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Reprodução/Tumblr[/caption]
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Na Terça Poética de hoje, caro leitor, você se depara com a Íris de Cynthia Borges. Atriz, ela já se amostrou no Opção Cultural; veio beija-flor no desafio narrativo “100 contos de até 100 caracteres para celebrar o Dia da Literatura Brasileira”, publicação de maio de 2015. Quer participar do projeto “Terça Poética”, que versa suas tardes modorrentas de terça-feira? É só enviar-nos seus poemas, através do e-mail [email protected]. Ei-la “Íris”!
Cynthia Borges
não olha assim pra mim
qu’eu não sou real
abandona o hábito
de alma bailarina
qu’eu só quero ver o sol
quando você olhar
você dentro de mim
não invada os cantos escuros
não abra as janelas defronte pro céu
não coma a última sobremesa
não sorri e não deseja
cicatriza-se em palavra
e apenas goze de sermos nós
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Tibúrcio passa a comandar a Goiás Fomento no lugar de Humberto Tannus, que assume a presidência da Agência Brasil Central
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Henrique Tibúrcio assume a Agência de Fomento no início de julho[/caption]
Henrique Tibúrcio será o novo presidente da Agência de Fomento. O vereador Tayrone di Martino assume a Secretaria de Governo. Humberto Tanus assume a presidência da Agência Brasil Central.
Taís Couto, chefe de gabinete, acompanha Tibúrcio.
Poeta goiano, conhecido por brincar com as palavras, dá oficina gratuita na União Brasileira dos Escritores – Seção Goiás
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Valdivino Braz: “Será um encontro divertido. Haverá risos, mas também haverá choro e ranger de dentes”[/caption]
A série de oficinas de escrita criativa promovida pela União Brasileira dos Escritores (UBE) — Seção Goiás está na reta final. Foram oito encontros até aqui, com oito escritores e tradutores diferentes e que são reconhecidos por seu trabalho no Brasil e no mundo. E neste sábado, 25, o convidado é o goiano Valdivino Braz.
Valdivino é jornalista e escritor, autor de vários livros, entre eles: “Cavaleiro do Sol” (contos), “As Faces da Faca” (poemas), “A Palavra por Desígnio” (poemas), “As Lâminas de Zarb” (poemas), “Arabescos num Chão de Giz” (poemas) e “A Trompa de Falópio” (poemas).
Valdivino falará sobre “Anarquia poética”. Ele diz: “Vou falar muito da experiência como escritor, da ingenuidade poética, passando pela introdução do processo político até chegar à conscientização poética, com o processo de formação metalinguística. Também vou falar de erotismo, censura e sobre o politicamente correto”.
O escritor relata que é característica sua brincar com as palavras e é isso o que fará na oficina do próximo sábado. “Será um encontro divertido. Haverá risos, mas também haverá choro e ranger de dentes”, conta ele em meio a sorrisos. “Minha intenção na oficina é motivar reflexões, pois, como dizia Borges, o mundo é um labirinto de livros, um mosaico de conhecimentos”, relata.
Durante a oficina, Valdivino promete recitar poemas para ilustrar sua fala e também incentivar a leitura por parte dos presentes. As inscrições para o encontro na UBE-GO são gratuitas e as vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site da UBE-GO.
Oficina: Anarquia poética
Palestrante: Valdivino Braz
Data: 25 de junho (Sábado)
Horário: 9h às 12h — 14h às 17h
Local: UBE-GO
Rua 21 nº 262, Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia
A guerra contra os que defendem a família tradicional e cristã foi declarada. A ideologia de gênero está se tornando uma “doutrina nacional”
Sandra Lima de Vasconcelos Ramos
Minha experiência docente de 35 anos deu-me o privilégio de lecionar em todos os níveis de ensino, da pré-escola à pós-graduação, com especial dedicação à formação de professores. Esta trajetória dá-me condições para fazer análises mais apuradas do processo educacional brasileiro. Uma constatação que faço e me deixa envergonhada é o problema da doutrinação no sistema de ensino.
