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Ônibus que seguia de Goiânia para o Pará pega fogo e fica totalmente destruído

Motorista percebeu o fogo em uma das rodas e avisou os passageiros, que desceram antes das chamas se alastrarem completamente

Jornalistas da Record detidos na Venezuela já estão no Brasil

Segundo emissora, a investigação prosseguirá de qualquer maneira e as reportagens serão exibidas em breve [caption id="attachment_87097" align="alignleft" width="620"] Jornalista Leandro Stoliar na cobertura da tragédia da Chapecoense, em dezembro | Reprodução[/caption] Os jornalistas Leandro Stoliar e Gilson de Oliveira, da TV Record, que haviam sido detidos no último sábado (11/2) no norte da Venezuela, chegaram ao Brasil às 5 horas e 50 minutos desta segunda-feira (13). A equipe foi detida pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), juntamente com dois ativistas venezuelanos, José Urbina e María Jose Túa, da ONG Transparência Venezuela, enquanto investigava denúncias de suborno por parte da construtora Odebrech. [relacionadas artigos=" 87095"] A TV Record informou na manhã desta segunda-feira (13), nas suas redes sociais, que os jornalistas desembarcaram no Aeroporto Internacional de Guarulhos e que eles foram presos “durante gravações para uma série de reportagens especiais para o Jornal da Record sobre denúncias de corrupção envolvendo financiamentos do BNDES que favoreciam empreiteiras brasileiras, inclusive a Odebrecht, citada nas investigações da Operação Lava Jato”. Contra liberdade de expressão Em nota divulgada no fim da tarde desta segunda-feira (13), a emissora disse que os jornalistas ficaram “quase 36 horas sob custódia de policiais e militares do Sebin, que confiscaram equipamentos, câmera, computador e celulares de nossos profissionais. A Record repudia de forma veemente este tipo de violência que atenta contra a liberdade de expressão e tenta controlar o acesso à informação. Estratégia de regimes que desprezam a democracia e os direitos humanos”. A emissora agradeceu o apoio das autoridades brasileiras, diplomatas, advogados e representantes de entidades do país vizinho, como a Transparência Venezuela e o Sindicato dos Jornalistas Venezuelanos. Apesar do ocorrido, a Record TV disse que “a investigação conduzida em vários países sobre os desvios em obras internacionais financiadas com recursos do BNDES prosseguirá e as reportagens serão exibidas, em breve, numa série especial no Jornal da Record”. A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) disse, em nota, que “considera inaceitável qualquer ato ou manifestação que impeça ou tente impedir que os profissionais da imprensa exerçam suas atividades, dentro ou fora do Brasil”. Segundo a entidade, a prisão dos jornalistas Stoliar e Oliveira é um “gravíssimo atentado ao livre exercício da imprensa, deve ser apurado com o rigor que merece e acompanhado pelas autoridades brasileiras”.

Marconi e presidente da Caixa afirmam que Goiás está na vanguarda da habitação no País

Goiás é o primeiro estado a firmar parceria com a Caixa após a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida, que chega à fase 3

Enel assina contrato de compra da Celg-D nesta terça-feira (14)

Cerimônia será realizada no Palácio Pedro Ludovico Teixeira

Coletivo promove passeio ciclístico com objetivo de fotografar capital

Com câmeras digitais, analógicas e celulares, participantes farão trajeto pela cidade parando em pontos como a Praça Cívica e o Bosque dos Buritis

Marcos Abrão questiona interesses de quem antecipa debate sobre 2018

Para deputado, momento é de trabalhar, focando nas reformas necessárias para retomar crescimento. Discutir temas eleitorais em 2017, diz, desmoraliza classe política

Uber começa a operar em Anápolis nesta terça-feira (14)

Plataforma começa a funcionar às 14 horas; novos usuários contam com um código que dá 20 reais de desconto na primeira corrida

Procuradoria reafirma inelegibilidade e pede que TSE anule votos de Divino Lemes

Segundo vice-procurador-geral, prefeito de Senador Canedo perdeu prazo para afastar pendências com a Justiça eleitoral e, portanto, não poderia ter sido eleito

Mulher cearense é a primeira transexual a estampar capa da Vogue Paris

Segundo a chefe da publicação, Emmanuelle Alt, edição contribui para desconstruir o preconceito e mudar a cara da moda

