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O mês de junho é uma boa oportunidade para se começar a ler “Ulysses”, um dos romances mais emblemáticos da história, pois no dia 16 deste mês em 1904 Leopold Bloom nos deu a mão para um passeio pelo abismo humano
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Advogado Dalmy de Faria vê chance praticamente nula de o TSE mudar seu entendimento e impedir Divino Lemes de continuar no cargo[/caption]
O advogado Dalmy de Faria, 64 anos, vai receber o título de Cidadão Goiano na sexta-feira, 15, às 19 horas, na Assembleia Legislativa de Goiás. O autor do título é o deputado Wagner Siqueira (MDB). Foi aprovado por unanimidade. Porque poucas pessoas merecem tanto a homenagem quando o advogado.
Nascido em Tiros, Minas Gerais, Dalmy de Faria veio para Goiânia em 1969. Ele fez o curso clássico no Colégio Pedro Gomes, em Campinas, e formou-se em Direito na Universidade Federal de Goiás.
Dalmy de Faria já é cidadão goianiense e vilaboense.
Especialista em Direito Público e Eleitoral (sabe quase tudo de cor e salteado), Dalmy de Faria já defendeu centenas de políticos. Curiosamente, já teve militância política, no PMDB, e foi um dos principais santillistas de Goiás.
“Refúgios do Tempo”, último livro do poeta, publicado 11 meses antes de sua morte, traz reminiscências dos primeiros anos e da juventude, não em procedimentos metafóricos, mas em versos que se aproximam da crônica
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Divulgação[/caption]
Marconi Perillo disse aos aliados que está impressionado com a movimentação administrativa e política do governador José Eliton, pré-candidato à reeleição. O tucano-chefe frisou a capacidade do jovem tucano e sugeriu que se trata de uma mistura, em termos políticos, de Messi e Neymar.
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Marconi Perillo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Apontado como uma força da natureza, o ex-governador Marconi Perillo, logo depois de retornar para Goiânia, mexeu no tabuleiro de xadrez da política de Goiás e do país. Na segunda, 4, e na terça-feira, 5, se reuniu com o ex-governador Geraldo Alckmin e com o ex-prefeito João Doria, em São Paulo, e conversou sobre eleições presidenciais e disputas nos Estados.
Na quarta-feira, 6, Marconi Perillo encontrou-se com o governador de Goiás, José Eliton. Juntos, vão, a partir de agora, rearticular a base aliada. Eles vão trabalhar com aqueles que querem, de fato, permanecer como aliados. Há um consenso de que, na política, não há lealdade pela metade.
Marconi Perillo dialogou, longamente, com Vilmar Rocha (PSD), que, apesar das críticas ao governador José Eliton, deve permanecer na base aliada. Em seguida, o tucano-chefe falou, por telefone, com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy (PP).
O quartel-general político de Marconi Perillo fica no Setor Sul. De lá, conversa por telefone com líderes de vários partidos — locais ou de outros Estados — e recebe líderes e militantes da base aliada. Até marqueteiros aparecem para ouvir a opinião do pré-candidato a senador pelo PSDB. “Ninguém esmiúça pesquisas tão bem quanto o ex-governador”, afiança um marqueteiro.
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O pré-candidato do DEM pode ficar com dois partidos pequenos e mais o Podemos e o PSL
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Foto: Divulgação[/caption]
Há quem aposte que José Carlos Bumlai, o ex-primeiro-amigo de Lula da Silva, pode implodir uma candidatura em Goiás. Ele teria dado uma grana polpuda — 500 mil reais — para um político goiano, na campanha de 2010, por intermédio de um sócio. Léo Pinheiro, da OAS, também estaria com a língua coçando.
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Desembargador Ronaldo Eurípedes de Souza | Foto: Divulgação[/caption]
Na terça-feira, 5, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela abertura de um processo administrativo disciplinar para investigar suposta venda de decisão judicial pelo desembargador Ronaldo Eurípedes de Souza, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins. O procedimento administrativo foi aprovado por oito votos a seis. "É um instrumento de apuração [...] É o início de uma investigação, até para garantir à parte o direito da ampla defesa e esclarecer qualquer dúvida", comentou a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia.
A suspeita é de que o desembargador teria vendido um habeas corpus — pedido de liberdade — para um acusado de ser o mandante do assassinato de uma família de ciganos em Araguaína. O crime aconteceu em 2012 e dois envolvidos no caso foram condenados a mais de 70 anos de prisão. A apuração sobre a suposta venda de sentença foi arquivada em 2013 pela Justiça no Tocantins. O pedido de reabertura, que resultou na condenação, foi feito pela Corregedoria Nacional de Justiça.
Em nota, o desembargador Ronaldo Eurípedes informou que "sua atuação no habeas corpus se deu em sessão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em decisão colegiada, e que o processo não era de sua relatoria. Razão pela qual entende que não há justa causa para instauração do processo administrativo, por absoluta ausência de indício de irregularidade na atuação judicial”. O Tribunal de Justiça afirmou que não se manifestará sobre processos que se encontram em tribunais superiores ou no CNJ.
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Presidente Michel Temer |
Foto: Beto Barata/PR[/caption]
Àqueles que dizem que o presidente Michel Temer vai interferir nos Estados, uma ducha de água fria. O emedebista está preocupado em salvar a própria pele. Ele aposta que não será preso, não sofrerá impeachment e terminará seu governo, ainda que aos trancos e barrancos. É apontado como otimista.
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Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
Golden boy do governo do presidente Michel Temer, Alexandre Baldy comemora seis meses como ministro das Cidades. O deputado Leonardo Picciani sublinha que se trata do melhor do país.
O presidente Michel Temer costuma sugerir que Baldy é o ministro que contribui para destravar o governo. O BRT de Goiânia sairá do papel graças ao apoio do ministro. Senão ficaria para as calendas.
Baldy não foi “arrastado” por notícias negativas. É um dos poucos ministros que não se envolveram em falcatruas antes e agora.


