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O governo do Tocantins iniciou o processo de microrrevestimento asfáltico no trecho da Rodovia TO-126, entre os municípios de Tocantinópolis e Aguiarnópolis. O processo é utilizado em projetos de reabilitação de superfície de pavimentos e garante o reforço estrutural. O trecho, de 25,73 km, está sendo totalmente reconstruído. Todo o serviço foi viabilizado por meio […]
As chamadas da primeira página servem para vender o conteúdo interno – seja uma reportagem, uma entrevista ou um artigo. Deve tentar, ao mesmo tempo, retratar de forma fidedigna o tema tratado e atrair o leitor para abrir a publicação – ou acessar o hiperlink, já que as manchetes dos portais dos jornais eletrônicos desempenham a mesma função. Nesse sentido, “O Popular” pisou na bola na edição da quarta-feira, 26. O texto da primeira página dizia “Recorde – Gasolina leva Temer a 94% de reprovação”. Da chamada depreende-se que o fato de autorizar o aumento de impostos contidos na composição do preço dos combustíveis teria elevado a rejeição (já bastante alta) do presidente da República. Internamente, porém, o olho da matéria intitulada “Reprovação a Temer atinge novo recorde” diz outra coisa: “Brasil em crise – Pesquisa mensal, feita ainda antes do aumento dos combustíveis, mostrou que 94% dos entrevistados reprovam o presidente”. Ou seja, infere-se que a rejeição a Michel Temer seja ainda maior do que os 94%, apurados, na realidade, antes da elevação do PIS/Cofins sobre gasolina e óleo diesel. Ao contrário do que possa parecer, fazer a capa de um jornal não é fácil e erros assim acontecem. Mas um procedimento de crivo da primeira página com mais sintonia fina teria evitado o erro.
Talvez a pauta mais importante do segundo semestre em Goiânia seja a revisão do Plano Diretor da capital, dez anos após sua promulgação. No entanto, a discussão sobre planejamento urbano – talvez por ter um componente técnico que a torne “árida” ao meio jornalístico – se mostra pouco presente no noticiário. Quando isso ocorre, ainda assim não aparece com muita profundidade. Entre os poucos repórteres que vêm dando respaldo e peso necessários à temática está Vandré Abreu, de “O Popular”. Por sua relevância para Goiânia, é importante que a imprensa não caminhe a reboque das declarações de prefeito, vereadores, secretários e políticos em geral. Apesar de ter um encaminhamento inexoravelmente por meio das votações em plenário, será papel do bom jornalismo mostrar as discussões e polêmicas da forma mais transparente e clara possível à população. Quanto mais bem informado for, mais o cidadão tem condições de questionar. No caso, o objetivo é o futuro da cidade em que vive.
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O telejornalismo perdeu um bom apresentador na semana passada. Artur Almeida (foto), um dos principais nomes da TV Globo Minas, estava de férias com a família em Lisboa quando sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu, aos 57 anos, na segunda-feira, 24. Na emissora havia duas décadas, ele ocupava a bancada do MGTV – 1ª Edição, do qual era também o editor-chefe. O respeito ao jornalista se mostrou nos adjetivos que recebeu – era tido como ponderado, responsável e, ao mesmo tempo, combativo e generoso. l
Segundo Lucas Kitão, Prefeitura de Goiânia não tem competência para gerir espaços
Prevenir uma crise global e evitar que o que está acontecendo em Jerusalém se espalhe para outros países árabes e muçulmanos são o foco principal neste momento
Jorge Kajuru e Dra. Cristina são hors-concours e devem deixar Câmara de Goiânia a partir de 2019
Marcelo Rizzo Parece-me que o termo da moda “judicialização da política” está absolutamente errado. A política não foi judicializada agora. Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Lula e outros presidentes anteriores sempre foram acusados e muitas vezes julgados por um tribunal. Sempre houve procuradores e delegados meio malucos. Lembram-se de um magrinho de óculos, que era considerado “petista” na época de FHC? Portanto, a Lava-Jato tem todo o direito de sair acusando – aliás, é o que acusadores fazem. Então, parece-me que a grande mudança foi, isso sim, a “midiatização do Judiciário”. Ou seja, o Judiciário acabou sendo deslocado para uma esfera em que a opinião pública torna-se a principal balizadora do processo. É esse o grande cerne da coisa: as acusações deixam de ficar "escondidas" no processo legal para serem discutidas por Merval Pereira e Cristiana Lôbo na Globonews. Toda entrevista com um político sobre isso agora sempre tem um momento em que o sujeito fala: “Eu enfrentei diversas acusações e blablablá...". Acusações essas que não foram debatidas em público em um momento anterior, seriam agora. Um terço dos deputados federais são acusados de algo. Essas acusações são de um paradigma anterior. Pergunto então: a política estava judicializada? Sempre esteve. O que ocorria era a acusação (ou a condenação) se “midiatizar”. Nesse sentido, tanto a Globo como Sérgio Moro e sua estratégia de destruir a reputação dos acusados – o que deixou impresso em texto – são pontos essenciais nisso. Temos, então, um segundo debate, o que diz respeito à ocupação de espaço. Observa-se que o Judiciário não ocupou espaço nenhum a mais. Pelo contrário, o espaço em que se movimentava sem escrutínio foi absolutamente diminuído. Tanto que hoje tem de se curvar à acusação. Isso se enxerga a olho nu: o Judiciário foi se encolhendo e não aumentando. Tinha a aparência de seu aumento enquanto concordava com a opinião pública. Mas, quando ele discorda, percebe. Marcelo Rizzo é historiador e doutorando em História da Economia pela UFG.
Justiça do Trabalho utilizou como provas comunicações feitas no grupo de conversação por telefone
Além de não conseguir debelar a crise econômico-financeira da prefeitura, a atual administração da capital tem enredo triste, sem ânimo e ritmo lento
Enquanto a administração municipal resolver fazer campanha disfarçada de ações, vamos ver Goiânia sendo gerida na contramão do progresso. A cidade precisa de um mutirão, sim, mas para levá-la, enfim, ao século 21
Vereadores estão revoltados com a tragédia no Mutirama e pedem providências
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O vereador Lucas Kitão disse ao Jornal Opção que seu partido, o PSL (que deve mudar o nome para Livres), irá apoiar José Eliton ao governo de Goiás em 2018. “Estaremos na base do governo, temos um compromisso com o governador Marconi Perillo.”
Para deputado estadual, ele apoiará seu padrinho político e amigo de longa data Lucas Calil (PSL). Atualmente como secretário extraordinário, o jovem, que é presidente do partido, é considerado uma grata surpresa na Assembleia e tende a ser reeleito. O PSL trabalha também pela reeleição do aguerrido Santana Gomes. Kitão disse ainda que há conversas abertas com ex-prefeitos e ex-parlamentares: “Queremos formar uma chapa forte e competitiva à Câmara Federal.”
Correligionários e amigos cuidam para transformá-lo em figura política única e colocá-lo num insuperável pedestal da história da Alemanha e da Europa
Deputado fica impressionado com a receptividade dos prefeitos ao governador Marconi Perillo