Projeto de lei cria cadastro para compradores de tinta spray em Goiás

Proposta do deputado Talles Barreto pretende dificultar prática da pichação no Estado

Back to the USSR? Só se for a música dos Beatles

Hitler e Stálin, os dois maiores assassinos da história, se mereciam, mas, em se tratando de assassinato em massa, o bigodão soviético ganha de 7 a 1 do bigodinho nazista [caption id="attachment_87139" align="alignnone" width="620"] Vladimir Lenin, principal líder da Revolução Bolchevique de 1917[/caption] Carlos César Higa Especial para o Jornal Opção Este ano lembramos os cem anos da Revolução Russa, aquela que acabaria com a opressão dos czares e daria uma vida nova para os trabalhadores. Porém, o resultado foi a criação da União Soviética, um estado totalitário que tocou o terror na Europa Oriental e fez as cabeças de muitos ocidentais até 1991. Vladmir Lênin, líder da revolução, disse que o futuro pertence a Jovem Guarda porque a velha está ultrapassada. No centenário da revolução, a gente percebe que o único futuro da Jovem Guarda foi o Roberto Carlos Especial. Interessante que, no Brasil, a Jovem Guarda, que seria a avalanche revolucionária juvenil, tenha sido usada como nome de um grupo de cantores que tocavam guitarras elétricas, ou seja, símbolo maior do imperialismo ianque nos anos 1960. Provavelmente nem Lênin, nem Stálin e muitos menos Trotsky cantariam iê-iê-iê. Eles jogariam as guitarras no chão e brigariam com foice e martelo na mão. O Brasil sempre acolhe de braços abertos as ideias feitas lá fora e que não deram muito certo. Os soviéticos baniram a religião da Rússia pós-revolucionária. Mas por aqui, os camaradas conseguem misturar cristianismo com marxismo e o resultado é Leonardo Boff e Frei Betto, dois ex - religiosos que são mais fiéis ao Partido do que ao Criador. Josef Stálin, outro líder soviético, fez uma aliança com Adolf Hitler pouco antes do começo da Segunda Guerra Mundial. Os dois maiores assassinos da história deram as mãos. Eles se mereciam, mas, em se tratando de assassinato em massa, o bigodão soviético ganha de 7 a 1 do bigodinho nazista. Intelectuais do Ocidente simpatizantes das ideias revolucionárias visitaram a União Soviética com o intuito de mostrar que as notícias negativas contra Moscou eram coisas feitas pela CIA ou por alguma alma pessimamente informada, alienada, comprometida com o capital internacional e que queria desfazer as maravilhas ocorridas na Rússia pós-1917. Ao escreverem sobre o mundo soviético, nenhuma palavra sobre os Gulags construídos por Stálin para prender, torturar e matar seus inimigos. [relacionadas artigos="86066"] Jean Paul Sartre foi um dos intelectuais que visitaram a URSS. Ele não é Caetano Veloso, mas disse que estava tudo lindo, tudo maravilhoso. Para o pai do Existencialismo, não existia nenhum pecado na União Soviética. O inferno são os outros e não a URSS. Muitos intelectuais vão a Cuba, outro paraíso comunista depois da URSS, mostrar que tudo está lindo, tudo está maravilhoso também. Eles odeiam as ditaduras que barbarizaram a América Latina no século passado, mas louvam a ditadura do proletariado. 2017 não é apenas o centenário da Revolução Russa, mas também os quarenta anos de morte de Elvis Presley. O Pravda, jornal oficial do Partido Comunista Soviético, escreveu que o Rei do Rock morreu vítima da exploração do capitalismo. Tudo o que sai no jornal oficial de qualquer partido comunista deve ser lido com Suspicious Mind, ou seja, mentes desconfiadas, clássico de Elvis do comecinho dos anos 1970. E já que falamos de música, vamos concluir dizendo que Back to the USSR só se for a música dos Beatles.  Carlos César Higa é mestre em história e professor das redes estadual e particular de ensino, em Goiânia.