Uma deslavada doutrinação ideológica que vem sendo implantada nas universidades e nas escolas do país. Uma tentativa escancarada e incansável de aliciar os brasileiros para redefinir conceitos e concepções tradicionais. Um verdadeiro estupro ideológico.
Ao ler a prova do Concurso Público da Secretaria Municipal de Educação e Esporte, Profissional da Educação II, da Prefeitura de Goiânia, aplicada em 19/06/2016, fiquei estarrecida com algumas questões das provas. Questões essas de explícita doutrinação ideológica. Afinal, se o candidato não responder o previsto pelo gabarito ideológico, é reprovado.
Estupro das liberdades de pensamento e de consciência. Estupro das concepções e valores. Não se trata de uma relação “consensual” em que o indivíduo se sinta livre para aceitar ou repudiar novos conceitos. Trata-se de um ato de violência em que para ser avaliado em um processo seletivo, o candidato é obrigado a responder de acordo com ideólogos sem escrúpulos.
Para um melhor entendimento do objeto da minha indignação, comentarei algumas questões do Caderno de Língua Portuguesa, para Pedagogo (minha área de formação).
Logo no primeiro texto “Objetivo de princesas da Disney não é mais o casamento, revela estudo” encontramos a Ideologia de Gênero em ação e sua tentativa de convencer a sociedade para o fato da Disney reconduzir sua abordagem sobre conceitos de família, casamento, papel da mulher, feminilidade e masculinidade. Um texto indutivo para levar o leitor a aceitar essas mudanças como evolução social, que na verdade é doutrinação. Para dar o tom de respaldo científico, apresenta uma referência tendenciosa, publicada em um site da internet, sem fonte bibliográfica.
No texto abaixo podemos identificar a defesa da “Teoria Queer”, defendida pelos grupos LGBT, com a afirmação de que as pessoas nascem sem gênero definido. Segundo essa teoria, o sexo biológico não é determinante para a definição de homem ou mulher, visto que são constituídos pela sociedade e a cultura. Essa teoria que se diz científica, convenientemente, renega os contributos das ciências naturais como a biologia e a genética, por exemplo.
O Texto 3 “Teoria, ideologia e a urgente necessidade de pensar contra a má-fé” é acintoso. Difunde uma cultura de ódio pelos que eles chamam de “fundamentalistas” (leia-se cristãos). O texto conclama à guerra contra os que pensam diferente, sem perguntar a sociedade se ela aceita essa nova visão imposta, inclusive pelos meios de seleção em concurso público. Uma atitude muito mais vergonhosa do que reprovar mulheres em entrevista de emprego simplesmente por serem mulheres. Trata-se de legitimar a seleção preconceituosa através de concurso público. Aonde vamos parar?
O próximo recorte fala por si mesmo. Quem usa de má fé? Será os que se utilizam da máquina estatal e de um instrumento legítimo de entrada democrática no mercado de trabalho para aprovar quem pensa igual a eles e excluir os contrários? Os prejudicados seriam os defensores dos valores tradicionais, do bom senso e da decência?
A prova de Goiânia não é exceção. Esse tipo de prova impregnada de doutrinação ideológica alastra-se nos concursos Brasil afora.
Candidatos à docência para as escolas da Prefeitura de Goiânia, prejudicados com esse abuso doutrinário, não permitam esse estupro coletivo de suas liberdades de pensamento. Exija a anulação deste concurso. A guerra contra vocês que defendem a família tradicional e cristã foi declarada. Ergam-se contra essa massiva doutrinação ideológica. Devemos defender a educação brasileira desse crime contra a liberdade.
Sandra Lima de Vasconcelos Ramos é professora da Universidade Federal do Piauí, psicopedagoga, mestre e doutoranda em educação.
Leia réplica no link
https://jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/concurso-para-provimento-de-cargos-na-educacao-em-goiania-acerta-ao-pautar-questoes-de-genero-69090/
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