Deputados dizem que, como agente da mudança, Daniel Vilela deve ser eleito governador

Paulo Cezar Martins e Waguinho Siqueira dizem que, ao contrário do que prega Adib Elias, o MDB está sob controle do pré-candidato a governador

Os deputados Paulo Cezar Martins (o segundo mais votado na eleição de 2014, com 54.629 votos) e Wagner Siqueira, do MDB, são peremptórios: apostam todas as suas fichas que Daniel Vilela, do MDB, será eleito governador de Goiás na eleição de 7 de outubro.

“Todo mundo começou a bater em Daniel e não vejo ninguém criticando Kátia Maria e Wesley Garcia. Ele é o único que tem a cara da mudança. Como agente da renovação, lembra o Marconi Perillo de 1998”, afirma Waguinho Siqueira. “Daniel está crescendo em todo o Estado, porque está se tornando mais conhecido. Ele vai comer pelas beiradas e, quando agosto chegar, estará muito bem colocado, surpreendendo só aqueles que não estão entendendo as mudanças no comportamento dos eleitores, mas não àqueles que estão acompanhando as andanças do nosso candidato pelo Estado. Quem fica em Goiânia, às vezes circunscrito ao seu mundinho, não percebe o desgaste dos políticos, especialmente daqueles que estão há muito tempo no poder”, afirma Paulo Cezar Martins.

Os dois deputados frisam que, no contato com os eleitores e segmentos organizados da sociedade, Daniel Vilela começa a ser percebido como “o candidato da mudança”.

Paulo Cezar Martins frisa que, ao contrário do que prega o prefeito de Catalão, Adib Elias, o MDB está sob controle de Daniel Vilela. “As dissidências foram estancadas. Em Catalão, os emedebistas pedem a extinção do diretório, pois querem se livrar do controle autoritário de Adib Elias. Em Formosa, Ernesto Roller, que não ligação histórica com o MDB — sua família é egressa da Arena-PDS —, comporta-se de maneira oportunista. O MDB tem a oportunidade de livrar-se dele, que, sem o partido, não será reeleito em 2020. O prefeito de Goianésia, Renato de Castro, filiou-se ao MDB para ser candidato. No município, o MDB está firme com Daniel, e o prefeito está isolado. O prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale, está mas não é do MDB. É caiadista. O que importa mesmo é que 38 prefeitos do MDB hipotecaram total apoio a Daniel.”

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