Justiça julga improcedente ação de uso indevido de Cheque Moradia em Nova Veneza

Presidente da agência era acusado de tentar ajudar esposa na disputa pela prefeitura do município com o benefício. Para juíza, irregularidades não foram comprovadas

Temer afirma que ministros denunciados na Lava Jato serão afastados provisoriamente

Em pronunciamento à imprensa, presidente voltou a dizer que o governo não quer "blindar" ninguém, mas não afastará titulares mencionados em investigações

Vivemos em mundo de muralhas e guetos ou um mundo de inclusão e vida comum?

"Uma Mulher Fantástica", filme do diretor chileno Sebastián Lelio, traz à tona novamente a discussão sobre o preconceito ao mostrar a história de uma transsexual [caption id="attachment_87129" align="aligncenter" width="620"] Marina, personagem da atriz transsexual Daniela Vega, traz à tona no Festival de Berlim o debate sobre preconceito e sobre os tempos conservadores vividos pelo mundo atualmente[/caption] Rui Martins Especial para o Jornal Opção, de Berlim "Será que os espectadores estão preparados para ver um filme com transsexual? Eu acho que não", diz o cineasta chileno Sebastián Lelio, realizador do filme que é uma provocação até no título: "Uma Mulher Fantástica". A mulher do filme, que é amante de um empresário que morre subitamente de um aneurisma, é interpretada colombiana Daniela Vega, transsexual. Sebastián Lelio é conhecido em Berlim, pois ganhou o Urso de Prata de melhor interpretação feminina com seu terceiro filme, "Glória". Para ele, fazer filme com personagem principal feminino é alguma coisa intuitiva, fora a fascinação e a atração provocada por filmar alguém diferente de sua condição masculina. [relacionadas artigos="87068, 86888, 86807"] Assim como em "Glória", a mulher fantástica Marina é do gênero forte, marcante e autossuficiente, como definiu a atriz Daniela Vega. No filme, a personagem é vítima de acusações e perseguições da família do amante falecido, por ser algo diferente dentro dos conceitos admitidos, visto que, tendo nascido homem, se transformara numa mulher, bela mulher por sinal. Marina é uma transsexual, fazendo parte, portanto, do catálogo de rejeições dos conservadores. E isso inclui não apenas pessoas, como religiões e mesmo países. Durante a entrevista com a crítica, o cineasta Sebastián Lelio aproveitou para se pronunciar em favor das diferenças sexuais. "Nosso mundo ocidental parece ser mais civilizado e defende uma bandeira humanista que aceita nossas diferenças inclusive sexuais, mas as famílias conservadoras talvez não estejam preparadas para aceitar a inclusão dos transsexuais dentro da família". E, diante do ressurgimento do populismo, mesmo sem citar Donald Trump, Sebastián Lelio coloca uma questão atual: "Como sociedade global, vivemos um momento delicado, diante da contracorrente que ameaça fazer recuar todos os avanços por nós obtidos nos últimos tempos. Que mundo estamos construindo: um mundo de muralhas e guetos ou um mundo de inclusão e vida comum? Assistimos atualmente ao choque dessa colisão de forças e de energias. E o resultado dirá para onde iremos, não só no Chile mas no mundo inteiro, sobre os amores possíveis e impossíveis. Meu filme não pretende dar uma resposta para tudo, mas quer saber qual será a reação dos espectadores". Na linha das provocações, a atriz Daniela Vega, respondendo a uma resposta sobre qual seu próximo papel, responde: "Gostaria de viver o papel de uma mulher grávida". Qual a história do filme "Uma Mulher Fantástica", que irá provocar reações e escândalos? Um empresário de 57 anos, Orlando, tem um caso de amor com Marina, mulher transsexual, com quem vive e pela qual rompeu o casamento legal. No aniversário de Marina, bem mais nova, depois de uma comemoração no restaurante e de terem se amado, Orlando acorda de noite se sentindo mal, acaba rolando pela escada e, embora levado ao hospital com urgência, morre. Marina não é aceita como uma normal amante de Orlando, cuja família lhe impede mesmo de ir à cerimônia do enterro. Num encontro no qual Marina entrega a chave do carro de Orlando à esposa legal, esta lhe fala que a opção de Orlando poderia ser considerada uma perversão. Mesmo a polícia considera Marina suspeita pela morte do amante. Rui Martins está em Berlim, convidado pelo Festival Internacional de Cinema

Bombeiros combatem incêndio na Área 2 da PUC Goiás

Chamas atingiram arquivos do acervo do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia