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Um deputado do PMDB afirma que a ação de Ronaldo Caiado nas bases do partido “prova deslealdade”. “Ora, se o PMDB é o principal responsável pelo fato de Caiado ter sido eleito senador em 2014, o mínimo que se deveria esperar dele é que apoiasse Daniel Vilela para governador.” O mesmo deputado acrescenta: “Se Ronaldo Caiado não consegue manter seus aliados do DEM, que estão em debandada para o lado de José Eliton, por qual motivo o PMDB tem de bancá-lo?” O parlamentar frisa que “Daniel Vilela não aprovou a presença (e o discurso) de Ronaldo Caiado em Rio Verde, município gerido pelo peemedebista-caiadista Paulo do Vale”.
A fotografia do cumprimento “forçado” entre o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, e o senador Ronaldo Caiado, do DEM, ao bombar nas redes sociais, gerou várias interpretações. Tucanos disseram que o presidente do Democratas ficou intimidado, até assustado. Um integrante do DEM diz que seu ar é de surpresa, em decorrência do mal-estar de encontrar pela frente um adversário que, na prática, se tornou inimigo pessoal.
O fato ocorreu na comemoração do aniversário do bispo Oídes José do Carmo, da Assembleia de Deus.
“É hora de sonhar com 2018 e” preparar “o futuro juntando pessoas, lideranças e movimentos num congraçamento que balance a modorra dos partidos e devolva a convicção e esperança à política”
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Foto: reprodução/ Facebook[/caption]
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, estaria procurando uma maneira de se afastar do senador Ronaldo Caiado, do DEM, se provocar danos colaterais.
Mesmo tendo simpatia por Ronaldo Caiado, Iris Rezende e Iris Araújo já admitem que subirão no palanque de Daniel Vilela. Porque são peemedebistas. Aos poucos, o senador está procurando “organizar” outra turma.
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Lucas Berlanza lança o “Guia Bibliográfico da Nova Direita: 39 Livros Para Compreender o Fenômeno Brasileiro” (Resistência Cultural, 256 páginas). O jornalista exibe a nova direita patropi, seu ideário e suas matrizes filosóficas, que podem ser buscadas em Edmund Burke, Hayek, Mises, José Guilherme Merquior, Olavo de Carvalho, Meira Penna, Roger Scruton, Russell Kirk e Roberto Campos.
“Um Olho na Bola, Outro no Cartola — O Crime Organizado no Futebol Brasileiro” (Planeta, 256 páginas), do senador Romário, mostra com o banditismo tomou conta do esporte preferido dos brasileiros. O ex-jogador investigou, via CPI, o processo de enriquecimento de grupos de dirigentes esportivos do país.
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