quanto estou feliz pelo resultado dessa parceria.” O parque tem aproximadamente de 100 mil metros quadrados, sendo contemplado com as obras de pavimentação asfáltica em toda área interna, rede de energia trifásica e rebaixada que vai iluminar toda a avenida do produtor rural que dá acesso ao empreendimento e as dependências do parque de exposições, além da pista de vaquejada. Irajá Abreu lembra que além de promover o desenvolvimento do setor agropecuário do município de Palmeirópolis e do Estado, o parque de exposição foi elaborado com a finalidade de valorizar e promover o empresário, agricultor e pecuarista da região. “Esse parque será referência na região, oportunizando grandes negócios, gerando emprego e renda para a comunidade.”